sábado, 5 de setembro de 2009

Demo-tucanos devem rezar para CPI da Petrobrás não dar em nada.


Extraído da excelente coluna Rosa dos Ventos, de Maurício Dias, na Carta Capital que está nas bancas:


O jardim do entreguismo

04/09/2009 14:58:41
Mauricio Dias

O debate em torno do marco regulatório do pré-sal mostrou toda a irrelevância da CPI da Petrobras, criada pela oposição para fugir do enfrentamento com a verdadeira agenda das questões mais importantes para o País. Questões que o governo Lula entrega para o debate.

Mas essa não é a única razão a impedir a CPI de atingir os objetivos políticos subalternos que nortearam a sua criação. Não é preciso ser especialista em águas profundas para descobrir outros motivos, capazes de anular as investigações sobre todos os patrocínios solicitados por parlamentares e concedidos pela estatal durante o governo FHC. Eis alguns exemplos:

• O senador peemedebista Pedro Simon, em 2000, endereçou documento à presidência da empresa pedindo a construção de uma usina termoelétrica em Canoas (RS). E ainda indicou a fonte de energia: “Gás da Argentina”…

• O hoje governador do Distrito Federal, à época senador pelo PSDB, pediu patrocínio para a publicação do Guia do Século XXI e para o filme Veias e Vinhos, uma História Brasileira, além de interceder em favor do longa-metragem Sorria, Jesus te Ama!

• Arruda encaminhou um projeto de financiamento que fez sucesso na Petrobras: Declare Amor à Vida Correndo. A grana saiu rapidamente.

• Hoje, brigando com a estatal por questão dos royalties, o governador capixaba, Paulo Hartung, solicitou ajuda financeira para o Congresso Internacional de Psicanálise, realizado em agosto de 2000. E Sérgio Cabral, governador do Rio, também brigando pelos royalties, pediu dinheiro para a restauração do Convento de Nossa Senhora do Carmo.

• O petista carioca Carlos Santana, em 2001, em plena oposição, batalhou pelo projeto Acorda Zumbi e Renato Viana (SC) pleiteou verba para financiar a VI Corrida da Fogueira Grená, em Blumenau.

• O então senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT), chefe da assessoria técnica da oposição na CPI, bicou a estatal apesar de o tucanato tentar privatizá-la: a assinatura dele chancela desde um projeto musical intitulado Isto É o Rasqueado de Mato Grosso para o Brasil até uma gorda verba para o XXI Festival de Pesca de Cáceres.

• Lúcio Alcântara (PSDB-CE) foi o padrinho de um Festival de Jazz e Blues, em 2002, enquanto o paraibano Ronaldo Cunha Lima insistiu muito num capilé para o Presépio Vivo do Natal de Campina Grande.
• O deputado federal Josué dos Santos Ferreira (PL-SP) batalhou a verba de 73 mil reais para um livro intitulado Os Meandros do Congresso Nacional.

• O projeto teatral Você Tem Que me Dar seu Coração foi apadrinhado pelo deputado federal Paulo Baltazar (PSB-RJ), que, não satisfeito, pediu mais dinheiro para A Outra.

• O deputado monarquista Cunha Bueno (SP) intercedeu em favor de um adjutório para a Federação Paulista de Karatê, e o colega dele, Pedro Chaves (DF), queria dinheiro para os “torneios de pelada no entorno sul de Brasília”.

• O tucano Luiz Carlos Hauly (PR), um dos maiores frequentadores do caixa de patrocínio da empresa, conseguiu levar 200 mil reais para o Festival de Teatro de Londrina. Ao mandar fax agradecendo, aproveitou e pediu mais 50 mil reais “pela importância do evento”.

Há pedidos, e são muitos, de senadores e deputados em favor de empresas de amigos, capazes de provocar mais um temporal sobre o Congresso.

Povo não crê na imprensa.



Nunca deixo de me espantar com a forma como todos os grandes jornais, revistas, televisões, rádios e portais de internet acatam e encampam cada uma das teses da oposição ao governo Lula. Duvido de que alguém saiba mencionar um só embate entre os dois em que uma Folha, um Estadão, uma Globo ou uma Veja ficaram ao lado do governo e contra a oposição.

O governo Lula, com tantos ativos mundialmente reconhecidos para exibir, na grande imprensa brasileira está sempre errado e é sempre culpado de qualquer acusação que lhe é feita por seus adversários políticos.

Essa parcialidade ficou escandalosamente evidente depois da cerimônia de lançamento do marco regulatório do pré-sal em Brasília, na última segunda-feira. Por conta de discurso de Lula com críticas ao governo FHC, esses grandes meios de comunicação em peso ficaram furiosos com o “ataque” do presidente ao governador de São Paulo, presente à cerimônia.

Mais evidente, porém, foi a compra automática pela imprensa da posição manifestada por Serra sobre a decisão de Lula de pedir urgência na votação do novo marco regulatório. Lendo um jornal ou assistindo a um telejornal, só se vê críticas ao modelo do governo. Não permitem que ninguém além dos membros do governo opine favoravelmente ao modelo de partilha do pré-sal proposto.

Diante de um quadro desses, é espantoso olhar para as pesquisas sobre a aprovação do governo Lula.

Sobretudo quando se constata que o apoio a ele é fortemente majoritário em praticamente todas as classes sociais, em todas as faixas etárias, em todos os níveis de instrução e em todas as regiões do país, tendo apoio pouco menor entre os que têm maior renda, mas sendo majoritariamente aprovado entre os que têm maior nível de instrução.

Do mais culto ao mais ignorante, de norte a sul do país, do estudante ao aposentado, mesmo entre os que lêem e se informam mais pela grande imprensa, a maioria aprova o governo Lula. A despeito do que essa mesma imprensa diz sobre ele sem parar.

Acho perfeitamente legítimo afirmar, portanto, que o brasileiro, em média, não confia na imprensa, ao menos quando o assunto é política, pois, se esses jornais, tevês, rádios, revistas, grandes portais de internet, articulistas, editorialistas etc. atacam tanto o governo e ele continua cada vez mais popular, é porque a população acha que esses veículos e jornalistas mentem.


Do blog do Edu Guimarães:

VEJA - OS DEZ ESTRAGOS TUCANOS NA PETROBRÁS.




Para refrescar a memória do senador tucano Sérgio Guerra (PSDB-PE) e demais entusiastas da CPI da Petrobrás, o presidente da AEPET (Associação dos Engenheiros da Petrobras), Fernando Leite Siqueira, selecionou dez estragos produzidos pelo Governo FHC no Sistema Petrobrás, que seguem:
1993 - Como ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso fez um corte de 52% no orçamento da Petrobrás previsto para o ano de 1994, sem nenhuma fundamentação ou justificativa técnica. Ele teria inviabilizado a empresa se não tivesse estourado o escândalo do orçamento, envolvendo vários parlamentares apelidados de `anões do orçamento`, no Congresso Nacional, assunto que desviou a atenção do País, fazendo com que se esquecessem da Petrobrás. Todavia, isto causou um atraso de cerca de 6 meses na programação da empresa, que teve de mobilizar as suas melhores equipes para rever e repriorizar os projetos integrantes daquele orçamento;
1994 - ainda como ministro da Fazenda, com a ajuda do diretor do Departamento Nacional dos Combustíveis, manipulou a estrutura de preços dos derivados do petróleo, de forma que, nos 6 últimos meses que antecederam o Plano Real, a Petrobrás teve aumentos mensais na sua parcela dos combustíveis em valores 8% abaixo da inflação. Por outro lado, o cartel internacional das distribuidoras derivados teve aumentos de 32%, acima da inflação, nas suas parcelas.Isto significou uma transferência anual, permanente, de cerca de US$ 3 bilhões do faturamento da Petrobrás, para o cartel dessas distribuidoras.A forma de fazer isto foi através dos 2 aumentos mensais que eram concedidos aos derivados, pelo fato de a Petrobrás comprar o petróleo em dólares, no exterior, e vender no mercado em moeda nacional. Havia uma inflação alta e uma desvalorização diária da nossa moeda. Os dois aumentos repunham parte das perdas que a Petrobrás sofria devido a essa desvalorização.Mais incrível: a Petrobrás vendia os derivados para o cartel e este, além de pagá-la só 30 a 50 dias depois, ainda aplicava esses valores e o valor dos tributos retidos para posterior repasse ao tesouro no mercado financeiro, obtendo daí vultosos ganhos financeiros em face da inflação galopante então presente. Quando o plano Real começou a ser implantado com o objetivo de acabar com a inflação, o cartel reivindicou uma parcela maior nos aumentos porque iria perder aquele duplo e absurdo lucro;
1995 - Em fevereiro, já como presidente, FHC proibiu a ida de funcionários de estatais ao Congresso Nacional para prestar informações aos parlamentares e ajudá-los a exercer seus mandatos com respaldo de informações corretas. Assim, os parlamentares ficaram reféns das manipulações da imprensa comprometida. As informações dadas aos parlamentares no governo de Itamar Franco, como dito acima, haviam impedido a revisão com um claro viés neoliberal da Constituição Federal.Emitiu um decreto, 1403/95 que instituía um órgão de inteligência, o SIAL, Serviço de Informação e apoio Legislativo, com o objetivo de espionar os funcionários de estatais que fossem a Brasília falar com parlamentares. Se descobertos, seriam demitidos.Assim, tendo tempo para me aposentar, solicitei a aposentadoria e fui para Brasília por conta da Associação. Tendo recursos bem menores que a Petrobrás (que, no governo Itamar Franco enviava 15 empregados semanalmente ao Congresso), eu só podia levar mais um aposentado para ajudar no contato com os parlamentares. Um dos nossos dirigentes, Argemiro Pertence, mudou-se para Brasília, às suas expensas, para ajudar nesse trabalho;
Também em 1995, FHC deflagrou o contrato e a construção do Gasoduto Bolívia-Brasil, que foi o pior contrato que a Petrobrás assinou em sua história. FHC, como ministro da Fazenda do governo Itamar Franco, funcionou como lobista em favor do gasoduto. Como presidente, suspendeu 15 projetos de hidrelétricas em diversas fases, para tornar o gasoduto irreversível. Este fato, mais tarde, acarretaria o `apagão` no setor elétrico brasileiro.As empresas estrangeiras, comandadas pela Enron e Repsol, donas das reservas de gás naquele país só tinham como mercado o Brasil. Mas a construção do gasoduto era economicamente inviável. A taxa de retorno era de 10% ao ano, enquanto o custo financeiro era de 12% ao ano. Por isto pressionaram o Governo a determinar que Petrobrás assumisse a construção. A empresa foi obrigada a destinar recursos da Bacia de Campos, onde a Taxa de Retorno era de 80%, para investir nesse empreendimento. O contrato foi ruim para o Brasil pelas seguintes razões: mudança da matriz energética para pior, mais suja, ficar dependente de insumo externo dominado por corporações internacionais, com o preço atrelado ao do petróleo e valorada em moeda forte; foi ruim para a Bolívia que só recebia 18% pela entrega de uma de suas últimas riquezas, a mais significativa. Evo Morales elevou essa participação para 80% (a média mundial de participação dos países exportadores é de 84%) e todas as empresas aceitaram de bom grado. E foi péssimo para a Petrobrás que, além de tudo, foi obrigada a assinar uma cláusula de `Take or Pay`, ou seja, comprando ou não a quantidade contratada, ela pagaria por ela. Assim, por mais de 10 anos, pagou por cerca de 10 milhões de metros cúbicos sem conseguir vender o gás no mercado nacional.
Em 1995, o governo, faltando com o compromisso assinado com a categoria, levou os petroleiros à greve, com o firme propósito de fragilizar o sindicalismo brasileiro e a sua resistência às privatizações que pretendia fazer. Havia sido assinado um acordo de aumento de salário de 13%, que foi cancelado sob a alegação de que o presidente da Petrobrás não o havia assinado. Mas o acordo foi assinado pelo então Ministro das Minas e Energia, Delcídio Amaral, pelo representante do presidente da Petrobrás e pelo Ministro da Fazenda, Ciro Gomes.Além disto, o acordo foi assinado a partir de uma proposta apresentada pelo presidente da Petrobrás. Enfim, foi deflagrada a greve, após muita provocação, inclusive do Ministro do TST, Almir Pazzianoto, que disse que os petroleiros estavam sendo feitos de palhaços. FHC reprimiu a greve fortemente, com tropas do exercito nas refinarias, para acirrar os ânimos. Mas deixou as distribuidoras multinacionais de gás e combustíveis sonegarem os produtos, pondo a culpa da escassez deles nos petroleiros. No fim, elas levaram 28% de aumento, enquanto os petroleiros perderam até o aumento de 13% já pactuado e assinado.Durante a greve, uma viatura da Rede Globo de Televisão foi apreendida nas proximidades de uma refinaria, com explosivos. Provavelmente, pretendendo uma ação sabotagem que objetivava incriminar os petroleiros. No balanço final da greve, que durou mais de 30 dias, o TST estabeleceu uma multa pesada que inviabilizou a luta dos sindicatos. Por ser o segundo maior e mais forte sindicato de trabalhadores brasileiros, esse desfecho arrasador inibiu todos os demais sindicatos do país a lutar por seus direitos. E muito menos por qualquer causa em defesa da Soberania Nacional. Era a estratégia de Fernando Henrique para obter caminho livre e sangrar gravemente o patrimônio brasileiro.
1995 - O mesmo Fernando Henrique comandou o processo de mudança constitucional para efetivar cinco alterações profundas na Constituição Federal de 1988, na sua Ordem Econômica, incluindo a quebra do monopólio Estatal do Petróleo, através de pressões, liberação de emendas dos parlamentares, barganhas e chantagens com os parlamentares (o começo do `mensalão` - compra de votos de parlamentares com dinheiro desviado do erário público). Manteve o presidente da Petrobrás, Joel Rennó que, no governo Itamar Franco, chegou a fazer carta ao Congresso Nacional defendendo a manutenção do monopólio estatal do petróleo, mas que, no governo FHC, passou a defensor empedernido da sua quebra.
As cinco mudanças constitucionais promovidas por FHC:
1) Mudou o conceito de empresa nacional. A Constituição de 1988 havia estabelecido uma distinção entre empresa brasileira de capital nacional e empresa brasileira de capital estrangeiro. As empresas de capital estrangeiro só poderiam explorar o subsolo brasileiro (minérios) com até 49% das ações das companhias mineradoras. A mudança enquadrou todas as empresas como brasileiras. A partir dessa mudança, as estrangeiras passaram a poder possuir 100% das ações. Ou seja, foi escancarado o subsolo brasileiro para as multinacionais, muito mais poderosas financeiramente do que as empresas nacionais. A Companhia Brasileira de Recursos Minerais havia estimado o patrimônio de minérios estratégicos brasileiros em US$ 13 trilhões. Apenas a companhia Vale do Rio Doce detinha direitos minerários de US$ 3 trilhões. FHC vendeu essa companhia por um valor inferior a que um milésimo do valor real estimado;
2) Quebrou o monopólio da navegação de cabotagem, permitindo que navios estrangeiros navegassem pelos rios brasileiros, transportando os minérios sem qualquer controle;
3) Quebrou o monopólio das telecomunicações, para privatizar a Telebrás por um preço abaixo da metade do que havia gastado na sua melhoria nos últimos 3 anos, ao prepará-la para ser desnacionalizada. Recebeu pagamento em títulos podres e privatizou um sistema estratégico de transmissão de informações. Desmontou o Centro de Pesquisas da empresa e abortou vários projetos estratégicos em andamento como capacitor ótico, fibra ótica e TV digital;
4) Quebrou o monopólio do gás canalizado e entregou a distribuição a empresas estrangeiras. Um exemplo é a estratégica Companhia de Gás de São Paulo, a COMGÁS, que foi vendida a preço vil para a British Gas e para a Shell. Não deixou a Petrobrás participar do leilão através da sua empresa distribuidora. Mais tarde, abriu parte do gasoduto Bolívia-Brasil para essa empresa e para a Enron, com ambas pagando menos da metade da tarifa paga pela Petrobrás, uma tarifa baseada na construção do Gasoduto, enquanto que as outras pagam uma tarifa baseada na taxa de ampliação;
5) Quebrou o Monopólio Estatal do Petróleo, através de uma emenda à Constituição de 1988, retirando o parágrafo primeiro, elaborado pelo diretor da AEPET, Guaracy Correa Porto, que estudava direito e contou com a ajuda de seus professores na elaboração. O parágrafo extinto era um salvaguarda que impedia que o governo cedesse o petróleo como garantia da dívida externa do Brasil. FHC substituiu esse parágrafo por outro, permitindo que as atividades de exploração, produção, transporte, refino e importação fossem feitas por empresas estatais ou privadas. Ou seja, o monopólio poderia ser executado por várias empresas, mormente pelo cartel internacional;1996 - Fernando Henrique enviou o Projeto de Lei que, sob as mesmas manobras citadas, se transformou na Lei 9478/97. Esta Lei contem artigos conflitantes entre si e com a Constituição Brasileira. Os artigos 3º, 4º e 21, seguindo a Constituição, estabelecem que as jazidas de petróleo e o produto da sua lavra, em todo o território Nacional (parte terrestre e marítima, incluído o mar territorial de 200 milhas e a zona economicamente exclusiva) pertencem à União Federal. Ocorre que, pelo seu artigo 26 -- fruto da atuação do lobby sobre uma brecha deixada pelo Projeto de Lei de FHC -- efetivou a quebra do Monopólio, ferindo os artigos acima citados, além do artigo 177 da Constituição Federal que, embora alterada, manteve o monopólio da União sobre o petróleo. Esse artigo 26 confere a propriedade do petróleo a quem o produzir. Da Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPET)


do Blog Desabafo Brasil:

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

4 dias e os tucanos ainda não conseguem explicar discordâncias para adiar votação do pré-sal.



O governo federal encaminhou ao Congresso as propostas de mudanças na lei do pretróleo na segunda-feira.

A oposição demo-tucana e da imprensa passou a segunda, terça, quarta e essa quinta criticando o regime de urgência. Mas não conseguem explicar o porque.

O presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), questionado sobre as discordâncias aos projetos do governo, argumentou que "não teve tempo" para analisar a proposta.

A verdade não é falta de tempo. É que os motivos são inconfessáveis, por lesarem a pátria:

- Os demo-tucanos querem esconder o rabo-preso que tem com os "investidores internacionais", os mesmos que exigiram de FHC entregar blocos da Bacia de Campos que seriam da Petrobras, em leilões, e exigiram que plataformas e navios fossem encomendados no exterior;

- São contra uma maior fatia da riqueza ficar com brasileiros, justamente por iniciativa do governo Lula;

- Com a mudança na lei, a Petrobras ficará blindada contra privatizações, o que contraria a equipe econômica demo-tucana;

- A discussão sobre o pré-sal esvaziou as tapiocas da CPI da PetrobraX, e a intenção da oposição de paralisar a Petrobras para parar o Brasil, fracassa;

Nem em 90 dias nem em mil anos, Sérgio Guerra, José Serra e a tucanada toda conseguirão se explicar ao povo porque não querem votar.


Do blog Amigos do Presidente Lula:

Recessão global está em seus últimos dias.



Por Redação, com agências internacionais - de Paris


A recessão global está chegando ao fim mais rápido do que o previsto e pode já ter acabado, avaliou a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), nesta quinta-feira. A recuperação pode inclusive ser mais forte que o antecipado, disse o economista-chefe da OCDE, Jorgen Elmeskov, ao elaborar previsões para várias economias.

– Comparado com as expectativas de uns meses atrás, nós agora temos uma recuperação que pode estar ocorrendo um pouco antes e que pode ser levemente mais forte, porque as condições financeiras melhoraram mais rapidamente do que pensávamos alguns meses atrás – disse ele.

As previsões da OCDE apontam que a economia voltaria a crescer no terceiro trimestre nos Estados Unidos e na zona do euro. A estimativa é de alta anualizada de 1,6% nos Estados Unidos. Para a zona do euro o prognóstico é de 0,3% de expansão e para o Japão é de 1,1%. A OCDE ainda estima contração do PIB em 2009 no G7, por causa do desempenho ruim do primeiro semestre, mas altas anualizadas no terceiro e quarto trimestres, de respectivamente 1,2 e 1,4%.

Taxa de juros

Ainda de olho no rescaldo da crise do capitalismo, o Banco Central Europeu (BCE) manteve a taxa básica de juro da zona do euro no recorde de baixa de 1% nesta quinta-feira, em linha com o esperado pelo mercado. O BCE também manteve a taxa de depósito overnight, em 0,25%, e a taxa marginal de empréstimos, em 1,75%. A decisão é o maior incentivo à produção no continente.

As taxas de juros mantidas nos menores níveis já vistos até hoje na história do BCE facilitou, por exemplo, que aumentasse a produção e o volume de encomendas no setor privado alemão, que engloba os segmentos manufatureiro e de serviços. O segmento voltou a crescer em agosto após 11 meses de contração, segundo pesquisas divulgadas nesta quinta-feira.

O índice Markit subiu para 54,0 em agosto, ante 49,0 em julho. A linha de 50 divide a contração do crescimento. O componente de novos negócios no setor privado avançou para 51,6 no mês passado ante 47,6 no anterior.

O índice para o setor de serviços aumentou para 53,8, contra 48,1. Foi a maior alta mês a mês desde o início da série histórica em junho de 1997.

Varejo

As vendas no varejo da zona do euro contrariaram as expectativas de recuperação e recuaram em julho, abatidas por um menor comércio nos setores de alimentos, bebidas e fumo. A queda foi de 0,2% sobre junho e de 1,8% ante julho de 2008, informou a agência de estatísticas Eurostat nesta quinta-feira. Economistas ouvidos pela agência inglesa de notícias Reuters esperavam uma alta mensal de 0,1% e um recuo ano a ano de 2,2%.

As vendas de alimentos, bebidas e fumo recuaram 0,5% sobre junho e 1,8% ante o ano passado. Já o índice do setor de serviços da zona do euro aproximou-se do patamar de crescimento em agosto, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira. O índice Markit, feito com cerca de 2 mil empresas, subiu para 49,9 em agosto, ante 45,7 em julho. O número ficou próximo da linha de 50 que divide o crescimento da retração.

Do site do Jornal Correio do Brasil:

MP processa Valéria por improbidade adminstrativa.

BLOG DO JESO CARNEIRO

Valeria Pires Franco

O Ministério Público do Estado ingressou com ação por improbidade administrativa contra a ex-vice-governadora do Pará, Valéria Pires Franco [DEM], e contra a empresa Universal Turismo Ltda.

No processo, o MP é representado pelos promotores de Direitos Constitucionais e do Patrimônio Público Alexandre Couto Neto e Firmino Araújo de Matos.

Procedimentos extrajudiciais investigatórios indicaram que, de 1º de janeiro de 2003 a 22 de maio de 2009 a empresa Universal Turismo manteve contratos de fornecimento de passagens aéreas com a Sespa, Ministério Público e Sectam, ao mesmo tempo em que tinha como sócia-proprietária majoritária a vice-governadora e secretária especial de promoção social.

Os artigos 133 e 144 da Constituição do Estado do Pará proíbem o governador, vice-governador e secretários de Estado de serem proprietários de empresa que mantenha contrato com o Poder Público.

Leia mais aqui:

http://www.diariodopara.com.br/noticiafullv2.php?idnot=59103

Do site do Jeso Carneiro:

http://www.jesocarneiro.com/

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Senado aprova o AI-5 digital. Políticos querem uma internet chinesa no Brasil. Conversa Afiada não acata decisão.


Na foto, os generais Costa e Silva e Médici, os campeões da democracia demo-tucana

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado acumpliciada com a Comissão de Ciência e Tecnologia apoiou uma legislação chinesa para a internet no Brasil – veja o que saiu no blog do Nassif.

Os cérebros dessa patranha são Marco Maciel (DEM-PE), que serviu ao regime militar com silenciosa candura, e Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que tem um encontro marcado com o corajoso ministro Joaquim Barbosa por causa do mensalão tucano de Minas.

Sob cinzenta liderança desses dois cavalheiros, a internet brasileira não poderá emitir opinião sobre candidatos em período eleitoral.

A barbaridade é igualar a internet às empresas de rádio e TV, que vivem em regime de concessão.

O que Marco Maciel e Eduardo Azeredo querem é a censura.

Os dois fazem parte da base demo-tucana e isso tem cheiro de José Serra, que controlava a imprensa brasileira com três telefonemas: ao doutor Roberto, ao Ruy Mesquita e ao seu Frias.

Os demo-tucanos são os que mais ganham com a censura.

Os demo-tucanos tem pavor da luz do sol que, como se sabe, é o melhor desinfetante.

O ministro Ayres Britto, ao relatar no Supremo o fim da lei de imprensa, declarou: a imprensa controla os governos. A internet controla a imprensa. A liberdade da internet tem que ser maior que a liberdade da imprensa.

O Conversa Afiada quer comunicar a seus amigos navegantes que, por causa dessas e outras, está pendurado num provedor em território americano, onde a internet desfruta de liberdade razoavelmente maior do que a da China.

E, de lá, do território americano, dirá o que bem entende.

Quero ver o Senado, o Marco Maciel e o Eduardo Azeredo calarem o Conversa Afiada.
Paulo Henrique Amorim


Do site do PHA:

Petrobras é a 2º empresa mais lucrativa das Américas



A Petrobras se tornou no segundo trimestre deste ano a segunda empresa mais lucrativa das Américas, segundo levantamento da consultoria Economatica, que exclui as companhias canadenses e considera apenas as de capital aberto.

A petrolífera brasileira lucrou US$ 3,963 bilhões no período de abril a junho, ficando atrás apenas do Citigroup, que obteve ganhos de US$ 4,279 bilhões. Esses resultados colocam a Petrobras como a companhia mais lucrativa das Américas no setor não financeiro e mais lucrativa da América Latina em todos os setores.

Atrás do Citigroup e da Petrobras no ranking dos dez maiores lucros das Américas no trimestre, aparecem apenas empresas dos Estados Unidos. O terceiro lugar ficou com a Exxon Mobil, seguido de Goldman Sachs e Berkshire Hathaway.

América Latina
Considerando apenas a América Latina, as empresas brasileiras ocupam oito posições entre os dez maiores lucros trimestrais. Atrás da Petrobras aparece em segundo lugar a mexicana America Movil (da área de telecomunicações, dona da Claro).

Em seguida estão três bancos nacionais: o Itaú Unibanco (com lucro de US$ 1,317 bilhão), o Banco do Brasil (US$ 1,203 bilhão) e o Bradesco (US$ 1,177 bilhão).

A Vale aparece em sexto da América Latina, com ganhos de US$ 752 milhões. AmBev (US$ 705 milhões), Braskem (US$ 592 milhões) e Itaúsa (US$ 516 milhões) vêm em seguida. O décimo lugar é da mexicana Telefs de México (de telecomunicações e emissoras de TV e rádio), com lucro de US$ 450 milhões. Uol


Do blog Amigos do Presidente Lula:

Sobre bom jornalismo.


Diariamente venho aqui escrever sobre mau jornalismo. Hoje, noite de quarta-feira, 2 de setembro de 2009, porém, terei o prazer de escrever sobre seu oposto, sobre jornalismo bom, além de, infelizmente, ter que escrever também sobre aquele tipo de jornalismo que, de tão ruim, nem pode ser chamado dessa forma.

As duas matérias que vi foram sobre mais um sofrimento atroz que as forças policiais comandadas pelo governo de São Paulo impuseram à população pobre da cidade num dos muitos guetos nos quais se abrigam centenas de milhares de paulistanos empobrecidos e esquecidos.

Refiro-me à revolta dos moradores da favela de Heliópolis, a maior da capital paulista, por conta do assassinato de uma estudante de 17 anos, a bela Ana Cristina de Macedo. O crime foi cometido por um policial que, conforme testemunhas relataram, saiu disparando contra “suspeitos” desarmados e acabou atingindo a menina.

A população em peso se levantou contra a ação da polícia e, em verdadeiro transe coletivo, saiu às ruas fazendo o que não deixa de ser compreensível diante da barbaridade desse crime: ateou fogo a veículos e, reprimida pela polícia, aos gritos de “assassinos” atirou pedras sobre os repressores.

Estamos falando de favelados, de pessoas atiradas à margem da sociedade, é bom que fique bem claro. Não estamos falando de “doutores” e de “madames” de algum condomínio fechado. É gente vitimada pela ignorância e pela pobreza, em boa parte, e foi só uma parte daquela população que partiu para o confronto com os que julgou serem os assassinos da bela Ana Cristina.

Apesar disso tudo, o Jornal Nacional fez uma cobertura que privilegiou a versão da polícia e do governador do Estado, José Serra, inclusive tentando carimbar nos moradores a pecha de “traficantes” ao mostrar uma folha de papel com alguns poucos rabiscos convocando a população ao protesto em troca de “cestas básicas”.

Os moradores revoltados com a polícia não tiveram voz no Jornal Nacional, e nada se reportou, além de uma foto e do nome, sobre a bela, a angelical menina Ana Cristina de Macedo, agora um anjo de verdade.

Triste, revoltado e chocado com a insensibilidade da emissora e com a acusação de “vandalismo” de Serra aos moradores traumatizados por aquela tragédia, usei essa invenção maravilhosa que é o controle remoto em busca de algum traço de decência no jornalismo brasileiro.

Foi no Jornal da Record que encontrei o que buscava, bom jornalismo. Apesar de não me ter compensado a revolta pelo que a Globo fez, deu-me alento àquela indignação e àquela tristeza.

Uma reportagem questionadora dos métodos da Polícia, inclusive com opinião de Celso Freitas e de Ana Paula Padrão. Que deu voz aos moradores, os quais, na Globo, não puderam se defender das acusações monstruosas de Serra e denunciarem, como fizeram na Record, que o bilhete de “traficantes” convocando a manifestação era uma farsa.

O fato é que a história daquele bilhete manuscrito em folhas de caderno escolar convocando a população a se manifestar na rua em troca de uma “cesta básica”, não “cola”, como disse um dos moradores de Heliópolis que a Record entrevistou mais cedo.

Segundo o Morador, é absurdo imaginar que traficantes escrevessem três mil bilhetes daquele e que dessem igual número de cestas básicas. Imaginem traficantes, bandidos impiedosos se expondo assim só porque uma garota “qualquer” (para eles) morreu.

E não foi só isso. A Record mostrou a indignação daquela comunidade majoritariamente de trabalhadores, de pessoas claramente sérias contra a ação da polícia, e mostrou um pouco da vida daquela menina linda, meu Deus, linda! E morta, meus amigos! Estupidamente!!

Hoje pude escrever sobre bom jornalismo. Sobre o exercício correto desse verdadeiro ofício que, quando o profissional quer, pode ser exercido com humanidade, sensibilidade e, acima de tudo, com senso de justiça.

Obrigado, TV Record.

Do blog do Edu Guimarães:
http://edu.guim.blog.uol.com.br/

Serra já tem blog da presidência...



A cúpula do PSDB ainda está testando o Blog do José Serra no Planalto. O site Quanto Tempo Dura teve acesso à este print do blog em primeira mão para nossos leitores!


Do blog amigos do Presidente Lula:
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

ATOR SUMIDO DESDE 1984 MOBILIZA FÃS DO CINEMA EM TODO O PAÍS.


Onde andará o astro que seduziu multidões com sua sensibilidade social?
Do blog Coacla News:
http://cloacanews.blogspot.com/

Por que parou?



Vocês já repararam em tudo que, de uma hora para outra, desapareceu da face da Terra?

Record e Globo interromperam a guerra tão rápido quanto começaram. Qual terá sido o acordo? A Globo deve ter constatado que perdeu mais, pois Edir Macedo metido em picaretagens nunca foi segredo. Mas o que ele levantou sobre os Marinho...

E Lina Vieira? Que Lina Vieira? Ora, aquela com a qual nos bombardearam 24 horas por dia durante semanas. E notem que, de repente, 17 funcionários da Receita recuaram de pedir demissão. Alguma coisa sobre ela deve ter aparecido. Quem sabe foi que ela mentiu.

Sarney também foi beneficiado. Aliás, ele adotou a tática do golpista hondurenho Roberto Micheletti. Sabia que uma situação de fato o favorecia e que teriam que acabar se conformando com ela em algum momento. Ambos são presidentes de facto e pronto.

É patético. A mídia nos entope desse lixo e, de repente, desilude-se.

Agora é o pré-sal. Vão nos encher a paciência com isso até nossas tripas saírem pelas orelhas, certamente achando que poderão convencer o país a ir às ruas para obrigar o governo, que tem a caneta, a fazer o que quer a oposição adiando a votação do novo marco regulatório.

Quanto o Brasil já perdeu de tempo com toda essa interminável inutilidade? Imaginem se parassem com isso por seis meses... O país avançaria o que demoraria uns dois anos sob a sabotagem diária que praticam a mídia, o PSDB e o PFL.

O importante, porém, é não ceder mais. Que gastem o tempo que quiserem. Como dizem, já que estamos no inferno vamos dar um abraço no Capeta.

Mas eles não podem ganhar. Que torrem a paciência nacional o quanto quiserem. Só não podem conseguir mudar nada. E isso só está sendo possível porque devem ter entendido que ninguém está aderindo.

Aliás, a crise silenciosa nos institutos de pesquisa (Vox Populi X Datafolha e a boca grande de Carlos Augusto Montenegro) mostra que o resultado de todo esse esforço sabotador foi um traque. Se estão tendo que manipular as pesquisas, é porque a realidade não os favorece.

E, se continuarem perdendo até o apagar das urnas no ano que vem, dali em diante acho que enfim entenderão que o Brasil mudou.


Do blog do Eduardo Guimarães:
http://edu.guim.blog.uol.com.br/

PROJETO RÁDIO PELA EDUCAÇÃO É FINALISTA DO PRÊMIO FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL DE TECNOLOGIA SOCIAL

O Projeto Rádio pela Educação da Diocese de Santarém está entre as 24 tecnologias sociais escolhidas para a etapa final do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2009.
A escolha das finalistas foi feita pela Comissão de Seleção do Prêmio que usou como critérios: mérito, efetividade e resultado alcançado.
O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social está em sua 5ª edição é realizado a cada dois anos, pela Fundação Banco do Brasil, com apoio da Petrobras, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e a KPMG Auditores Independentes.
Nesta 5ª edição a novidade é o lançamento das categorias 'Participação das mulheres na gestão de tecnologias sociais' e 'Direitos da criança e do adolescente e protagonismo juvenil'.
O objetivo do premio é identificar, certificar, premiar e difundir produtos, técnicas ou metodologias que se enquadrem no conceito de 'tecnologia social' . Para isso, deve apresentar uma proposta inovadora de desenvolvimento, que considera participação da comunidade no processo.
As tecnologias podem aliar saber popular, organização social e conhecimento técnico-científico. O importante é que sejam efetivas, reaplicáveis e que propiciem desenvolvimento social em escala.
O Projeto Rádio pela Educação foi selecionado na categoria: Direitos Da Criança e do Adolescente e Protagonismo Juvenil .
No dia 24 de novembro, em Brasília, será divulgado o resultado final do Prêmio quando vão ser conhecidas as 8 tecnologias sociais vencedoras. Além da premiação, todas as 24 selecionadas recebem o troféu de 'Finalista do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social - edição 2009'.

http://www.fbb.org.br/portal/pages/publico/expandir.fbb?codConteudoLog=7429

Texto: Socorro Carvalho

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Serra sem saída: ou é despreparado ou lesa-pátria, ou os dois.



O governador José Serra (PSDB/SP) fez sua aparição assombrosa hoje no Jornal Nacional para reclamar da "pressa" do governo em aprovar o pré-sal.

Que vergonha para um principal líder da oposição falar uma coisa dessa, e não ter nenhum argumento consistente a dizer.

José Serra acha 90 dias pouco para o Congresso trabalhar um pouquinho em coisa séria, que o governo já entrega tudo mastigado, depois de estudos prontos.

Ora, ou José Serra é incompetente para não conseguir ler o projeto do pré-sal e concordar ou discordar num prazo de 90 dias, ou quer lesar a pátria atrasando o projeto.

O mais acertado é as duas opções: Serra é despreparado e lesa a pátria.

Os demo-tucanos ficaram vadiando entre CPI's, tapiocas e charuteiras, e não articularam qualquer proposta nacional para o pré-sal, que pudessem contrapor.

E, na verdade, o projeto deles é deixar como está a lei lesa-pátria de FHC: leiloar à estrangeiros as descobertas da Petrobras, deixando as migalhas para o Brasileiros.

Do blog Amigos do Presidente Lula:

Oposição recorre à vadiagem, para fazer o jogo de lobbys estrangeiros no pré-sal.



O nova guerra da oposição é atrasar a votação do marco regulatório do petróleo, que resgata o pré-sal para os brasileiros.

O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), disse:

"Temos uma lei do petróleo, que tem dado bons resultados. Se ela vai ser modificada, é preciso que toda a sociedade discuta. Vamos pensar nisso juntos."

Bons rsultados? Para quem? Para as petroleiras estrangeiras.

A oposição boicotou a discussão do pré-sal até aqui, porque são contra o "Pré-sal é nosso".

O marco regulatório já vem sendo discutido na sociedade há mais de um ano. É claro que o governo precisava fazer a parte dele com discrição. Qualquer descuido faria ações da Petrobras subir ou cair, provocando especulações nas Bolsas.

Mas a oposição poderia ter feito suas propostas à respeito. O tucano Marconi Perillo foi presidente da Comissão de Infra-estrutura no Senado, que deveria ter feito audiências na comissão. Cada parlamentar tem funções legislativas. Todos já deveriam ter estudo a fundo as questões sobre o pré-sal nesta hora. É uma das nossas maiores riquezas naturais, que gerará prosperidade para as próximas décadas. A questão é se essa prosperidade será dos brasileiros, ou será dos estrangeiros.

Os tucanos não se mexeram, porque querem que tudo continue como está, com a lei lesa-pátria de FHC, que entrega de mão beijada para petroleiras estrageiras, via leilão, das descobertas da Petrobras.

Em vez disso, passaram o tempo na vadiagem das arruaças, ocupando-se com uma CPI lesa-pátria da PetrobraX (inclusive com o objetivo de paralisar mudanças na lei do petróleo), com futricas e fofocas, charuteiras, linagate, o falso dossiê roubado da Casa Civel e receptado no gabinete de Álvaro Dias, grampos sem audio, atos secretos que todos os senadores sabiam e usufruíam.

Ao rebater críticas da oposição sobre o recurso da urgência constitucional para o marco regulatório do pré-sal, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB), contra-atacou: "Nós vamos aprovar, com ou sem a oposição". Com certeza conta com ampla aprovação popular.


Do Blog Amigos do Presidente Lula:

UTILIDADE PÚBLICA

IMPORTANTE!

A idéia interessante e útil.


As ambulâncias e emergências médicas perceberam que muitas vezes nos acidentes da estrada os feridos têm um celular consigo.
No entanto, na hora de intervir com estes doentes, não sabem qual a pessoa a contactar na longa lista de telefones existentes no celular do acidentado.
Para tal, o SAMU lança a ideia de que todas as pessoas acrescentem na sua longa lista de contatos o NUMERO DA PESSOA a contactar em caso de emergência.
Tal deverá ser feito da seguinte forma: 'AA Emergencia' (as letras AA são para que apareça sempre este contacto em primeiro lugar na lista de contatos).
É simples, não custa nada e pode ajudar muito ao SAMU ou quem nos acuda. Se lhe parecer correta a proposta que lhe fazemos, passe esta mensagem a todos os seus amigos, familiares e conhecidos.
É tão somente mais um dado que registramos no nosso celular e que pode ser a nossa salvação.

INFORMATIVO DO SAMU

Pré-sal: Lula cola na testa dos tucanos o rótulo de ´entreguistas´, e lembra os tempos da Petrobrax.



Lula mostrou estatura de estadista no discurso dessa segunda-feira, no lançamento do pré-sal. Mostrou à nação o que está em jogo hoje no Brasil.

Lula colou na testa dos tucanos o rótulo de "adoradores do mercado". Lembrou que eles queriam "desmontar a Petrobrás".

Lula mostrou que não é preciso chamar a neo-UDN de "entreguista", como se dizia nos anos 50/60.

Basta lembrar que a neo-UDN tucana chamava a Petrobrás de "dinossauro, que precisava ser desmantelado".

Foi o que Lula fez em seu discurso histórico. Um discurso que não foi de improviso, mas cuidadosamente escrito para se tranfsormar em um documento histórico.

E ainda há quem defenda a tese esdrúxula de que "não há diferença entre Lula e FHC". Se os tucanos tivessem ganho em 2002, hoje provavelmente a festa do pré-sal seria no Texas, ou em Cingapura - na sede da empresa que teria assumido o controle da Petrobrax.

Os tempos do "pensamento subalterno", os tempos de tirar os sapatos para os Estados Unidos, esses ficaram pra trás.

Vejam como Lula - no discurso histórico - se refere àqueles tempos que não voltam mais:

"Estamos vivendo hoje um cenário totalmente diferente daquele que existia em 1997, quando foi aprovada a Lei 9.478, que acabou com o monopólio da Petrobras na exploração do petróleo e instituiu o modelo de concessão.

Naquela época, o mundo vivia um contexto em que os adoradores do mercado estavam em alta e tudo que se referisse à presença do Estado na economia estava em baixa. Vocês devem se lembrar como esse estado de espírito afetou o setor do petróleo no Brasil. Altas personalidades naqueles anos chegaram a dizer que a Petrobras era um dinossauro – mais precisamente, o último dinossauro a ser desmantelado no país. E, se não fosse a forte reação da sociedade, teriam até trocado o nome da empresa. Em vez de Petrobras, com a marca do Brasil no nome, a companhia passaria a ser a Petrobrax – sabe-se lá o que esse xis queria dizer nos planos de alguns exterminadores do futuro.

Foram tempos de pensamento subalterno. O país tinha deixado de acreditar em si mesmo. Na economia, campeava o desalento. O Brasil não conseguia crescer, sofria com altas taxas de juros, de desemprego, e juros estratosféricos, apresentava dívida externa elevadíssima e praticamente não tinha reservas internacionais. Volta e meia quebrava, sendo obrigado a pedir ao FMI ajuda, que chegava sempre acompanhada de um monte de imposições.

Além disso, não produzíamos o petróleo necessário para nosso consumo. Ferida, desestimulada e desorientada, a Petrobras vivia um momento muito difícil."


Do site do Rodrigo Viana:

Marolinha

Do UOL:

Do blog do Edu Guimarães:
http://edu.guim.blog.uol.com.br/

jn ignora o pré-sal e Serra tem mais destaque que Lula


Até parece que o petróleo não é nosso


A repórter-editorialista Cláudia Mautempo fez uma reportagem sobre o pré-sal para o jornal nacional. A reportagem foi a septuagésima oitava do jornal nacional, que deu mais destaque ao trabalho de Zé Pedágio para, pela septuagésima oitava vez, acabar com a Cracolândia.

Na pseudo-reportagem do jornal nacional, de Cláudia Mautempo, o Zé Pedágio ficou mais tempo no ar do que o Presidente Lula e a ministra Dilma Rousseff.

O Zé Pedágio quer mais tempo para estudar a matéria.

O Conversa Afiada recomenda que ele leia a biografia de Assis Chateaubriand, de Fernando Morais.

A UDN de Zé Pedágio quer privatizar o petróleo brasileiro desde 1954, quando Getúlio deu um tiro no peito.

O jornal nacional não engana ninguém.

Paulo Henrique Amorim


Do site do PHA:

Programa de TV quer ampliar exibição.

Emanuel Júlio Leite engatou os primeiros contatos para tornar possível a exibição do programa Conexão Amazônia em Itaituba e Oriximiná.

Essa semana, ele viaja a Belém com mesmo propósito.

O programa, com foco turístico, é exibido todas às sextas-feiras, a partir das 18h50.


Do blog do Jeso: