sexta-feira, 9 de outubro de 2009

A última grande obra do governo Serra: USP saiu da lista das melhores universidades do mundo.


Na foto, a USP, que não passaria no Enem

Saiu no Portal Terra:

USP sai do ranking das 200 melhores do mundo


Nesta quinta-feira, o jornal britânico The Times publicou a versão 2009 do seu ranking das 200 Melhores Universidades do Mundo, chamado Times Higher Education 2009-QS World University Rankings. A Universidade de São Paulo (USP), que no ano passado aparecia em 196º lugar, e era a única representante brasileira, este ano não está na lista.

Os Estados Unidos mantém a primeira posição entre os países com 54 instituições de ensino no ranking, entre elas a primeira colocada, a Universidades de Harvard. O Reino Unido, em segundo lugar, tem 29 instituições na lista, e o sugundo lugar com a Universidade de Cambridge. (Leia a íntegra no Portal Terra).
http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI4028711-EI8266,00-USP+sai+do+ranking+das+melhores+do+mundo.html
Leia também:

São Paulo conseguiu o que queria: boicotar o ENEM
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=19828
jornal nacional: universidades do Zé Pedágio pularam fora do Enem
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=19819

Do site do PHA:

IR: jornal nacional diz que Lula dá calote na classe média. Depois do ENEM, a nova “crise”.


A batalha infatigável para derrubar o Lula


A principal manchete de economia do jornal nacional desta quinta-feira (8) informa que “o governo retém restituição do Imposto de Renda para fazer caixa”.

O jornal nacional fez referência à reportagem publicada hoje na Folha(*), na primeira página – clique aqui para ler – sobre a redução no volume de restituições liberadas pelo governo em 2009.

No ano passado, foram devolvidos aos contribuintes R$ 7 bilhões, de janeiro a outubro. Neste ano, o total chegou a R$ 5,8 bilhões, no mesmo período.

Segundo William Bonner, o governo “admitiu que a devolução está mais lenta neste ano”.

Na sequência, aparecem imagens de Guido Mantega (Fazenda), na qual o ministro confirma: a crise econômica de 2008, nos Estados Unidos, fez a arrecadação cair. O ritmo das restituições depende do desempenho da arrecadação, mas o contribuinte não é prejudicado, pois quando ocorre atraso o valor é corrigido pela Taxa Selic.

O jornal nacional não mostrou o complemento da fala de Mantega: “Não há artificialismo. O que nós fazemos é priorizar a restituição daqueles contribuintes sem problemas, que não estão na malha fina” disse Mantega à tarde, conforme texto do Estadão Online.

“Não sei por que estão chamando a atenção para esta questão. Estamos agindo normalmente em relação a isso”, completou o ministro.

O objetivo do PiG (**) e da Folha (*) é incompatibilizar o Governo Lula com a classe média.

A classe média que engordou no Governo Lula.

O Governo que puxou mais gente para a classe média.

A estratégia do PiG (**) – e a “crise do ENEM” faz parte disso – é vender a idéia de que, com os pobres, não cola.

Eles estão com o Lula.

Vamos ver então – pensa o PiG (**) – se a gente consegue provar que a classe média se enforca às custas da prosperidade dos pobres.

Com essas a outras, Serra e Alckmin tomaram duas surras, de 61 a 39% …

Paulo Henrique Amorim.
__________________________
(*)Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele acha da investigação, da “ditabranda”, do câncer do Fidel, da ficha falsa da Dilma, de Aécio vice de Serra, e que nos anos militares emprestava os carros de reportagem aos torturadores.

(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
Do site do PHA:
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=19895

O ponto fraco do Brasil.

Quem lê este blog desde ao menos a eclosão da crise econômica mundial nesta época do ano passado e acreditou no que leu, saiu ganhando. Deve ter deixado de agir precipitadamente demitindo empregados, postergando investimentos ou meramente perdendo o sono.

Fiquei bradando no deserto durante meses neste blog. Muitos acharam que eu não estaria captando a dimensão do problema. E não os culpo. O mundo entrou em pânico por razões absolutamente justificáveis – os ricos estavam perdendo fortunas e a conta seria empurrada aos pobres (pessoas e países).

A sorte do Brasil, porém, foi a de que a tal da globalização, apesar dos esforços do grupo político que governava o Brasil antes do grupo atual, não se impôs aqui como em muitos outros países.

Isso aconteceu devido ao nosso espetacular mercado interno. Protegendo-o dos importados, podemos comercializar entre nós mesmos por muito tempo. O Brasil não precisa do mercado externo para o comércio das empresas, mas para gerar os dólares necessários nas trocas comerciais com o exterior.

Todavia, se o mercado lá fora estiver ruim, um país com o mercado que tem este pode simplesmente redirecionar seus negócios para dentro. E como temos essa montanha de dólares, produto de investimentos de médio e longo prazo e atraída pelo bom momento de nossa economia, não haveria por que a crise se manter aqui dentro.

Hoje ninguém se surpreende ao ler isto que acabo de escrever. Todos já aceitam a explicação. Contudo, ela foi dada aqui já em setembro do ano passado, quando até aqueles que partilham minhas posições políticas duvidaram do que agora todos aceitam.

Contudo, não sou só otimismo quanto ao Brasil. E agora não falo mais de política, mas de macroeconomia. Independentemente de quem vencer a eleição presidencial do ano que vem, este país tem um ponto fraco que ainda é insuficiente para provocar maiores problemas, mas que terá que ser tratado.

Como muitos sabem, ganho a vida com comércio exterior. Na verdade, trabalho bem mais com exportações, ainda que também dê alguma assessoria sobre importações, processo que acompanho até para me manter ciente dos movimentos dos mercados mundiais.

Apesar de o dólar estar caminhando para vir a deixar de ser a principal moeda do comércio exterior mundial, ninguém ainda pode se dar ao luxo de permitir uma desvalorização tão rápida e intensa dessa moeda quanto temos permitido.

Neste momento, temos uma montanha de reservas em dólares e a tendência dessas reservas é aumentar. A crise econômica ainda detém as importações, por mais que estejamos nos recuperando. Esse freio nas importações, contudo, decorre mais de incertezas do que de desinteresse dos importadores.

Mas de uma coisa podemos ter certeza: o Brasil, em questão de meses, deverá estar importando muito mais do que hoje.

O dólar, desvalorizando-se nesse ritmo, está encarecendo os produtos brasileiros no exterior, prejudicando violentamente nossas exportações. Cada vez mais o necessário saldo positivo em nossas contas externas começará de novo a ser debilitado pelo desequilíbrio cambial.

Só não estamos voltando a ter sérios problemas cambiais tão cedo por conta da incerteza residual dos importadores e do crescente consumo de nossas commodities (produtos primários) sobretudo pela China.

Antes que os críticos do governo se alegrem e atribuam a ele a culpa pelo que relatei, perguntemo-nos o que é que o governo pode fazer para impedir que o dólar continue despencando em um país para o qual o mundo está redirecionando seus investimentos na moeda americana.

Não tenho essa receita. O Banco Central compra dólares, mas não consegue impedir a queda da cotação da moeda. A taxa Selic (taxa básica de juros, baliza do custo do dinheiro no país) está no patamar mais baixo desde que foi criada. Nada tem funcionado.

Os críticos do governo dizem que os investimentos em dólar vêm para o país em busca dos juros altos que este país paga ao mercado, mas, ao menos agora, isso não é mais verdade. Recomeça a chover dólares no Brasil porque nossa economia é uma das raras hoje que estão bem, que estão seguras.

Finalmente, os incentivos do governo aos exportadores, que poderiam compensar o câmbio baixo, vêm se mostrando insuficientes para suprir a barreira cambial às nossas exportações, uma barreira que logo se converterá em via rápida para a entrada de importações.

O câmbio, pois, continua sendo o ponto fraco do Brasil. Era o nosso problema na década passada e continua sendo nesta.

O que me preocupa é que governo nenhum jamais irá mexer com o câmbio em anos eleitorais ou pré-eleitorais. Moeda valorizada gera sensação de bem estar na sociedade. Pavimenta o caminho dos negócios. Concede poder de compra à população.

Temos um colchão de condições macroeconômicas que nos permitirá agüentar bastante antes de termos um problema cambial como aqueles que tínhamos nas décadas passadas. Contudo, é bom que o governo, que ainda tem mais de um ano pela frente, comece a pensar não só no que fazer, mas se não é irresponsabilidade não fazer já.


Do blog do Edu Guimarães:

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Chora PPS: Poupança capta R$ 3,51 bilhões.


Roberto Freire



A caderneta de poupança fechou setembro com captação líquida (diferença entre os depósitos e os saques feitos nas contas) positiva de R$ 3,510 bilhões. É o segundo melhor resultado do ano, abaixo apenas da captação de R$ 6,672 bilhões verificada em julho. Trata-se também, segundo dados do Banco Central, do quinto mês consecutivo de depósitos acima das retiradas.

Enquanto a poupança ganha depositantes, os fundos de investimento em renda fixa, principais concorrentes em termos de aplicação, perdem. De acordo com os dados da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid), esses fundos registraram em setembro saída de R$ 2,034 bilhões. No ano, a captação dos fundos de renda fixa está positiva em R$ 6,580 bilhões.

Com a captação líquida de setembro, o saldo das contas de poupança — além da captação, o estoque de recursos depositados no sistema é acrescido de juros e correção monetária pela Taxa Referencial — sobe para R$ 299,931 bilhões. Em dezembro de 2008, esse volume de recursos era de R$ 270,441 bilhões. A retomada dos investimentos na poupança acompanha a recuperação da economia a partir do primeiro trimestre. Com emprego e dinheiro no bolso, a população voltou a poupar ao invés de sacar as economias para pagar contas. Também pesou favoravelmente a redução no ano de cinco pontos percentuais na taxa básica de juros (Selic), que diminuiu a rentabilidade dos fundos de investimento e tornou a poupança mais atrativa.

Por temer que ocorresse uma migração em massa dos fundos para a poupança, o governo anunciou que, a partir de janeiro de 2010, as contas com mais de R$ 50 mil passariam a pagar Imposto de Renda. Contudo, a proposta do projeto de lei ainda não saiu da gaveta.


Do blog Amigos do Presidente Lula:

Financial Times: finalmente o Brasil tem um líder reconhecido no mundo.


Reproduzido do blog Caneta Sem Fronteiras (http://canetasemfronteira.blogspot.com)

Saiu no Financial Times, em texto de Gideon Rachman:

The choice of Rio de Janeiro as the venue for the 2016 Olympics seems a confirmation of the mood of the moment – Brazil is on the way up; and the shine has come off Barack Obama, who turned up in person to lobby for Chicago only to see his home town eliminated early. It seems to be setback after setback for the US president at the moment – healthcare, Iran, the Afghanistan mess, unemployment up at nearly 10 per cent.

As for Brazil – never has the country been so fashionable. The Brazilians are hosting the World Cup in 2014 and now the Olympics, two years later. They provide the first letter of the much-touted group of emerging economic superpowers – the Brics. They are key members of the G20. In Lula, Brazil at last has a leader who is a recognised global figure. He gave the lead-off address at the UN General Assembly last month. (Just before Obama, symbolically enough.) And Brazil has also just discovered massive reserves of offshore oil. Oh lucky country!

“Com o noticiário dos Jogos Olímpicos, Copa do Mundo, pré-sal e participação nos BRICs, o Brasil nunca esteve tão na moda” (…) Finalmente o Brasil tem como líder uma figura reconhecida globalmente (…) Oh, país sortudo! ”

Saiu na Associated Press:

RIO DE JANEIRO (AP) — He is the Pele of politics, knighted the “most popular politician on Earth” by another contender for the title – Barack Obama. Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva draws praise from Havana to Wall Street for an economic boom that has brought millions out of poverty. He has attended socialist rallies with Venezuela’s Hugo Chavez less than two weeks after extending a fishing invitation to George W. Bush.

Now, after landing his continent’s first Olympic Games, the former labor leader with a grade-school education is seeing his star burn hotter than ever, leaving some to wonder about Brazil’s life after “Lula” – as he is known – when his term ends next year.

“Ele é o Pelé da política, o político mais popular da Terra, segundo Barack Obama. Lula é louvado de Havana a Wall Street e fez amigos de Ahmadinejad a Bush e Obama. Como será a vida do Brasil após Lula?”

Do site do PHA:

Ex ministro do apagão de FHC, vai investigar vazamento da prova do Enem.


José Jorge vice de Alckmin

O Plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira, 7, por unanimidade, a realização de uma investigação sobre o vazamento da prova do Enem, ocorrido na semana passada. A medida foi apresentada pelo ministro José Jorge e, segundo ele, tem como objetivo não apenas checar os problemas que levaram ao vazamento da prova, mas também verificar as opções adotadas pelo Ministério da Educação (MEC) para a reorganização do Enem 2009.

No pedido, o ministro José Jorge diz que "é preciso verificar, por exemplo, se o MEC se cercou de garantias contra eventuais falhas na execução contratual".

Sem prazo...mas pode acabar em 2010

Em entrevista a imprensa, José Jorge, disse que, investigação a ser aberta pelo TCU não tem prazo ser concluída. Será iniciada a fase de levantamento de informações sobre a responsabilidade pelos custos adicionais que o vazamento das provas provocou bem como os motivos que ensejaram o fracasso do Enem.

Mas é muita cara de pau desse José Jorge, (PSDB-PFL-DEM), ex ministro do apagão de FHC e ex-vice de Geraldo Alckmin

O TCU proibiu a PF de cuidar das provas do Enem.Questionada sobre as razões de não ter atuado na segurança das provas, a PF informou que, entre outros motivos, a instituição está impedida legalmente por causa da decisão do tribunal (TCU).

Em 2005 o TCU determinou que a PF não mais colaborasse com a segurança dos exames elaborados pelo Cespe (Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília), tradicionalmente contratado para elaboração de provas de concursos públicos. O entendimento do TCU se baseou no fato de que o edital para a escolha da empresa responsável pela confecção da prova também exigia a contratação de serviços de segurança, o que, em tese, seria uma sobreposição aos serviços da Polícia Federal.

A notícia causou bastante estranheza no âmbito do legislativo, já que não compete ao TCU determinar o campo de atuação da PF. Por esta razão, o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), que juntamente com a bancada do PT na Câmara, apresentou requerimento na Câmara para pedir explicação ao órgão sobre gastos internos do próprio TCU. "A PF está subordinada ao Ministério da Justiça e não ao TCU. É uso indevido de autoridade e de competência. O TCU não poderia ter feito este tipo de recomendação", disse Devanir.

O deputado Fernando Ferro (PT-PE) disse que a atuação do TCU tem servido, entre outras coisas, para trazer prejuízos à nação. O parlamentar questiona os prejuízos causados aos cofres públicos pela paralisação de obras do governo Federal e agora os R$ 30 milhões que serão gastos pelo Ministério da Educação com a reimpressão das provas do Enem. "O TCU esta em processo de desmoralização por conta de atitudes como esta que impedem a PF cuide da segurança das provas do Enem. Quem vai pagar por isso?" indagou o petista.

Uso político

Fernando Ferro denunciou ainda o aparelhamento político do TCU por parte da oposição. Segundo o parlamentar, o poder fiscalizatório do órgão tem sido usado como instrumento político para dificultar o andamento de obras do Programa de Aceleração do Crescimento PAC, prejudicando assim o desenvolvimento do País. "Temos que tomar urgentemente providencias em relação ao aparelhamento político do TCU. Pela sua composição é nítido que a oposição tomou conta e constituiu ali um núcleo de políticos da direitas sem mandato que ocupam a o TCU com objetivos eleitorais", denunciou Ferro.


Quem é José Jorge

O antigo PFL, hoje DEM, indicou o então senador José Jorge, de Pernambuco, para compor a chapa PSDB-PFL como vice de Geraldo Alckmin, quando concorreu à Presidência da República em 2006 com o Presidente Lula.

Ministro do apagão

José Jorge, ex-líder da oposição no Senado, foi ministro de Minas e Energia (2001-2002) na gestão de Fernando Henrique Cardoso. No cargo, enfrentou a crise do "apagão" - corte de energia programado, adotado por consumidores residenciais e industriais, a pedido do governo, no segundo semestre de 2001, para conter o consumo e evitar colapso no abastecimento de energia elétrica em todo o país.

O ex-ministro é amigo do presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC), que apoiou sua candidatura a vice presidente em detrimento do senador Agripino Maia (RN).

No início da carreira, José Jorge trabalhou oito anos como técnico burocrata no governo estadual até que, em 1975, foi chamado para assumir a Secretaria Estadual de Educação, no governo Moura Cavalcanti. Foi indicado ao cargo pelo ex-ministro Gustavo Krause (Meio Ambiente), que foi secretário da Fazenda do governo. O senador Marco Maciel (PFL-PE) sucedeu Cavalcanti no governo de Pernambuco e convidou José Jorge a ocupar a pasta da Habitação (1979-1982).

Depois disso, foi eleito deputado federal por quatro mandatos consecutivos, foi secretário estadual de Educação, Cultura, Esportes (1991-1993), deputado federal (1982-1998). Assumiu como senador em 1999. José Jorge, é até hoje filiado ao DEM.

Do blog Amigos do Presidente Lula:

Imprensa mundial (menos o PiG*) se curva ao Brasil.


O PiG (*) discorda do resto da imprensa mundial

Saiu no portal Vermelho e no Observatório da Imprensa:

Rio olímpico, 2016: só a mídia brasileira não se curva ao Brasil
Ele conquistou auto-suficiência em petróleo, passou a ser emprestador do Fundo Monetário Internacional. Ele descobriu que dispõe de imensas reservas de petróleo na camada do pré-sal, em uma faixa de não desprezíveis 800 quilômetros entre os estados do Espírito Santo e Santa Catarina.


Por Washington Araújo, no Observatório da Imprensa

Ele trouxe 20 milhões de pessoas da miséria para a pobreza e 18 milhões de pobres subiram à classe média. Ele será palco do maior evento futebolístico do mundo – a Copa do Mundo de 2014. E, de quebra, em 2016 já foi escolhido para sediar as primeiras Olimpíadas da América Latina.

Na maior crise econômica mundial pós-1929 ele encarou os desafios, esnobou a velha ordem econômica esclerosada — e em vertiginosa queda – com a alcunha de “marolinha” e foi o primeiro país a retomar o crescimento econômico. De celebrada 10ª potência econômica mundial já vem sendo anunciado, em previsão de peso-pesado do Banco Mundial, que em 2016… será a 5ª maior economia do mundo.

Em meio a barulhentos vizinhos que movem mundos, fundos, alteram Constituições tudo em esforço concertado para se perpetuar no poder, ele continua dando mostras de que a alternância democrática é o que melhor condiz com sua história e melhor será para seu futuro.

Ele é o Brasil. Aquele sempre cantado em verso e prosa como o Brasil-brasileiro e o gigante deitado eternamente em berço esplêndido. Assisti inteiramente concentrado na transmissão (por sinal muito boa) da Rede Record de Televisão, minuto a minuto, a cerimônia em Copenhague para a escolha por parte do Comitê Olímpico Internacional (COI) do país-sede das Olimpíadas de 2016. Assisti o nome do Rio de Janeiro ser anunciado e a algazarra (palavra com cheiro de naftalina mas muito oportuna) no salão. Depois fui conferir a maneira como o mundo se curvava ao Brasil.

Chacinas em pauta

Barack Obama diz que “vitória do Brasil (para sediar Olimpíadas) é histórica”. A rede CNN destacou que “o Rio desbancou Chicago, Madri e Tóquio”, o New York Times não deixou por menos e em seu site na internet destaca a escolha da cidade como a primeira da América do Sul a sediar uma edição das Olimpíadas. O principal jornal espanhol, El País, abriu longa manchete em seu site: “Madri ficou a um passo do sonho. O esforço diplomático dos últimos dias não deu frutos e o Rio se impôs na última curva”.

O francês Le Monde dava a escolha do Rio como notícia principal e não deixava de alfinetar seus vizinhos: “Os brasileiros comemoram, os espanhóis lamentam”, dizia um título. Até o principal diário esportivo dos hermanos, o argentino Olé, não se conteve: “Se festeja en Río, duele en Madrid, decepción en Chicago (Obama inclusive), y quién sabe qué se dice en Tokyo…”. O Clarín deixou claro desde os últimos dias que a Argentina era espanhola desde sempre e passamos a acreditar que a Argentina compartilha fronteiras com o Brasil por mera ironia geográfica. Não causou mesmo espanto ver que a nossa Cidade Maravilhosa (e agora Olímpica) ganhar de Chicago, Madri e Tóquio só podia mesmo doer no âmago da alma portenha. Coisas da vida. Fazer o quê?

Mas não sei o que acontece com nossa imprensa. Na hora de mostrar otimismo fica indiferente. Dos jornais de maior circulação do país apenas o Jornal do Brasil levou à manchete o assunto das Olimpíadas. Publicou o diário carioca, na sexta-feira (2/10): “Rio 2016. É hoje!” O Globo, a Folha e o Estadão trataram mesmo foi do Enem e os dois diários paulistas, qual dupla sertaneja, elevaram ao altar principal as mesmas palavras: “PF investiga vazamento”.

Temos que convir que a depender do entusiasmo de nosso jornalismo auriverde o maior evento esportivo do planeta em 2016 poderia se dar em terras madrilenhas, na Gotham City norte-americana ou na terra do Sol Nascente. Tudo, menos na ensolarada Rio de Janeiro, cidade que melhor vende a imagem do Brasil mas que frequenta o noticiário nativo quase que unicamente através da cobertura de chacinas nos morros cariocas, nas incursões da polícia quando não de efetivos do exército para reprimir o narcotráfico ou quando nos informam do extermínio de meninos (e meninas) de rua.

Dia de celebração

Repassando as manchetes dos sete principais jornais brasileiros de sexta-feira (2/10), observamos com certo desalento que seis se ocupam do vazamento de provas do Enem e apenas um, o de menor circulação — e carioca ainda por cima — resolve dar um refresco e dá um voto de confiança ao evento de maior potencial midiático passível de ocorrer em nosso país.

É que temos especialistas no Brasil que não dá certo e pouquíssimo traquejo para com o Brasil que pode dar certo. E não me venham com a ladainha de que não temos boas notícias para apurar, assuntos interessantes para repercutir. Basta reler o primeiro parágrafo deste texto.

Que mais esperamos de bom para elevar nossa auto-estima e de quebra passar uma boa imagem do Brasil? Falta ainda termos um brasileiro pisando em solo lunar. E também o médico Miguel Nicolellis ganhar o Nobel de Medicina, Lygia Fagundes Telles trazer para o Brasil o Nobel de Literatura. E um filme brasileiro ganhar o Oscar de melhor filme. Pode até ser na categoria melhor filme estrangeiro. O Brasil poderia também ganhar assento no Conselho de Segurança da ONU, mas ainda é pouco para satisfazer nossas expectativas. É como se nossa imprensa visse o Brasil sempre com viés de baixa (para usar um linguajar típico do noticiário econômico).

Poderíamos começar a trabalhar para ter uma imprensa pautada pela ética e pela duradoura defesa dos direitos humanos. Uma imprensa que saiba distinguir opinião pública de opinião publicada, interesse público de interesse privado. E, quem sabe?, na medida em que formos transpondo as águas do rio São Francisco no Nordeste brasileiro poderíamos começar a transpor para a educação brasileira, em todos os níveis, do elementar ao superior, essa coisa chamada qualidade.

De qualquer forma nada disso impede que festejemos um pouco nossas conquistas. Sonhos que foram de passadas gerações de brasileiros. Hoje não é dia de recolhimento. É de celebração. E não é todo dia que a terra descoberta por Cabral pode assistir a um placar assim: Rio, 66 votos. Madri, 32. Goleada!

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.


Do site do PHA:

Azenha: Jungmann quer que Brasil peça desculpas a Honduras.


Na foto, Jungmann durante um outro pedido de desculpas

O Conversa Afiada reproduz post do Azenha:

Jungmann quer que Brasil peça desculpas a Honduras
Governo brasileiro mantém apoio a Zelaya, diz secretário-geral do Itamaraty

Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores, Samuel Pinheiro Guimarães, reiterou hoje (6) que o governo brasileiro mantém o apoio ao presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, e rechaça qualquer ameaça à democracia e tentativa de golpe de Estado.

A posição foi ratificada durante reunião com integrantes da missão parlamentar brasileira que foi a Honduras.

Para Jungmann, o governo brasileiro deve um pedido de desculpas à sociedade de Honduras por ter permitido que Zelaya desse declarações e entrevistas na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa. “A meu ver, o pedido de desculpas é uma necessidade urgente, pois tudo ocorreu em território brasileiro, que é a Embaixada do Brasil”, ressaltou.

Clique aqui para ler na íntegra
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/jungmann-quer-que-brasil-peca-desculpas-a-honduras/

Em tempo: Do amigo Plácido Figueira
Enviado em 07/10/2009 às 11:34

O homem confusão, depois de ter feito questão de ter tirado foto do lado DIREITA do gospista em Honduras, espalha as suas confusões, ou melhor, suas conclusões.

Brasileiros relatam discriminação em Honduras, diz deputado
06/10 – 18:06 – Sarah Barros, repórter em Brasília

- O COORDENADOR (quem lhe deu este cargo? da comissão externa de deputados federais que esteve em Honduras na última quinta-feira, deputado Raul Jungmann (PPS-PE), relatou nesta terça-feira que recebeu relatos de brasileiros que estariam sendo discriminados depois da atuação do Brasil em favor do presidente deposto, Manuel Zelaya. “Hoje recebemos telefonemas dizendo que alguns filhos de brasileiros estariam sofrendo algum tipo de discriminação nas escolas”, afirmou Jungmann.
]Segundo o deputado, apesar do forte apoio internacional dado a Zelaya, a população hondurenha DEMONSTRA PREFERÊNCIA pelo parlamento do país e PELO PRESIDENTE INTERINO, Roberto Micheletti. “Está passando em todas as televisões um filme que termina com a frase: Brasil e Venezuela violentaram a soberania de Honduras”, disse ele.”
———
Este político profissional, louco para que haja um golpe aqui no Brasil, gastou nosso dinheiro para chegar a esta conclusão. Certamente ele só deve ter escutado o pessoal do PIG de lá.

Do site do PHA:

Foreign Policy: Amorim, "o melhor chanceler do mundo".





Sob o título "The World's Greatest Foreign Minister, a revista americana Foreign Policy destaca, que o chanceler brasileiro Celso Amorim, é "o melhor chanceler do mundo". O jornalista Luiz Carlos Azenha, postou aqui no Vi o mundo, o texto traduzido.

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/foreign-policy-amorim-o-melhor-chanceler-do-mundo/

“Nada ilustra quanto evoluiu o Brasil ou quão eficaz é o time Lula-Amorim quanto os eventos das últimas semanas. Primeiro, os países do mundo largaram o G8 e abraçaram o G20, garantindo ao Brasil um lugar permanente na mesa mais importante do mundo. Em seguida, o Brasil se tornou o primeiro país da América Latina a ganhar o direito de sediar as Olimpíadas. Ontem o Financial Times noticiou que a "Ásia e o Brasil lideram na confiança do consumidor", um reflexo da reputação que o governo vendeu eficazmente (com a maior parte do crédito indo para o ressurgente setor privado brasileiro). E nesta semana as notícias sobre o encontro do FMI-Banco Mundial em Istambul mostraram a institucionalização do novo papel do Brasil com um acordo para mudar a estrutura do FMI. De acordo com o Washington Post de hoje: "As nações também concordaram preliminarmente em reestruturar a estrutura de votação do Fundo, prometendo dar mais poder aos gigantes emergentes como o Brasil e a China até janeiro de 2011".

Nada mal para alguns dias de trabalho. E embora seja o ministro da Fazenda que representa o Brasil nos encontros do FMI-Banco Mundial, o arquiteto dessa marcante transformação no papel do Brasil foi Amorim”


Do blog amigos do Presidente Lula:

jornal nacional: universidades do Zé Pedágio pularam fora do Enem.

Júlia Almeida, a estudante "com medo" que falou ao jn

Duas universidades públicas do estado de São Paulo – USP e Unicamp – desistiram de utilizar o resultado do Enem como critério para o vestibular, destaca o jornal nacional desta quarta-feira (7).

A reportagem, que ocupou quase um bloco inteiro do programa, mostra estudantes que desistiram de fazer o Enem depois que as universidades, vinculadas ao governo de José Serra, resolveram desconsiderar o Enem.

O jornal nacional exibiu imagens de um protesto de vestibulandos com nariz de palhaço. Uma deles, que se apresentou como líder do grupo, disse que se sentia prejudicada “como estudante e cidadã” com a mudança da data da prova, para 5 e 6 de dezembro, determinada pelo MEC.

A reportagem frisou que a nova data coincide com 14 vestibulares de instituições públicas e privadas. O MEC alegou que essas instituições concordaram em mudar as datas de seus exames mas, ressaltou William Bonner, essa informação não é confirmada por parte das universidades.

O jornal nacional não citou, novamente, que o vazamento da prova ocorreu na Gráfica Plural, que pertence ao grupo Folha (*).

No site do UOL Educação, o governador José Serra disse que a fraude do Enem foi um “apagão”.

Segundo ele, “ia ter o Enem e não teve o Enem. Houve o apagão do Enem”.

Ainda no jornal nacional, no bloco seguinte ao que foi dedicado ao Enem, William Bonner leu a notícia sobre novos índiciosos de corrupção do governo de Yeda Crusius (PSDB) no Rio Grande do Sul.

Em poucos segundos, e sem imagens, disse que a governadora “não quis comentar as acusações” sobre a descoberta de notas fiscais de lojas de material de construção de Porto Alegre que teriam entregue R$ 100 mil em mercadorias, compradas com dinheiro público, na casa da governadora.

(*)Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele acha da investigação, da “ditabranda”, do câncer do Fidel, da ficha falsa da Dilma, de Aécio vice de Serra, e que nos anos militares emprestava os carros de reportagem aos torturadores.

Do site do PHA:

Essa é a Petrobras que o PSDB queria privatizar:Petrobras é a 22º melhor empresas do mundo.

a Petrobras entrou para as 40 melhores empresas do mundo, na lista da "BusinessWeek".
Em 22º lugar, surge à frente das privadas ExxonMobil e ConocoPhilips, dos EUA, e atrás da chinesa CNOOC. Nos primeiros lugares, Nintendo, Google e Apple. A revista descreve a Petrobras como "a maior empresa do Hemisfério Sul" e sublinha seu crescimento.
A Petrobras ficou em 22º lugar entre as 40 empresas que conseguiram prosperar mesmo em meio à crise, segundo pesquisa da consultoria AT Kearney, divulgada no site da revista americana do setor financeiro "BusinessWeek". Nas três primeiras posições ficaram empresas do setor de tecnologia --Nintendo, Google e Apple, nesta ordem.

A Petrobras, "maior empresa com sede no hemisfério Sul", tem se beneficiado da demanda doméstica em expansão, de exportação de tecnologia e de atividades de fusão e aquisição, diz a "BusinessWeek".

O ranking foi expandido na edição deste ano para 40 empresas; até agora, a AT Kearney relacionava 25 empresas na classificação.

A pesquisa levou em conta o crescimento de vendas e a criação de valor --aumento no valor de mercado descontando elevações de capital-- nos últimos cinco anos. As empresas do ranking registram vendas de cerca de US$ 700 bilhões e têm, em conjunto, um valor de mercado de US$ 1 trilhão.

"Os últimos 12 meses serão lembrados por muitos investidores e executivos como alguns dos mais sombrios já vistos. Mas apesar de todo o pessimismo, algumas empresas continuaram a prosperar", diz a pesquisa.

No último dia 16, o diretor financeiro e de relações com investidores da Petrobras, Almir Barbassa, disse em entrevista à Folha Online que a crise econômica global foi benéfica para garantir os grandes investimentos previstos para o futuro, como a exploração na camada pré-sal.

"Acho que a Petrobras ganhou com a crise. Eu via isso como um mal que poderia resultar em benefícios para a Petrobras, porque no primeiro semestre do ano passado tivemos inflação de custos para a indústria do petróleo (...) Vínhamos pagando caro por essa efervescência da indústria, essa inflação de custos estava batendo muito diretamente em nós", afirmou.


Do blog amigos do Presidente Lula:

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Zé Pedágio: Roberto Marinho é o responsável pelo Rio 2016.


Zé Pedágio quer continuar "trabalhando (sic) por você"



O amigo navegante Fábio Araújo enviou à equipe do Conversa Afiada o artigo escrito por Zé Pedágio sobre as Olimpíadas, publicado no Globo.

Acompanhe, amigo navegante, que além de dizer que Roberto Marinho é um dos responsáveis pela escolha do Rio para a sede das Olimpíadas, ele ainda nos brinda com alguns conselhos, que só um brilhante engenheiro e economista poderia nos dar:

“…Nos próximos dias, será enfatizado que a preparação de um evento dessa magnitude exigirá muitos recursos, um planejamento extremamente complexo e uma grande capacidade executiva das três esferas de governo, sem falar na necessidade de uma boa coordenação entre elas.”

Fábio Araújo
Enviado em 05/10/2009 às 11:21

Paulo Henrique, o Blog do Ailton (http://www.ailtonmedeiros.com.br/) acaba de publicar o artigo de José Serra. Vai na íntegra o post:PUXA-SACO DO PIG.


Do site do PHA:

Agora sim: Brasil passa de devedor a credor do FMI. Bye bye Serra 2010.


Qual será a próxima crise ? CPI das Olimpíadas ?


O Conversa Afiada reproduz comentário do amigo navegante Rafael:
Rafael
Enviado em 05/10/2009 às 11:28

Passamos de devedores para credores do FIM:

Como a tucanalha e a Veja explicam isso? Afinal o governo do presidente Lula não é o pior governoe que já tivemos?

Bye bye Serra 2010 !!!

Brasil confirma compra de US$10 bilhões em títulos do FMI
É a primeira vez que o País empresta dinheiro para o Fundo, que utilizará a verba para ajudar países na crise.

Nathália Ferreira, da Agência Estado
ISTAMBUL – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou nesta segunda-feira, 5, que o Brasil vai gastar US$ 10 bilhões para comprar bônus do Fundo Monetário Internacional, para impulsionar o poder do FMI em ajudar países durante a crise global. É a primeira vez que o País empresta dinheiro para o Fundo.

Clique aqui para ler na íntegra
http://www.estadao.com.br/noticias/economia,brasil-confirma-compra-de-us10-bi-em-titulos-do-fmi,445965,0.htm


Do site do PHA:

IDH: alguém fumou maconha estragada no UOL?

Rodrigo Viana


"EXPECTATIVA DE VIDA PUXA PARA BAIXO IDH DO BRASIL". Essa era a bombástica manchete do UOL, na tarde desta segunda-feira - http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2009/10/05/ult1859u1609.jhtm.

Uma amiga jornalista me chamou pra ver: "olha isso, não estou acreditando..."

Eu havia escutado a noticia sobre o IDH logo cedo no rádio. Ouvi, com todas as letras, o Joelmir Betting dizer na Rádio Bandeirantes que o Brasil havia melhorado um pouco nos indicadores e na nota geral. Ou seja: o Brasil melhorou no IDH.

A manchete do UOL, do grupo "Folha", dá a entender o contrário. O IDH do Brasil terai sido puxado pra baixo. Quando se lê o texto, percebe-se o contorcionismo do "repórter", para arrancar uma noticia ruim do relatorio.

Eles supõem que os leitores só têm um neurônio? Alguém fumou maconha estragada no UOL?

Não é preciso brigar com os fatos, para mostrar que o Brasil precisa melhorar. Basta andar por nossas ruas, pra saber que precisamos avançar décadas e décadas, até que esse país seja um lugar realmente decente para a maior parte de sua população. Isso é uma coisa. Outra coisa é querer brigar com os números.

Pouco abaixo da manchete do UOL havia um outro título lapidar: "Brasil tem classificação vexatória" - http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/clovisrossi/ult10116u633449.shtml.

O texto é assinado por Clóvis Rossi, o Luís XIV da alameda Barão de Limeira - http://www.rodrigovianna.com.br/radar-da-midia/a-folha-e-o-resmungo-de-rossi-jornalismo-sou-eu.

Como assim? Estamos entre os países com alto IDH. Estamos acima da China, da Índia. E quatro posições apenas abaixo da Rússia. O que não chega a ser a oitava maravilha. Mas está longe de ser "vexatório".

Vexatório é botar ficha falsa de ministra na primeira página. Vexatório é brigar com os fatos. Vexatório é ligar o resultado do IDH à Olimpíada (como fez Rossi), mas não lembrar as razões históricas de estarmos ainda longe do ideal: e elas passam pela escravidão, pela nossa elite oligárquica, pelas políticas concentradoras (sempre apoiadas pela "Folha", inclusive durante a ditadura).

Quando eu era garoto, e comecei a jogar futebol pra valer (eu era um lateral voluntarioso, e algo violento nas divididas), ficava sempre na dúvida se podia ir apoiar o ataque, ou se devia primeiro marcar o ponta-esquerda adversário (na época, todo time tinha um ponta-esquerda habilidoso). Meu pai tinha uma frase pra definir aqueles atacantes que faziam muita firula, mas não levavam perigo: "Esse aí a natureza marca". Era a senha: pode ir pro ataque, à vontade.

Acho que a definição serve pra esse povo da mídia brasileira: são tão tacanhos que a natureza marca. Nem precisa chegar junto na dividida.

Leia mais»

País crescerá até 7% em 2010, prevê FGV.



O crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no ano que vem deve variar de 4,5% a 7%, de acordo com projeção do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia), da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Segundo análise da instituição, uma alta de 7% resultaria de uma recuperação em forma de V, "na qual a intensidade da retomada é equivalente à da contração ocorrida na virada de 2008 para 2009". "O crescimento de 7% [do PIB] não é, de forma alguma, inconcebível."

A Carta do Ibre aponta que a economia brasileira está retomando a "exuberância" do nível de atividade pré-crise.

Entre os fatores que devem estimular a economia em 2010, está o aumento do salário mínimo. Pelas regras atuais, o reajuste deve ser feito pela taxa de inflação do ano mais a taxa de crescimento do PIB verificada dois anos antes, o que elevaria o mínimo para R$ 505,90.

Mercado

Pela primeira vez desde o fim de março, economistas consultados pelo BC esperam uma variação positiva do PIB em 2009. Segundo a pesquisa Focus da última semana, a projeção é de crescimento de 0,01%.

Na semana anterior, a previsão era de variação zero do PIB. Desde março, porém, o mercado vinha prevendo retração na economia.

Em relação à taxa Selic, a previsão para 2010 foi aumentada pela segunda semana seguida, passando de 9,50% ao ano para 9,75%. Para 2009, continuou nos atuais 8,75%.

A projeção para o IPCA chegou a 4,31% para este ano.

Do blog Amigos do Presidente Lula:

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Como é que as provas do Enem chegaram aos criminosos ?

Dr Correa, o senhor vai bater na porta da Folha e perguntar "quem deu" ?


O Estadão informa na primeira página(http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091004/not_imp445547,0.php) que a PF indicia empresário e DJ por vazamento do Enem.

Um dos suspeitos incriminou um segurança do consórcio responsável pela prova, diz o Estadão.

O Conversa Afiada está impressionado com a rapidez e a eficiência da Polícia Federal.

Impressionante.

Andou mais rápido do que para demitir o ínclito Delegado Protógenes Queiroz.

Só tem um problema.

Como é que as provas saíram de dentro da Folha (*) – já que a Gráfica Plural é da Folha (*) – e chegaram às mãos dos criminosos ?

Porque alguém entregou as provas aos criminosos.

Ou será que os criminosos eram do INEP e redigiram as provas ?

Há o perigo de a Polícia Federal de um diretor geral acusado de torturar empregada doméstica produzir outro grampo sem áudio.

Cadê a investigação sobre áudio do gramo, Dr Correa?

Quem deu as provas aos criminosos ?

O Dr Correa vai ter peito de entrar na Folha, amigo navegante ?

O Conversa Afiada teme que acabe tudo como prevê o genial José Simão: não dar em nada por falta de provas …

Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele acha da investigação, da “ditabranda”, do câncer do Fidel, da ficha falsa da Dilma, de Aécio vice de Serra, e que nos anos militares emprestava os carros de reportagem aos torturadores.
Do site do PHA:
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=19579

domingo, 4 de outubro de 2009

Rio-2016: o PiG(*) está preocupado com os custos. O Conversa Afiada também.




Os gênios provinciais estão muito preocupados com os custos. Nós também

Saiu no Globo (que torce contra o Rio, porque o Governador não é o Carlos Lacerda), na primeira página

Faltam sete anos para fazer uma estação de metrô por ano;

Duplicar as vagas da rede hoteleira.

Despoluir a baia e as lagoas da Barra

Construir e reformar 33 instalações esportivas.

O especialista serrista Fabio Giambiagi espera que 2016 seja o anti – Pan (?).

Saiu no Estadão, primeira página

Daniel Piza (uma espécie de gênio provincial, como aqueles personagens do “I Vitelloni” do Fellini): “O Pan deixou um legado de dúvidas (?) e dívidas (?). Para 2016, a obrigação (ele se acha – PHA) mínima é não cometer os mesmos erros”.

Saiu na Folha (**), primeira página: Os jogos devem custar R$ 28 bilhões ao país.

E Danuza Leão (***): é ótimo ganhar (será ?), mas é apenas (?) uma Olimpíada; depois a vida segue (?)


Tem muita gente preocupada com os custos.

Muita gente que encarece ao Ministério Público para ficar de olho e não deixar o Rio roubar o dinheiro.

O Conversa Afiada se associa a essa preocupação cívica.

O Conversa Afiada também encarece ao Ministério Público para se preocupar com os custos:

Da campanha da Sabesp que o Zé Pedágio usa no Acre para a candidatura (inútil) à Presidência.

Com os custos do Roboanel dos tunganos.

Espera que o Ministério o Público ajude a mandar para cadeia os responsáveis pelas sete mortes na cratera do metrô.

Que o Ministério Público reabra a investigação sobre as ambulâncias super-faturadas da gestão Serra no Ministério da Saúde.

Que o Ministério Público reabra a investigação sobre a privatização do FHC.

Sobre a compra do sistema Sivam.

Sobre a compra da re-eleição.

Que o Ministério Público dê uma olhada nas propinas da Alstom – quem botou a grana no bolso ?

Que o Ministério Público fique de olho no trabalho da Polícia Federal e veja se o vazamento do Enem foi mais uma obra de engenharia política do (Pig).

O Conversa Afiada se orgulha de também defender o Erário.

Os que agora se preocupam tanto com os custos e os “desvios” do Pan, da Copa e da Rio-2016 são frequentemente acometidos de uma doença udenista: denunciar a corrupção de um lado só.
Do site do PHA:
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=19523

O Rio deve essa ao Lula:


Lula deu a volta por cima da vaia do Cesar Maia

O Conversa Afiada republica texto do Blog do Leandro Fortes – clique aqui ir ao Blog.
http://brasiliaeuvi.wordpress.com/
Lula poderia ter agido, como muitos de seus pares na política agiriam, com rancor e desprezo pelo Rio de Janeiro, seus políticos, sua mídia, todos alegremente colocados como caixa de ressonância dos piores e mais mesquinhos interesses oriundos de um claro ódio de classe, embora mal disfarçados de oposição política. Lula poderia ter destilado fel e ter feito corpo mole contra o Rio de Janeiro, em reação, demasiada humana, à vaia que recebeu – estranha vaia, puxada por uma tropa de canalhas, reverberada em efeito manada – na abertura dos jogos panamericanos, em 2007, talvez o maior e mais bem definido ato de incivilidade de uma cidade perdida em décadas de decadência. Vaiou-se Lula, aplaudiu-se César Maia, o que basta como termo de entendimento sobre os rumos da política que se faz e se admira na antiga capital da República. Fosse um homem público qualquer, Lula faria o que mais desejavam seus adversários: deixaria o Rio à própria sorte, esmagado por uma classe política claudicante e tristemente medíocre, presa a um passado de cidade maravilhosa que só existe, nos dias de hoje, nas novelas da TV Globo ambientadas nas oníricas ruas do Leblon.

Lula poderia ter agido burocraticamente a favor do Rio, cumprido um papel formal de chefe de Estado, falado a favor da candidatura do Rio apenas porque não lhe caberia falar mal. Deixado a cidade ao gosto de seus notórios representantes da Zona Sul, esses seres apavorados que avançam sinais vermelhos para fugir da rotina de assaltos e sobressaltos sociais para, na segurança das grades de prédios e condomínios, maldizer a existência do Bolsa Família e do MST, antros simbólicos de pretos e pobres culpados, em primeira e última análise, do estado de coisas que tanto os aflige. Lula poderia ter feito do rancor um ato político, e não seria novidade, para dar uma lição a uma cidade que o expôs e ao país a um vexame internacional pensado e executado com extrema crueldade por seus piores e mais despreparados opositores.

Mas Lula não fez nada disso.

No discurso anterior à escolha do Comitê Olímpico Internacional, já visivelmente emocionado, Lula fez o que se esperava de um estadista: fez do Rio o Brasil todo, o porto belo e seguro de todos os brasileiros, a alma da nacionalidade. Foi um ato de generosidade política inesquecível e uma lição de patriotismo real com o qual, finalmente, podemos nos perfilar sem a mácula do adesismo partidário ou do fervor imbecil das patriotadas. Lula, esse mesmo Lula que setores da imprensa brasileira insistem em classificar de títere do poder chavista em Honduras, outra vez passou por cima da guerrilha editorial e da inveja pura e simples de seus adversários. Falou, como em seus melhores momentos, direto aos corações, sem concessões de linguagem e estilo, franco e direto, como líder não só da nação, mas do continente, que hoje o saúda e, certamente, o aplaude de pé.

Em 2016, o cidadão Luiz Inácio da Silva terá 71 anos. Que os cariocas desse futuro tão próximo consigam ser generosos o bastante para também aplaudi-lo na abertura das Olimpíadas do Rio, da qual, só posso imaginar, ele será convidado especial.

Leia também:

Rio-2016: Conversa Afiada ultrapassa 600 comentários em quatro horas
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=19489
O Rio canta: “Yes, we créu !”
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=19496

O que significa o Rio-2016: Lula re-escreveu a geopolítica do Brasil
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=19474
Do site do PHA:


Globos, Folhas, Vejas e Estadões não tiveram saída, foram obrigados a forçar um sorriso nas próprias “caras”, um sorriso tão forçado que quase as fez rachar. Tiveram que aplaudir Lula, sim, e ver o povão correndo para o abraço pelo país todo, feliz da vida.

É claro que a realização da Olimpíada no Rio em 2016 trará poucos e restritos benefícios palpáveis ao país. No mais, benefício dessa natureza ficará mais para a sede dos jogos olímpicos votada na sexta-feira passada.

Cidade e Estado do Rio certamente sofrerão uma transformação espetacular e colherão, com o perdão do trocadilho, rios de dinheiro do evento daqui a sete anos. Falam de uma movimentação financeira próxima a cem bilhões de reais, dinheiro que jamais viria sem a Olimpíada.

Todavia, haverá relevante benefício de mensuração empírica e de médio prazo. O Brasil estará cada vez mais em todas as bocas, corações e mentes durante os próximos anos. Nossa cultura ganhará o mundo. Seremos imitados e admirados.

O povo está exultante. Satisfeito. Eleitoralmente, essa foi uma bomba para a candidatura José Serra à Presidência.

Os meios de comunicação supramencionados, bem como seus apêndices, negam que a popularidade de Lula ainda venha a ajudar Dilma Rousseff, mas nem por isso param de tentar macular a popularidade presidencial, por via das dúvidas.

A mídia até poderia ter razão se sua estratégia estivesse funcionando, pois, ao contrário do que diz, quanto mais alta a popularidade de Lula mais fácil será para ele vender a continuidade de seu governo.

E nem adiantará a mídia atacar as olimpíadas no Rio, as obras, a própria realização do evento contrapondo-o às carências sociais do país, pois o povo quer a Olimpíada. Além disso, quem irá tocar o projeto serão os dois próximos presidentes, que poderão ser o mesmo se o eleito em 2010 se reeleger em 2014.

Claro que qualquer linha que ao menos for escrita sobre 2016 pelo governo Lula será imediatamente exposta pela mídia serrista como caso de corrupção, e que, se não houver o que criticar, dirá que as obras estão “empacadas” etc. Mas dificilmente haverá alguma obra relevante da Olimpíada para ser atacada até o fim do ano que vem.

Se a mídia criticar a realização da Olimpíada no Rio e Serra se eleger presidente e tocar as obras, ela terá que mudar de discurso muito radicalmente, o que não tem se mostrado particularmente difícil. Mas é sempre uma manobra arriscada atacar com virulência obras que poderão servir ao PSDB e ao PFL.

Diante do exposto, concluo que essa vitória, esse lucro político derivado da vitória do Rio na disputa para sediar os jogos olímpicos de 2016, Lula já encaçapou. Passem para a próxima.

Do blog da Cidadania:

Homem chora.


Discurso do presidente Lula durante apresentação da candidatura do Rio para as olimpíadas de 2016


Nunca na história desse país um chefe de Estado chorou tanto longe de casa e derramou tantas lágrimas diante de estranhos como fez ontem o Presidente Lula durante a entrevista coletiva em que foi assinado o “contrato” do Brasil com o COI, pondo no papel o compromisso entre as partes quanto a 2016.

“Somos um país que foi colonizado. E, por causa disso, tínhamos a mania de sermos pequenos. Sempre achamos que os outros podiam e a gente não podia”, discursou Lula. “Hoje é o dia em que me senti mais orgulhoso de ser brasileiro. O Brasil definitivamente ganhou sua cidadania internacional. Não somos mais de segunda classe. Somos de primeira classe”, afirmou o Presidente.

Lula deixa a Dinamarca consagrado. O presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Joseph Blatter, fez questão de destacar o papel do Presidente na vitória. Segundo ele, ao fim do discurso feito aos congressistas do COI, as dúvidas se dissiparam. “Todos dentro da sala sentiram que o Brasil tinha condições de realizar os Jogos.”

Presidente mais badalado do momento, Barack Obama caiu diante de Lula, que deixou para trás também um rei, Juan Carlos da Espanha, e um primeiro-ministro, Yukio Hatoyama, do Japão. O brasileiro, entretanto, minimizou. “Nem o Lula ganhou e nem o Obama perdeu. O Rio de Janeiro ganhou porque apresentou a melhor proposta”, resumiu.

Lula contou que houve quem tremesse nas bases quando viu o Air Force One, o místico avião presidencial dos Estados Unidos pousar. “Quando o avião chegou, me disseram: ‘Iiiii, perdemos”, lembrou o Presidente, para depois relembrar uma história incrível.

“Eu convenci o Obama (a vir para Copenhague)”, contou Lula, referindo-se ao encontro que teve com governante norte-americano na semana passada na reunião do G-20. “Eu disse para ele: ‘Se você não for, eu vou ganhar’”, prosseguiu. Obama veio, viu, mas não venceu.

A primeira pessoa a ligar para cumprimentar Lula foi Barack Obama, ainda a bordo do Air Force One. O Presidente estava no meio da entrevista. Ligou em seguida. "Pelo menos as Américas ganharam", disse Obama.

Depois veio o telefonema de Nicolas Sarkozy. Com direito a umas palavras de parabéns de Carla Bruni.

O homem forte do governo espanhol, primeiro-ministro espanhol José Zapatero, revelou que o abatimento não é maior apenas porque nutre admiração pelo presidente Lula. “Ele estava muito emocionado e lhe disse que, com toda a minha sinceridade, o parabenizava, por ele especialmente”, comentou.

Políticos pegam carona

Mal saiu o resultado da cidade-sede das Olimpíadas de 2016, os cientistas políticos se apressaram em dizer quem vai ganhar politicamente com a escolha do Rio. “Primeiramente, ganha quem está na foto, ou seja, o governador do Rio, Sérgio Cabral, o prefeito Eduardo Paes, o ministro do Esporte, Orlando Silva, e o que todos já sabem: o presidente Lula”, avalia Murilo Aragão, da Arko Advice. Mas, por tabela, dizem outros analistas, não dá para tirar da cena a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do presidente Lula à Presidência da República.

Os demais pré-candidatos, que não têm relação direta com o projeto, caso do governador de Minas, Aécio Neves, e do de São Paulo, José Serra, foram mais comedidos. Serra, por exemplo, colocou no seu Twitter: “Rio, Brasil! ‘E vamos nós…’


Ela fez Lula desabar


A carioca Bárbara Leôncio está prestes a completar 17 anos — Faz aniversário em 7 de outubro. Mas o presente ela ganhou com cinco dias de antecedência, no exato momento em que o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, abriu um envelope branco com anéis olímpicos estampados e disse apenas três palavras: “Rio de Janeiro”.

Bárbara é a menina que estrela o filme oficial da campanha do Rio, feito pelo cineasta Fernando Meirelles. E, ao cair em prantos naquele momento que considera mágico, provocou uma reação em cadeia no Presidente da República, que estava a poucos metros e não aguentou vê-la chorar sem acompanhá-la. “Eu estava muito confiante. Mas na hora que ele falou que era o Rio foi uma emoção incrível. Até quebrei minha unha”, contou, em entrevista ao Correio Braziliense.

Campeã na prova dos 200m do Mundial de Menores em 2007, na República Tcheca, Bárbara é uma das promessas do atletismo nacional. Ela ainda não sabe em que prova competirá nos jogos de 2016. “Pode ser nos 100m, nos 200, ou nos 400m. Ou então, em duas dessas”, adianta. Seja como for, ela, agora, pode, verdadeiramente sonhar.

O que se disse

“Sou de uma geração de brasileiros que vivenciou o preconceito de que o futuro nunca chegaria por aqui. Rasgamos essa crença tola. A vitória do Rio significa muito para todos os brasileiros e o Bradesco abraçou essa causa desde o seu nascedouro.”Correio Braziliense

Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente executivo do Bradesco


do blog Amigos do Presidente Lula:

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/