quinta-feira, 8 de abril de 2010

Globo no RJ ataca governo que apoia Lula, mas em SP protege Serra e Kassab das enchentes.

"Brasil que eu quero - Daily News"
A união de estudantes, jornalistas, intelectuais, educadores, pesquisadores, pais, artistas, deseja o respeito à liberdade de expressão e inclusão de igualdade social, racial e digital. O conhecimento tem valor relevante quando a sociedade se apropria da informação real. A Grande Mídia (PIG*) omite, manipula e distorce (te engana). Assim nasceu este canal para informar a NOTÍCIA REAL, conscientização coletiva. Democracia significa verdade, cidadania, ética e liberdade.
A tragédia no RJ: porque a Globo e o jn pegaram pesado
O jornal nacional de ontem – clique aqui para ir ao site – dedicou 99,99% de seu espaço à tragédia o Rio.
A manchete do Globo, do tamanho da cratera do metrô do Serra, é “Cadê o plano de emergência ?”
Todas as reportagens do jn eram iguais.
Todas as passagens de repórter eram iguais.
Transformaram um jornal “nacional” em flash local: esquina tal com rua tal; amanhã não tem aula…
As imagens de internautas do G1 não tinham uma única informação que acrescentasse à dos cinegrafistas.
O texto dos apresentadores e repórteres, de mediocridade abissal.
Nenhum personagem comovente, nenhuma história de emocionar.
A única emoção era a dos apresentadores, que exibiam o ricto de quem vai ao velório da vizinha.
Por que 99,99% do tempo foi para a tragédia ?
Primeiro, para desmoralizar o Rio, ainda mais que o Presidente Lula estava lá.
O governador do Rio é aliado de Lula e quanto mais o Rio apanhar, melhor.
Quanto mais bater no Rio, melhor, porque os filhos do Roberto Marinho – eles não têm nome próprio – só descansarão quando o Carlos Lacerda voltar a governar o Rio.
Segundo, para livrar a cara do Serra, o Zé Alagão.
Se a tragédia do Rio for a PIOR, o Alagão estará absolvido.
A Dilma não vai poder falar do Jardim Romano, a Katrina do Serra.
(Quem deixou construir o CEU e os prédios de apartamentos na área alagada do Jardim Romano ? Quem era o prefeito ?)
Tragédia por tragédia, viva a do Rio !
Se no alagão do Zé Alagão, o jn dedicasse metade do tempo que dedicou à tragédia do Rio, os filhos do Roberto Marinho demitiam o Ali Kamel.
O jn é assim.
Na hora da tragédia, ele não falha.
Pense, amigo navegante, quando o Brizola foi eleito governador e o golpe da Proconsult.
O jn estava lá.
Pense no debate Color vs Lula (clique aqui para ler “O que a Globo omitiu sobre o Armando Nogueira” ): o jn estava lá.
Pense no segundo turno em 2006, quando o jn do Ali Kamel omitiu o desastre da Gol para levar a eleição para o segundo turno.
(Clique aqui para ler “O primeiro golpe já houve. Falta o segundo” )
A Globo deve ao Zé Inacabado a absorção, suave, quase secreta, daquele terreninho invadido há 11 anos, sob a ponte do “seu frias”.
Clique aqui para ler sobre esse trampo do Inacabado e da Globo.
Amigo navegante, o jn de ontem é uma prévia do que os filhos do Roberto Marinho vão mandar o Ali Kamel fazer nessa eleição.
Porque a Dilma não é de agasalhar terreno invadido.

Paulo Henrique Amorim

Esse é o Kassab, amigo do Serra; 29 bairros de SP perdem vagas em creches.


O número de vagas na rede municipal de creches encolheu em 29 distritos da capital _ou 30% do total. Dados da própria Secretaria Municipal da Educação mostram que, no último ano, 1.382 crianças deixaram de ser atendidas. A situação é pior na zona sul, com dez distritos afetados.
A situação faz com que os pais dos menores tenham de procurar ajuda com vizinhos e parentes, já que a maioria afirma que não pode pagar por uma escola particular. Há ainda quem negue um emprego por não ter com quem deixar os filhos.
Informações do Agora




Obra de Serra terá continuidade com Goldman.


Homenagem ao Dia do Jornalista.




O jornalismo perdeu o pouco de dignidade que um dia possuiu. Zelador, gari, advogado, professor, vendedor, todos podem expressar a sua opinião política com relativa liberdade. Os trabalhadores vendem a sua força de trabalho, física e mental, mas mantêm um espaço de liberdade política. Os jornalistas vendem a sua liberdade. Suprema ironia: a liberdade de expressão e opinião vale para todos, menos para os jornalistas, que são forçados, pelos grilhões econômicos, pela insegurança trabalhista, a silenciar o que pensam ou a reproduzir opiniões que não são as suas, e sim de seus patrões ou dos interesses que eles representam.

Miguel do Rosário

Novo poço confirma potencial de óleo leve em Tupi.



A perfuração de mais um poço na área de Tupi confirmou o potencial de petróleo leve nos reservatórios do pré-sal daquela área, em águas ultra-profundas da Bacia de Santos.
O novo poço, denominado 3-BRSA-795-RJS (3-RJS-666), e informalmente conhecido como Tupi OW, está localizado na área do Plano de Avaliação de Tupi, em profundidade de água de 2.131 metros, a cerca de 270 km da costa do Rio de Janeiro e a 12,5 km a nordeste do poço descobridor 1-RJS-628 (1-BRSA-369).
A descoberta, comunicada nesta quarta-feira (7/4) à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural – ANP, foi comprovada por amostragens de petróleo leve (cerca de 250API) em teste nos reservatórios localizados em profundidades maiores do que as constatadas pelos poços perfurados anteriormente. (mais…)

Vox Populi: "Data-da-Folha precisa se explicar. Eles ouvem as pessoas na rua, nem sabem se moram na cidade".


Vox Populi acusa Folha de instrumentalizar políticamente o DataFolha, além de apontar erros óbvios na metodologia Pig-ista. Qualquer um que fez "Estatística 1" na faculdade sabe que fazer pesquisa de rua é tão científico quanto enquete de internet.
Qualquer um que acompanha a trajetória da Folha, sabe que eles perderam a credibilidade faz tempo.
O Vox Populi acusa também a Folha de se recusar a ouvir o instituto a respeito das diferenças de metodologia.
As críticas do Vox Populi foram publicadas pelo site Brasil Atual:
“Quem tem de se explicar é o Datafolha”, afirma João Francisco Meira, diretor-presidente do Vox Populi. Ele critica ainda a Folha por não ouvir o instituto ao questionar sua metodologia
São Paulo – Diante dos questionamentos a respeito dos resultados da pesquisa eleitoral do Vox Populi, o diretor-presidente do instituto João Francisco Meira critica a cobertura da Folha de S. Paulo e enseja ir ao ataque. “Quem tem de se explicar é o Datafolha”, afirma em entrevista à Rede Brasil Atual.(…)
A diferença de metodologia entre os realizadores de pesquisas eleitorais poderiam ser reduzidas, na visão de Meira, com diálogo entre as empresas, mas não há disposição para isso. “É uma discussão que deveria estar no plano técnico mas, por uma opção editorial, dão outro rumo”, lamenta.
“O Vox Populi tem um modelo, falamos na casa das pessoas, damos tempo para elas responderem, nossas pesquisas podem ser auditadas a qualquer tempo”, pondera. “O Datafolha faz entrevistas na rua, sem verificar se a pessoa mora mesmo na cidade”, compara.
Meira lembra que outros institutos como o Sensus e o Ibope trouxeram tendências semelhantes às contatadas pelo Vox Populi. Ainda segundo ele, o único com dados divergentes foi o Datafolha. “Na pesquisa de março, (os técnicos do Datafolha) não publicam detalhes, e as explicações que deram não batem”, critica.
As mudanças no cenário, relacionadas ao fim dos problemas com as chuvas em São Paulo e o crescimento sem causas específicas na região Sul foram as razões apresentadas pelo Datafolha.
Segundo Meira, a principal diferença entre os institutos é que o Datafolha faz parte de um grupo de comunicação que tem um jornal de grande circulação. “Não posso brigar com um jornal como esse”, sustenta. “Enviamos uma nota ainda no sábado para o jornal (Folha), mas nenhuma linha foi publicada. Queria saber se o manual de jornalismo que eles dizem respeitar está sendo respeitado neste caso”, ataca.

terça-feira, 6 de abril de 2010

GOVERNO LULA:Petrobras exporta volume recorde de petróleo em março.



SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras informou nesta segunda-feira ter registrado em março volume recorde de exportação de petróleo, com 733 mil barris por dia.
No mês, o volume exportado, de acordo com comunicado da estatal, atingiu 22,73 milhões de barris.
A melhor marca mensal de exportação de petróleo pela companhia, anteriormente, havia sido registrada em dezembro de 2008, com 113 mil barris diários.
Os Estados Unidos foram o destino de 32 por cento dos embarques, seguidos pela Índia (22 por cento), China (20 por cento), Europa (18 por cento), e o Japão e Canadá (4 por cento).
Os volumes referem-se às saídas físicas do Brasil no mês de março. Os faturamentos dessas cargas ocorrerão ao longo dos meses de abril e maio de 2010, informou a companhia em um comunicado.

Pobre compra computador e vendas explodem. Bye bye PiG(*)


Os pobres melhoram de vida e as lan-houses fecham. Que horror !


Saiu no Valor, pág.B3:
“Venda de PCs cresce 33% no primeiro trimestre.”
“No primeiro trimestre, as vendas de computadores totalizaram 2,8 milhões de unidades”
“O setor voltou ao patamar record de 2008.”
“A demanda das classes C e D pelo primeiro computador mais uma vez foi o principal fator para a expansão das vendas do varejo que totalizaram no trimestre 1,6 milhões de computadores.”
Saiu na Folha(**), pag. b1:
“País (sic) atrai multinacionais de informática.”
“Três fabricantes de chips devem chegar aos Brasil neste ano e outra dezena avalia projetos.”
Saiu no Estadão, pág. L1:
“Um ciclo chegou ao fim na quinta-feira passada quando as portas da Monckey, que chegou a ter 63 lan-houses, fechou a última casa.”
“O número de brasileiros da faixa C e D que consegue comprar computadores e acessar a internet aumenta a cada mês.”

Alunos do ProUni ganham bolsa para estudar na Universidade de Salamanca.



Ver 10 jovens brasileiros alunos do ProUni selecionados para estudarem com bolsa na Universidade de Salamanca, na Espanha, é a maior gratificação que um governo e seu Ministério da Educação podem ter, porque significa que a política adotada está dando resultados, afirmou o presidente Lula durante encontro em Brasília com os 10 estudantes brasileiros (oito homens e duas mulheres) que seguirão para a Espanha no próximo dia 12 de abril -- são três do Paraná, dois de Minas Gerais, dois de São Paulo, um do Maranhão, um da Bahia e um do Espírito Santo.
"O orgulho de ver vocês irem estudar fora, com bolsa de estudos garantida, é porque quando nós criamos o ProUni havia muita gente que não acreditava que o ProUni fosse dar certo, havia muita gente que achava nós íamos nivelar o ensino por baixo. Aliás teve gente que publicou em manchete: “Governo Lula nivela educação por baixo”, porque vai colocar na universidade jovens da periferia que estudaram em escolas públicas. A ida de vocês, a nota que vocês tiraram para poder ganhar essa bolsa, é na verdade a gratificação que nós queríamos, o pagamento que um governo, um ministro da educação quer, é de ver que a política adotada por ele teve uma retribuição extraordinária pelos alunos que estudaram", disse o presidente.
Rubens, Alessandro, Andrei, Danilson, Diogo, Alcino, Thiara, Tâmira, Rômulo e Douglas formam a primeira seleção de estudantes bolsistas do ProUni que vão alçar voo internacional. Foram apresentados ao presidente Lula e ao ministro Fernando Haddad (Educação) como símbolos do programa que tem por objetivo formar jovens que, em condições normais, não teriam como competir por uma vaga na universidade com alunos de famílias da classe média brasileira. Dentro dos próximos dias, desembarcam em Salamaca, na Espanha, para estudarem na universidade local. Serão engenheiros químicos, engenheiros em informática, farmacêuticos, pedagogos, engenheiro civil, comunicador visual e matemático.
“O grupo está bastante unido. Seremos um pedacinho do Brasil em Salamanca”, afirma Tâmira Elis Gressoni, que antes de conquistar a bolsa, estava na Polícia Militar de São Paulo, num trabalho administrativo voluntário. Danilson Almeida Silva é maranhense da cidade de Caxias. Apesar do “oceano de distância” que o separa de sua família, o jovem acredita que é uma oportunidade de mostrar que o Maranhão “tem também excelentes escolas públicas”.
Além do financiamento dos estudos, todos terão direito a uma passagem de ida e volta para o Brasil “para matar a saudade da família”, lembra Alessandro Veiga de Oliveira. Como contrapartida, o compromisso de todos retornarem ao Brasil tão logo concluam os respectivos cursos. No próximo ano, mais dez alunos serão selecionados. O convênio com a Universidade de Salamanca engloba bolsas para 40 jovens.

Professor Lula na BAND.




Lula na Band

Parece que os bons jornalistas andam em baixa. Sequer os rodados têm conseguido, à la Erasmo Carlos, manter a sua fama de mau.
Domingo, no Canal Livre da Band, Lula atropelou a cúpula do jornalismo da emissora. Fernando Mitre, Joelmir Beting, José Luiz Datena, Antônio Teles e Bóris Casoy, em certas horas, pareciam embasbacados e, vez por outra, não se contiveram em balouçar as cabecinhas, concordando entusiasmados com o presidente.
O único que tentou criticar Lula foi Ricardo Boechat, em participação gravada. No entanto, foi infeliz na pergunta, no tema e, principalmente, na ironia infantil que tornou sua questão uma bola levantadíssima para Lula que, macaco velho, não desperdiçou.
Louve-se a perspicácia, o jogo de cintura e o carisma que Lula sempre teve, acrescidos ao conhecimento sobre os problemas do Governo que o tempo na Presidência lhe deu. Não é, evidentemente, um interlocutor fácil de, digamos, encurralar.
Os anos de estrada dos questionantes, porém, não lhes permitiam dar vida fácil ao presidente.
Há coisas que precisam ser discutidas mais aprofundadamente, principalmente em período eleitoral.
A íntegra da entrevista pode ser vista aqui, em vários vídeos, na página do Canal Livre.

FBI lança a campanha “Adote o Fernandinho”


Fernandinho Henrique Tristinho...


Fernando Henrique Cardoso, o Fernandinho, está sendo tratado como um contaminado com gripe suína. Ninguém quer chegar perto, apertar a sua mão ou mesmo ficar no mesmo ambiente: vai que ele espirra!

É muita rejeição para um homem só.
Olha como ele está tristinho na foto acima…
Consternado com essa situação por que passa um ex-presidente importante da República – inventado por Itamar Franco, que foi inventado pelo Collor, que foi inventado pelo Alberico Cruz, que foi inventado pelo Roberto Marinho, que foi inventado pelo Grupo Time-Life e pela Ditadura Militar – o Festival de Besteiras na Imprensa lança a Campanha “Adote o Fernandinho“.

Quero lembrar aos ingratos do PSDB, do DEM, do PPS e do PV do B (Gabeira, Marina, etc) que o Fernandinho foi muito legal com eles todos, distribuindo “bene$$e$ e$tratégica$“, quando do processo das privatizações e da sua (dele) re-eleição.
O Fernandinho não merece a rejeição do Serra, do Aécio, do Arruda, da Yeda, do Kassab e de outros menos votados.
Da campanha do Serra, só a Dora Kramer está solidária com o Fernandinho. Mas que poder tem a Dora Kramer?
É muita humilhação para um intelectual que fala mal em vários idiomas…
Se o Fernando Henrique topar, o FBI pode adotá-lo.
Mas a condição é que fique caladinho ou fazendo palestras estranhas em portuglês, portancês, portunhol e, talvez até em português.
Eu mesmo arranjo uns lugares exóticos para ele faturar uma graninha, para me ajudar a sustentá-lo durante o período de adoção. Posso me esforçar para que ele apareça nas campanhas de TV de deputados(as) estaduais.
***
A outra condição é que o prazo da adoção acabe em novembro deste ano
Ninguém merece mais do que isso…
Tás a fim Fernandinho?

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Serra empaca e Dilma dispara. Data-da-Folha mentiu.

Será que esse ano ele ganha em Alagoas ?


Escondido e com título enganador, diz o Estadão, hoje, na pág. A11 que o Zé Inacabado – não é bom esse, amigo navegante ? (*) – empacou nas pesquisas, enquanto a Dilma cresce a passos firmes.

Em janeiro, segundo a Vox Populi, o Serra (sem a inauguração de obras inacabadas) tinha os mesmos 34% de hoje, depois da inauguração de obras inacabadas.
E a Dilma subiu de 27% para 31%.

Ou seja, Serra está onde sempre esteve a UDN, desde o Brigadeiro: nos 30%.
E olha que, segundo José Roberto de Toledo, ao lado, na Estadão, diz que “a petista avança devagar”, no momento em que apenas um terço do eleitorado sabe dizer espontaneamente em quem votar.

Ou seja, quando a força do recall é maior.

O Conversa Afiada recomenda também a leitura da coluna Rosa dos Ventos, de Mauricio Dias, na Carta Capital.

Mauricio, com a usual competência, lembra que Serra se vale de uma super exposição há vinte anos: Super- Ministro do Planejamento do Governo do Farol de Alexandria, quando, segundo o Farol, foi quem mais lutou para privatizar a Vale; Ministro da Saúde, quando instalou uma Gestapo sob o comando de Marcelo Lunus Itagiba; candidato derrotado a prefeito de São Paulo, candidato derrotado à presidência, vitória para prefeito e governador de São Paulo.
O Inacabado está lá, no pódium do PiG (**), há 20 anos.
Mesmo assim, institutos de pesquisas e analistas de pesquisas fora do Eixo do Mal (Data-da-Folha e Globope (***) ), estão certos de que Dilma é a favorita.
O PiG (**) esconde, mas Mauricio lembra.
Em 2002, quando o Serra levou uma surra de 61% a 39% do Lula , o Zé Inacabado só ganhou em um Estado: Alagoas.


Com que ideias o Serra pensa que será eleito ? Clique aqui para ler “Serra se lança como a UDN do Lacerda e um notável erro de concordância”.
Em tempo: ao mesmo tempo em que o Inacabado se lançava candidato, o Data-da-Folha (****) dizia que ele tinha disparado nas pesquisas.

O Inacabado é imbatível nas pesquisas do Eixo do Mal.
Não perde uma eleição.

Paulo Henrique Amorim

(*) De volta a São Paulo, num domingo de chuva, pude acompanhar o estado de “inacabamento” da Nova Marginal que o Serra inaugurou, ao mesmo tempo em que inaugurava o também inacabado Robanel dos Tunganos. Inaugurar essa Marginal só não é pior do que inaugurar maquete.

(**)Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista

(***) Não deixe de ler por que a Globo e o Serra não perdem no Globope. E clique aqui para ler sobre como o Serra Inacabado agasalhou uma trampa da Globo com um terreno invadido.

(****)Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é ; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

MANSÃO DE SERRA EM SÃO PAULO NÃO FOI DECLARADA AO FISCO, NEM À JUSTIÇA ELEITORAL.



Na Declaração de Bens que o ex-governador Zé Chirico entregou à Justiça Eleitoral, em 2006, não foi feita menção à nababesca residência do tucano no Alto de Pinheiros, bairro nobre da zona oeste paulistana.

Como se sabe, o pré-candidato do PSDB à presidência da República é o feliz proprietário de um palacete situado na rua Antônio de Gouveia Giudice, a poucos metros do chiquérrimo Shopping Villa-Lobos. Naquela região, conhecida pelo altíssimo padrão de vida de seus habitantes, os imóveis raramente custam menos de R$ 2 milhões.

Há pouco mais um ano, o jornal O Globo chegou a noticiar um assassinato ocorrido nas proximidades da suntuosa morada de Serra, fazendo uma alusão ao endereço ilustre.
Recentemente, a máfia midiática que infesta nosso país difundiu notícias de que o PT já teria encontrado uma "mansão" em Brasília para "acomodar" a ex-ministra Dilma Rousseff. Segundo a Folha, "o imóvel é térreo, tem três quartos e não fica de frente para o lago" , o que nos deu a dimensão da luxuosidade e do fausto exigido pela candidata petista ao Planalto.
Em matéria imobiliária, no entanto, os tucanos nadam de braçada. Em 2008, a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, realizou o sonho da mansão própria antes mesmo de tomar posse no cargo, e até mesmo a mobília lhe saiu na faixa.

Hidrelétrica liga ex-governador Roriz a esquema do DF.




Agência Estado
BRASÍLIA - O inquérito 650, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), abre nesta semana uma nova frente de investigação e reforça a condição do ex-governador Joaquim Roriz (PSC) como "pai" do esquema de corrupção de Brasília desmantelado pela Operação Caixa de Pandora.
Um documento a que o Estado teve acesso faz uma radiografia tão detalhada da hidrelétrica de Corumbá IV que a usina é tratada pelo Ministério Público como uma espécie de obra símbolo da corrupção no Distrito Federal - uma obra que teve nada menos que 17 aditivos ao contrato inicial, todos para injetar dinheiro público na construção.
Inaugurada em 2006 e construída pela estatal Companhia Energética de Brasília (CEB) em consórcio com a empreiteira Serveng-Civilsan, Corumbá IV foi orçada em R$ 280 milhões, mas custou R$ 716,2 milhões, em valores corrigidos - mais de duas vezes e meia o preço inicial. No inchaço de R$ 436 milhões, há uma fatia de R$ 179,6 milhões sem justificativa na prestação de contas.
O superfaturamento pode ser explicado com dois exemplos em que foram feitas alterações no projeto. O estudo de viabilidade do edital previa a construção de quatro pontes e 15 quilômetros de estradas vicinais de acesso à usina. Mas foram construídas 14 pontes e 108 quilômetros de estradas. "Não é razoável imaginar um erro tão substancial na elaboração de um estudo de viabilidade", anotaram os auditores. A suspeita é que várias estradas foram pavimentadas por pressão de fazendeiros e políticos locais e inventadas para gerar mais pagamento de propina.
A maior das estradas vicinais de Corumbá IV, com 23 quilômetros, liga Luziânia à usina, margeando propriedades do próprio Roriz, inclusive a Fazenda Palmas. A estrada foi batizada com o sugestivo nome de Lucena Roriz, que vem a ser o pai do ex-governador.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A MALHAÇÃO DO JUDAS.


Coelhinho da Páscoa, o que trazes pra mim?.
Sorocaba, SP, 20 de maio de 2000 - Flagrante do fotógrafo Luciano Quirino, na Praça Coronel Fernando Prestes, em frente do Clube União Recreativo, onde aconteceria um encontro regional do PSDB.

Não deixem de lembrar a todos: Serra é o candidato de Fernando Henrique Cardoso.


FILHO DE PEDREIRO TAMBÉM VAI VIRAR DOUTOR NO BRASIL.


Daniel, esse é um companheiro do Partido da Pátria Livre (ele é do MR-8 mesmo) que se formou pelo PróUni. Na formatura, ergueu essa faixa. Abço. Luciano Ribas - Santa Maria - RS

Vox Populi Expõe a Palhaçada Do DataDaFôia, Dilma Já Está Cafungando no Pescoço do ssERRA.

Vox Populi: Serra tem 34%, contra 31% de Dilma
Eliano Jorge

A pesquisa do Vox Populi, divulgada pelo Jornal da Band na noite deste sábado, 3, traz José
Serra, do PSDB, com 34% das intenções de voto para presidente da República. Dilma Roussef, do PT, aparece com 31%. Ciro Gomes, do PSB, soma 10%. Marina Silva, do PV, tem 5%.
Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, está caracterizado um empate técnico entre os candidatos tucano e petista.
No cenário sem Ciro, Serra soma 38%, Dilma, 33%, e Marina, 7%. Foram ouvidas 2 mil pessoas entre 30 e 31 de março. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), segunda-feira, 29 de março, com o número 7337/2010, encomendada pela Rádio e Televisão Bandeirantes.
Na sondagem eleitoral anterior do mesmo instituto, realizada entre 14 e 17 de janeiro, Serra registrava 34%, contra 27% de Dilma. Ciro tinha 11%, e Marina, 6%.

sábado, 3 de abril de 2010

Ainda Armando Nojeira, Texto Testemunho do Hélio Fernandes.



Muitos dos que acompanham este blog mandaram mensagens pedindo que opinasse sobre Armando Nogueira, em meio ao lamentável festival de lamentos e lamentações, que inundou, abastardou e desonrou a imprensa brasileira. Minha resposta foi simplesmente relatar fatos que envolveram esse “festejado” jornalista, ao qual, já disse aqui, dei seu primeiro emprego, como repórter esportivo no Diário Carioca.

E não há réplica quando se trata de fatos, como fica mais do que demonstrado, porque até agora nenhum “admirador” de Armando Nogueira enviou mensagem a este blog negando as verdades que tenho revelado, ao recordar apenas dois acontecimentos que, por si só, denegririam a carreira de qualquer jornalista. Leiam os comentários e tirem suas conclusões.

Como todos deveriam lembrar (especialmente os profissionais das outras organizações jornalísticas espalhadas pelo Brasil, já que a Globo não tem o menor interesse em reviver os escândalos em que esteve envolvida), em 1982 tivemos o caso Proconsult, uma farsa com participação ativa, decisiva e definitiva da Central de Jornalismo da TV Globo, da qual era diretor o próprio Armando Nogueira. Era um golpe monumental e extremamente audacioso, armado para fraudar a contagem de votos e tirar a vitória de Brizola.

O que a Globo e seus cúmplices (quais seriam?) não sabiam é que o policiamento das atividades da empresa Proconsult (contratada pela Justiça Eleitoral para fazer a “computação” dos votos) estaria a cargo de um delegado impar, inatacável e incorruptível. (Detalhe: esse fato também é rigorosamente verdadeiro e jamais foi revelado por nenhum dos “jornalões”. Tanto tempo depois, estou passando essa informação em absoluta primeira mão. É um fato nunca dantes revelado).

Esse delegado chama-se Manoel Vidal, um nome que honra a Polícia Civil do Estado do Rio. Sua carreira é sem igual. Foi o corregedor mais rigoroso que a Polícia já teve, afastou e processou uma quantidade enorme de policiais corruptos, inclusive delegados, fazendo a corporação “cortar a própria carne”. Depois, ocupou a Chefia de Policia, realizando uma administração exemplar.

Pois bem, ao comandar o policiamento na Proconsult, Dr. Vidal (doutor mesmo, não é “doutor” como Roberto Marinho) percebeu que havia algo estranho, muito estranho. Não demorou a perceber que estava num covil de lobos, disfarçados de cordeiros (um posicionamento que se encaixa na biografia de Armando Nogueira). Imediatamente, Dr. Vidal alertou o delegado Arnaldo Campana, muito ligado a Brizola, que contatou e alertou o candidato do PDT. (Repito, tudo isso é rigorosamente verdadeiro e esses pormenores até hoje jamais haviam sido revelados em nenhum outro veículo de comunicação).

Ao mesmo tempo, a apuração paralela montada pela Organização Jornal do Brasil e comandada por Paulo Henrique Amorim e Pedro do Coutto (nosso colega na Tribuna impressa e aqui no blog) não batia com os números divulgados pela TV Globo.

Ao ver que a vitória, garantidíssima nas urnas, estava sendo ardilosa, escandalosa e criminosamente arrancada de suas mãos, Brizola não titubeou, que palavra. Sem apoio da imprensa nacional (essa mesma imprensa que hoje tanto louva um personagem como Armando Nogueira), procurou os correspondentes estrangeiros e lhes concedeu uma explosiva entrevista.
Houve então o escândalo internacional, que destruiu a farsa e a fraude. Os carros da Organização Globo eram apedrejados nas ruas, uma vergonha imensurável. Gritava-se: “O POVO NÃO É BOBO, ABAIXO A REDE GLOBO”.

Como dizia Maysa Matarazzo, “meu mundo caiu”: a imagem da Globo desabou, levando junto com ela a trama e golpe armado contra Brizola. Seus votos enfim começaram a aparecer na TV Globo, a batalha estava ganha.

No desespero, o que fez Armando Nogueira? Mandou convidar Brizola para uma entrevista ao vivo na TV Globo e dela participou, não de corpo presente, mas através de um “telão”. Estrategicamente, Armando estava em São Paulo, para onde fugira quando o escândalo veio a público. E o que fez na entrevista? (LEIA ABAIXO, NA ÍNTEGRA) Armando simplesmente tentou “convencer” e “comover” Brizola, defendendo a lisura “dos 2 mil jornalistas da TV Globo”) e pedindo-lhe para “desagravar” a emissora. Brizola foi discreto e polido, mas não fez desagravo algum, não retirou nenhuma das acusações que fizera aos jornalistas estrangeiros.
Alguém foi punido? De onde surgiu a Proconsult? Quem a contratou? Quais foram os responsáveis pela trama Proconsult-Globo? Como diria Érico Veríssimo, “o resto é silêncio”.
Armando Nogueira perdeu o prestígio, mas não perdeu a pose. Já não mandava mais nada na TV Globo. Ficou encostado, para alguma eventualidade. e Roberto Marinho “importou” Alberico Souza Cruz, que era diretor de jornalismo da emissora em Minas Gerais e veio fazer no Rio uma dobradinha com o então diretor de telejornais de rede, Woile Guimarães.

O tempo passou, mas nada mudou. Em 1989, Armando Nogueira (ele, sempre ele) e Alberico Sousa Cruz estiveram no centro da polêmica sobre a edição do debate entre os candidatos à Presidência, Collor e Lula. A tristemente “famosa” edição do debate foi ao ar no Jornal Nacional no dia 15 de dezembro, antevéspera do segundo turno das eleições. A TV Globo claramente manipulou o resumo do debate a favor de Collor, mostrando os melhores momentos do candidato e os piores de Lula. Alberico Sousa Cruz sempre negou ter participado do episódio. Será? O testemunho do jornalista Marcos Vinicius (que era editor de Economia da TV Globo na época), em comentário postado ontem à noite na matéria Assessor de Lula rebate “críticas sobre apoio do Brasil a Cuba, mostra exatamente o contrário. E Armando Nogueira, que então era chefe de Alberico, não sabia de nada? Ha!Ha!Ha!

Poucas semanas depois, logo após a posse de Collor, bem no começo de 1990, quando o assunto já “começara a esfriar”, Armando Nogueira foi demitido e Alberico Souza Cruz assumiu o lugar dele como diretor da TV Globo.

Policial civil é confundido com professor, preso e agredido por PMs.

BLOG DO SARAIVA
O policial civil Jefferson Cabral sendo preso


do site da CUT, via Correio da Cidadania, dica de Ricardo Maciel

Na sexta-feira passada, mais de 40 mil professores paulistas foram impedidos pela tropa de choque da Polícia Militar de chegar até o Palácio do Morumbi, sede do governo estadual, para apresentar suas reivindicações.

Na oportunidade, bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral, gás pimenta e muitas balas de borracha transformaram as imediações do Palácio em palco de uma batalha campal.

Sindicalista e policial civil, Jeferson Cabral foi confundido com um professor, mantido preso e espancado por cerca de três horas dentro de uma viatura até que foi levado ao 34ª DP de Francisco Morato. Com a roupa rasgada e acompanhado por dirigentes do Sindicato dos Investigadores de Polícia, Jeferson foi até a Corregedoria denunciar os inumeráveis abusos dos quais foi vítima.

Ainda mancando com problemas no joelho e dores por todo o corpo, Jefferson Cabral falou sobre os descaminhos do desgoverno tucano e da importância da unidade de todos os servidores com a comunidade para derrotar a intransigência.

Como você foi preso?
Eu estava junto com os manifestantes quando começaram a atirar bombas. Em meio às nuvens de gás, comecei a tirar as pessoas dali, socorrê-las, levar para um lugar seguro. Quando estava tirando o segundo não vi que estava muito próximo de um policial militar motociclista. Entre vários, conseguiram me prender. (Na foto da UOL, vê-se que o cacetete está dobrado em seu pescoço). Disse que era delegado sindical dos investigadores. Foi quando me disseram: você vai pagar pelos outros.

E depois disso?
Fui colocado algemado e trancado numa viatura da Polícia Militar. Fui hostilizado, ofendido e ameaçado durante três horas e tratado como bandido, com todo tipo de ofensas, impublicáveis.
Houve ameaça?
Diziam a todo tempo que iam me levar para o “esquisito”, que na gíria é um local ermo, onde você pode ser submetido a qualquer agressão pois não haverá ninguém para testemunhar.
Diziam que iam acabar com a minha raça. As ameaças vieram de alguns policiais, desavisados, que me dominaram e não sabiam o que estava acontecendo, que havia um movimento lutando por direitos, reivindicando melhorias para toda a sociedade.
E então?
Foi quando trouxeram o comandante da operação, o coronel Veloso, que então se deu conta do tamanho do erro cometido. Me perguntaram se eu atirei pedras. Eu retirei paus e pedras das mãos de muitos, porque acredito que o nosso inimigo não é a polícia, mas o governo que a manipula para reprimir.
E aí, junto com os advogados do Sindicato, te dirigiste à Corregedoria para denunciar os abusos…

Exatamente. Fiz um Boletim de Ocorrência (nº98/10) e fui ao IML fazer o exame de corpo delito. Não consigo andar devido aos chutes que levei no joelho, na cabeça, costas e barriga.
Quando foste agredido desta forma?
Antes, durante e depois de algemado. O pior é que sou asmático e me deixaram um bom tempo com o cacetete vergado, como dá para ver pela foto, inclusive, quase sem respirar. Tive medo que me matassem.

Apesar da intensa brutalidade a que foste submetido, fizeste questão de estabelecer uma diferença entre o comportamento de meia dúzia de covardes e o grosso da corporação.
Antes de ser investigador de Polícia e delegado sindical em Taubaté, fui policial militar por quatro anos. Meu pai é policial militar. As agressões de que fui vítima, assim como uma boa parte dos manifestantes, foi provocada por indivíduos isolados.
Que estavam cumprindo ordens do governo Serra…

Infelizmente, sim. É uma grande pena e um verdadeiro tiro no pé essa orientação do governo porque muitos professores têm filhos que são policiais militares, têm o mesmo sangue.
Acho que essa agressão deve servir para a PM refletir e se unir à comunidade.