quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Filme de Lula é sucesso e Globo noticia como fracasso.


Em apenas três dias de exibição, o longa-metragem Lula, o Filho do Brasil, de Fábio Barreto, foi visto nos cinemas por nada menos que 193.364 espectadores, segundo o boletim Filme B. O fato: é uma das maiores estreias de produções nacionais nos últimos cinco anos. O jornal da família Marinho desdenha dizendo que o filme já seria um fracasso consumado.

O que o jornal não quis informar é que, com tal ou qual público, Lula foi o segundo filme mais visto no Brasil nos primeiros três dias de 2010, atrás apenas da superprodução Avatar, com apelos de efeitos especiais como óculos com efeito de terceira dimensão.

E com um porém: "Lula ..." estreou em 354 salas — número muito inferior às 614 salas que exibiram Avatar no mesmo fim de semana.As artimanhas prosseguem.

Numa comparação sem cabimento algum, O Globo afirma que a estreia de Lula esteve “longe do desempenho com fôlego de fenômeno de Avatar”.

Só faltou acrescer que Avatar é o filme mais caro de todos os tempos e deve se tornar, ainda neste mês, a segunda maior bilheteria da história, depois de Titanic (1997).

Orçado em US$ 500 milhões (cerca de R$ 862 milhões), o blockbuster americano custou 53 vezes mais do que Lula, o Filho do Brasil.

Na realidade, em pouco mais de 114 anos de existência de cinema, talvez cinco ou seis megaproduções hollywoodianas possam ser equiparadas comercialmente a Avatar.

Mas, para avacalhar um filme sobre Lula, esses critérios pouco importam a O Globo. Leia mais aqui.

Ação contra Boris.



O Siemaco, sindicato dos trabalhadores das empresas de asseio e conservação de SP, estuda entrar com uma ação contra o âncora Boris Casoy. Considera discriminatórias suas declarações sobre os garis, a quem chamou de "o mais baixo da escala do trabalho" em um áudio no intervalo do "Jornal da Band" que vazou. Veja o vídeo aqui

Dilma sobe em nova pesquisa. Bye, bye, Serra 2010.



O site do PCdoB - http://www.vermelho.org.br/ - publicou resultados de uma pesquisa realizada pelo instituto Amostragem sobre intenções de votos para a Presidência da República no Piauí.
Os dados apontam queda de quase seis pontos do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e alta de oito da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT).
Veja a pesquisa no site do PCdoB De acordo com o site, José Serra lidera com 34,48%, seguido popr Dilma Rousseff, com 27,35%. Em setembro, o tucano aparecia com 40,55%, enquanto Dilma tinha 19,26%, empatada com Ciro Gomes (PPS), que somava 18,29%.
Agora, o deputado federal cearense tem 17,5%. A pesquisa exibida na página também registrou intenções de votos para Heloísa Helenda (P-SOL, 3,52%), e Marina Silva (PV, 2,99%). Não sabem ou não opinaram 9,41% dos entrevistados, enquanto 4,75% disseram votar em nenhum ou nulo.
Segundo o site, a pesquisa foi encomendada pelo PT e realizada em 56 municípios de todas as regiões do Estado. Os dados foram obtidos após consulta entre os dias 13 e 16 de dezembro de 2009.
Foram ouvidos 1.137 eleitores acima de 16 anos. A margem de erro é de 3% para mais ou menos. O Cidadeverde.com procurou o presidente do PT no Piauí, Fábio Novo, para comentar os números. Ele não confirmou a pesquisa e disse que ainda não teve acesso aos dados.

Gente como a gente.


Nunca neste País houve um Presidente da República tão sensível aos menos favorecidos. Nunca neste País houve um Presidente que tivesse honrado suas origens como honra o Presidente Lula. Parabéns ao Presidente Lula.
Os jornais brasileiros, estão indigados, por, segundo eles, o Presidente Lula estar levando na cabeça uma caixa de isopor.
Eu, ficaria indignada se, o Presidente Lula usasse em público um discurso e vivesse na intimidade, de maneira completamente diferente daquilo que ele diz... Infelizmente nosso Presidente só é reconhecido como o melhor Presidente do Brasil, pela imprensa do exterior.
No nosso País, é comum os meios de comunicação desmerecé-lo.
A imagem, explica porque Lula é o brasileiro mais confiável: Lula fala e vive no dia a dia o que diz em público.Em público, nos seus discursoso Presidente Lula, nunca negou suas origens de homem simples e humilde.
Creio que nunca houve um homem humilde sem estudo, mas com tanta personalidade, capacidade e certeza do que quer e deseja para essa nação. Nação essa que possui uma minoria tão mesquinha que não tem a capacidade de reconhecer que Lula levou a nação brasileira a um notório reconhecimento mundial.
Obama e a raspadinhaOs jornais brasileiros, também ficaram surpresos ao ver o presidente americano Barack Obama, tomando raspadinha. Coisa de pobre, aqui no Brasil...
De férias em Honolulu, no Havaí, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, saboreia uma raspadinha, um refresco à base de gelo, ao lado das filhas Malia e Sasha.
A raspadinha, também pode ser encontrada nas praias brasileiras, principalmente nas praias santista.

EDITORIAL DE JORNALÃO CARIOCA PODE DAR TRÊS ANOS DE CADEIA PARA FAMIGLIA MARINHO.


Para satanizar o Governo Lula, pandilha de O Globo mente,
inventa e enxovalha a instituição do Jornalismo.


O artigo 299 do Código Penal Brasileiro, que tipifica o crime de falsidade ideológica, é muito claro: "Omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante"..Em sua edição de ontem, 5 de janeiro, o jornal O Globo, principal braço impresso da maior corporação mafiomidiática brasileira, publicou, à guisa de Editorial, artigo intitulado "Ponto nevrálgico", repleto de ilações baseadas na entrevista que o Ministro Joaquim Barbosa, do STF, concedeu ao mesmo jornal na edição do último dia 3. O afamado barrigueiro e tocador-de-jazz Ricardo Delgado, como sói, reproduziu o troçulho em seu afamado blog.
Primeiro, leia a entrevista:
.
O ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF), há dois anos ganhou notoriedade por relatar o processo do mensalão do PT e do governo Lula. Em 2009, convenceu os colegas a abrir processo contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) para apurar se ele teve participação no mensalão do PSDB mineiro. Em entrevista ao GLOBO, Joaquim não quis comentar o mensalão do DEM, que estourou recentemente no governo de José Roberto Arruda, do Distrito Federal. Mas deixou clara sua descrença na política e sua dificuldade para escolher bons candidatos quando vai votar. E o ministro, de 55 anos, não poupou nem os tribunais: “O Judiciário tem uma parcela grande de responsabilidade pelo aumento das práticas de corrupção em nosso país”.
Por que aparecem a cada dia mais escândalos envolvendo políticos? A corrupção aumentou ou as investigações estão mais eficientes?
JOAQUIM BARBOSA: Há sim mais investigação, mais transparência na revelação dos atos de corrupção. Hoje é muito difícil que atos de corrupção permaneçam escondidos.
O senhor é descrente da política?
JOAQUIM: Tal como é praticada no Brasil, sim. Porque a impunidade é hoje problema crucial do país. A impunidade no Brasil é planejada, é deliberada. As instituições concebidas para combatê-la são organizadas de forma que elas sejam impotentes, incapazes na prática de ter uma ação eficaz.
A quais instituições o senhor se refere?
JOAQUIM: Falo especialmente dos órgãos cuja ação seria mais competente em termos de combate à corrupção, especialmente do Judiciário. A Polícia e o Ministério Público, não obstante as suas manifestas deficiências e os seus erros e defeitos pontuais, cumprem razoavelmente o seu papel. Porém, o Poder Judiciário tem uma parcela grande de responsabilidade pelo aumento das práticas de corrupção em nosso país. A generalizada sensação de impunidade verificada hoje no Brasil decorre em grande parte de fatores estruturais, mas é também reforçada pela atuação do Poder Judiciário, das suas práticas arcaicas, das suas interpretações lenientes e muitas vezes cúmplices para com os atos de corrupção e, sobretudo, com a sua falta de transparência no processo de tomada de decisões.
Para ser minimamente eficaz, o Poder Judiciário brasileiro precisaria ser reinventado.
Qual a opinião do senhor sobre os movimentos sociais no Brasil?
JOAQUIM: Temos um problema cultural sério: a passividade com que a sociedade assiste a práticas chocantes de corrupção. Há tendência a carnavalizar e banalizar práticas que deveriam provocar reação furiosa na população.
Infelizmente, no Brasil, às vezes, assistimos à trivialização dessas práticas através de brincadeiras, chacotas, piadas. Tudo isso vem confortar a situação dos corruptos. Basta comparar a reação da sociedade brasileira em relação a certas práticas políticas com a reação em outros países da America Latina. É muito diferente.
Como deviam protestar?
JOAQUIM: Elas deviam externar mais sua indignação.
É comum vermos protestos de estudantes diante de escândalos.
JOAQUIM: O papel dos estudantes é muito importante. Mas, paradoxalmente, quando essa indignação vem apenas de estudantes, há uma tendência generalizada de minimizar a importância dessas manifestações.
A elite pensante do país deveria se engajar mais?
JOAQUIM: Sim. Ela deveria abandonar a clivagem ideológica e partidária que guia suas manifestações.
O próximo ano é de eleições. Que conselho daria ao eleitor?
JOAQUIM: Que pense bem, que examine o currículo, o passado, as ações das pessoas em quem vão votar.
Quando o senhor vota, sente dificuldade de escolher candidatos?
JOAQUIM: Em alguns casos, tenho dificuldade. Sou eleitor no Rio de Janeiro.
Para deputado federal, não tenho dificuldade, voto há muito tempo no mesmo candidato. Para governador, para prefeito, me sinto às vezes numa saia justa. O leque dos candidatos que se apresenta não preenche os requisitos necessários, na minha opinião. Não raro isso me acontece. Não falo sobre a eleição do ano que vem, porque ainda não conheço os candidatos.
.
Agora, leia o funesto Editorial d'O Globo:
.
Um dos ministros indicados para o Supremo Tribunal Federal (STF) pelo presidente Lula, Joaquim Barbosa ganhou autoridade ao relatar de maneira cortante, fria, técnica, o caso do mensalão, com a abertura de processos contra estrelas do PT.
Mais tarde, coerente, repetiu a dose com o senador tucano Eduardo Azeredo (MG), financiado em campanha pela mesma engenharia financeira ilegal de que se valeriam petistas no governo Lula.
É com a experiência de atuar nesses casos que Barbosa, em entrevista publicada no GLOBO de domingo, declarou ser a atuação do Poder Judiciário uma das causas do aumento dos casos de corrupção, estimulada pela impunidade.
Com “práticas arcaicas”, “interpretações lenientes” e “falta de transparência” no processo decisório, entende o ministro, a Justiça tem culpa nesse cartório.
Pode-se acrescentar a leniência de certas legislações, como a eleitoral, uma enorme porta escancarada para donos de vergonhosos prontuários criminais entrarem na vida pública em busca de imunidades.
Na entrevista, Joaquim Barbosa tratou, ainda, da “passividade com que a sociedade assiste a práticas chocantes de corrupção”.
Colocou o dedo em um ponto nevrálgico da atual conjuntura política: como o governo Lula abriu os cofres do Tesouro para cooptar de vez sindicatos — aliados antigos — e organizações da sociedade civil tradicionalmente ativas na fiscalização do poder público, caso da UNE.
Porque todos, ou quase todos, se converteram em correias de transmissão do lulismo, paira grande e conivente silêncio no meio sindical, em organizações ditas sociais e adjacências diante de aberrações no manejo do dinheiro público e de cenas de fisiologia explícita.
No mensalão do DEM, em Brasília, houve manifestações — mas porque era o DEM.
No mensalão petista, silêncio quase absoluto. Até mesmo alguns “intelectuais orgânicos” criaram a figura da “imprensa golpista”, uma forma de culpar o mensageiro pelo teor da notícia, e assim tentar encobrir a responsabilidade dos mensaleiros petistas — manobra rejeitada pela Procuradoria Geral da República e pelo STF, onde Joaquim Barbosa conseguiu apoio para seu relatório.
O ministro concorda que a intelectualidade — em grande parte, devido a razões ideológicas, cooptada para erguer esta cortina de proteção ao lulismo — deveria abandonar a “clivagem partidária” e se manifestar contra a corrupção. Tem óbvia razão.
.
Você que nos lê, por favor, aponte: em que trecho da entrevista o Ministro Joaquim Barbosa diz que "o governo Lula abriu os cofres do Tesouro para cooptar de vez sindicatos"? Em que parte da entrevista Joaquim Barbosa declara que organizações da sociedade civil "se converteram em correias de transmissão do lulismo"?
Em qual parágrafo da entrevista o magistrado afirma que "a intelectualidade" foi "cooptada para erguer esta cortina de proteção ao lulismo"?
Quantas vezes Joaquim Barbosa enunciou o nome do Presidente Lula e o substantivo "lulismo" em sua fala ao jornalão carioca?. A pena para os incursos no artigo 299 do Código Penal é : reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, e multa, se o documento é público, e reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa, se o documento é particular.
Se houvesse penas, também, para os casos de lesa-jornalismo, lesa-verdade e lesa-inteligência, certamente os proprietários-editorialistas da corporação platinada pegariam prisão perpétua. Sem direito a sursis.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Luciano Martins Costa: Sergio Cabral autorizou construções em áreas de preservação de Angra dos Reis.


Denúncias
COBERTURA DAS CHUVASA imprensa, de morro em morro
Por Luciano Martins Costa em 4/1/2010
no Observatório da Imprensa
Comentário para o programa radiofônico do OI, 4/1/2010 Os jornais abrem o ano com a tradicional contagem dos mortos por causa de morros que deslizam e casas que desabam com as fortes chuvas do início do verão. Mas há uma diferença flagrante de morro para morro: há os morros dos pobres e os morros dos ricos.
Em algumas dessas geografias, a culpa pela tragédia, na visão da imprensa, é sempre das vítimas, que insistem em ocupar ilegalmente áreas de encostas e outras topografias sujeitas a desmoronamentos e enchentes.No máximo, autoridades que toleram tais invasões compartilham a condenação da imprensa.
Em outras geografias, a culpa é simplesmente da natureza.
Ou seja, a imprensa parece ver uma enorme diferença entre morros com barracos e morros com construções mais sofisticadas. Ou será que as mansões de celebridades erguidas em áreas de proteção da Ilha Grande e outros locais do litoral brasileiro não deveriam também estar sujeitas ao crivo da imprensa, tanto quanto os amontoados de casas e barracos que sobem as encostas em lugares menos charmosos?
Descaso e omissão
É muito provável que, em alguns dos casos, as autoridades encarregadas tenham falhado ou se omitido. Também é muito provável que, em outros casos, essas mesmas autoridades tenham sido simplesmente subornadas.
Até a segunda-feira (4/1), os jornais ainda escondiam, por exemplo, que em junho de 2009 o governador do Rio liberou as regras para construções em áreas de preservação ambiental em Angra e outras regiões do Estado. O decreto, de número 41.921, é conhecido como "lei Luciano Huck", porque teria sido feito para beneficiar o apresentador da televisão.
Quando busca as causas das tragédias que se repetem regularmente, nesta época do ano, a imprensa costuma escorregar pelos chavões das chuvas recordes e da inadequação das construções. Mas nunca se aprofunda na investigação dos processos de ocupação de áreas de risco ou de áreas de proteção ambiental por propriedades privadas. Praias fechadas por condomínios ou casas particulares são parte dessas irregularidades.
Quando os morros deslizam, revela-se não apenas a precariedade das construções. Revelam-se também o descaso das autoridades e a omissão da imprensa.


São Paulo entra em colapso. Ponto de ônibus desaba. Cadê o Serra ?




Sinopse: “Um é o filho “brilhante” e obtém “facilidades” facilmente. O outro tem obsessão por PPPP: Pedágio, Poder e Propaganda no PiG. Ambos são os filhos [reconhecidos] de Fernando, o retirante que se radicou na França, onde levou uma dura vida à base de champanhe e caviar”. Sugestão do amigo navegante Lucas

Imaginem se o governo Serra não estivesse trabalhando por nós...


Opinião

por Luiz Carlos Azenha

O período de chuvas tem sido revelador no Estado de São Paulo. Não consta que as chuvas tenham deixado de cair no chamado "período de chuvas". Revelador porque há uma clara desconexão entre o governo de São Paulo que aparece na TV e o governo de São Paulo que vemos, trabalhando por nós, no cotidiano.
Senão, vejamos.
Há indícios fortíssimos, levantados pela jornalista Conceição Lemes, de que o governo do Estado não fez o que deveria ter feito na obra que aprofundou o canal do rio Tietê: a limpeza cotidiana. A retirada da lama, das pedras e do lixo que os afluentes levam cotidianamente para o rio Tietê. O governo de SP talvez tenha ficado três anos sem limpar o Tietê. Resultado? Menos espaço para escoarem as águas de todos os afluentes e enchentes como as de novembro e dezembro últimos.
Fechando a barragem da Penha o governo paulista evitou novas inundações ao longo das obras de ampliação das marginais do Tietê, optando por encher os bairros da Zona Leste, inclusive o Jardim Romano, tomado por uma mistura de águas e esgoto que está lá há mais de trinta dias, como mostrou o Domingo Espetacular, da TV Record. Na mesma reportagem, um líder comunitário disse que o motivo das enchentes foi a construção recente de uma escola. Ora, como já se perguntou: porque a Prefeitura de São Paulo construiu uma escola e permitiu a construção de um conjunto habitacional em um bairro de onde agora quer tirar os moradores?
Por outro lado, temos uma situação bizarra em torno das obras que deveriam combater as enchentes: os piscinões. Como revelou Conceição Lemes, os piscinões de São Paulo recolhem tanto água de chuva quanto água de esgoto: sim, as redes de esgoto da SABESP caem diretamente nos córregos e os piscinões da periferia recolhem água desses córregos por um determinado período. Aquele bolo de cocô e xixi, misturado à água, deixa crostas de detritos que atraem ratos e baratas, de acordo com denúncias de moradores. Foram publicadas no Jornal da Tarde.
Outra obra questionada é a própria ampliação das marginais: segundo grupos que se opõem à ampliação, a obra reduz o espaço para infiltração das águas da chuva e levará mais automóveis para uma região sujeita às enchentes, ainda mais se considerarmos que o governo paulista não fez o que deveria ter feito para manter limpo o canal do rio Tietê; e professores da Universidade de São Paulo dizem que esse tipo de obra apenas repete a lógica de priorizar o automóvel, quando São Paulo tem apenas 61 km de metrô, contra 202 km da Cidade do México.
É possível imaginar qual o objetivo das obras do Tietê: quando chegar março e elas forem inauguradas, junto com mais um trecho do Rodoanel, seremos submetidos a um bombardeio ainda maior de comerciais na TV dizendo que o governo de São Paulo está trabalhando por nós, está criando milhões de empregos, promovendo o crescimento do Brasil, acabando com o efeito-estufa e garantindo a vitória do Brasil na Copa do Mundo. Mas não adianta trabalhar por nós desse jeito: com obras de caráter questionável, que certamente servirão para fazer propaganda eleitoral, mas que a longo prazo se revelarão inúteis, contraproducentes ou os dois.
Obras, é importante que se lembre, que financiamos não só com nossos impostos: São Paulo cobra pedágios de primeiríssimo mundo, como revelei depois de publicar os recibos de pedágio de uma viagem entre São Paulo-Bauru-São Paulo: 13 centavos por quilômetro rodado! Para fazer parte da viagem na rodovia Marechal Rondon, que está longe de ser de "primeiro mundo". Ganhamos em real, pagamos pedágio em euro!
Finalmente, chegamos a São Luís do Paraitinga, onde os moradores ficaram à própria sorte depois que uma enchente devastadora cobriu o centro da cidade. Não houve apenas atraso, mas completa descoordenação nos trabalhos de resgate e de ajuda aos moradores, como os próprios moradores denunciaram. Leia mais aqui, aqui eaqui. O governador José Serra chegou à cidade no domingo, trazendo os assessores e bombeiros que não estavam lá na hora da enchente -- e as câmeras de TV que o apresentaram no Fantástico.
O que me leva ao ponto final, que é essa completa desconexão entre obras de caráter duvidoso, falta de planejamento e improvisação de um governo que torra milhões de reais todos os dias para nos dizer que está trabalhando por nós, com nosso dinheiro, para fazer obras de caráter duvidoso, com falta de planejamento e improvisação. Ou seja, nós pagamos para que o governador paulista pague ao Ali Kamel para que o Ali Kamel interdite completamente o debate sobre questões essenciais ao futuro de São Paulo, esconda o que não interessa ao governo paulista e propague o que interessa.

Elio Gaspari te enrola.


Vendo que será impossível impedir a comparação entre o governo FHC e o governo Lula, a mídia tucana vai tratando de tentar municiar o governador José Serra com manchetes de jornal e dados truncados para ele tentar vender à população que ela (a população) apenas está sendo injusta por repudiar como repudia o ex-presidente.
Para esse fim, o conclave conservador de centro-direita integrado pelo PSDB, pelo PFL, por Globos, Folhas, Vejas, Estadões e clones, conta com um séquito de “colunistas” e “blogueiros” cujas finalidades a que se prestam vão do assassinato de reputações ao puro e simples proselitismo político dissimulado ao ponto de insultar cada inteligência deste país.
Um desses colunistas, do tipo que faz proselitismo, é Elio Gaspari. Escreve no Globo e na Folha de São Paulo, além de em outros veículos dos quais não me lembro. No domingo, ele escreveu uma empulhação imensa em benefício do ex-presidente da República tucano, o qual a mídia tenta reviver 365 dias por ano desde que ele deixou o Poder sob a maior e mais silenciosa vaia que o Brasil já deu em um político.
Trata-se do seguinte:

3 de Janeiro de 2010
ELIO GASPARI

Não foi o PT nem o PSDB, foram os dois

Desde 1996 a linha da melhoria da vida do andar de baixo é contínua, sem inflexões
O PROFESSOR Claudio Salm investigou os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 1996 e 2002 (anos tucanos) e daí a de 2008 (anos petistas). Ele verificou que a ideia segundo a qual Nosso Guia mudou radicalmente a vida do andar de baixo nacional é propaganda desonesta. Estimando-se que no andar de baixo estejam cerca de 50 milhões de pessoas (25% da população), o que se vê nas três Pnads estudadas por Salm é uma linha de progresso contínuo, sem inflexão petista.
Em 1996, quando Fernando Henrique Cardoso tinha um ano de governo, 48,5% dos domicílios pobres tinham água encanada. Em 2002, ao fim do mandato tucano, a percentagem subiu para 59,6%. Uma diferença de 11,1 pontos percentuais. Em 2008, no mandato petista, chegou-se a 68,3% dos domicílios, com uma alta de 8,7 pontos.
Coisa parecida sucedeu com o avanço no saneamento. Durante o tucanato, os domicílios pobres com acesso à rede de esgoto chegaram a 41,4%, com uma expansão de 9,1 pontos percentuais. Nosso Guia melhorou a marca, levando-a para 52,4%, avançando 11,3 pontos.
O acesso à luz elétrica passou de 79,9% em 1996 para 90,8% em 2002. Em 2008, havia luz em 96,2% dos domicílios pobres.
Esses três indicadores refletem políticas públicas. Indo-se para itens que resultam do aumento da renda e do acesso ao crédito, o resultado é o mesmo.
Durante o tucanato, os telefones em domicílios do andar de baixo pularam de 5,1% para 28,6%. Na gestão petista, chegaram a 64,8% das casas. Geladeira? 46,9% em 1996, 66,1% em 2002 e 80,1% em 2008.
O indicador da coleta de lixo desestimula exaltações partidárias. A percentagem de domicílios pobres servidos pela coleta pulou de 36,9% em 1996 para 64,4% em 2008. Glória tucana ou petista? Nem uma nem outra. O lixo é um serviço municipal.Nunca antes na história deste país um governante se apropriou das boas realizações alheias e nunca antes na história deste país um partido político envergonhou-se de seus êxitos junto ao andar de baixo com a soberba do tucanato.

Vejam só que coisa. Então FHC melhorou tanto a vida do povo quanto Lula e este povo preconceituoso, só porque o ex-presidente é um “mauricinho” do Jet Set Internacional com alguns títulos pomposos, não reconhece o feito do tucano enquanto se derrama de amores pelo peão, ignorante, sem-dedo, beberrão e outras coisas que eles dizem que é melhor nem dizer.
Essa, enfim, é a tese: o povo seria ingrato.
Não, meus caros, não é por isso. É porque o tal professor Claudio Salm andou pinçando dados e, assim, aparece essa similitude entre avanços sociais. Acontece que o espectro de itens a considerar para dizer que os dois períodos presidenciais resultaram nos mesmos benefícios à população, é muito mais amplo.
Ao considerar apenas alguns itens da cesta, não se considerou o avanço da renda, a saída de 32 milhões de brasileiros da miséria, o Brasil ter se tornado um país com mais da metade da população na classe média, o ensino superior ter sido popularizado, permitindo aos negros chegarem à universidade como nunca antes neste país.
Fiquei pensando: mas que danadinho esse professor Salm. Por que ele fez isso? Daí decidi fazer uma buscazinha no Google e encontrei o seguinte:

Claudio Leopoldo Salm é graduado pela Faculdade de Economia, UFRJ, 1963 e fez Mestrado: Programa de Estudos Econômicos Latino-Americanos para Graduados (ESCOLATINA) pela Universidade do Chile, 1965/67; Dissertação aprovada em 1969. Doutorado: em Economia, pelo Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas, 1978/79; Tese aprovada em 1980. Atualmente é Consultor da Fundap – Fundação do Desenvolvimento e Administrativo, SP e Pesquisador-bolsista do Instituto de Economia da UFRJ

Notaram? Fundap. Outra busca no Google e se descobre mais um pouco sobre esse cavalheiro. Vejam só:

Criada pela Lei n. 435, de 24/9/74, a Fundap teve seus estatutos aprovados em 1976, data de sua efetiva instalação e do início de seus trabalhos. Atualmente vinculada à Secretaria de Gestão Pública do Estado de São Paulo.

Governo do Estado de São Paulo, é? Consultor, não? Olhe, pessoal: pelo sim, pelo não, cuidado com esse Elio Gaspari – e com todos os outros. Ele chuta os vossos traseiros e vocês ainda pedem desculpas por estar de costas.

Venda de automóveis bate record pelo 3º ano seguido. Bye-bye Serra 2010.


A Miriam vai dizer que é péssimo: agride o meio-ambiente
Saiu na Reuters:
Venda de carro no país sobe 16,5% em dezembro vs novembro
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 13:26 BRST
Por Alberto Alerigi Jr.
SÃO PAULO (Reuters) – As vendas de automóveis e comerciais leves novos no Brasil em dezembro cresceram cerca de 16,5 por cento ante novembro e saltaram mais de 50 por cento em relação a dezembro de 2008, informou uma fonte do setor nesta segunda-feira.
Saiu no Globo online:
Automóveis
Venda de carro bate recorde no Brasil em 2009, pelo terceiro ano consecutivo.

Aécio Neves em Angra na casa ambientalmente fora-da-lei de Luciano Huck.


Casa de Luciano Huck em Angra dos Reis: dragagem ilegal, para fazer praia artificial e em local proibido: sobre o espelho-d’água e as rochas

Antes da virada do ano, o "Jornal da Manhã" (de Minas Gerais) noticiou que o casal global Angélica e Luciano Huck receberam amigos, incluindo Aécio Neves (PSDB/MG), para romper o ano em sua casa, em Angra dos Reis, local das maiores tragédias no Estado do Rio devido à chuvas e desabamentos.
Nada contra dois tucanos se bicarem (Huck também é tucano de carteirinha). O que pega mal para um governador de estado é frequentar uma casa construída de forma condenável pela legislação ambiental. Parte das tragédias em Angra dos Reis é devido à esse desrespeito ao meio ambiente na ocupação do solo, e não é apenas por comunidades carentes. Há muitas mansões irregulares e condomínios de luxo, autorizadas à custa da omissão de autoridades (às vezes mediante suborno), que colocam terceiros em risco.
Huck já foi acionado na justiça porque sua mansão, na Ilha das Palmeiras, foi construída em local proibido: sobre o espelho-d’água e as rochas. Conseguiu escapar da justiça justificando que a construção foi de 1971, antes da entrada em vigor da legislação atual, e ele apenas reformara a casa.Porém, ele enfrenta outro processo: foi acusado de executar uma dragagem para construção de praia artificial sem licença ambiental.
Em junho de 2009 o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB/RJ) "pisou na bola" e liberou as regras para construções em áreas de preservação ambiental em Angra e outras regiões do Estado. O decreto, de número 41.921, é conhecido como "lei Luciano Huck", porque teria sido feito para beneficiar o apresentador da televisão.
Leia mais aqui.

A IMPRENSA BANDIDA OMITIU: SERRA DEU UMA BANANA PARA A PREFEITA DE SÃO LUIZ DO PARAITINGA.


Como bem observou o Diário Gauche, para o governador paulista Zé Chirico o que importa mesmo é a sua própria imagem. Depois de largar seu chinelinho Samoa em Trancoso, BA, e vir correndo ao Vale do Paraíba para fazer rafting nas enchentes, o tucano fez meia-volta e deu no pé.
Conseguiu o que queria: saiu no Fantástico e foi capa em todos os jornalões venais, com direito a generosas fotos, posando de governante preocupado com seu povo.Não fosse por nossa visita ao blog Viva Babel, da jornalista Elizabeth Lorenzotti, jamais teríamos tomado conhecimento do relato feito por Jefferson Mello, diretor da TV Cidade, emissora comunitária de São Luiz do Paraitinga: "José Serra veio ver a tragédia em São Luiz do Paraitinga e Cunha. De helicóptero, olhou tudo de cima e não falou com uma viva alma.
A prefeita de São Luiz do Paraitinga esperava o governador para, juntos, assinarem o Decreto de Calamidade Pública, e afirmou: “agora, São Luiz do Paraitinga vai ficar nas mãos do Governo do Estado. Temos que reconstruir nossa cidade, e isto só será possível com o Governo, sem ele nada podemos fazer ou esperar”.
A prefeita saiu frustrada, pois nem um aceno recebeu de Serra, nem um telefonema.. "Passou pela tragédia como quem passa por cima de um lamaçal."
Em tempo: a prefeita de São Luiz do Paraitinga, Ana Lúcia Bilard Sicherle, é do... PSDB

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Ana Júlia, a blogueira.


Eis que Ana Júlia Carepa é a nossa nova colega na blogosfera paraense.
Clique para ler mais

REPÓRTER TUCANO DE TV BANDALHA SAI “EM DEFESA DE BÓRIS CASOY.

O jornalista, “escritor” e “artista” Fábio Pannunzio, aquele mesmo que já tachou este Cloaca News de “blog justiceiro” e chamou o colega Luiz Carlos Azenha de “Simonal moralista do jornalismo brasileiro”, acaba de obrar mais uma das suas. Desta vez, o âncora júnior da Rede Bandalha vale-se de seu blog para classificar de “exagero” a onda de indignação provocada pela odienta e preconceituosa manifestação de Boris Casoy sobre os garis.
Segundo ele – acredite! – “o diálogo permite várias interpretações diferentes”, referindo-se ao límpido e cristalino áudio vazado no intervalo do Jornal da Band.
Escreveu Pannunzio: “Segundo a Vanessa Kalil, que é minha amiga querida e é também a editora-executiva do Jornal da Noite, o sentido verdadeiro não era o que foi abstraído pela opinião pública.
O que ele estaria querendo dizer é que havia restado aos garis, que estão na base da pirâmide social, dar a mensagem de boas festas naquela edição do telejornal.
Uma das frases -- "do alto de suas vassouras" -- sequer foi pronunciada por ele”.
Se você continua achando que já tinha visto, lido e ouvido de tudo nesta vida, clique aqui e abstraia.

Para não desgastar a campanha Serra presidente, isso a imprensa não mostra porque foi em São Paulo.


A empresária Alice Moron Silva, de 41 anos, foi internada ontem, às 15h20, no Hospital 9 de Julho, em Cerqueira César, na capital paulista. Ela perdeu toda a família em um deslizamento de terra em Cunha, no Vale do Paraíba em São Paulo, no réveillon. Morreram o marido dela, o empresário Mário Penha, de 46 anos, os filhos do casal -Eduardo, de 15 anos, e Sabrina, de 11-, a única irmã dela, Ingrid, e os pais, Manolo e Érica. Alice chegou a São Paulo de helicóptero vinda de Guaratinguetá e foi transferida de ambulância do aeroporto de Congonhas para o hospital.

O sobrinho da empresária, Pablo Lozada, de 26 anos, contou ontem no hospital que ficou sabendo da tragédia na noite de sexta-feira. Segundo ele, a tia chegou consciente, com vários arranhões no rosto e com a roupa impregnada de terra.

Ela lembrou que, na hora do desmoronamento, estava em pé na cozinha do sítio ao lado do marido, que estava sentado. Os filhos do casal já dormiam. Alice contou que sentiu uma forte pancada nas costas e ouviu ainda a filha gritar por socorro. Depois, segundo ela, tudo escureceu e as lembranças se apagaram. A empresária acompanhou quase todos os familiares sendo retirados dos escombros antes de ser transferida para São Paulo. Só não viu o filho, que foi encontrado na tarde de ontem.

Ela vai ser submetida a uma cirurgia porque fraturou a bacia. A família será enterrada no Cemitério de Congonhas, no Jardim Marajoara, na zona sul. O horário não tinha sido definido no começo da noite porque o corpo de Eduardo até as 18h30 não tinha sido liberado do IML de Guaratinguetá. A família será removida para a capital por carro funerário.

Alice pediu para ser transferida para o hospital 9 de Julho porque há menos de um ano trabalhava lá como enfermeira-chefe da UTI. Ela está sendo cuidada pelos antigos colegas e pela madrinha de casamento, que também é enfermeira no local. Alice abandonou a profissão para investir na carreira de empresária depois que a família abriu uma tabacaria no Wal Mart do Jardim Marajoara, bairro onde também moravam.

O casal fazia parte, há aproximadamente dois anos, do Motoclube Buena Vista. Os integrantes do clube, assim que souberam da tragédia, se dividiram para apoiar a família. Cerca de dez motociclistas foram anteontem à noite a Guaratinguetá. Outro grupo ficou no hospital 9 de Julho para o caso de a família precisar que buscassem documentos para ajudar na liberação dos corpos. Um integrante que preferiu não se identificar disse que desistiu na última hora de viajar para Cunha junto com o casal, pois tinha outro programa. Os colegas contam que Alice e Mário costumavam viajar bastante na companhia dos filhos e os descrevem como pessoas tranquilas e de bem com a vida.

O sobrinho de Alice, Pablo, disse que embora a tia esteja consciente e saiba das mortes, ela escreve bilhetes dando orientações à família sobre o que é preciso ser feito. Segundo o sobrinho, a tia não deve acompanhar os velórios nem os enterros, devido à cirurgia à qual deveria ser submetida ainda na noite de ontem.FT


http://osamigosdapresidentedilma.blogspot.com/2010/01/para-nao-desgastar-campanha-serra.html

Bornhausen cogitou escalar Boris Casoy para pedir impeachment de Lula.


Boris Casoy em um momento em que recebe o aliado Jorge Bornhausen (DEMos/SC),
assim que voltou à TV em 2008.

Em março de 2006, bateu desespero na oposição. As pesquisas já indicavam a vitória do presidente Lula. Sem chance nas urnas, a oposição voltou a flertar com o golpe.

O demo-pefelista Jorge Bornhausen (DEMos/SC) era o presidente do PFL na época e tomava a linha de frente no campo político-partidário das articulações pelo golpe do impeachment.

O "apartidário" demo-tucano Boris Casoy representou a "vanguarda" do golpismo nesta época, representando a "sociedade civil".

A escalada da tentativa de golpe se deu assim:

A edição do dia 28 de março de 2006 da Folha de José Serra (jornal Folha de São Paulo) trouxe um artigo de Boris Casoy, pedindo o impeachment de Lula (imagem abaixo dos trechos relevantes para compreender o assunto. O texto é lixo não reciclável).

Poucos dias depois, no dia 9 de abril de 2006, a coluna painel da mesma Folha de José Serra, dava a senha:

Sem rodeios 1
A oposição já busca na sociedade civil um nome para encabeçar o pedido de impeachment de Lula, assim como Barbosa Lima Sobrinho fez com Fernando Collor. A revelação da participação de Márcio Thomaz Bastos no "caseirogate" retirou as últimas reservas sobre o assunto.

Sem rodeios 2
"Somada a outros indícios, a violação do sigilo pode redundar, sim, em um processo [de impeachment] por crime de responsabilidade", diz o presidente do PFL, Jorge Bornhausen. Miguel Reale Jr., ex-ministro da Justiça de FHC, e o jornalista Boris Casoy estão cotados para subscrever a peça.

Como o golpe não pegou, não encontrou apoio suficiente na sociedade, a coisa esfriou, e Boris Casoy aparentemente "amarelou" desistindo de subscrever um pedido de impeachment ao Congresso, como ele havia feito na Folha demo-tucana.

O que Boris Casoy pensa de fato sobre os simples caseiros:

Curioso que Bóris Casoy, repetindo a oposição, usou o caseiro Francenildo como bucha de canhão para pedir o impeachment do presidente.

Agora vamos rever o vídeo sobre o que pensa Boris, atrás das câmeras, a respeito dos caseiros:

Furo de reportagem


Ricardo Sergio (E), herói da privatização da Vale e a Telefonia; e Gregório Preciado Marin, herói de outras operações – é a tropa de choque do Serra, aquele do “vote num careca e leve dois”
Serra passou o Réveillon na casa do Gregório. Que Gregório ? O Ricardo Sérgio sabe.

Serra chega a tempo de aparecer no Fantástico? Chegou.


Do blog do Luís Nassif:
03/01/2010 - 17:10
A mobilização do governo paulista
É nas grandes tragédias que, mais do que nunca, faz-se necessária a presença dos governantes. É o momento de demonstrar solidariedade com os eleitores.Na campanha eleitoral de 2006, entrevistei o então candidato Geraldo Alckmin. Nunca fui fã de seu estilo administrativo. Mas algo que ele me disse, me marcou.
- O governador Mário Covas sempre me dizia para andar na rua, conversar com a população, não perder o sentimento de povo. Esse pessoal não sabe o que é isso.“Esse pessoal” era o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e José Serra.
Até agora, dois dias depois da tragédia, nenhuma manifestação oficial, nenhuma nota à imprensa, nenhuma declaração transmitida por qualquer porta-voz, de solidariedade às vítimas das enchentes.
Vamos analisar o comportamento do governo do Estado de São Paulo, através dos seus principais portais.Às 16:56, os sites do governo do estado de São Paulo registravam as seguintes informações sobre a tragédia das águas no Vale do Paraíba:
Site do governo do Estado
– Últimas Notícias.
Nenhumainformação.
Site da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil.
Última informação é de 31/23/2009, sobre chuvas em Pracinha, na região de Presidente Prudente. A home é tomada por anúncios de convênios, que promovem o governo mas não informam.
Na página de alertas, a informação de 31/12 de que haverá chuva moderada e fraca, podendo ocorrer transbordamentos de córregos, alagamentos e desabamentos.
Nenhuma informação pós-desastre, que possa servir de orientação para os desabrigados ou para quem pretender ajudar.
No site da Secretaria da Justiça e de Defesa da Cidadania, a chamada principal é de inauguração de uma unidade da Fundação Casa de Itanhaém. Nenhuma informação sobre as enchentes.
Quando a Maria Inês Nassif escreveu contra o instrumento da delação da lei antifumo, José Serra e o Secretário Marrey mobilizaram todos os jornalistas da Assessoria de Imprensa do Palácio para levantarem dados do Valor, para poder pressionar a direção a aceitar um artigo do indignado Marrey, insinuando que Inês estava a serviço da indústria de fumo.
Quando a tragédia exige ação, nada, nem uma nota, nem uma mobilização, nem uma declaração sequer de Marrey.Repito o que venho dizendo há tempos – e só se tornará fato consumado quando a velha mídia decidir deserdar Serra: não existe gestão em São Paulo. Em momentos críticos como o atual, vê-se a total incapacidade do governo de articular ações efetivas. Serra é incapaz de ações pró-ativas.
*****
Da Folha Online:
03/01/2010 - 14h44
Serra visita área alagadas em SP; São Luiz do Paraitinga continua isolada
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), vai visitar neste domingo a região do Vale do Paraíba, onde diversas cidades foram atingidas pelas fortes chuvas que castigam o Estado desde a última quinta-feira (31).
Segundo a Defesa Civil do Estado, cerca de 20 mil pessoas de 15 municípios paulistas tiveram que deixar suas casas desde 31 de dezembro devido aos temporais. Foram registradas 10 mortes.
A região do Vale do Paraíba e de Ubatuba (litoral de SP) somam 7.200 desalojados --estão hospedados em casas de amigos e parentes-- e 5.000 desabrigados, ou seja, dependem de abrigos públicos.
Em Guaratinguetá (SP), a Defesa Civil já começou a receber doações, que podem ser entregues na avenida Dr. João Rangel de Camargo, 280, centro. A cidade tem cerca de 350 desabrigados que precisam principalmente de leite e toalha de banho.
São Luiz do Paraitinga
Segundo a Defesa Civil, São Luiz do Paraitinga (SP) foi a cidade mais afetada pelas chuvas no Estado, e está com mais de 9.000 pessoas desabrigadas. O município continua isolado devido à elevação do nível de um rio que fechou os acessos à cidade. Também não há energia elétrica, telefone e água potável.
A Prefeitura de São Luiz do Paraitinga ainda não montou um esquema para receber doações porque a cidade está praticamente toda alagada.
A Defesa Civil do Estado prioriza o atendimento ao município e já enviou alimentos, material de higiene e de limpeza, roupas e colchões para as vítimas.
A Polícia Militar também auxilia nas buscas dos desabrigados com dois helicópteros e 12 embarcações para localizar e resgatar as vítimas. Cerca de 80 homens do Corpo de Bombeiros foram destacados para trabalhar na cidade.
Outras cidades que também enfrentam problemas causados pelas chuvas, como deslizamentos e enchentes, são Cunha, Aparecida, Cruzeiro, Campos de Jordão, Caçapava, São José dos campos, Bananal, Paraibuna, Natividade da Serra, entre outras.

Marquise de Serra/Kassab cai, mata homem e fere mulher em São Paulo


Eles estavam em ponto de ônibus quando foram atingidos por bloco de concreto
estadao.com.br

SÃO PAULO - Um homem morreu na Avenida Francisco Morato após uma marquise do corredor de ônibus cair sobre ele neste domingo, 4.

Ele se chamava Ramiro Rodrigues Janes e tinha de 50 anos. Outra usuária, Monique Venancio Teixeira, de 18 anos, também estava no local e acabou ferida, quebrou a perna e foi encaminhada para o Hospital das Clinicas.

sábado, 2 de janeiro de 2010

INFAME, TORPE, DESPREZÍVEL, ABJETO, CANALHA, VIL, PATIFE, CHULO. MAS PODE CHAMAR DE BORIS CASOY.

Dedicado servidor da ditadura militar e prócer do CCC - Comando de Caça aos Comunistas - nos anos 60 e 70, o jornalista Boris Casoy acaba de confirmar, via satélite, sua verdadeira e odiosa índole.Na última noite de 2009, ao apresentar as manchetes do Jornal da Band, o velhaco escarneceu dos garis que haviam acabado de desejar um Feliz 2010 aos brasileiros.O vídeo abaixo dispensa explicações. Serve apenas para mostrar que o afetado âncora da Rede Bandalha, do alto da sua irrefreável estupidez, envergonha a espécie humana. Boris Casoy é um lixo em forma de gente, escória excrementícia do que há de mais baixo na escala da dignidade. Esta é a opinião deste Cloaca News.




O apresentador Boris Casoy pediu desculpas meia boca aos telespectadores durante o Jornal da Band nesta sexta-feira (1), comentando um vídeo que vazou na internet e que mostra Casoy ridicularizando a participação de dois garis no jornal da Band, desejando feliz ano novo.

"Ontem durante o programa eu disse uma frase infeliz que ofendeu os garis. Peço profundas desculpas aos garis e a todos os telespectadores", afirmou Boris Casoy em um breve comentário.

No vídeo, veja aqui, nesta sexta-feira (1), após a participação de dois garis desejando votos de feliz ano novo, é possível ouvir as frases de Boris Casoy dizendo: "que merda... dois lixeiros desejando felicidades do alto de suas vassouras" e "dois lixeiros, o mais baixo da escala do trabalho".

"Foi um erro. Vazou, era intervalo e supostamente os microfones estavam desligados", disse Boris Casoy, para a Folha...Email do Casoy, bcasoy@band.com.br e do Joelmir Beting jbeting@band.com.br.