quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Jobim, um agente provocador no Governo




O ministro Nélson Jobim é a prova viva que estatura física e estatura moral não guardam proporção. É evidente para qualquer um que se tornou, hoje, um agente provocador incrustrado dentro do governo.
Toda semana, aponta o chafariz de sua vaidade na direção na direção de alguém, a quem tenta constranger. Agora, em entrevista à revista Piauí, segundo a Folha, foram as ministras Ideli Salvati – “muito fraquinha” – e Gleisi Hoffmann – “nem conhece Brasilia” – que receberam os respingos da grosseria de Jobim, que parece ter perdido nos tempos em que era gaúcho a fidalguia que é tão cara àquele povo.
Mas está evidente que se o Sr. Jobim é tudo o que sabemos e já se disse dele, há algo mais importante: tornou-se deliberadamente um sabotador dentro do Governo, está testando e provocando a autoridade de sua chefe, a Presidenta Dilma Roussef e, sobretudo, passou a ser um homem de comportamento absolutamente incompatível com a chefia do Ministério da Defesa e a coordenação de nossas Forças Armadas.
Explico: pode ser um padrão moral para os chefes militares ter um Ministro da Defesa que se dedica à arte – tosca, em seu caso – da provocação, da insubordinação a seus superiores hierárquicos e da incontinência verbal? O sr. Jobim é de um tempo em que o Direito se servia do latim o suficiente para saber o significado da expressão exempla trahunt, os exemplos arrastam. Para onde arrasta o exemplo de comportamento que o Ministro dá aos chefes militares?
Jobim está, nitidamente, provocando a Presidenta. Embora diga o contrário, quer ser exonerado e construir, assim, uma situação que lhe permita atacar o Governo. Se, como Ministro, já não guarda o silêncio obsequioso que a função de Estado o obriga, como ex-ministro, porém ainda “super-homem” e “resumo” dos três Poderes da República, pretende ser o centro de uma crise política.
A Presidenta sabe disso e deixa assar, o quanto é possível, a batata de de Jobim na fogueira de sua própria vaidade. Mas suspeito que a “fraquinha” Ideli Salvati e a “desorientada” Gleisi Hoffmann saberão achar a força e o caminho para dar ao senhor Nélson Jobim uma pequena resposta – política, porque a de antigamente, que deixaria a face rubra, agora é politicamente incorreta – merecida, e já.
A outra, bem maior, Dilma dará no tempo certo. E não demora.


“Estadão” desmonta coluna de Miriam Leitão




Publiquei, ontem, no blog Projeto Nacional, um texto rebatendo a coluna da jornalista Míriam Leitão, que atacava o Plano Brasil Maior, lençado ontem pela Presidenta Dilma Roussef. Um dos pontos em que ela se apoiava para atacar o plano era o que seriam “favores” á indústria automobilística, com se fosse uma “doação” às grandes montadoras.
Ontem à noite, o Estadão publica uma matéria que confirma o que dissemos ali: os benefícios são exclusivamente para as montadoras que fizerem investimentos e ampliarem o conteúdo nacional na fabricação de veículos.
“Medida Provisória publicada nesta quarta-feira, 3, vai permitir ao governo zerar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para as empresas que aumentarem o conteúdo nacional, elevarem investimentos e produzirem veículos inovadores (…)Pela nova medida, o governo vai abrir mão de parte da sua arrecadação, desde que a empresa apresente um projeto que envolva melhoria de competitividade. “O dinheiro será carimbado, ou seja, a empresa só poderá se beneficiar se tiver um projeto aprovado pelo governo”, diz um executivo do setor.”
(…)o governo quis acabar com a concessão de incentivos “gratuitamente”. Por isso, desta vez, foi colocada uma contrapartida para forçar a indústria a inovar e tornar o País um polo de engenharia automotiva. Técnicos dos Ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio preparam as linhas do programa, como o porcentual de conteúdo nacional e as alíquotas de IPI. Não há prazo para a publicação de um decreto com as regras.
Dona Miriam precisa ler mais jornais e ter menos ódio político. Senão, vai acabar dando razão ao Serra, que disse a ela na famosa entrevista da campanha eleitoral: “Imagina, Míriam, o que é isso? Mas que bobagem. O que você está dizendo, você vai me perdoar, é uma grande bobagem.”



Primeira manifestação de Geraldo Alckmin e Força Sindical, contra Dilma



Com apoio da Prefeitura , Gilberto Kassab e do governo do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), cinco centrais sindicais encabeçadas pela Força Sindical promoveram uma manifestação ontem para protestar contra a política econômica do governo Dilma.
Os participantes – 15 mil segundo a Polícia Militar e 80 mil segundo os organizadores – foram em passeata da Praça Charles Muller, no Pacaembu, até a Assembleia Legislativa. A Companhia de Engenharia e Tráfego (CET) acompanhou o percurso mas não conseguiu evitar o fechamento de quatro pistas da Avenida Paulista.
O trânsito ficou complicado em toda a cidade desde cedo, quando cerca de 200 ônibus começaram a chegar ao Pacaembu transportando representantes dos sindicatos filiados às centrais.

Dois helicópteros foram contratados pelos organizadores por cerca de duas horas para transportar fotógrafos e cinegrafistas que acompanhavam o protesto. O custo do aluguel das aeronaves, ônibus, cinco carros de som e alimentação dos participantes não foi informado. Segundo a Força Sindical, as despesas foram divididas entre as várias centrais e sindicatos.
Agenda unitária. A manifestação foi convocada para “sensibilizar a sociedade, o governo e o Congresso Nacional da importância de se aprovar a “Agenda Unitária da Classe Trabalhadora”". Além de reivindicar mudanças na política econômica – redução dos juros, desenvolvimento distribuição de renda -, as centrais listaram outras palavras de ordem menos precisas como o “combate a todas as formas de discriminação e violência e soberania nacional e autodeterminação dos povos”.
O protesto evidenciou o racha entre as duas principais centrais sindicais, a Força Sindical e a Central Única dos Trabalhadores (CUT)
”Sentimos a falta da CUT na manifestação”, disse o sindicalista. “Seria importante a presença deles, porque tenho certeza de que eles trariam mais pessoas para essa mobilização”.

A direção nacional da CUT informou que não participou por considerar que a luta prioritária no momento é o fim do Imposto Sindical.


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Se conselho fosse bom…




O “Financial Times” e o FMI dão hoje o mesmo conselho ao Brasil: “tá tudo muito bem, tá tudo muito bom, mas vocês precisam botar o pé no freio”.
É mais ou menos a tradução que se pode fazer do que disseram:
“O desafio para o Brasil é como administrar seu sucesso”, diz o FT, segundo a BBC.
“As perspectivas para a economia brasileira são positivas, mas há sinais de superaquecimento, avaliou o Fundo Monetário Internacional”, segundo a Agência Reuters.
Ora, como diria o Nélson Rodrigues, até as pedras da calçada sabem que os riscos e problemas agudos da economia brasileira não são os internos, mas o do mundo desenvolvido que estes nossos “muy amigos” representam.
Não há pressão inflacionária interna – exceto a do etanol – digna de significação, o que há é pressão cambial sobre os juros brasileiros, porque não há o que fazer com o capital sobrante no mundo desenvolvido, cuja economia virou um atoleiro.
Parece que a Presidenta Dilma Roussef estava adivinhando que nos dariam estes conselhos e já dispensou a ajuda, em seu discurso de ontem:
Aos que pensam que, em um momento de incerteza internacional como o que vivemos, o mais prudente é não agir e esperar a onda passar, eu contra-argumento, amparada na experiência que tivemos durante o período do governo do presidente Lula, em 2008 e 2009: é justamente em uma situação de tensões no mundo que devemos mostrar, além do indispensável bom senso, uma boa dose de ousadia.
Em 2008, enfrentamos a crise com desonerações e estímulos ao consumo. Hoje a situação é outra, mas não estamos dispensados de ser ousados. É claro que não vamos abdicar dos fundamentos do nosso modelo de desenvolvimento, baseado no controle da inflação, no rigor fiscal, no crescimento econômico com inclusão social e na preservação do nosso mercado interno. Mas este é, sem dúvida, o momento certo para desenvolver tecnologia e inovação. Este é o momento certo de agregação de valor na indústria nacional.”
É isso aí. Nosso mercado, nossa indústria, nossos empregos, nossa renda e nosso consumo são os combustíveis para fazer a roda girar. Se abrirmos mão deles, se frearmos demais o carro, voltamos a ser o Brasil da Roda Presa.


Defesa para de importar farda da China



Os militares aproveitaram o debate no governo sobre o Plano Brasil Maior, de incentivo à indústria, para se livrar dos uniformes camuflados sem qualidade fabricados na China.

Anteontem, a presidente Dilma Rousseff anunciou que o governo pagará até 25% a mais nos produtos nacionais para o uso das Forças Armadas. A medida está sendo comemorada pelas tropas.
Por ano, o Ministério da Defesa gasta R$ 100 milhões na compra de 400 mil uniformes camuflados de indústrias localizadas na China. A maior fornecedora é a Diana Paolucci, uma empresa brasileira radicada em território chinês.

Embora técnicos do governo afirmem que as licitações impõem exigência de qualidade, os militares da Aeronáutica, do Exército e da Marinha reclamam que a vida útil das peças não chega a um ano, especialmente na região amazônica.

Desconforto psicológico. O Comando Militar da Amazônia conta com 26 mil homens, a maioria usa uniformes camuflados com etiqueta de indústria chinesa, o que, segundo eles, causa certo “desconforto psicológico”.
O Planalto divulgou anteontem que o bolo de R$ 15 bilhões que a pasta da Defesa terá para compras neste ano ficará no País, especialmente nas indústrias têxtil e calçadista. O passe de mágica, na versão do governo, foi o decreto regulamentando a Lei 12.349, de 2010, que fixa as regras para compras governamentais. A regulamentação estipula a margem de preferência de até 25% nos processos licitatórios.
Na verdade, suspensórios, coletes balísticos e boinas já são comprados no mercado interno. O mesmo ocorre com os coturnos.

Desde 2010, o governo estabeleceu uma sobretaxa de US$ 12 para cada par de coturno importado, o que afastou os chineses da área de calçados.

O Ministério da Defesa é favorável a compra integral de fardas e coturnos verde-amarelas. Para os militares, incentivar a indústria brasileira de defesa é uma questão estratégica. Com a medida tomada por Dilma Rousseff, os militares dizem acreditar que o governo deu mais um passo na consolidação da barreira contra os produtos chineses na área.


Estado
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Senador do PSDB retira assinatura de pedido de CPI de Álvaro Dias



Mas nem os amigos do senador Álvaro Dias o apoia na criação da CPI.


O senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) retirou na manhã desta quarta-feira (3) sua assinatura da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) dos Transportes articulada pela oposição no Senado. Com isso, ficam faltando duas assinaturas para atingir o mínimo necessário (27 senadores) para que a comissão seja instalada.


Algum tempo depois da retirada da assinatura, o líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR), publicou a seguinte mensagem no Twitter: “A humilhação de quem retira assinatura de CPI é semelhante a de quem assina um cheque e só depois percebe que está sem fundos”.

Na terça-feira (2), a oposição, comandada por PSDB e DEM, tinha conseguido apenas as 27 assinaturas mínimas necessárias. No final do dia, porém, o senador João Durval (PDT-BA) também retirou a sua assinatura.

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Ministros passeiam na Câmara


Depois da audiência pública com o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, nesta quarta-feira, o ministro das Cidades, Mário Negromonte, vai à Câmara dos Deputados na próxima semana para esclarecer denúncias de supostas irregularidades nos contratos da pasta, que favoreceriam empresas doadoras de campanhas políticas. Segundo o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), Negromonte participará de audiência conjunta das comissões de Fiscalização Financeira e Controle e de Desenvolvimento Urbano na quarta-feira, dia 10. As informações são da Agência Câmara.
"Agora todo dia vem ministro aqui", disse Vaccarezza, sobre a nova estratégia do governo diante das denúncias. Ao invés de impedir que autoridades falem na Câmara, a base governista agora incentiva a ida dos ministros à Casa para evitar o desgaste do Executivo. "O comportamento do governo é de apresentar todos os esclarecimentos para o Congresso e para a sociedade", disse o líder do PT, Paulo Teixeira (SP).
A mudança de comportamento também foi avaliada positivamente pelo presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS). "Quero ressaltar a importância de os ministros se colocarem de forma aberta na Câmara dos Deputados e tratarem dos temas de interesse do País, do Ministério e do Parlamento. Isso demonstra sensibilidade, clareza política e respeito ao Parlamento", disse.
Nesta quarta, Wagner Rossi negou aos deputados da Comissão de Agricultura que exista um esquema de corrupção na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Ele atribuiu as denúncias ao "destempero" de um ex-funcionário "realmente ressentido".
Convocação foi acordo com a oposição
Em um acordo, a oposição na Câmara abriu mão de convocar os ministros e o governo garantiu a presença das autoridades - o que evita que os ministros sejam obrigados a comparecer. Na manhã desta quarta, a Comissão de Fiscalização e Controle aprovou, além do convite a Negromonte, a realização de audiências com os ministros da Comunicação, Paulo Bernardo; dos Transportes, Paulo Passos; do Desenvolvimento Agrário; Afonso Florence; e do Meio Ambiente; Izabella Teixeira; além do presidente da Agência Nacional do Petróleo, Haroldo Lima. Todos eles responderão por supostas irregularidades em contratos ou na gestão dos órgãos.
O líder do PSDB, Duarte Nogueira (SP), disse que a oposição ficou satisfeita com a aprovação dos requerimentos. "O líder do governo acordou que suspenderia a blindagem sobre as autoridades e marcaria as audiências. Agora nós estamos aguardando o agendamento para cobrar os esclarecimentos necessários", disse. Com o acordo, o partido apoiou as votações em plenário desta quarta-feira, deixando o DEM sozinho na obstrução.


Petrobras, a “ineficiente”, leva o Brasil ao topo




A Folha publicou: Brasil é o país que mais avaçou em petróleo no mundo entre 2001 e 2010. Subiu 60% nossa produção, e quase sem contar nesse total as reservas do pré-sal. Saímos de 18º lugar, com 1,3 milhão de barris/dia para o 13º, com 2,1 milhão debarris/dia.
E quem fez essa proeza? A arcaida, a ineficiente, a “jurássica” Petrobras. E não venham dizer que foi a privatização da exploração de petróleo que nos levou a esse ponto, porque é da estatal que vem 91% deste petróleo. Das outras, só vem alguma coisinha porque a Chevron e a Shell pegaram os bons campos de Frade e de Ostra, respectivamente, ambos na faixa de 60 mil barris diários.
É, mas a Petrobras só é mencionada uma vez, lá no finzinho da matéria.
E isso que o jornal registra é apenas o começo de uma escalada que vai quase triplicar nossa produção, até 2020.
A luta, agora, é para vencermos as pressões de quem não quer que se invista num grande parque de refin de petróleo, que nos torne exportadores de derivados, com valor agregado, e sim meros vendedores de petróleo bruto.
Essa gente não descansa, mas a Petrobras é um muro no qual costumam “quebrar a cara”.


Senador Mario Couto, queremos ver presos, Pagot, Sergio Duboc os donos da Croc Tapioca...

ANANINDEUADEBATES
Opinião,Pensamentos e Política


Os presidentes da Assembleia Legislativa do Pará, que montaram quadrilhas para roubar o dinheiro público, também a cassação de senadores, deputados e outros envolvidos em todas roubalheiras. O sr. não acha senador Mario Couto do PSDB?

http://ananindeuadebates.blogspot.com/2011/08/senador-mario-couto-queremos-ver-presos.html

terça-feira, 2 de agosto de 2011

As 56 escolas técnicas de Pernambuco. É o que vai segurar a economia




O João Cândido foi o primeiro a sair de Suape



Saiu no Estadão nesta segunda feira, pág. B14: O Governo de Pernambuco promove qualificação profissional a 17.077 alunos em 13 escolas técnicas que tem por meta inaugurar outras 43 até 2014.


O Sistema S, através do SENAI, integra o esforço por qualificação.


Capacitou 23 mil pessoas entre 2007 e 2010.


Este ano serão formados mais 48 mil técnicos.


A Universidade Federal de Pernambuco vai abrir o vestibular para Engenharia Naval.


O Instituto Federal de Pernambuco, que ensina a um total de 14 mil estudantes, em nove municípios, criou em novembro de 2007 um campus em Ipojuca, na região metropolitana de Recife.


Ali está instalado o complexo industrial portuário de Suape, e os cursos vão atender às necessidades de petróleo e gás e do Estaleiro Atlântico Sul, com cursos de técnico em construção naval e técnico em petroquímica.


Clique aqui para ler “Em Suape há uma revolução em curso e, ali, Eduardo Campos dá de 10 a 0 em Padim Pade Cerra”.


O Ministério do Trabalho abriu cursos para pedreiro, carpinteiro, armador e encarregado civil do Plano Setorial de Qualificação para petróleo e gás.


Seis candidatos foram selecionados.


As mulheres são maioria no curso de pedreiro.



1) de 2002 até hoje 800 mil jovens da Classe D entraram para a universidade;


2) Cem mil jovens da Classe D entram na universidade por ano;


3) Para cada ano que um jovem fica na universidade, o salário dele aumenta 15%, em relação ao que não foi à universidade.


O que vai segurar a economia é o aumento da renda derivado da qualificação e da formação universitária.


O Brasil consegue realizar o sonho de toda sociedade que aspira ao desenvolvimento: dar emprego a trabalhadores que agregam mais valor ao produto.


Ou seja, que horror !


Paulo Henrique Amorim


Fichas-sujas querem salários retroativos



Depois de garantirem o mandato por meio de decisão Judicial, deputados antes barrados pela Lei da Ficha Limpa ou que assumiram em lugar de colegas cassados procuram agora recuperar o dinheiro que teriam perdido no tempo em que ficaram fora da Câmara. Parlamentares desse grupo que tomou posse após o início do novo Congresso em 1.º de fevereiro estão se movimentando para tentar receber salários retroativos ao período compreendido entre a decisão da Justiça e o início efetivo do mandato.
Um requerimento formal já foi entregue à Mesa da Câmara pelo deputado Francisco Araújo (PSL-RR), e o deputado João Pizzolatti (PP-SC) está fazendo consultas à assessoria jurídica para saber se cabe um pedido de ressarcimento à Casa. Araújo assumiu o mandato no dia 12 de maio na vaga de Chico das Verduras (PRP-RR), cassado pela Justiça Eleitoral por compra de votos em 11 de fevereiro deste ano.
O deputado se sentiu prejudicado pela demora da Mesa em lhe entregar o cargo e solicitou os salários, auxílio-moradia e verbas devidas aos parlamentares no exercício do mandato retroativamente à decisão judicial que afastou o antecessor. O deputado Pizzolatti assumiu no dia 13 do mês passado com as deputadas Janete Capiberibe (PSB-AP) e Magda Moffato (PTB-GO).
Os três garantiram mandato beneficiando-se do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) na Lei da Ficha Limpa. Os ministros do STF decidiram, em março, que a lei não poderia ser aplicada nas eleições de 2010. Antes considerados fichas-sujas, os três recuperaram os registros e tiveram seus votos validados.
“Estou, primeiro, analisando a legalidade do pedido. Quero saber se temos o direito ou não (aos salários retroativos). Depois, vou avaliar a moralidade. O pagamento pode ser legal, mas pode não ser decente. Eu prefiro fazer uma avaliação pé no chão”, afirmou Pizzolatti.
A decisão, segundo ele, deverá ser tomada nos próximos dez dias, depois que tiver as informações jurídicas e fizer a avaliação política das eventuais repercussões que esse tipo de pedido pode provocar. O deputado descartou, no entanto, a hipótese de pedir ressarcimento de verbas indenizatórias. O salário de deputados e senadores é de R$ 26,7 mil. O período de três meses entre a decisão do Supremo até a posse em julho somaria R$ 80,1 mil de extras na conta do parlamentar apenas em salários.
Os deputados têm ainda a verba de gabinete no valor de R$ 60 mil, usada para pagar funcionários, a verba indenizatória paga mediante apresentação de comprovante de despesas inerentes ao exercício do mandato – em valores que variam de R$ 23.033,13 a R$ 34.258,50, dependendo da distância entre Brasília e o Estado de origem do parlamentar – e o auxílio-moradia de R$ 3 mil para os que não moram em apartamento funcional.
A pretensão de obter ressarcimento se baseia em decisões anteriores da Mesa da Câmara. Na década de 90, Albérico Filho (PMDB-MA) teve reconhecido pela Mesa o direito de receber salários retroativos – de 8 de janeiro de 1993 a março de 1995 – por danos pelo adiamento de sua posse no lugar de Ricardo Murad (PSD-MA).
Francisco Araújo já foi avisado de que o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), não vai atender ao pedido de salários retroativos. A assessoria do deputado informou que o parlamentar, no entanto, manifestou a intenção de buscar outras formas para obter o que considera um direito.


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Um tucano a menos no TCU



O pedido de aposentadoria do ex-presidente do Tribunal de Contas da União (TCU) Ubiratan Aguiar e o fim do recesso parlamentar no Congresso abrem uma nova disputa entre governo e oposição na Câmara. Nos últimos dois anos, o Planalto se queixava dos rigores da administração de Aguiar, ex-deputado do PSDB, no TCU. Os partidos governistas, porém, estão divididos em uma dezena de candidaturas e abrem espaço para uma nova investida da oposição no órgão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Câmara e Senado se alternam na indicação de seis das nove vagas de ministro do TCU - as outras são escolhidas pelo presidente da República - e agora é a vez de um deputado ganhar o posto. Para esta eleição, a novidade é a União dos Auditores Federais de Controle Externo (Auditar), que entrou na disputa. Mais do que lançar a campanha Ministro Cidadão, o movimento apresentou a candidatura do auditor Rosendo Severo e agora trabalha para ganhar o apoio de um partido. Estão na briga pela cadeira de Ubiratan três deputados do PMDB, um do PTB, outro do PSB, além de um do PT, um do PDT, dois do PR e um do PSC
Currículo do Ministro Ubiratan Aguiar
Deputado Federal eleito pelo Estado do Ceará - Partido da Social Democracia Brasileira-PSDB. Nascido no município de Cedro/CE, no dia 7 de setembro de 1941. Filho de Araken Sedrin de Aguiar e Maria Diniz de Aguiar. É casado e tem quatro filhas.


Fifa irritou Dilma ao negar credencial para concorrentes da Globo



Um dos principais motivos de irritação de Dilma Rousseff com o COL (Comitê Organizador Local) e a Fifa foi um pedido negado de credencias para jornalistas que fazem a cobertura diária do Palácio do Planalto.
Às vésperas do sorteio das eliminatórias da Copa de 2014, a equipe da presidente pediu cerca de 80 credenciais. Conseguiu algumas, mas a Fifa não quis dar autorização para Record e SBT acompanharem Dilma no evento.
O COL informou ao estafe presidencial que a federação internacional não poderia ferir o contrato com a Globo, que tinha exclusividade na solenidade, organizada pela Geo Eventos, da qual a emissora é uma das sócias.
Dilma se irritou. Ela e seu estafe interpretaram como uma retaliação de Ricardo Teixeira à Record, que tem exibido reportagens com denúncias contra o dirigente. A equipe da presidente alegou que o COL e a Fifa podem escolher seus parceiros. Mas o Governo Federal tem que garantir os mesmos direitos a todos. E é praxe os jornalistas de Brasília seguirem a comitiva presidencial.
Como resposta, o governo marcou uma entrevista de Pelé, na véspera do sorteio, no Museu de Arte Moderna do Rio, fora da jurisdição da Fifa e do COL. Lá todas as emissoras de TV tinham passe livre.
Para o governo, a Fifa foi arrogante. O COL argumentou que além do problema contratual havia uma limitação de espaço, sem contar que o prazo para credenciamento já tinha terminado. Defendeu-se também dizendo que concorrentes da Globo tiveram liberdade para trabalhar nas entrevistas após o evento.
A tendência é que mais atritos como esse aconteçam, pois os parceiros na organização da Copa tem interesses diferentes e conflitantes. Blog do Perrone


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“Acordo” de Obama chama-se rendição




Na madrugada de sábado, logo após a aprovação na Câmara – e rejeição no Senado, de maioria democrata- do tal plano republicano de elevação do limite da dívida em perto de US$ 1 trilhão, em troca de cortes orçamentários de US$ 917 bilhões, ao longo de 10 anos, a gente comentou aqui que isso não era nada.
Agora, quando Obama anuncia este “acordo” de duas etapas – onde a primeira – e talvez única – é igualzinha ao plano republicano, o julgamento não pode ser diferente.
É o nada. Não é sequer um remendo mambembe, destes que se faz com durepóxi, porque não se pode colocar uma peça nova. Se foram precisos três meses e a ameaça de um calote impensável para se conseguir isso, imagine-se o que ocorrerá na beira das eleições de 2012.
Porque a “respirada” de um trilhão de dólares não assegura que as contas fechem até as eleições. Nos dois anos e meio do Governo Obama, a dívida aumentou US$ 2,2 trilhões e háum série de operações em suspenso há dois meses, que devem dar um “empurrãozinho” inicial de algumas dezenas de bilhões de bólares, isso se não vier um rebaxiamento da nota dos títulos americanos nas agências de classificação de risco.
A única certeza é que vai faltar dinheiro para o que nem com dinheiro estava acontecendo: a recuperação da economia americana.
Esta é, nos tempos recentes, a mais demorada crise que os Estados Unidos Enfrentaram, como vocês podem ver nestes gráficos que adaptei do The Economist. Nem o PIB e muito menos os empregos conseguiram voltar aos níveis pré-crise.
O mundo vai continuar se arrastando, e se arrastando à beira do imponderável.



segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A ‘Disneylandia’ do filho de FHC




A perseguição da mídia a Lula e à sua família não terminou depois que ele deixou o poder. Desde a semana seguinte à posse de Dilma Rousseff, em janeiro, que os ataques ao ex-presidente miram todo e qualquer aspecto de sua vida particular – desde os valores que cobra para dar conferências (como faz seu antecessor Fernando Henrique Cardoso desde que deixou o poder) até as atividades privadas de seus familiares.
Essa perseguição obstinada, irrefreável e interminável acaba de ganhar mais um capítulo. Neste domingo, o jornal Folha de São Paulo expõe uma neta do ex-presidente-operário, Bia Lula, de 16 anos, que integra o elenco de uma peça de teatro que recebeu financiamento de 300 mil reais da operadora de telefonia OI. A matéria insinua que o financiamento só ocorreu devido à influência de Lula.
Este post, porém, não pretende questionar a função fiscalizadora da imprensa nas democracias e, sim, a seletividade nessa fiscalização. Não é ruim que a imprensa fiscalize a vida privada dos políticos desde que não faça isso em benefício de outros políticos, tornando-se partícipe do jogo político-partidário, o que lhe retira a credibilidade, razão pela qual esses conglomerados de mídia negam até a morte que têm qualquer preferência política.
Mas o que explica, então, que as atividades privadas dos filhos de um ex-presidente de determinado partido sejam devassadas dessa forma – não poupando nem uma garota de 16 anos ao lhe reproduzir a foto em uma matéria em que, ao fim e ao cabo, chama seu avô de ladrão (nas entrelinhas) – enquanto não acontece o mesmo com os negócios para lá de esquisitos do filho de FHC Paulo Henrique Cardoso, por exemplo?
Fico imaginando o que teria acontecido se Lula tivesse feito em relação ao seu filho o que fez o antecessor em relação ao dele, enquanto ambos governavam…
Em 1996, Paulo Henrique Cardoso era casado com a filha do dono do Banco Nacional, cuja falência foi evitada por medida provisória editada pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Aquela medida tornou possível a venda de parte boa do Banco Nacional para o Unibanco. A parte podre — de seis bilhões de dólares — ficou para o governo pagar. Este blogueiro se cansou de ler editoriais do Estadão defendendo a negociata.
Em 2000, dois anos antes de deixar o poder, FHC autorizou financiamento do seu governo à empresa do próprio filho, Paulo Henrique Cardoso, para montar o pavilhão brasileiro na Expo 2000 na Alemanha, na cidade de Hannover. Foram doados pelo governo federal, então, 14 milhões de reais. O Tribunal de Contas da União e o Ministério Público Federal chiaram, inclusive. A imprensa, porém, deu algumas raras reportagens sobre o caso e nunca mais tocou no assunto, sobretudo depois que FHC deixou o poder.
A boa e velha hipocrisia da mídia dirá que tudo isso aconteceu faz tempo e tentará convencer os incautos de que naquela época foi feito um barulho sequer parecido com o que se faz hoje sob meras especulações e não sob fatos concretos como aqueles que pesavam sobre o filho do ex-presidente tucano. Contra Fábio Luís Lula da Silva, por exemplo, afirmam que financiamento da OI à empresa dele seria escandaloso. Mas alguém viu algum jornalista chamar de escandalosos os fatos sobre o filho de FHC?
E o pior é que PHC continua se metendo em negócios estranhos, para dizer o mínimo. A mídia deveria ter curiosidade sobre seus negócios porque seu pai é o líder máximo do maior partido de oposição, partido que controla governos estaduais poderosos como os de São Paulo (o mais rico do país) e Minas Gerais, sem falar da ascendência do ex-presidente sobre a grande mídia, o que faz dele político a ser agradado por empresas privadas.
Veja só, leitor, o negócio fechado no fim do ano passado pelo filho de um dos políticos mais poderosos e influentes do Brasil, um negócio sobre o qual a grande mídia não especulou nada, não quis saber nada e não publicou nada. Em 29 de novembro do ano passado a Rádio Disney estreou oficialmente no Brasil na frequência FM 91,3 MHz de São Paulo. A emissora foi negociada no começo do ano, quando a Walt Disney Company se uniu à Rádio Holding Ltda. e comprou a concessão. A Holding pertence a Paulo Henrique Cardoso, filho do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e detém 71% do negócio.
Walt Disney Company é um dos maiores grupos de mídia dos Estados Unidos e esse será o seu maior investimento no Brasil. Teve que se associar minoritariamente ao filho de FHC porque a legislação brasileira não permite que empresas estrangeiras controlem veículos de comunicação. Por isso precisa de um brasileiro…
O filho de Lula, dito “Lulinha” pela mídia, recebeu acusações explícitas e incessantes por receber financiamento de uma grande empresa. Por que foi diferente com o filho de FHC? O caso deles é bastante parecido, ora. Ambos têm sócios poderosos em empresas de comunicação – “Lulinha” produz conteúdo para uma televisão UHF e Paulo Henrique é sócio de um tubarão internacional numa rádio.
É injusto dizer que há irregularidades nesses negócios de familiares dos ex-presidentes. Para expor as famílias da forma como a Folha fez com a neta de Lula, deveria haver mais do que especulações. Tanto para a família do ex-presidente petista quanto para a do tucano. Os valores que eles cobram pelas palestras, idem. Mas se a mídia quer investigar, que faça com todos os políticos e não só com aqueles dos quais não gosta.



Deputado do PPS tinha boquinha de R$ 287 milhões no Denit




O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes(Dnit) pagou R$ 286,9 milhões, entre 2004 e 2010, a uma empresa de Djalma Diniz (PPS), ex-deputado em Minas Gerais. No período, Diniz era detentor de mandato parlamentar. A contratação, pela administração pública, de empresas de deputados é vedada pela Constituição Federal e pela mineira. A empresa do ex-deputado mineiro está entre as dez que mais receberam do Dnit no País no ano passado.
Apenas em 2010, a Pavotec Pavimentação e Terraplanagem, da qual Diniz é sócio majoritário, recebeu do Dnit R$ 151,1 milhões para “manutenção” e “adequação” de trechos rodoviários em estradas federais de Goiás, Rio Grande do Norte, Piauí e Minas. Até então, o maior valor recebido pela empresa no período de um ano foram os R$ 36,3 milhões ganhos em 2009.
O ex-parlamentar foi deputado na Assembleia mineira por quatro mandatos. O primeiro teve início em 1995 e último terminou em 31 de janeiro de 2011. Diniz chegou a pedir registro de candidatura para tentar um novo mandato, mas desistiu.
Patrimônio. Na postulação, o ex-deputado informou um patrimônio de R$ 22,7 milhões, dos quais R$ 19,4 milhões são quotas da Pavotec. Em seu site, a empresa afirma que tem entre seus clientes, além do Dnit, a Valec, estatal de ferrovias também envolvida em denúncias de corrupção na área de transportes, e o Departamento de Estradas e Rodagem (DER) do Ceará, do Rio Grande do Norte e de Minas Gerais, além de importantes prefeituras mineiras como Belo Horizonte e Governador Valadares. Outras 11 cidades estão na lista.
A empresa informa ainda que tem como clientes grandes grupos como Petrobrás, Vale, CSN, Votorantim, e Anglo American.
A Constituição federal e a mineira vedam aos deputados “firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público”. Elas os proíbem também de serem “proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público”.
Para Floriano Azevedo Marques, professor de direito administrativo da USP, a Pavotec não poderia ter firmado contratos com a administração pública.


Estado


Por


A Folha persegue Lula




A Oi patrocinou mais de 180 projetos culturais, sendo a maior parte para artistas, como Jô Soares, atores e atrizes contratados pela Globo. Agora, está patrocinando a peça, “A Megera Domada”, clássico de Shakespeare, adaptado pelo autor da peça Walcyr Carrasco.


Entre as atrizes da peça, está Bia Lula da Silva, a neta do ex presidente Lula. O Jornal Folha de São Paulo insinua que esse é o primeiro patrocinio da tele, e a excessão seria por ter na peça a neta do Lula.


A peça, tem outros patrocinadores como a Editora FTD, nascida no Brasil, em 1902, dos irmãos Irmãos Maristas.


A edição da Folha sensacionalista deste domingo não viu, esqueceu de publicar.


Mas o jornal da familia Frias, não esqueceu de fazer insinuações maldosas contra a neta de Lula, que não é dona da peça e nem atriz principal.


A atriz protagonista é Giovanna Ewbank, esposa do Global Bruno Gagliasso, que a Folha, também não viu.


A Folha de São Paulo, não citou o autor da peça, Walcyr Carrasco, escritor, dramaturgo, autor de telenovelas da Rede Globo e colunista da Veja.


Os Frias vão perseguir até o último herdeiro de Lula?


Acho que nenhum presidente, foi alvo de tanta agressividade, de tanta maldade de certos setores da mídia como Lula.




É uma perseguição descabida. Pretendem estigmatizar todos os parentes de Lula.


Mônica Serra tem uma ONG, a "Se Toque", inteiramente bancada pela Sabesp com lei de incentivo fiscal do Estado. A ONG não cumpriu as metas fixadas no ano passado - visitas a escolas. E faz-se um carnaval porque uma neta de Lula é atriz em uma peça.


Oi patrocinou 187 projetos Programa Oi de Patrocínios: veja resultado


A Oi divulgou os selecionados em seu Programa de Patrocínios Culturais Incentivados 2011.


Foram escolhidos 187 projetos de todo o país, nas áreas de Artes Visuais, Cinema, Cultura Popular, Dança, Espaços Culturais, Música, Patrimônio Cultural, Publicação e Documentação, Teatro e Tecnologia e Novas Mídias. Os valores de cada patrocínio serão informados posteriormente aos selecionados. Na área de dança, foram selecionados 12 projetos: 1,2 na Dança (MG), Acervo de Mixion (RJ), Atos de fala (RJ), VIII Bienal Internacional de Dança do Ceará (CE), circulação nacional do Balé Folclórico da Bahia (BA), Dança & atitude – etapa 1 (CE), Festival Panorama – 20 anos (RJ), FID – Fórum Internacional de Dança 15 anos (MG), FIDA – Festival Internacional de Dança da Amazônia (PA), Momix – Bothanica (RJ), O Grande Circo Místico (RJ) e Vivadança Festival Internacional – 6ª edição (BA)



Jornalista “Global” adere à campanha #foraTeixeira




Aos poucos, jornalistas e funcionários das Organizações Globo começam a manifestar suas opiniões sobre a administração do futebol brasileiro.


Depois do narrador Milton Leite (relembre aqui), que criticou o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, em seu blog pessoal, agora é a vez do ex-árbitro Renato Marsiglia, comentarista de arbitragem do SporTV e da Globo.


Em uma coluna semanal que escreve, publicada em diferentes jornais do Sul do país, Marsiglia adere à campanha “Fora, Ricardo Teixeira”. Depois de falar do sucesso do site que pede a saída do presidente da CBF, Marsiglia escreveu nesta sexta-feira. (Leia aqui):


“O que leva um cidadão a ficar por mais de vinte anos na presidência da CBF? Paixão pelo esporte ou pelos negócios oportunizados pelo futebol para assuntos particulares? E o pior, com a cumplicidade das mais altas esferas desta República. Fala sério!”


Parceira comercial da CBF, a Globo detém os direitos de transmissão de partidas da seleção brasileira.


Porque Serra não disputará a prefeitura




Por Luis Nassif, em seu blog:


Há uma razão objetiva para José Serra abrir mão da candidatura a prefeito de São Paulo. Uma, não: duas pesquisas que representam quase seu atestado de óbito político.


As duas foram encomendadas pelo PSDB paulista. Uma delas foi conduzida por Antonio Prado, que trabalha normalmente para o partido. A conclusão foi unânime: a pré-candidatura Serra está desidratando.


Na pesquisa foram incluídas inclusive questões a pedido do próprio Serra.


Sobressaíram respostas como: Serra não cumpre o que promete; não está interessado na prefeitura; se eleito, vai desistir do cargo.


A avaliação negativa foi maior ainda entre militantes tucanos.


Segundo fontes bem situadas do tucanato paulista, ao tomar conhecimento da pesquisa, a reação de Serra foi imediata: não sai candidato mesmo.


Agora, o jogo da sucessão está assim:


1. No PSDB o caminho está aberto, sem candidaturas definidas.


2. No PT, Fernando Haddad sai na frente mas ainda não são favas contadas.


3. O PMDB lança Gabriel Chalita, mas o enfoque do partido sempre foi nacional. Provavelmente o lançamento visa apenas ganhar cacife para as negociações com o PT.


4. Gilberto Kassab está se afastando inexoravelmente de seu padrinho José Serra.


Se não conseguir firmar o PSD, provavelmente apoiará a candidatura de Eduardo Jorge, do Partido Verde, já que Guilherme Afif Domingos não parece disposto a encarar uma campanha.


O grupo de Serra, em São Paulo, está restrito a Aloysio Nunes, Roberto Freire e Andrea Matarazzo.


PEC da redução da jornada de trabalho não está na pauta do Congresso





O retorno aos trabalhos legislativos, nesta segunda-feira (1º), deverá ser marcado pela continuidade da apreciação de projetos que já compunham a pauta do Congresso Nacional do semestre passado. Segundo o líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (PT-SP), assuntos conhecidos dos parlamentares como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300, que cria o piso salarial nacional para bombeiros e policiais, e a regulamentação da Emenda 29 vão ter “um bom encaminhamento”.
Apesar disso, os projetos podem sofrer alterações ou dar lugar a novas propostas sobre os mesmos temas. “O segundo semestre será uma repetição do primeiro. Não vai ter grandes problemas. Vai ter encaminhamento bom para a discussão da PEC 300, não vai votar a CSS [Contribuição Social para a Saúde], vai ser feita uma nova lei para regulamentar a Emenda 29, sem a criação de impostos”, afirmou o líder. De acordo ele, a discussão sobre o financiamento da Saúde também pautará o trabalho dos deputados.
O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), também já assumiu compromisso com a votação do projeto que modifica o Supersimples – regime tributário simplificado – e o que transforma o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em autarquia federal. O projeto de lei complementar que isenta do Imposto Sobre Serviços (ISS) em todos os municípios e no DF atividades relacionadas a obras da Copa do Mundo e Olimpíadas também deverá ser votado no retorno do recesso parlamentar.
Os projetos que anistiam os bombeiros do Rio de Janeiro pelas infrações cometidas durante protestos foi apensado a outro que trata da anistia a militares em diversos estados pelos mesmo motivos. A expectativa é que a votação ocorra logo que a pauta estiver destrancada pelas seis medidas provisórias que estão impedido votações na Câmara dos Deputados. Com urgência constitucional vencida, o projeto que trata do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) também tranca a pauta.
Há ainda um forte movimento na Casa para a votação da PEC do ex-ministro Paulo Renato que cria o Tribunal Superior da Probidade Administrativa, além de outras propostas que forem acordadas pelos líderes partidários na primeira semana de retorno.
Na volta ao Congresso, os senadores também terão a tarefa de encarar projetos polêmicos que ficaram pendentes no primeiro semestre. É o caso do novo Código Florestal, já aprovado pela Câmara, e que tramita nas comissões da casa, e as PECs que tratam da reforma política e do rito de tramitação das medidas provisórias.
A discussão antiga sobre a regulamentação do mercado de canais de televisão por assinatura também deve estar entre os temas a serem apreciados. Assim como projetos de menor polêmica, como é o caso do que proíbe o procedimento da revista íntima de funcionários nos locais de trabalho.


Com Agência Brasil