quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Serra na parada do noticiário no MENSALÃO do DEM. Estadão esconde.


Que ginástica o Estadão faz para não citar o nome de José Serra (PSDB/SP) na parada do MENSALÃO do DEM:

O Estadão escreveu: "Na capital paulista, o contrato com a Uni Repro é anterior à nomeação de Kassab como prefeito."

Para informar bem e claro ao leitor o certo é: "o contrato com a Uni Repro foi quando José Serra ainda era o prefeito".

Detalhes:

1) Os contratos são na Secretaria de Saúde, "especialidade" do Serra. Quando Ministro da Saúde de FHC, ocorreram as maracutaias das ambulâncias dos irmãos Vedoin, a Operação Vampiro, e outras.

2) O título da matéria está pra lá de esquisito: "Kassab pagou ...".

Um título mais honesto com o leitor seria: "Serra fez contratos de R$ 106,9 mi com empresas do MENSALÃO do DEM".

A notícia é sobre as empresas que supostamente pagaram proprina ao PPS em Brasília, e que tem contratos milionários na gestão demo-tucana de Serra / Kassab na prefeitura de São Paulo.


Do blog Amigos do Presidente Lula:
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2009/12/serra-na-parada-do-noticiario-no.html

Mensalão do DEM está batendo na porta de Serra e Kassab. A imprensa está blindando José Serra.


O vereador Antonio Donato (PT) apresentou ontem à Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal de São Paulo pedido de convocação do empresário Carlos Alberto Pacheco, dono da Uni Repro, para que ele explique detalhes da contratação da empresa pela Prefeitura.

Envolvida no escândalo de pagamento de propinas do governo do Distrito Federal, a empresa Uni Repro Serviços Tecnológicos é um elo entre Brasília e São Paulo num momento de tensão e crise do DEM.

Conforme publicou o Estado, a Uni Repro e outra envolvida no escândalo, a Call Tecnologia e Serviços Ltda, prestam serviços para a prefeitura de São Paulo desde 2004. Juntas, já receberam dos cofres do Estado e Prefeitura R$ 109 milhões.

PPS, partido aliado de Serra e Kassab, fazia negociação em São Paulo

A Uni Repro, contratada inicialmente pela Secretaria da Saúde(A Secretaria de Saúde do DF, comandada pelo PPS), centraliza o serviço de fotocópia e impressão da administração. A Call Tecnologia faz o gerenciamento do serviço de reclamações 156 e a cobrança por telefone de tributos atrasados.

O Leitor não deve esquecer

O presidente do PPS, Roberto Freire,recebe jetons no valor de R$ 12 mil mensais da prefeitura de São Paulo, pela participação em dois conselhos da Prefeitura paulistana – da Empresa Municipal de Urbanização (EMURB) e da SPTurismo. Freire, posa e gosta de se apresentar como um dos "paladinos" da moralidade em nosso país, vive no Recife, sempre morou lá a vida inteira...Apoiou Kassab em troca de cargo : Soninha Francine, também ganhou uma subprefeitura.

Contrato com governo de SP

Os governos de São Paulo e Minas Gerais, ambos nas mãos do PSDB, também assinaram contratos com uma das empresas do escândalo. A InfoEducacional tem contratos de R$ 12,8 milhões em São Paulo (2004, 2005 e 2006) e de R$ 6,7 milhões em Minas (2008).

O Jornal O Estado de S.Paulo, edição de hoje diz que, contratos da empresa com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal -sob investigação da Polícia Federal na Operação Caixa de Pandora, que envolveu o governador José Roberto Arruda e seus principais aliados políticos- foram feitos a partir de uma "carona" em licitação realizada em São Paulo.

A Secretaria de Saúde do DF, comandada pelo PPS, contrariou orientação do órgão de controle interno do próprio governo ao contratar a Uni Repro pelo método utilizado.Em relatório de 2008, a Procad (Procuradoria Administrativa do governo do DF), que emite pareceres sobre licitações, apontou a impossibilidade do uso da modalidade de contratação direta chamada de "adesão à ata de registro", classificada pelo órgão como uma "carona".

Perguntar não ofende...

Apesar de o governador Arruda dizer que o esquema do mensalão era feito no governo Roriz, por que, em vídeos, aparece o retrato do governador José Roberto Arruda (DEM) na parede no gabinete de Durval Barbosa. Ou seja, as imagens foram gravadas já na gestão dele como governador....

Do blog do Amigos do Presidente Lula:

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Pequeno proprietário acusa Kátia Abreu. Senador diz: é de estarrecer !


A senadora e a Veja: é de estarrecer !


A propósito de uma reportagem que Leandro Fortes publicou na Carta Capital, o Conversa Afiada publicou o seguinte post: Kátia, que é inimiga do MST e quer derrubar governadora, compra terra no grito e não planta nada
“Kátia, que é inimiga do MST e quer derrubar governadora compra terra no grito e não planta nada”.
Ontem, por telefone, Paulo Henrique Amorim entrevistou o pequeno proprietário rural Juarez Vieira Reis, de Campos Limpos, Tocantins.
Juarez reafirmou que a união do poder Executivo e do Judiciário de Tocantins o obrigou a abandonar as terras em que vivia com a família desde 1955, sem receber um tostão.
O beneficiário da intervenção foi a então deputada e presidente da associação rural de Tocantins, a hoje senadora Kátia Abreu, que tenta prender o João Pedro Stédile e depor a governadora do Pará.
A Senadora se apropriou das terras, embora tenha ido à casa de Juarez e prometido que não faria nada para prejudicar a família.
Juarez venceu em todas as etapas do Judiciário, mas não consegue reaver as terras.
Ele demonstrou que os documentos que atestavam a sua propriedade – o usucapião – eram legítimos.
A certa altura, uma autoridade disse que ele tinha tomado aquelas terras e Juarez respondeu: “nunca vi pobre tomar terra de rico”.
Enquanto isso, a Senadora não planta no local um pé de feijão.
Juarez calcula que a Senadora, com a desapropriação ilegal, tenha se apossado de 3 mil hectares de terra, num platô da Serra Geral.
Juarez mencionou que, no último sábado, conversou com o Senador João Ribeiro, do PR de Tocantins, e denunciou a injustiça de que é vítima.
Paulo Henrique Amorim conversou ontem à noite com o senador João Ribeiro, por telefone.
Ribeiro confirmou que esteve com Juarez numa solenidade entrega de 100 títulos, em companhia do Senador Eliomar Quintanilha, hoje Secretário de Educação de Tocantins, e José Augusto Pugliesi. Presidente do Instituto de Terra do Tocantins.
Que, de fato, conversou com Juarez.
“Um homem simples”, disse o Senador.
“É uma história de estarrecer !”, disse João Ribeiro.
“Foi um processo brutal (de desapropriação)”, disse.
O Senador anunciou que vai conversar com o Governador Carlos Henrique Gaguim (PMDB) para apurar como foi essa desapropriação das terras de Juarez e ver o que é possível fazer, dentro da Lei.
“Precisamos ver se a terra é ou era dela. É uma história de estarrecer. E ela (Senadora Kátia) não produziu nada: um pé de feijão !”, concluiu o Senador João Ribeiro.
Ouça aqui o relato do Sr Juarez


Do site do PHA:

Mensalão do José Serra: Detran terá devassa em contratos de prestadores de serviço.


Todos os contratos em vigor firmados pelo Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) vão passar por auditoria da Secretaria da Fazenda e do Tribunal de Contas do Estado (TCE). A devassa atingirá serviços e empresas contratados pelo departamento e foi motivada pelas irregularidades constatadas no emplacamento de veículos, reveladas ontem pelo Estado.
A medida foi pedida pelo diretor do Detran, delegado Carlos José Paschoal de Toledo, e recebeu o aval do secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto. "Trata-se de um saneamento em face das irregularidades muito evidentes nos contratos da Cordeiro Lopes", disse Toledo.
A Cordeiro Lopes & Cia Ltda é a empresa responsável por nove dos dez contratos mantidos pelo Detran - uma para cada região do Estado - com empresas responsáveis pelo serviço de lacração e emplacamento de veículos. O décimo é da Centersystem, empresa que cuida só da cidade de São Paulo. De janeiro de 2008 a julho deste ano, a Cordeiro recebeu R$ 64,8 milhões do Detran, e a Centersystem, R$ 9 milhões.
Denúncias feitas por empresários e por policiais à Corregedoria da Polícia Civil dão conta de que uma série de fraudes no cumprimento dos contratos provocou um prejuízo de pelo menos R$ 40 milhões ao Detran. A principal fraude é o superfaturamento da medição do serviço. A Cordeiro Lopes mandaria prestação de contas com número muito maior de veículos emplacados do que efetivamente haviam sido nas Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans).
"Uma série de cláusulas contratuais foram ignoradas na prestação de contas. Inexistem documentos que comprovem a realização dos serviços nos valores reivindicados pelas empresas", afirmou Toledo. Por causa disso, o diretor do Detran suspendeu por três meses os pagamentos. Constatou que a Cordeiro Lopes devia receber um terço do que pedia - em média, isso significou uma redução de R$ 6 milhões para R$ 2 milhões mensais.
O problema é que cada relatório de prestação de contas da empresa era avalizado por um policial na Ciretran e por outro no Detran, responsável pela gestão do contrato. Centenas de policiais terão de explicar à Corregedoria como a fraude passou despercebida - bastava comparar as prestações de contas da empresa com o número de lacrações de carros registrado pela Ciretran na Companhia de Processamento de Dados do Estado (Prodesp).Na tarde de ontem, o empresário Gilberto Camilo Colagiovanni, da Centersystem, cancelou seu depoimento na Corregedoria. Estadão


Do blog Amigos da Presidente Dilma:

Mensalão do DEM entrou na campanha de Kassab, segundo Arruda.


Deu no Estadão (bem camuflado lá no meio do texto e com um título bem mais "light"):
Num encontro com os dirigentes nacionais do DEM, na residência oficial de Águas Claras, Arruda devolveu a pressão feita pelo senador Demóstenes Torres (GO), que propôs à direção partidária sua expulsão sumária. "Se vocês radicalizarem comigo, eu radicalizo", avisou.
No fim de semana, ele já havia prevenido interlocutores do partido de que não se calaria caso fosse expurgado. Nessas conversas, disse claramente que revelaria os recursos que saíram do Distrito Federal para várias campanhas municipais do DEM, incluindo a da Prefeitura de São Paulo, hoje administrada por Gilberto Kassab.
Diretório Nacional do DEMos doou R$ 17,6 milhões para campanha de Kassab. De onde veio esse dinheiro?
Kassab recebeu doações de R$ 30 milhões (para ser exato: R$ 29.788.531,55).Deste valor, R$ 28 milhões (R$ 27.872.986,85) vieram do Comitê Financeiro Municipal Único do DEM.
Os doadores ao Comitê Financeiro Municipal Único do DEM são listados, sendo a maior empresa doadora a empreiteira Carmargo Correa, com R$ 3 milhões (a empreiteira da operação Castelo de Areia, mas o problema não este, porque esta doação está registrada legalmente, independente de acharmos certo ou errado).
O problema é que R$ 17,6 milhões (R$ 17.596.000,00), foram doados pelo Diretório Nacional do DEM.
E não há nenhuma listagem disponível no TSE de quem está por trás destas doações ao Diretório Nacional.
O governo do Distrito Federal é único estado onde o DEMos ainda governa.
Ministério Público Eleitoral: contas de Kassab e Vereadores do DEMos com doações proibidas e notas frias
Também em maio deste ano, o blog publicou: O Ministério Público Eleitoral vai pedir a impugnação das contas de campanha do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), e de 46 dos 55 vereadores. A investigação aberta após as eleições de 2008 encontrou irregularidades - de doações proibidas pela lei ao uso de notas fiscais falsas em uma prestação de contas entregue ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Se condenados, os envolvidos podem ficar inelegíveis.


Do blog Amigos do Presidente Lula:

Gilmar Mendes jantou na casa de Demóstenes na segunda-feira.


Em plena crise do MENSALÃO do DEM, causou perplexidade a notícia de que 4 ministros do STF jantaram na casa de um senador do DEMos ante-ontem (segunda-feira) à noite.A agência Estado deu alguns detalhes, mas não chegou a informar se a sobremesa foi panetone.O anfitrião foi o senador Demóstenes Torres (DEMos/GO) e um dos presentes foi Gilmar Mendes, presidente do STF. A dupla protagonizou o episódio do grampo sem áudio no ano passado.Outros ministros do STF foram Ricardo Lewandowski, que assumirá a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no próximo ano, e o novato Dias Toffoli.Os ministros convidados para o jantar procuraram tranquilizar a nação dizendo que não foi nada daquilo que todo mundo está pensando. Afirmam que o encontro foi agendado há cerca de 20 dias, antes do MENSALÃO do DEMos vir a público.


Do blog Amigos do Presidente Lula:

Interrompemos o noticiário da corrupção do DEMos no DF para noticiar a corrupção do DEMos no Rio de Janeiro.


César Maia (DEMos), ex-prefeito do Rio de Janeiro, e pai de Rodrigo Maia, presidente do DEMos, foi indiciado na CPI Municipal que aponta corrupção no projeto e construção da Cidade da Música (obra mais cara da gestão César Maia).O relatório da CPI foi aprovado por quatro votos a um (quem votou contra foi o vereador do DEMos), pedindo ao Ministério Público Estadual que promova ação contra César Maia e mais 7 pessoas, por violação das Leis de Licitações e de Responsabilidade Fiscal.Foram apontadas 57 conclusões de irregularidades. Entre os apontamentos estão:- indícios de superfaturamento,- projeto violando viabilidade financeira do Município,- equipe composta por interesses alheios ao Projeto.


do blog Amigos do Presidente Lula:

A DIETA DO PANETONE.


(Quem levantou a bola foi o Abunda Canalha. Só pusemos a gorduchinha no chão.)


Do blog Cloaca News:

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Lula salvou a indústria naval e ela se tornou a sexta do mundo.


42 navios da Transpetro, 28 sondas de perfuração da Petrobras e mais de 100 navios de apoio
A matéria publicada na edição deste domingo (29/11) da Folha de S.Paulo, “Indústria naval renasce e já é a 6ª do mundo”, mostra que a indústria naval brasileira ressurgiu na esteira das encomendas da Petrobras e tem um estímulo adicional graças à descoberta do pré-sal.
Para o diário paulista, o boom do setor se sustenta nas encomendas de 42 navios da Transpetro, 28 sondas de perfuração da Petrobras e mais de 100 navios de apoio.
Pelos cálculos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), as encomendas aos estaleiros e os novos investimentos somam R$ 55 bilhões. São 195 embarcações já contratadas ou com a construção anunciada.
Em nove anos, empregos subiram de 2.000 para 45 mil. E, segundo o jornal, O número deve aumentar nos próximos anos com a instalação prevista de cinco novos estaleiros – cada um pode ter até 3.500 funcionários.


Do site do PHA:

SEM LICITAÇÃO, MINEIRINHO DE ARRUDA RECEBEU MAIS DE R$ 10 MILHÕES DE TUCANOS PAULISTAS.




Antes de fazer barba, cabelo e bigode em Brasília, o cidadão Alexandre Tavares de Assis, também conhecido no bas fond como Mineirinho Come-Quieto, já havia lavado a égua nas administrações tucanas de São Paulo.
Diretor-presidente da InfoEducacional, ele e a empresa estão no rol das falcatruas levantadas pela Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, envolvendo o governo do demo José Roberto Arruda, no Distrito Federal.Os "negócios" da Educação paulista com a ilibada empresa de Mineirinho - todos feitos sob o manto da "inexigibilidade de licitação" - estão relacionados, com exemplar minudência, pelo antenadíssimo e indispensável blog NaMaria News.
Para sentir o aroma das mutretas, basta clicar aqui.

O frangote Rodrigo Maia (DEM) - dublê de político.


Veja: a revista golpista


Por DiAfonso


Há pouquíssimos meses, a revista VEJA publicou matéria na qual revelava a existência de grampos nos telefones do presidente do STF (ou SGM - Superior Gilmar Mendes) e do Senado Federal. A ação teria sido, segundo a revista golpista, executada pela Abin.
Até a data de hoje não se ouviu um ruído de tais gravações. Claro está que os paus-mandados de Roberto Civita pariram mais um factoide dentre os tantos paridos ou abortados factoides.
Os jornalistas, autores da matéria, transcreveram um áudio... sem áudio!!! Psicografaram, possivelmente!!!A partir da matéria, o que fizeram parlamentares do DEM e do PSDB? Deram chiliques. Histéricos e com o apoio da mídia corporativa e golpista exigiram o impeachment do presidente LULA. Tresloucados, espumavam vingança contra um governo democraticamente eleito por dua vezes consecutivas e que, com o apoio popular, mudou a cara do Brasil.
O DEM, que traz o código genético da ARENA, PDS e PFL (o Partido mudou de nome, mas continua apostando num projeto de governo contra o Brasil e os brasileiros), produziu uma nota assinada pelo deputado Rodrigo Maia. Esse dublê de político fez coro a um possível processo de impedimento de LULA. Esse dublê de político é, agora, a própria demência e covardia consubstanciadas diante da corrupção generalizada no GDF cujo governador, José Roberto Arruda, era, até então, a Cinderela dos DEMOs.
Deputado Rodrigo Maia (DEM): o frangote da vez


Deputado Rodrigo Maia, mostre-nos toda a sua valentia e produza uma nota exigindo o impeachment de seu correligionário, José Roberto Arruda. Estamos aguardando. Enquanto isso... Indicamos algumas leituras: O que disse o valentão que, no momento, encarna o papel de um frangote horrorizado diante de suas próprias contradições:

"Ou o presidente toma uma atitude rápida e aponta os responsáveis pelo grampo, ou, se continuar calado e omisso como está, ficará como responsável perante a sociedade e terá de responder por isto com base na lei do impeachment" (Rodrigo Maia – DEM-RJ)

Leia, na íntegra, a nota assinada pelo valentão Rodrigo Maia. Aqui. (Do Blog Terra Brasilis)


Do blog Dilma 13:

DEM é multado em R$ 30 mil por propaganda fora de época.


O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), nesta segunda-feira, multou em R$ 30 mil o DEM por ter exibido propaganda partidária estadual, em 22 de abril de 2009, fazendo críticas a adversários políticos e promovendo propaganda eleitoral fora de época.
De acordo com o relator do processo, juiz Luiz de Mello Serra, a propaganda partidária tinha como finalidade apenas divulgar o programa do partido político. "A propaganda nesta fase do processo eleitoral tem o escopo todo traçado pela lei, que foi claramente violada pelo DEM", afirmou o magistrado.
Em outros três processos similares propostos pelo PMDB, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, desembargador Nametala Jorge, pediu vista para dar o voto decisivo. Ele quer analisar melhor se houve envolvimento de tal conduta por parte de do ex-prefeito do Rio de Janeiro, César Maia.

Do blog Amigos do Presidente Lula:

Zé de Abreu: Lula e o resgate de um sonho.


Blog da Glória leite - Sempre tive muito claro que mais do que as perseguições, prisões, tortura, censura e afins, a ditadura matou o sonho revolucionário de minha geração. O sonho do “dia que vem vindo em que o mundo vai virar”, quando veríamos a “volta do cipó de aroeira no lombo de quem mandou dar” acordou numa triste realidade: o povo não estava nem aí com a ditadura. Estávamos enganados, uma vanguarda distante da realidade movida a sonho e esperança. A ditadura matou tudo. Quando ela acabou os tempos eram outros.


Por Zé de Abreu*, no blog do Zé Dirceu
O povo continuava o mesmo povo, pobre e sofrido, mas não era mais motivo de preocupação. Povo ficou fora de moda, só usado nos momentos eleitorais. E veio Sarney substituindo a ditadura, Lula perdendo para Collor, Itamar abrindo caminho para FHC... Aquele que tinha sido literatura de axila nos meus tempos de Faculdade era Presidente da República, a esperança renascera. Mas já não era o mesmo sonho, o dele. O meu ainda era, embora eu não soubesse. Achava que morrera. 

Até que de tanto insistir Lula ganhou.
Eu estava em Pelotas gravando A Casa das Sete Mulheres e meus amigos do PT de lá me convidaram para uma festa na Avenida Borges de Medeiros. Fomos, eu e alguns outros atores. Lembro-me que, apertado no carro cheio, pensei: será que vai dar certo? E me veio uma idéia maluca: se fosse para acabar com a miséria no Brasil, eu concordava em aumentar meu imposto de renda! Se Lula se preocupasse com os “menos favorecidos” seria o resgate do meu sonho.
Hoje, passados sete anos, acredito que isso aconteceu. Com os índices de “saídos da linha da miséria” que são milhões de patrícios agora participando ativamente e comendo seus pedaços do bolo da economia que, se na ditadura e nos governos anteriores também crescia, nunca era dividido. E com muita satisfação dos da “classe superior” que vende cada vez mais para esses novos consumidores, verdadeiros novos cidadãos brasileiros. 


E as Universidades Federais que Lula criou? E as Escolas Técnicas Federais que, de um processo de extinção, foram multiplicadas? E as mil e vinte duas creches sendo construídas? 

Isso é resgate do meu sonho.



Fiquei um mês fora do Brasil, nos Estados Unidos, Canadá e República Dominicana, pude notar uma coisa: hoje nosso herói internacional, o brasileiro mais conhecido lá fora não é mais o jogador de futebol, como Pelé, Ronaldo... É Lula, é o Mr. President! Quer orgulho maior para um ex-comunista? Ver como o “operário no poder” deu certo? E o comportamento de nosso Itamarati na crise de Honduras? 

Recentemente, tivemos o Presidente de Israel, pela primeira vez em 43 anos, visitando o Brasil. Shimon Peres, premio Nobel da Paz, veio conversar conosco por que o Brasil hoje tem um papel considerável a desempenhar na eterna crise do Oriente Médio. Com sua indiscutível liderança internacional, com sua imensa capacidade de negociação e autoridade política conseguida na prática da Presidência, Lula pode mediar qualquer litígio entre nações. 


Com a continuidade do Governo Lula garantida pela futura eleição da Ministra Dilma me vem uma sensação de que não foi à toa minha militância juvenil. Me abriu a cabeça para entender o momento histórico que vivemos, a Revolução sendo desenvolvida no dia a dia, no voto, na Paz e, porque não dizer, no Amor. Afinal de contas alguém já viu um Presidente da República mais apaixonado pelo seu povo? *Zé de Abreu é ator.Visite o blog do companheiro Oni: http://blogdoonipresente.blogspot.com/


do blog da Dilma 13:

Azeredo e Raupp nas mãos do STF.

O plenário do Supremo Tribunal Federal vai decidir, na quinta-feira, se aceita ou não a denúncia do Ministério Público Federal contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB), acusado de crime de lavagem de dinheiro e peculato quando de sua frustrada campanha de reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998. O ministro-relator, Joaquim Barbosa, acolheu a denúncia nesse inquérito – o “mensalão mineiro” - na sessão plenária do último dia 5, interrompida por um pedido de vista do mais novo integrante da Corte, ministro Dias Toffoli.

Depois de um longo voto de Barbosa, que consumiu toda a sessão, Toffoli informou que já tinha o seu voto pronto, mas resolvera pedir vista em virtude da questão levantada pelo advogado do senador, José Gerardo Grossi, que considerou falsa uma das principais provas destacadas por Barbosa para reforçar seus argumentos pela abertura de processo criminal contra o senador: um recibo que provaria ter o denunciado recebido R$ 4,5 milhões para saldar “compromissos diversos”.

Na ocasião, Azeredo afirmara, em entrevista no Senado, que era “grave” o fato de o ministro-relator ter “reforçado” o seu voto com a inclusão de “um recibo falso, nunca assinado por mim”, e objeto de um inquérito policial aberto pela Polícia Civil de Minas, em 2005, a partir de uma representação feita pelo próprio denunciado. Além do mais, alegou que jamais escreveria o verbo “saldar” com “u” em vez de “l”, como está no recibo, cuja cópia foi por ele exibida.

Joaquim Barbosa procurou minimizar a importância dessa prova – que era mencionada na denúncia do procurador-geral da República – e disse em plenário: “Estamos em fase de recebimento da denúncia, o documento não é tão importante assim, e a referência que fiz ao recibo não significa que ateste sua autenticidade”.

O ministro acolheu a denúncia, quanto ao crime de lavagem de dinheiro, depois de detalhar a “metodologia” do esquema que teria sido armado para beneficiar o então governador, candidato à reeleição. Segundo Barbosa, o chamado mensalão mineiro consistia em empréstimos fictícios obtidos pelas empresas de publicidade de Marcos Valério, Clésio Andrade, Ramon Hollerbach e Cristiano Paz (SMP&B e DNA) no Banco Rural, para financiar a campanha, “misturados” com recursos públicos provenientes de empresas estatais destinados à promoção superfaturada de eventos esportivos, como o “Enduro da Independência” e o “Iron Biker”. As estatais eram o Banco do Estado (Bemge), a Companhia de Saneamento (Copasa) e a Companhia Mineradora de Minas Gerais (Comig). Tais “empréstimos simulados” – constantes da denúncia e ressaltados por Joaquim Barbosa – teriam sido feitos da seguinte forma: o primeiro em julho de 1998, no valor de de R$ 2,3 milhões, com recursos da Copasa; o segundo, no mês seguinte, de R$ 9 milhões, garantido por um contrato de publicidade firmado entre a DNA e o governo estadual.
Caso Raupp
Na mesma sessão de quinta-feira do STF, está na pauta a conclusão do julgamento referente ao acolhimento de denúncia, também do MPF, contra o senador Valdir Raupp (PMDB), indiciado por crime contra o sistema financeiro, que teria sido praticado quando era governador de Rondônia (1995-99).
Seis ministros já haviam recebido a denúncia, quando Gilmar Mendes, que pedira vista do processo, em abril de 2007, apresentou o seu voto em sentido contrário, em fevereiro último: Joaquim Barbosa (relator), Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Ayres Britto e Cezar Peluso. O ministro Menezes Direito fez novo pedido de vista, mas adoeceu e morreu meses depois, sendo substituído por Dias Toffoli, que herdou o voto-vista, e deve proferi-lo na sessão de quinta. Assim, a maioria para receber a denúncia já está consolidada, embora, qualquer ministro possa mudar de posição antes do fim do julgamento. Faltam ainda os pronunciamentos de Ellen Gracie, Marco Aurélio e Celso de Mello.
O ex-líder do PMDB no Senado é acusado de ter permitido o desvio – entre 1998 e 1999, quando era governador – de R$ 21,176 milhões destinados exclusivamente ao Plano Agropecuário e Florestal de Rondônia (Planafloro) para o Tesouro estadual. Os recursos eram provenientes de acordo assinado entre o governo federal e o Banco Interamericano de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD).

Do blog Amigos da Presidente Dilma:

YEDA FAZ ESCOLA: FRAUDE DE R$ 40 MILHÕES NO DETRAN DE SERRA.

A nova falcatrua do jeito tucano de desviar está aqui. Aproveite para contar quantas vezes o nome do governador Zé Chirico é citado. Na foto, um descontraído flagrante da assinatura do convênio "Inter-trambiques", celebrado entre as facções.


Do blog Cloaca News:

Irresponsável é pouco. Foi calhorda, mesmo.


Atualizado em 30 de novembro de 2009 às 22:07
Publicado em 30 de novembro de 2009 às 20:20
30/11/2009 - 08:43 O Jornalismo irresponsável
Do Último SegundoColuna Economica 30/11/2009
Watergate tinha dois repórteres espertos – Bob Woodward e Carl Bernstein – e um editor memorável – Ben Bradlee – que filtrava todas as informações e só permitia a publicação daquelas confirmadas por pelo menos três fontes. Até hoje Bradlee é um dos símbolos do bom jornalismo e exemplo para jornalistas de todas as partes do mundo. O caso Watergate foi citado pelo comentarista Ronaldo Bicalho e ressalta a importância da apuração jornalística.
O escândalo divulgado pela Folha na sexta-feira – um artigo de um dissidente do PT, César Benjamin – acusando Lula de ter currado um militante do MEP no período em que esteve preso no DOPS, é um dos mais deploráveis episódios da história da imprensa brasileira. E mostra a falta que fazem pessoas da envergadura de Bradlee.
***Qualquer acusação, contra qualquer pessoa, exige discernimento, apuração. Quando o jornal publica uma acusação está avalizando-a.Quando a acusação é gravíssima e atinge o Presidente da República – seja ele Sarney, Itamar, FHC ou Lula – o cuidado deve ser triplicado, porque aí não se trata apenas da pessoa mas da instituição. Qualquer acusação grave contra um Presidente repercute internacionalmente, afeta a imagem do país como um todo. Se for verdadeira, pau na máquina. Se for falsa, não há o que conserte os estragos produzidos pela falsificação.
***A acusação é inverossímil.Na sexta conversei com o delegado Armando Panichi Filho, um dos dois incumbidos de vigiar Lula na cadeia. Ele foi taxativo: não só não aconteceu como seria impossível que tivesse acontecido.Lula estava na cela com duas ou três presos. A cela ficava em um corredor, com as demais celas. O que acontecesse em uma era facilmente percebida nas outras.Havia plantão de carcereiros 24 horas por dia. E jornalistas acompanhando diariamente a prisão.Não havia condições de nenhum fato estranho ter passado despercebido. Panichi jamais ouviu algo dos carcereiros, dos presos, dos jornalistas e do delegado Romeu Tuma, seu chefe.
***Benjamin não diz que Lula cometeu o ato. Diz que ouviu o relato de Lula em 1994, em um encontro que manteve em Brasília com um marqueteiro americano, contratado pela campanha, mais o publicitário Paulo de Tarso Santos e outras testemunhas.Conversei com Paulo de Tarso – que já fez campanha para FHC, Lula – que lembra do episódio do americano mas nega que qualquer assunto semelhante tivesse sido ventilado, mesmo a título de piada. E nem se recorda da presença de Benjamin no almoço.
***E aí se chega à questão central: com tais dados, jamais Ben Bradlee teria permitido que semelhante acusação saísse no Washington Post.
Antes disso, colocaria repórteres para ouvir as tais testemunhas, checaria as informações com outras fontes, conversaria com testemunhas da prisão de Lula na época. Praticaria, enfim, o exercício do jornalismo com responsabilidade.
A Folha não seguiu cuidados comezinhos de bom jornalismo. Não apenas ela perde com o episódio, mas o jornalismo como um todo.É importante que leitores entendam: isso não é jornalismo. É uma modalidade especial de deturpação da notícia que os verdadeiros jornalistas não endossam.
Nota do Viomundo: Este site insiste. Irresponsável é pouco. Irresponsável pode ser por descuido. Mas não foi. Houve protestos internos na Folha contra a publicação do artigo de César Benjamin. Qualquer estagiário sabe que uma grande empresa jornalística não publica acusações antes de ter certeza do que está fazendo, especialmente por causa de ações na Justiça. A Folha sabia o que estava fazendo. A Folha planejou a publicação. Quanto ao argumento do ombudsman Carlos Eduardo Lins da Silva de que não analisa artigos opinativos, como se coubesse qualquer coisa neles, a pergunta que se deve fazer é: e se um articulista da Folha escrevesse que o dono do jornal cheira cocaína, por exemplo, um óbvio absurdo? Sairia primeiro e seria apurado e desmentido depois?


Do site do Azenha:

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

AONDE O PSDB É GOVERNO TEM DESVIO DO DINHEIRO PÚBLICO.


Esquema desvia R$ 40 milhões do Detran de SP
Pagamentos de contratos para emplacar carros seriam superfaturados em 200%; laranjas controlam empresas
Marcelo Godoy

SÃO PAULO - Empresas contratadas pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) para emplacar veículos em São Paulo são acusadas de fraudes que deram prejuízo estimado de pelo menos R$ 40 milhões. Delegados e empresários são suspeitos de participar do suposto esquema milionário. Laranjas controlariam a principal empresa contratada pelo departamento.
A fraude principal seria o superfaturamento de até 200% da medição dos serviços contratados. Ela envolveria centenas de Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans) de São Paulo - o Estado tem 344.
O esquema era simples. As Ciretrans enviavam todo mês ao Detran um documento atestando que a empresa emplacara mais carros do que havia efetuado. O atual diretor do Detran, Carlos José Paschoal de Toledo, suspendeu os pagamentos nos últimos três meses e constatou que as empresas deviam receber só um terço do que pleiteavam. Passou a pagar só o que devia.
Os pagamentos a mais eram feitos sem que os gestores dos contratos - alguns deles carcereiros - confrontassem a prestação de contas das empresas com os registros de veículos emplacados nas Ciretrans. Eram as prestações de contas das empresas que serviam de comprovação para a liberação dos pagamentos pelo governo. Quem mandava pagar com base nesse documento era a Divisão de Administração do Detran.

O esquema começou a desmoronar quando o presidente da Associação dos Fabricantes de Placas de Automóveis, Hélio Rabello Passos Junior, denunciou o caso à Secretaria da Segurança Pública em 3 de julho. O titular da pasta, Antônio Ferreira Pinto, determinou a apuração. Passos Junior afirmava a existência de irregularidades no cumprimento dos dez contratos do Detran com as empresas Cordeiro Lopes e Centersystem - elas negaram as acusações. As empresas assinaram em 2006 os contratos com o Detran depois de vencerem licitação oferecendo o menor preço.
Deveriam fornecer a placa comum por R$ 2,2 em São Paulo (Centersystem) e R$ 4,5 no restante do Estado (Cordeiro Lopes). E aí é que começavam os problemas. Os valores são, segundo Passos Junior, inexequíveis, pois abaixo do preço de custo fixado por laudo da Universidade de São Paulo (USP).
Como as empresas conseguiam fornecer placas por esse preço? Segundo Passos Junior, por meio de uma série de fraudes. Ao depor na Corregedoria da Polícia Civil, ele enumerou 14 tipos delas que, somadas, teriam causado prejuízo em R$ 40 milhões - a Centersystem recebeu R$ 9 milhões pelos serviços de janeiro de 2008 a julho deste ano e a Cordeiro, R$ 64,8 milhões.

O empresário relata que já havia batido em muitas portas para contar o que sabia, inclusive na do então diretor do Detran, delegado Ruy Estanislau Silveira Mello, para que práticas abusivas e ilegais cessassem. "Mas nada foi feito. O Detran decidiu prorrogar tais contratos, contrariando novamente os princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência", afirmou, ao depor. Mello diz que mandou apurar tudo e informou os superiores.
Do blog Da Dilma 13:

domingo, 29 de novembro de 2009

Lula se emociona ao assistir pela primeira vez sua cinebiografia.


Lula se encontra com equipe responsável por sua cinebiografia (Foto: Mario Miranda/Reuters)

Pré-estreia de “Lula, o filho do Brasil”, ocorreu em São Bernardo, no ABC.Sessão terminou com aplausos da plateia.

Terminou com aplausos da plateia na noite deste sábado (28) a sessão de pré-estreia de “Lula, o filho do Brasil”, que apresentou pela primeira vez o filme ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu berço político, São Bernardo do Campo, no ABC.

Na primeira fila, acompanhado da primeira-dama Dona Marisa Letícia, o presidente Lula se emocionou durante a exibição do longa, que mostra sua trajetória desde a infância pobre em Caetés (PE), a ascensão como líder sindicalista e a chegada à presidência da República.

A exibição aconteceu no Pavilhão de Exposições Vera Cruz. A sessão começou por volta das 20h30. Cerca de 2,6 mil pessoas lotaram o espaço. Além do casal presidencial, participaram da sessão a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, o senador Aloizio Mercadante (PT-SP), o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT) e seu vice, Frank Aguiar.
Lula se emociona ao assistir filme sobre sua trajetória. (Foto: Mario Miranda/Reuters)

Também compareceram os ministros do Planejamento, Paulo Bernardo, e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Anananias, além do ex-presidente do PT, José Genoino. Antes de tomar seu lugar para assistir pela primeira vez à sua cinebiografia, Lula posou para fotografias com a equipe do filme, como a atriz Glória Pires, que interpreta Dona Lindu, a falecida mãe do presidente, Juliana Baroni, que faz o papel da Dona Marisa, e o diretor do longa, Fábio Barreto.

“Eu estou emocionado por mostrar esse filme para o presidente e para a comunidade”, disse o cineasta. Ele fez questão de lembrar que 90% da película foi filmada em São Bernardo.
Após a exibição, o presidente foi cumprimentado por muitas pessoas da plateia, que reunia também sindicalistas e autoridades políticas de São Bernardo. Ao término da sessão, Lula saiu sem falar com os jornalistas.

Veja atira em genro de Lula e acerta em José Serra.


A revista Veja tirou da gaveta um dossiê mofado, desses conseguidos no submundo do jornalismo, que já deveria ter pelo menos desde setembro de 2008, pois nesta época, durante as campanha eleitoral de 2008, já houve vazamento, porém o alvo principal não era o genro de Lula, Marcelo Sato. O alvo era o candidato a prefeito de Blumenau, o deputado Décio Lima (PT/SC). Sato era apenas seu assessor parlamentar.
Como o dossiê era xinfrim, a Veja havia engavetado, à espera de conseguir algo mais convincente, ou para usar em momento de "entresafra".
Mas a semana está fatal para os DEMos, com o último governador que restou do partido, José Roberto Arruda, atolado na corrupção do DF.
No outro front, a segunda fase da operação Castelo de Areia, atingiu em cheio o governo tucano de José Serra (PSDB/SP), aparecendo na documentação periciada, cifras em dólar encaminhadas ao Palácio dos Bandeirantes, ao homem forte do governador Serra Aloysio Nunes Ferreira, e outros tucanos de alta plumagem.
Então, diante desse quadro desesperador para demo-tucanos, a revista Veja, soltou o dossiê fraquinho (mas carregando nas tintas) contra o genro de Lula, para diluir as denúncias contra Arruda e Serra.
O mal de quem está desesperado é que comete erros, e a Veja nos brindou com nitroglicerina pura contra José Serra
O foco da revista Veja foi um conhecido do genro do Presidente: João Quimio Nojiri, teve prisão temporária decretada junto com outras 31 pessoas na Operação Influenza da Polícia Federal em junho do ano passado.
A Veja apresenta João Quimio Nojiri, como parte de uma quadrilha de empresários de Santa Catarina e de São Paulo apontados como responsáveis por desfalques milionários contra os cofres públicos. Mas quem é afinal João Quimio Nojiri?
Ele é engenheiro e dono da empresa Básico Engenharia e Construções, uma das contratadas pelo governo tucano de São Paulo para aprofundar a calha do Rio Tietê, obra cuja finalidade é reduzir as desastrosas enchentes na marginal. É uma obra de anos e de custo bilionário.
Em 2003 a empresa ganhou outro serviço: elaborou para a Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos estudo de viabilidade para tornar o Rio Tietê navegável na área urbana de São Paulo (era para ter 35Km de transporte urbano fluvial de passageiros em 2004, Ligando a Penha à Lapa, mas o choque de gestão demo-tucano não tirou do papel até hoje).
A partir de 2005 criou o Instituto Navega São Paulo, ONG que promove passeios de barcos no Rio Tietê para estudantes. No "site" do instituto aparece a logamarca da SABESP (empresa estatal de água e esgoto do governo de José Serra) sugerindo alguma parceria. No "site" da SABESP Nojiri é citado.
Ou seja, se João Quimio Nojiri é má companhia para o genro do Presidente, ele é má companhia para os tucanos de São Paulo, governado por José Serra, onde detém contratos bastante polpudos.
Se o modus operandi de Nojiri é tudo o que a Veja diz, como será a atuação dele junto ao governo paulista e à SABESP?
A verdade sobre a operação Influenza que a revista Veja escondeu
20/06/2008 - A Polícia Federal cumpre mandados de prisão de 24 pessoas, e busca e apreensão em Santa Catarina e São Paulo, após interceptação telefônica.
O motivo era crimes financeiros cometidos a partir do Porto de Itajaí. O ex-superintendente do Porto de Itajaí Wilson Rebelo (ligado ao PMDB catarinense) seria o chefe de um dos esquemas.
Sócios da empresa Agrenco do Brasil S/A, que atua no comércio exterior de grãos, foram acusados de desvio de dinheiro usando notas frias de cargas que nunca existiram.
João Quimio Nojiri foi acusado de atuar ilegalmente em favor de Chico Ramos (sócio-controlador da Agrenco).
20/09/2008 - A imprensa divulga vazamento da investigação, divulgando que o genro Marcelo Sato e o deputado Décio Lima (PT/SC), não são alvos do inquérito, mas aparecem em diálogos com empresário sob suspeita (Chico Ramos). Era campanha eleitoral para a prefeitura de Blumenau, e o alvo da imprensa era Décio Lima, e não o genro Marcelo Sato, assessor parlamentar de Décio.
O deputado Décio Lima defende-se das acusações da imprensa, alegando que é função de deputado trazer investimentos (e empregos) para seu estado, por isso conversa e procura atender pleitos legítimos e legais, como os que Chico Ramos lhe fez.
É um argumento respeitável se, se as conversas foram republicanas. Assim como quando a Varig estava quebrando, todos do Rio Grande do Sul e do governo fizeram o possível para tentar para salvá-la, sem que isso possa ser confundido com lobby no mau sentido.
17/3/2009 - MPF/SC denuncia 31 investigados na Operação Influenza. Nem o genro de Lula, nem o deputado Décio Lima foram denunciados. João Quimio Nojiri estava entre os 31 denunciados.
17/06/2009 - A Justiça Federal (JF) rejeitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra todas as 31 pessoas acusadas em função da denominada Operação Influenza. A juíza Ana Cristina Krämer, da 1ª Vara Federal Criminal de Florianópolis, considerou nulas todas as provas obtidas mediante interceptação telefônica, ainda que autorizada pela JF. Segundo a juíza, mesmo essas interceptações sofreram influência de uma interceptação autorizada ilegalmente por juiz do Estado de Santa Catarina e que acabou sendo anulada em decisão já definitiva.
A decisão também considera que não têm utilidade vários documentos apreendidos, mas preserva a validade de algumas provas. A investigação não foi anulada e pode prosseguir, "desde que produzidas novas provas independentes, desvinculadas das gravações decorrentes da interceptação telefônica ora anulada", observou a juíza. Os bens e valores apreendidos devem ser liberados. O MPF denunciou 31 pessoas, supostamente envolvidas em crimes contra o sistema financeiro e fraudes no Porto de Itajaí. Cabe recurso.
Analisando, foi mais uma "reporcagem" da revista Veja
Quando a gente vota no presidente Lula, é em Lula que votamos, e não em genro, ou seja lá que parente for. Como o próprio Presidente diz, todos são iguais perante perante a lei, como qualquer brasileiro, e o único jeito de não ser incomodado pela Polícia Federal é andando na linha, dentro da lei.
Quem age fora da lei, que se entenda com a justiça. Por isso ninguém precisa defender nenhum parente de Lula, se não for honesto, nem passar a "mão na cabeça" de crimes, se fosse ou for verdade que houve algum crime.
Mas também não podemos cair nos golpes da Veja como um patinho.
A reportagem, se esmiuçada com atenção, percebe-se que mais confunde do que esclarece. Ele é feita para pré-condenar. A revista está se lixando para buscar a verdade factual. Não ajuda a esclarecer os fatos.
Se a revista teve acesso ao processo, ela pinçou meticulosamente apenas os trechos de diálogos que deixam mal o genro do Presidente. Um diálogo antes não publicado pode esclarecer e mudar completamente o entendimento da história.
Além disso, o Ministério Público investigou até apresentar a denúncia em março de 2009, e não denunciou Marcelo Sato. A revista não explica o motivo. Se os diálogos provassem corrupção no contexto em que a revista afirma, o Ministério Público também estaria se corrompendo ao não denunciá-lo.
Por tudo isso, parece tratar-se de mais uma "reporcagem" da Veja, feita de má-fé, para tentar arranhar a imagem do presidente Lula, e para desviar a atenção da corrupção dos governadores Arruda e Serra.
Mal sabe a Veja, que os mandatos de busca e apreensão feitos na casa e empresas do empresário que ela demoniza, podem ter levado à novas investigações, e em breve pode levar à operação "Esgoto do Tietê".


Do blog amigos do Presidente Lula:

Devanir: "Lula estuprou, sim, a política do PSDB e do Fernando Henrique"


Devanir Ribeiro - deputado federal - PT-SP

por Conceição Lemes


Devanir Ribeiro é deputado federal pelo PT-SP, ex-metalúrgico e ex-dirigente sindical. Em 1980, quando houve a intervenção no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema, era o 1º secretário. Ele e Djalma Bom foram os únicos que ficaram presos com Lula durante os 31 dias.
Viomundo – O Lula estuprou alguém na cela do DOPS?
Devanir Ribeiro – Estuprou, sim, mas muitos anos depois...
Viomundo – O quê?!
Devanir Ribeiro – Estuprou, sim, mas a política do PSDB e do Fernando Henrique...
Viomundo – Como você soube do artigo do César Benjamin?
Devanir Ribeiro – Eu estava no escritório aqui em São Paulo. Lendo a Folha, vi a matéria. Eu li, reli. Naquela hora, um jornalista me ligou, querendo repercutir o artigo...
Viomundo – E, aí?
Devanir Ribeiro – Eu estava tão chocado, enojado, que perguntei: “Cara, o que está acontecendo? Alguma coisa está errada. Saiu mesmo essa matéria?" Claro que tinha sido publicada. O que eu não imaginava era que pudessem descer a um nível tão baixo. Você pode não gostar de uma pessoa. Mas daí fazer o que Benjamin e a Folha fizeram, é repugnante.
Do site do Azenha: