quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Colunista da Veja "se retrata" após divulgar foto falsa de LULA

 
Por DiAfonso [Editor-geral do Terra Brasilis]

Das três uma: o colunista da Veja, Ricardo Setti, é ingênuo, incompetente ou malicioso. 

Acaso ele não sabe da guerra que a mídia golpista tem travado para, irresponsavelmente, desconstruir a imagem de LULA e a vitoriosa gestão petista frente ao governo federal? 

Acaso ele não sabe o que a revista Veja tem feito com o seu jornalismo de esgoto e banditismo midiático, sendo o próprio Ricardo Setti um dos feitores da merda de jornalismo executado pelo Grupo Abril?

Ora!!!

Veja, abaixo, imagem montada veiculada pelo colunista e, em seguida, a imagem original e as posteriores desculpas do jornalista. Desculpas públicas, vindas da Veja, é jogo de cena. 

Note que ele pede desculpas "às três pessoas" que aparecem na montagem, mas não lhes dá o nome. Proferir o nome do ex-presidente LULA e lhe pedir desculpas públicas é demais, né não, Ricardo Setti? ( vagabundo, Pilanta) adjetivos dado por mim a esse idiota da veja.
 
 
Amigas e amigos do blog, não tenho compromisso com o erro, e nem medo de pedir desculpas.

Então, queria dizer que a suposta foto que até há alguns minutos ilustrava o post sobre o “Caso Rose” que publiquei hoje, mostrando Lula supostamente abraçado a Rosemary Noronha, de um lado, e a dona Marisa Letícia, de outro, é na verdade uma montagem.

Foi feita a partir de foto do Carnaval de 2009, no Sambódromo. Na foto, realmente Lula abraça dona Marisa e outra mulher, na verdade a esposa do cantor Neguinho da Beija-Flor, Eliane Reis. Neguinho aparece na foto original, abraçado a Lula e a dona Marisa, mas foi eliminado na montagem.

 http://profdiafonso.blogspot.com.br/2012/12/colunista-da-veja-se-retrata-apos.html

Tucanos escolheram penalizar o povo na conta de luz, para beneficiar acionistas


Os governadores tucanos Geraldo Alckimin (SP), Beto Richa (PR) e Anastasia (MG) com apoio do senador Aécio Neves, deram um tiro no pé, ou melhor, no bolso da população de seus estados, ao não aderirem ao plano da presidenta Dilma para baixar a conta de Luz.

O resto do Brasil todo aderiu. Com isso a queda média nacional na tarifa será de 16,7%. Se os governadores tucanos tivessem aderido, seria 20,2%.

Os tucanos preferiram priorizar o lucro maior dos acionistas da CEMIG, CESP e COPEL do que aliviar o bolso da população, e os custos da industria. A população destes estados será mais penalizada do que o resto do Brasil. Além de pagar tarifa maior, espantará para outros estados novos investimentos industriais que geram empregos, impostos e movimenta a economia.

Os tucanos e acionistas só olharam para o curto prazo. Terão um lucro pouco maior por um, dois ou três anos, depois perderão a concessão das Usinas que estão vencendo, e irão a leilão. Terão que disputar com outras empresas em condições mais desfavoráveis.

 http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2012/12/tucanos-escolheram-penalizar-o-povo-na.html

PROTEÇÃO AO RUBRO NEGRO EXAGERADA








O Campeonato Brasileiro 2012 terminou no domingo e um site que analisa erros de arbitragem resolveu colocar em dúvida o título do Fluminense e até a permanência do Flamengo na Série A. Segundo o portal “Placar Real”, se não fossem as marcações erradas de juízes e bandeirinhas, o Atlético-MG seria o campeão com 76 pontos, seguido pelo Grêmio, com 70. O Tricolor só apareceria em terceiro, com 69, oito pontos a menos do que terminou na tabela.
 
 Já na zona de degola, o Flamengo cairia com Palmeiras, Figueirense e Atlético-GO. Conforme o site, o Rubro-negro ganhou dez pontos como “benefício” da arbitragem e, se não fosse isso, cairia de 11º para 18º, sendo rebaixado como consequência.
 
 
A quantidade de pontos conquistados deixa o time carioca como o mais beneficiado pela arbitragem, de acordo com o “Placar Real”. Em segundo vem o Fluminense, seguido de Cruzeiro e Santos.

O Vasco ganhou apenas um ponto, enquanto o Botafogo foi um dos mais prejudicados. O Alvinegro teve menos quatro, segundo a contagem do site. A equipe mais prejudicada foi o Corinthians, com nove pontos a menos.
Fonte: Extra Online 
 
 http://tertulino.blogspot.com.br/2012/12/protecao-ao-rubro-negro-exagerada.html

JUSTIÇA É COISA SÉRIA - O CASO FUX E A CORAGEM DE NÃO DEIXAR ESSE ABSURDO CAIR NO ESQUECIMENTO



Por Mauro Santayana


Jornal do Brasil

Vamos deixar a um canto o julgamento da Ação 470. Trata-se de um fato consumado. Ao julgar os réus daquele processo, o Supremo Tribunal Federal passou a ser julgado — não pelos meios de comunicação, que o têm aplaudido; não pelos setores da classe média do Sul e do Sudeste, que se sentem ressarcidos moralmente, com a condenação de correligionários de um apedeuta nordestino, operário metalúrgico, que conseguiu eleger-se e governar o país. Para todos esses, o Supremo foi o Areópago dos tempos míticos, com os juízes sob a presidência, invisível, mas infalível, da deusa Atena. Mas há quem examine a situação com outros olhos.

O jornalista mineiro José das Dores Vital acaba de publicar um ensaio delicioso, Como se faz um bispo, mostrando o jogo que se esconde na escolha de um novo prelado na hierarquia católica. As revelações do ministro Luis Fux, publicadas no fim de semana pela Folha de S.Paulo, sobre os seus esforços a fim de se tornar ministro do STF, sugerem um best-seller, como o de Vital.

Seria muito interessante mostrar como se escolhem alguns dos mais elevados magistrados da República. Muitos deles, pelo que andam anunciando, pretendem ser os arcontes do Estado Nacional e pairar sobre todos os seus poderes, assentados no monte de Ares (ou de Marte, em latim), dedicado ao deus da guerra.

Fux conta como pediu a Deus, e a todo mundo, que o indicassem para ocupar uma vaga no Supremo: de João Pedro Stédile, do MST, a Delfim Netto, incluindo José Dirceu e outros réus da Ação 470 que ele, Fux, julgaria. Segundo a Folha de S.Paulo, um seu emissário, em seu nome, solicitou ao jornal que ele fosse ouvido. E foi muito bem entrevistado, por uma das mais argutas e ferinas jornalistas brasileiras, Mônica Bérgamo.

Diz o juiz que ficou “estarrecido” com as provas contra Dirceu e os outros, e, assim, votou pela condenação dos réus. Estarrecidos estamos todos nós, com as suas revelações. Fosse ele um juiz de tempos mais antigos, é provável que se declarasse suspeito e se eximisse de participar do julgamento. Não por se sentir tentado a absolver, por gratidão; mas, sim, por se sentir tentado a condenar exatamente por ter sido ajudado. Há uma desconfiança universal e muito antiga de que muitos, ao receber um favor, passam a odiar quem os ajuda. Não se trata de uma regra mas, sim, de exceções. Não para Ulysses Guimarães que dizia: o dia do benefício é a véspera da ingratidão.

Há dois mecanismos mentais que explicam esse paradoxo. Um deles é a soberba do favorecido, sobretudo nas indicações políticas. O outro é o de compensação do sentimento de humilhação do imaturo ao pedir o favor ao poderoso — tão mais forte a ponto de lhe conceder o pedido. No primeiro caso, o ajudado passa a acreditar que não foi escolhido como um favor mas, sim, pelo reconhecimento de seus méritos. “Ele só podia me ter escolhido, porque, dentre todos os outros, só eu sou capaz”.

Assim também poderia pensar Fux, embora seu confessado pranto de regozijo, junto ao ministro da Justiça, não sugira essa espécie de sentimento. Resta o outro — o do constrangimento pela súplica do apoio. Se o juiz Fux condenou os réus com a convicção de julgador, ou não, importa pouco, nesta fase do processo. O que qualquer cidadão pode condenar é a forma pela qual ele e outros foram escolhidos. Que um candidato a qualquer cargo peça apoio, é natural — mas deve preservar um pouco de decoro em sua postulação. Lula, submetido a duras provas pessoais nos últimos meses, ao aprovar o nome de Fux junto a Dilma, não soube desconfiar de quem trazia indicações tão amplas, que provinham de todas as direções ideológicas. Em Minas, a ideia é a de que aquele que tem a recomendação de todos não tem recomendação alguma.

O passado de um candidato ao STF deve ser examinado ao microscópio. Os juízes do Supremo Tribunal são a última instância na defesa das pessoas contra o Estado e na defesa do Estado contra seus inimigos. Eles devem ser personalidades de indiscutível probidade mas, da mesma forma, mostrar o saber necessário para atuar com toda a isenção possível. Os juízes não são anjos vingadores, celebridades do showbusiness, nem cúmplices dos criminosos. São, ou devem ser, cidadãos acima dos interesses e das paixões, para assegurar a todas as pessoas justas o direito à vida, na segurança da paz. É preciso encontrar critérios mais rigorosos, transparentes e universais, para a indicação e aprovação, pelo Senado, dos ministros do STF.



Jornal do Brasil

Justiça é coisa séria

http://www.jb.com.br/coisas-da-politica/noticias/2012/12/04/justica-e-coisa-seria/

http://007bondeblog.blogspot.com.br/2012/12/justica-e-coisa-seria-o-caso-fux-e.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+blogspot/NIKX+(007BONDeblog)

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Justiça mantém Cachoeira solto

APOSENTADO INVOCADO

O objetivo do APOSENTADO INVOCADO é lutar contra a imprensa corrupta, golpista , ultra racista e ladra brasileira. Essa instituição que escolheu ser um partido político e de oposição ao povo brasileiro.

Justiça mantém Cachoeira solto e ele avisa que está voltando para a revista Veja. Civita e Policarpo Jr. prometem uma grande festa. Viva a Justiça brasileira!




Cachoeira deixou a prisão em 21 de novembro: habeas corpus referendado

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília, decidiu ontem manter o contraventor Carlinhos Cachoeira em liberdade. Por dois votos a um, os desembargadores rejeitaram recurso do Ministério Público Federal com pedido de prisão imediata para o bicheiro em processo sobre os desdobramentos da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal. O entendimento é que Cachoeira foi prejudicado pelo excesso de prazo para a conclusão da investigação sobre a organização que explorava máquinas caça-níqueis e jogos de azar em Goiás. O bicheiro está solto há 14 dias, depois de passar nove meses na cadeia.

O desembargador Tourinho Neto já havia decidido, em caráter liminar, pela soltura de Cachoeira em 15 de outubro. O contraventor continuou encarcerado, no entanto, até duas semanas atrás, devido a decreto de prisão preventiva em outro processo: a Operação Saint-Michel, desdobramento da Monte Carlo. Em 21 de novembro, a 5ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal condenou o bicheiro a cinco anos de reclusão, possibilitando que ele recorresse em liberdade, por tráfico de influência e formação de quadrilha. Ontem, Tourinho Neto manteve, no mérito, a decisão pela soltura.

A defesa argumentou que Cachoeira foi prejudicado pelo excesso de prazo para o fim da investigação, argumento que acabou aceito pela maioria dos desembargadores. Na sustentação oral, o advogado do bicheiro, Antônio Nabor Bulhões, disse que o cliente ficou preso numa masmorra, em referência ao Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, e que sua saúde está debilitada. Tourinho Neto e o desembargador Cândido Ribeiro concordaram que alguns pedidos da defesa, como acesso a gravações telefônicas, demoraram a ser atendidos.

Houve discussão entre Tourinho Neto e a desembargadora federal Mônica Sifuentes, que divergiu da decisão dos colegas. Ela relativizou o excesso de prazo alegando que o processo era muito complexo. Se concedermos o habeas corpus, iremos de encontro com nossa própria jurisprudência, inclusive, em casos mais complexos, afirmou Mônica, sem convencer Tourinho, que atribui a culpa pelo excesso de prazo do processo ao juiz de primeira instância, Alderico Rocha dos Santos, que teria demorado a responder aos pedidos da defesa.

Em entrevista após a decisão, a defesa de Cachoeira comparou a prisão do bicheiro à liberdade dos réus do mensalão. Lembraria a vocês que o maior exemplo de que, no nosso sistema jurídico constitucional, a prisão não pode ser usada como instrumento de antecipação de punição é o que ocorre no mensalão. O procurador disse tratar-se do mais grave, mais sério, mais atrevido esquema de desvio de dinheiro público e de corrupção da história da República. E, ainda assim, diante desse processo, jamais requereu a decretação da prisão preventiva dos acusados, disse Nabor Bulhões.

http://aposentadoinvocado1.blogspot.com.br/2012/12/justica-mantem-cachoeira-solto-e-ele.html

No governo FHC corrupção era descaradamente acobertada




Ontem (3), o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, afirmou publicamente que “A corrupção não está mais debaixo do tapete” e que, “Hoje, há mais autonomia dos órgãos de fiscalização e controle como o Ministério Público, a Controladoria Geral da União (CGU) e a Polícia Federal”.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de pronto, rebateu a afirmação de Carvalho. À noite, no Jornal Nacional, a reportagem mostrou parte das declarações do ministro e do ex-presidente sobre o assunto. FHC, visivelmente alterado, qualificou como “leviandade” a declaração do adversário político.

Vejamos, pois, quanto de motivos teve o ex-presidente para se irritar assim com a declaração do ministro de Dilma.

FHC, quando governou, foi beneficiário da cumplicidade da mídia, que ajudou a acobertar descaradamente a corrupção ao sonegar ao público notícias sobre escândalos que dispensariam o bom e velho “domínio do fato” devido à vastidão de provas que havia.

Nesse ponto, há que fazer jus ao jornal Folha de São Paulo, o único grande veículo que denunciou adequadamente a compra de votos para a reeleição de FHC, quando deputados da base aliada de seu governo foram grampeados declarando, ipsis-litteris, que haviam sido pagos pelo então ministro (hoje falecido) das Comunicações, Sérgio Motta, para votarem a favor da emenda constitucional que permitiu ao tucano obter um segundo mandato em 1998.

Além de FHC ter mudado as regras de jogo com ele em andamento ao propor ao Congresso a emenda da reeleição – o que Lula não se permitiu fazer apesar de ser tratado pela mídia tucana como se tivesse tentado e não conseguido –, ainda teve uma denúncia muito bem fundamentada, com provas materiais, de que deputados foram pagos para apoiá-lo.

Além da Folha de São Paulo, nenhum veículo de peso deu destaque ao escândalo. E o procurador-geral da República de então, que o presidente tucano manteve no cargo por oito anos – Lula, nesse período, nomeou QUATRO procuradores-gerais –, não esboçou a menor reação.

Observação: essa foi a principal razão de o ex-PGR Geraldo Brindeiro ter sido alcunhado como “engavetador-geral da República”.

Controladoria Geral da União? No governo FHC chamava-se Corregedoria, em vez de Controladoria, e jamais incomodou o governo, enquanto que a CGU de Lula e Dilma tem sido uma pedra no sapato deles, pedra colocada por eles mesmos no âmbito do esforço hercúleo que fizeram para dar transparência ao que o antecessor tucano escondia.

Polícia Federal? Essa só serviu mesmo para ajudar o governo, ou melhor, o candidato do governo FHC à própria sucessão. Ou alguém esqueceu que a PF só incomodou políticos da oposição durante a era tucana e que seu maior feito foi em 2002, quando destruiu a candidatura de Roseana Sarney para ajudar o candidato governista, José Serra?

FHC esbofeteou a nação ao comparar a omissão criminosa dos órgãos de controle de seu governo (no que tangia a investigá-lo) com a atuação deles hoje. E esse crime foi cometido com o concurso de praticamente toda a grande imprensa, que não só fechou os olhos para a corrupção da era tucana como levantou escândalos só contra a oposição petista.

E se você, leitor, acha que exagero, assista, abaixo, vídeo (completo) de entrevista que o dito “decano do colunismo político brasileiro”, Janio de Freitas, da Folha de São Paulo, concedeu ao programa Roda Viva. Na ocasião, como se pode ver no vídeo, afirmou que a mídia funcionou como “suporte político” do governo FHC.

*
Roda Viva  Janio de Freitas - 06/08/2012



O Capital do PT




José Roberto de Toledo – O Estado de S.Paulo


03/12/2012

Em 2012, o PT tornou-se o maior partido do Brasil em votos recebidos, eleitorado a governar e dinheiro arrecadado. O partido completa 10 anos de governo federal – o maior tempo contínuo de um mesmo grupo político no poder em períodos de democracia plena. Conquistou a maior cidade do país. A presidente está no auge da popularidade e tem quase 80% de apoio no Congresso, em média. Os dois favoritos para 2014 são do PT.

Reserva moral do PSDB – nas palavras de José Serra -, Fernando Henrique Cardoso descreve sua melancolia com a política partidária e defende a necessidade de “bradar e mostrar indignação e revolta, ainda que pouco se consiga de prático”. Quando a oposição está melancólica, a situação deveria estar exultante. Só que não.

O PT não sai das manchetes, mas por causa do outro lado da força. Condenada pelos ministros que pôs no Supremo Tribunal Federal, a cúpula que levou o partido ao sucesso vê-se na incômoda perspectiva de exercer o poder desde a cadeia. É um preço caro a pagar. Provavelmente caro demais.

As contradições entre o primeiro e o terceiro parágrafos alimentam a especulação: estará o PT no cume à beira do precipício? Ou desfruta a segurança de um espaçoso planalto?

No que depender das previsões das consultorias econômicas e dos “pundits” brasilienses, a derrocada é logo ali na frente. O problema é que se tem mais chance de êxito apostando num cara ou coroa do que acreditando nas projeções de especialistas. Melhor olhar para trás e tentar entender como chegamos aqui.

A estabilização econômica propiciou a emergência de um mercado interno grande e ativo. Aumentos reais do salário mínimo diminuíram a desigualdade de renda e deram lastro para a popularização do crédito. A redução das taxas de juros rompeu o dique financeiro e deixou o dinheiro irrigar a economia. Nada disso é monopólio petista, mas foi o PT que, por oportunidade ou competência, melhor faturou eleitoralmente o processo.

Partidarizar ideias que são patrimônio nacional as enfraquece. Mercado de consumo de massa, menos desequilíbrio entre capital e trabalho, e diminuição da desigualdade de renda são conceitos sempre vulneráveis à reação de quem só se beneficia do mercado de luxo exclusivista, do “rentismo” e do “apartheid” social.

Há cada vez mais desinibidas declarações de que o aumento do salário mínimo é o problema e não a solução, de que há crédito demais para os pobres, de que bom mesmo era quando se podia ir a Paris ou Nova York sem correr o risco de ouvir português na rua.

É coincidência que essa desinibição suceda as condenações pelo STF dos malfeitos petistas? Ou que esteja entremeada a notícias de Pajeros, propinas e patifarias de parasitas do poder que tiveram sua janela de oportunidade durante o mandato do PT?

O risco embutido nos desmandos é que após a condenação das pessoas venha a condenação das ideias que mantiveram seus correligionários no poder. Mesmo que essas ideias não lhes pertençam, nem que elas, por si, tenham qualquer coisa a ver com a corrupção de quem as defendeu eleitoralmente.

Para o grosso da população, mais importante do que quem comanda do barco é que o caminho percorrido desde 1994 não seja interrompido ou, pior, feito em marcha à ré.

Dinheiro e poder. O PT lucrou com o poder. O partido movimentou R$ 1 bilhão na campanha de 2012. Foi a legenda que mais cresceu em arrecadação desde 2008: R$ 362 milhões a mais. Sua fatia cresceu no bolo financeiro dos partidos e a isso corresponderam mais prefeituras e vereadores. PSDB e PMDB arrecadaram proporcionalmente menos e viram sua influência municipal murchar. Dinheiro é voto.

Nem tanto ao precipício, nem tanto ao planalto. O PT tornou-se o maior partido em votos e eleitorado a governar, mas eles são apenas 20% do Brasil. Sua arrecadação é recorde, mas não passou de 17% do total. A presidente tem 80% de apoio no Congresso, mas perde votações com frequência, porque sua base parlamentar é movediça e infiel. Não há poder absoluto nem eterno.

Popularidade e favoritismo a dois anos da eleição valem tanto quanto ser o campeão do primeiro turno em campeonato por pontos corridos: nada – o Atlético Mineiro que o diga.



http://mariafro.com/2012/12/04/jose-roberto-de-toledo-o-capital-do-pt/

Cadê a liberdade de expressão Luciano??!!!

Blog
Tô de Olho Malandragem!!!!



Rafinha Bastos, mais uma vez afia sua língua e aponta contra a garganta do playboy "bonzinho" Luciano Huck.


Rafinha proferiu alguns impropérios criticando criticando atitude irresponsável do apresentador por conta de sua conduta ao beber e dirigir, na madrugada do último domingo.

Huck, ao se recusar a fazer o teste do bafômetro, foi multado em R$ 957,70 e perdeu 7 pontos na carteira, já que a infração é considerada gravíssima.

Agora, Luciano quer processar o humorista...

Cadê a liberdade de expressão Luciano? Já sei: ela só é válida quando a Globo quer fazer acusações contra o Governo sem provas...

Parafraseando o próprio Rafinha: é mais difícil falar o que pensa do que colocar a vida dos outros em risco.

Veja o que Rafinha postou em seu facebook sobre o apresentador.

Carta para Luciano Huck:

Luciano, você bebeu antes de dirigir. Fez merda. Mas não se preocupe: Para a maioria do país, comunicador FDP não é aquele coloca a vida dos outros em risco, é aquele que fala o que pensa. Fique tranquilo.

No fundo você está pensando: "Só bebi um pouquinho e estava a 20 Km/h. Essa lei é muito radical no Brasil e com a dose que bebi, eu não seria sequer multado em nenhum outro país". Não é isso que está na sua cabeça? Eu sei que é. Eu conheço cabeça de playboy inconsequente.

Mas é claro que você não vai dizer nada disso. Sabe porque? Porque dizer o que pensa é mais arriscado do que dirigir alcoolizado. Você nunca falou nada que desagradasse o seu público, não é em um momento de crise que você irá fazer isso, tô certo?

Você não vai jogar fora toda uma credibilidade construída durante anos de assistencialismo barato na TV, não é?

Para se sair bem desta, segue a minha dica: Fala que não agiu certo. Isso. Veste aquela máscara de celebridade arrependida e vai pra TV fazer de conta que você se importa com o assunto. Melhor ainda… faz campanha contra a combinação direção + álcool. Perfeito! Nossa, vai pegar super bem! O povo vai te amar ainda mais.

Genial.

Bem... nem sei porque estou aqui dando dicas. Você sabe muito bem o que fazer, afinal, teatrinho falso na TV é a tua especialidade.

Tenho certeza que tudo vai acabar bem
E da próxima vez, se não for atrapalhar muito a sua vida, tenta não colocar a vida dos outros em risco. Pega um táxi, seu bosta.   http://todeolhomalandragem.blogspot.com.br/2012/12/cade-liberdade-de-expressao-luciano.html

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Luiz Fux, a vaidade engoliu o esperto




Por Luis Nassif, em seu blog:

Quando, no decorrer do julgamento do "mensalão", começaram a circular as primeiras versões sobre o périplo de Luiz Fux em Brasília, para conseguir a indicação para o STF (Supremo Tribunal Federal), confesso que fiquei com um pé atrás e me recusei a divulgar.

O quadro que me traçavam era de uma pessoa sem nenhum caráter. Eram histórias tão esdrúxulas que só podiam partir de quem pretendia desmoralizar o Supremo.

Uma das histórias era sobre sua visita a Antonio Palocci. Ele próprio, Luiz Fux, teria entrado no tema "mensalão" e assegurado que, se indicado Ministro do STF, "mataria no peito" o processo, afastando o perigo de gol.

A mesma conversa teria tido com José Dirceu. Falava-se também das manobras para aproximar-se de Delfim e do MST, mas descrevendo um cara de pau tão completo que parecia um exercício de ficção em cima de Pedro Malasartes, Macunaíma ou outros personagens folclóricos.

Com sua competência imbatível, Mônica Bérgamo recolheu todas as lendas e perguntou sobre elas ao personagem. Fux se vangloria tanto da esperteza que deixou de lado a prudência e confirmou todas as malandragens. Como se diz em Minas, a esperteza comeu o esperto.

Prefere entrar para a história como o esperto. Que assim seja.
 
 http://altamiroborges.blogspot.com.br/2012/12/luiz-fux-vaidade-engoliu-o-esperto.html

Brasileirinho tem a pior audiência da história


Em um ano, o Brasileiro caiu 18% na audiência, o que equivale que um em cada cinco telespectadores deixaram de assistir os jogos na Globo.

O Conversa Afiada reproduz post do Almanaque da TV, extraído do Blog do Nassif:

Campeonato Brasileiro tem pior audiência da história

Por MarFig
Do Almanaque da TV

Campeonato Brasileiro marcou pior audiência da história em 2012

Audiência do Brasileirão em um ano: Na Globo, queda de 18%. Na Band, 23%.

A temporada de 2012 do Campeonato Brasileiro que foi a mais cara da história para a Rede Globo – especulasse que a emissora desembolsou mais de R$ 600 milhões pelos direitos de TV aberta, também foi a de pior audiência.

Até o domingo (25) passado os jogos renderam para a Globo 17,2 pontos de média. No ano passado o Brasileirão marcou média de 20,9 até sua 37º rodada.

Em um ano, o Campeonato Brasileiro caiu 18% na audiência, o que equivale que um em cada cinco telespectadores deixaram de assistir os jogos na Globo.

Mas não foi só o canal carioca que perdeu audiência do Brasileirão. A Band caiu 23% em um ano. Marcou, em 2012, média de 5,1 pontos contra 6,6 de 2011.

Somadas, as perdas de audiência de Globo e Band apontam que mais de 1 milhão de pessoas fugiram da frente da TV na hora do futebol na Grande S. Paulo, onde cada ponto no Ibope equivale a cerca de 60 mil domicílios.

Em tese, os pontos perdidos pelas emissoras que transmitem o Campeonato Brasileiro na TV aberta não migraram para nenhum outro canal. No ano passado, o total de TVs ligadas durante o Brasileirão era de 56,5%. Neste ano, é de 50,9%. Somente o SBT cresceu na TV aberta durante esse período.

As informações são do jornalista Daniel Castro, do portal R7. Ainda de acordo com o jornalista, a queda de audiência no Campeonato Brasileiro 2012 fortalece uma ala da Globo que defende a volta do Brasileirão com mata-mata (realização de um jogo final entre equipes de ponta) para definir o campeão.


 http://www.conversaafiada.com.br/pig/2012/12/03/brasileirinho-tem-a-pior-audiencia-da-historia/

PSDB não gosta de pobre: Cadastro de pobres em SP é o pior do país



Receber auxílio em dinheiro, ter acesso aos imóveis mais baratos do Minha Casa, Minha Vida, pagar menos na conta de luz e até nos ingressos para a Copa de 2014. Estes são alguns dos benefícios que ao menos 773 mil famílias paulistanas têm direito, mas 173 mil delas, ou 28%, ainda não conseguiram ter acesso. As informações são do jornal Folha de São Paulo

O impedimento ocorre por falhas no atendimento municipal, que realiza a inclusão no CadÚnico, registro federal de benefícios sociais.

São Paulo é uma das sete capitais que ainda não conseguiu cadastrar o total de famílias de baixa renda que vivem no município, de acordo com o Censo de 2010, e a que está mais atrasada nesta tarefa.

O segundo pior resultado é o do Rio, com 25% sem cadastro, seguido de Belém, com 16%. Grandes cidades paulistas, como Campinas (6% faltantes), Guarulhos (9%) e Ribeirão Preto (9%), também não atingiram a meta. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento Social.

Podem entrar no CadÚnico (SP) pessoas com renda mensal familiar de até meio salario mínimo por pessoa (R$ 311) ou de até três salários mínimos no total (R$ 1.866). Na capital paulista, dependendo do bairro, o processo de cadastramento leva meses. O primeiro passo é procurar um Cras (Centro de Referência em Assistência Social) e marcar uma data para ser atendido, mas diversos centros trabalham com lista de espera para o agendamento.

Em Cidade Tiradentes, zona leste, a inclusão de novos nomes na lista está fechada ao menos desde setembro. As pessoas são direcionadas a um posto móvel em Guaianases, com a recomendação de chegar lá o mais cedo possível, pois são distribuídas apenas cem senhas por dia. Na Folha e tem mais aqui

 http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2012/12/psdb-nao-gosta-de-pobre-cadastro-de.html

Deu na Veja: "PSDB vai bater em Dilma"



Por Altamiro Borges

Saiu hoje (02) na coluna Radar de Lauro Jardim, no sítio da revista Veja:

A cúpula do PSDB vai deixar um pouco Lula de lado e centrar fogo em Dilma Rousseff. Não vai mais poupá-la. Com o olho voltado para 2014, quer botar as mazelas do Brasil na conta dela o quanto antes.

O colunista da Veja é bem familiarizado no ninho tucano e também detesta o chamado "lulopetismo" - como quase todos os jornalistas amestrados da famigllia Civita. A notinha, apesar de não revelar as fontes, indica uma mudança de postura da direita nativa. No show midiático do julgamento do "mensalão", ela desgastou ao máximo importantes lideranças petistas. Agora, com o badalado "Caso Rosemary", a direita investe com toda a fúria contra o ex-presidente Lula. O ataque é raivoso, quase doentio! 
Não há nada de nobre nesta ofensiva udenista, liderada por figuras mais sujas do que pau de galinheiro. O discurso "ético" visa apenas desgastar o atual governo e preparar o cenário para a sucessão presidencial de 2014. Daí a nova orientação do PSDB, segundo um de seus prestigiados porta-vozes na mídia. O trabalho sujo contra Lula continuará nas páginas das revistonas, jornalões e concessionárias públicas de televisão. Já a direita partidária concentrará mais suas atenções na presidenta, forte candidata à reeleição em 2014.
A mudança de foco já é perceptível. Nas últimas semanas, Aécio Neves, o cambaleante presidenciável do PSDB, tem concentrado sua críticas aos rumos econômicos do país. Neste sentido, ele não esconde a sua alegria com o baixo crescimento do país - o chamado "pibinho" - e prega o retorno de velhos dogmas neoliberais - como privatizações, a redução da carga tributária para os ricaços e a demissão de servidores públicos. Recentemente, o senador mineiro defendeu a flexibilização das leis trabalhistas, atacando a CLT.
A batalha de 2014 já está em curso. Não haverá paz ou civilidade no próximo período. Infelizmente, ainda tem muita gente no Palácio do Planalto que não percebe a radicalização da luta política e segue com a sua visão tecnocrática. Acovardada, esta turma fica na defensiva e é pautada pela própria mídia oposicionista. Ela inclusive continua alimentando as cobras, com fartos recursos em publicidade oficial. Quando perceber a manobra da direita partidária e midiática já poderá ser tarde!
 
 http://altamiroborges.blogspot.com.br/2012/12/deu-na-veja-psdb-vai-bater-em-dilma.html

Mauricio Dias na Carta: A Oposição em Desespero


A oposição pode ficar sem perspectiva por mais seis se aos dois anos restantes do primeiro mandato de Dilma Rousseff se somem outros quatro, em caso de reeleição da presidenta.
O Conversa Afiada reproduz texto de Mauricio Dias, da Carta Capital:

A Oposição em Desespero

Acostumada a se regalar com o controle do poder no Brasil, a oposição conservadora vive horas, dias, semanas, meses e, para ser mais exato, dez anos de desespero. E ainda pode ficar sem perspectiva por mais seis se aos dois anos restantes do primeiro mandato de Dilma Rousseff se somem outros quatro, em caso de reeleição da presidenta.


Pesquisa do Ibope, realizada entre 8 e 12 de novembro, aponta a dimensão da dificuldade da oposição numa disputa com ela. Está marcada para perder nas condições de agora. Ressalve-se, é claro, uma hecatombe política ou econômica e, ainda, uma interferência inesperada como, por exemplo, a do “Sobrenatural de Almeida”, personagem das ­elu­cubrações ficcionais de Nelson Rodrigues, especialista em criar surpresas.


Caso a eleição fosse hoje, mostra o Ibope, Dilma esmagaria todos os potenciais ­adversários ainda no primeiro turno. Ela obteve 58% das intenções de voto, contra 11% de Marina Silva (sem partido), 9% de Aécio Neves (PSDB) e 2% de Eduardo Campos (PSB).


É curioso destacar o resultado da ­sondagem espontânea: Dilma foi lembrada por 26% dos eleitores e Lula vem logo após, com 19% das menções. José Serra teve 4% de citações e Marina Silva, 2%. Ambos beneficiados pelo recall da disputa de 2010. Aécio Neves foi citado espontaneamente por 3%.


Aécio e Campos, ressalve-se, são pouco ­conhecidos. Dilma, dois anos antes da vitória, em 2010, também não existia. Lula fez a diferença.


Tabela inédita da pesquisa Ibope mostra a tendência e a lógica da distribuição das intenções de voto por região. A presidenta Dilma cresceu em todas as regiões e, como já se sabia, alcançou melhor apoio do eleitorado do Sul do País do que Lula.


Marina tem bom desempenho na área dela: os rincões do Norte/Centro-Oeste, Aécio Neves desponta no Sudeste, onde mora e faz política, e Eduardo Campos, com base em Pernambuco, é melhor no Nordeste.

Tudo é possível a dois anos da disputa para a Presidência. A oposição percebeu, no entanto, que para construir uma candidatura ­viável para 2014 tem de começar agora. E o ambiente político reflete claramente a disputa pelo poder. Uma disputa não necessariamente tendo em vista a conquista de votos, já que a maioria do eleitorado não abandonou o PT, como se viu na eleição municipal.

Os petistas, em 2010, conseguiram quase 17,5 milhões de votos. Um número superado, por pouco, se somados os votos do PSDB (13,9 milhões) e DEM (4,5 milhões), os dois partidos que, organicamente, mais expressam a reação conservadora. Nessa conta, a grande diferença é que o PT cresceu quase 4,5%. Pouco em relação a 2008. No mesmo período, entretanto, o PSDB e o DEM encolheram. A queda dos tucanos foi pequena (4,18%), mas, a do DEM foi superior a 50%.


A oposição, desnorteada por isso e, principalmente, sem programa alternativo, tem dificuldade para encontrar um candidato. Esgotaram-se as opções paulistas. José Serra perdeu duas vezes. Uma vez perdeu Alckmin. O mineiro Aécio Neves se oferece. O pernambucano Eduardo Campos vacila.


Isso projeta o ciclo Lula-Dilma ao menos por mais quatro anos, se não for interrompido abruptamente. Isso porque o desespero, quando não leva ao suicídio, empurra o desesperado para o crime.

O futuro de Lula I


É muito mais que uma declaração distraída de João Santana, à Folha de S.Paulo de que Lula seria o melhor candidato ao governo de São Paulo, em 2014. Ele criou um fantasma para perturbar os sonhos da oposição.

Essa estrada que ele aponta foi aberta pelo paulista Rodrigues Alves. Após presidir o País (1902- -1906), voltou pela segunda vez ao governo estadual (1912).

Bem, o fato é que Rodrigues Alves cumpriu o tempo no governo paulista e disputou e ganhou de novo a Presidência da República.

O futuro de Lula II
Santana, experiente jornalista de política e competente profissional do marketing, já prevê a reeleição de Dilma em 2014. Além disso, projeta a possibilidade de Fernando Haddad disputar a Presidência em 2022, se fizer uma boa administração na prefeitura paulistana.
(…)

 

http://www.conversaafiada.com.br/politica/2012/12/01/mauricio-dias-na-carta-a-oposicao-em-desespero/

Luciano Huck foge do bafômetro


Por Altamiro Borges

O apresentador global Luciano Huck, o exemplo do bom-mocismo da revista Veja, foi barrado por uma blitz da Lei Seca na madrugada deste domingo (2) em São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele se negou a fazer o teste do bafômetro, teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) apreendida, perdeu sete pontos e foi multado em R$ 957,70. Na sequência, ele jurou em seu facebook que bebeu apenas “um copo de vinho” e comentou: “Deveria ter seguido o exemplo da minha esposa e ‘ir de táxi’”.
A infração é considerada “gravíssima” pela legislação, mas mesmo assim o caso teve pouca repercussão nos noticiários da tevê neste domingo. Não é para menos. Luciano Huck goza de muita influência. Ele é uma das estrelas da TV Globo, é muito badalado pela mídia e mantém sólidas relações com lideranças políticas conservadoras. Jacta-se de ser amigo do ex-presidente FHC e do senador mineiro Aécio Neves – outro que fugiu do bafômetro nas ruas cariocas – e até se especula que poderá ser candidato pelo PSDB.
Segundo recente matéria do Estadão, ele seria uma das apostas dos tucanos para a chamada “renovação” da sigla. “Apresentador de TV, amigo de Aécio e FHC, é apontado como possibilidade no médio prazo. Para tucanos, Huck poderia disputar o senado em 2018”. Já em reportagem de capa da revista Alfa, publicação da Editora Abril dedicada aos ricaços, ele insinuou que deseja disputar a Presidência da República. A blitz da Lei Seca deve ter deixado Luciano Huck e os tucanos numa baita ressaca!
 
http://altamiroborges.blogspot.com.br/2012/12/luciano-huck-foge-do-bafometro.html

Caso Rosemary seria a “Operação Mensalão 2″ ?


José Dirceu disse que “um novo udenismo que age como no passado, de novo a serviço do conservadorismo e dos privilégios de certa elite que não se conforma e não aceita as mudanças empreendidas no país pelos governos do PT”


Saiu na Folha (*):

Para José Dirceu, caso Rosemary é ‘Operação Mensalão 2′

JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
DE SÃO PAULO

O ex-ministro José Dirceu chamou de “Operação Mensalão 2″ as repercussões da investigação da Polícia Federal que envolvem a ex-chefe de gabinete da Presidência em São Paulo, Rosemary Noronha, que o assessorou por cerca de 12 anos e depois ficou muito próxima do ex-presidente Lula, com quem mantinha relação de intimidade.


Dirceu também criticou em seu blog o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que acusou Lula de fazer confusão “entre o público e o privado”.


“Agora com a chancela e o apoio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que não devia falar de relações privadas e de confusão entre público e privado. Fazê-lo é falar em corda em casa de enforcado”, escreve o ex-ministro.


Ao ser detida pela PF para depor, Rose telefonou para Dirceu, a quem chamava de “JD” nos e-mails que trocava com outros membros da suposta quadrilha. Reagindo às falas de FHC, Dirceu partiu para o ataque.


“O ex-presidente devia ter o recato e a humildade de se calar, e não usar essa questão para fazer crítica a gestão do ex-presidente Lula. O novo udenismo, com o sempre presente apoio da grande imprensa, tenta negar.”


Dirceu disse que “um novo udenismo que age como no passado, de novo a serviço do conservadorismo e dos privilégios de certa elite que não se conforma e não aceita as mudanças empreendidas no país pelos governos do PT, porque teme perder seu poder e riqueza, acumulada a sombra e às custas do Estado”.


A PF descobriu, porém, que o grupo ligado a Rosemary recebia propina em troca de intermediação de interesses privados em órgãos da União, incluindo setores ligados ao entorno do ex-ministro.


Segundo ele, a “grande imprensa” apoia as ações desses grupos contra o projeto do PT.


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

 http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2012/12/02/caso-rosemary-e-operacao-mensalao-2-diz-dirceu/

Domingo Espetacular: Record parte para cima do diretor da "TV XUXA", da Globo



Assista à matéria completa:

http://profdiafonso.blogspot.com.br/2012/12/domingo-espetacular-record-parte-para.html

A hora de Lula falar



A grande pergunta que se fazem hoje os formadores de opinião e o grande público que acompanha de perto a política é sobre se – ou quanto – Lula resistirá à continuidade do bombardeio midiático que o fustiga desde 1989 sem que jamais, desde então, tenha arrefecido por uma única e miserável semana.
Recentemente, pesquisa Ibope trouxe à direita midiática um fio de esperança de que o “pesadelo” dos conservadores que o ex-presidente encarna no imaginário dessa corrente política, pode estar chegando ao fim.
A pesquisa em tela não mediu a popularidade de Lula. Aliás, há muito tempo que não é feita – ou feita e divulgada – uma pesquisa exclusivamente sobre a sua popularidade. A sondagem ofereceu nomes de prováveis candidatos a presidente em 2014 e, entre estes, os de Lula, Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos.
Pela primeira vez, Dilma ultrapassou seu mentor político – e bem fora da margem de erro. Foi o que bastou para assanhar os devaneios tucano-midiáticos sobre o fim do “efeito teflon” de que Lula desfruta ao menos desde 2002, quando adquiriu imunidade impenetrável por campanhas de desmoralização que até quatro anos antes vinham funcionando.
Particularmente, parece-me pouco indício para aposta tão alta. Não terá sido a primeira vez que decretaram o fim político do ex-presidente. Durante as eleições deste ano, aliás, um programa da Globo News chegou a mostrar “analistas políticos” afirmando que ele colheria uma expressiva derrota em São Paulo e que sua força política havia chegado ao fim.
Abaixo, trecho do programa “Entre Aspas”, pilotado pela jornalista Monica Waldvogel, em que o historiador Marco Antonio Villa faz previsões tenebrosas para Lula. Retomo em seguida.

 
Como se viu depois, Lula colheu derrotas, sim, mas colheu uma vitória que poucos meses antes todos julgavam impossível: elegeu Fernando Haddad naquele que, além de ser o maior colégio eleitoral do país, era considerado o mais antipetista e antilulista. Até a mídia tucana reconheceu que foi uma vitória pessoal de seu maior inimigo.
Detalhe: a derrota do PT que Villa previu no vídeo acima, além de não ter ocorrido se transformou em vitória do partido sobre todos os outros em 2012.
Quanto à ultrapassagem do mentor de Dilma por ela mesma na pesquisa espontânea de intenção de voto do Ibope, sem tê-la analisado, sem ver o questionário submetido aos pesquisados, sem maiores detalhes, o que se pode imaginar é que a indicada por Lula receber aprovação tão maior do que as dos candidatos da oposição e até a dele mesmo, não chega a ser uma demonstração de que perdeu prestígio.
A sociedade sabe que um mandato presidencial dura oito anos com um referendo no meio. Seria um terremoto político se Dilma cedesse lugar a Lula daqui a dois anos. Isso sem falar que ele tem dito, reiteradamente, que ela só não disputará a própria reeleição se não quiser. O que pode estar ocorrendo, portanto, é essa tomada de consciência da sociedade de que Lula não estará na disputa.
Dito tudo isso, há fatos há considerar. Já faz muito tempo que Lula só aparece para o grande público de forma negativa, sendo associado a escândalos, julgamento no Supremo Tribunal Federal e, agora, até a infidelidade conjugal – conduta que, neste país latino, tampouco chega a ser execrada pela sociedade.
Só que Lula apanha e não se defende. E apesar de ter sido defendido por aliados e pela própria Dilma, há que perguntar até quando isso pode bastar.
Durante os oito anos em que esteve na Presidência, após cada ataque Lula tinha palanque para dar a sua versão dos fatos ou ao menos desqualificar seus críticos. Mesmo não respondendo diretamente às críticas, podia acusar os críticos e, assim, deixava para o povo a prerrogativa de escolher em quem acreditava.
Fora da Presidência, Lula não tem mais voz. Até porque, parece não querer. Isso, claro, porque sabe que qualquer coisa que diga será distorcida. Então ele apanha amarrado e amordaçado. Esse silêncio funcionou durante seu mandato e até recentemente, mas com o passar do tempo e a continuidade do bombardeio em algum momento o país quererá ouvir a sua versão dos fatos.
Segundo se sabe, porquanto não terminou o julgamento do mensalão Lula optou por não se manifestar sobre o atual quadro político. Vem sendo ventilado que ele teme agravar as penas do dito “núcleo político” da ação penal 470. Contudo, em algum momento ele terá que vir a público dar a sua versão sobre os ataques que tem sofrido.
Lula não precisa dos melhores argumentos ou de provas de que não cometeu crimes. Até porque, se não há provas de que os cometeu não precisa apresentar provas de que não os cometeu. Mas ele precisa falar ao país. É o maior líder político brasileiro e, se quiser se manter assim, terá que exercer sua liderança.

 http://www.blogdacidadania.com.br/2012/12/a-hora-de-lula-falar/

Dilma: 100% dos royalties para a educação


Pelo texto da medida provisória, o governo destina toda receita dos royalties da União, dos Estados e dos municípios para educação. Com isso, a presidente Dilma Rousseff viabiliza a proposta de investir no setor 10% do PIB (Produto Interno Bruto), que havia sido alterada pela Câmara.

Saiu na Folha:

Governo vai destinar 100% de verba dos royalties de novos campos para educação


Ao anunciar nesta sexta-feira o veto ao artigo da lei aprovado pelo Congresso que previa redistribuição mais igualitária dos royalties do petróleo, o governo confirmou que vai destinar 100% dos royalties dos novos campos para a área de educação.

A obrigatoriedade deve constar na medida provisória que será enviada ao Congresso, conforme afirmou hoje o ministro Aloizio Mercadante (Educação).

Pelo texto da medida provisória, o governo destina toda receita dos royalties da União, dos Estados e dos municípios para educação. Com isso, a presidente Dilma Rousseff viabiliza a proposta de investir no setor 10% do PIB (Produto Interno Bruto), que havia sido alterada pela Câmara.

A Medida Provisória também muda o destino dos recursos do Fundo Social, criado para garantir investimentos dos recursos do pré-sal em diferentes áreas do governo federal.

Pela nova regra, 50% vai obrigatoriamente para a educação e o restante será usado em projetos de saúde, meio ambiente. 


 http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2012/11/30/dilma-100-dos-royalties-para-a-educacao/

Fifa bloqueia vídeo do Planalto com discurso de Dilma, por direitos autorais



Atualizado após desbloqueio em às 11:10hs de 02/12 (publicado originalmente às 16:18hs de 01/12)

 Mais um atrito entre a FIFA (Federação Internacional de Futebol) e o Palácio do Planalto.

O canal oficial do Planalto no Youtube publicou o discurso da presidenta Dilma durante sorteio da Copa das Confederações, e incluiu o vídeo no blog do Planalto.

Na tarde do sábado (1), o vídeo estava bloqueado pela FIFA por "violação de direitos autorais". Segundo versões oficiais, alguém, "não se sabe exatamente quem", esqueceu de desativar um sistema automático do Youtube que bloqueia vídeos de eventos ligados à Fifa. O vídeo do Planalto só foi desbloqueado após as 20hs, após a publicação desta nota aqui no blog.

Não sei quais são os direitos autorais da FIFA, ou da TV Globo, que comprou estes direitos sobre a transmissão do evento, mas me parece um pouco demais querer proibir (de forma automática ou não), o canal de comunicação oficial do governo brasileiro de veicular o discurso oficial de seu chefe de Estado, até porque se há alguém que tenha direito autoral sobre seus discursos e sua imagem é, antes de tudo, a própria Presidência da República.

Além disso foi uma enorme descortesia da FIFA com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República.

 http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2012/12/fifa-bloqueia-video-do-palacio-do.html

"Mensalão" Renomado jurista afirma: "Houve transgressão de garantias básicas"

BLOG DO SARAIVA 

 


 
 “Mensalão foi soluço na história do Supremo”

Quem diz é o jurista Celso Bandeira de Mello, responsável pela indicação de Carlos Ayres Britto ao STF; ele afirma que, nos próximos casos, a suprema corte não permitirá a mesma "flexibilização de provas"
O renomado jurista Celso Antônio Bandeira de Mello acredita que o julgamento do chamado 'mensalão' foi um "solução na história do Supremo Tribunal Federal". Segundo ele, que indicou ao tribunal o ministro Carlos Ayres Britto, quem diz considerar "um irmão", houve forte influência do que chamou de "opinião publicada", além de transgressão de garantias básicas. A Corte Suprema do País, acredita ele, não irá repetir nos próximos casos a "flexibilização de provas" cometida na Ação Penal 470.

Especialista em Direito Administrativo, Bandeira de Mello defende, numa entrevista concedida ao portal Última Instância, hospedado pelo Uol, que "o juiz devia ser proibido de dar entrevistas". Em seu ponto de vista, a postura de Joaquim Barbosa como relator do processo foi "muito agressiva", sem a "serenidade que se espera de um juiz". Ele também acha que o novo presidente do STF "tinha que ter uma atitude de maior urbanidade em relação aos colegas". Já o revisor do processo, Ricardo Lewandowski, considera um "príncipe", digno de uma "educação e uma finura monumental".

Confira abaixo trechos da entrevista:

Com a fixação das penas, chegamos à reta final do julgamento da Ação Penal 470. Como o senhor enxerga o julgamento?

O mensalão, na minha visão, não era mensalão porque não era mensal. Isso foi a visão que a imprensa consagrou. Em segundo lugar, entendo que foram desrespeitados alguns princípios básicos do Direito, como a necessidade de prova para condenação, e não apenas a suspeita, a presunção de culpa. Além disso, foi violado o princípio do duplo grau de jurisdição.

Há um mês atrás, um juiz mineiro decidiu anular os efeitos da Reforma da Previdência. Ele citou textualmente o julgamento no STF para alegar que a compra de votos foi comprovada e que, portanto, a reforma seria inconstitucional. É possível anular atos do Legislativo com base na tese do mensalão?

Se é com base no mensalão, não. A Reforma da Previdência pode ser censurada por outros aspectos, mas não por causa do mensalão. Acho que a chance de anular atos legislativos aprovados durante o escândalo é zero. Isto, pois há um impedimento jurídico de que quando um colegiado decide, quem decidiu foi o colegiado como um todo e não os membros do colégio. É por isso que, se um indivíduo tem o mandato invalidado, porque ele foi ilegalmente investido, isso não afeta em nada [a validade dos atos].

Quanto ao processo de indicação dos novos ministros, qual é o melhor modelo?

Não há nada mais difícil do que imaginar um bom processo de escolha. No passado, já sugeri que a escolha fosse feita através de um processo de eleição entre todos os juízes do Brasil. Mas, nem mesmo isso, eu me atrevo a dizer que será o ideal. Porque isso é capaz de politizar tanto, criar tantos grupos de partidários, que o mérito do candidato pode também ficar em segundo plano.

O senhor considera exagerada a publicidade que alguns magistrados recebem ao exercer suas funções jurisdicionais?

Antigamente, se dizia que o "juiz só fala nos autos". Eu acho que o juiz devia ser proibido de dar entrevistas. E não só os ministros do Supremo — mas eles é que parecem que gostam.

Qual é a sua impressão da postura do relator Joaquim Barbosa ao longo do julgamento?

Eu não gostei. Achei uma postura muito agressiva. Nele não se lia a serenidade que se espera de um juiz. Inclusive, em relação aos colegas, ele tinha que ter uma atitude de maior urbanidade em relação aos colegas. E no caso do Lewandowski, ele é um príncipe. Um homem de uma educação e uma finura monumental. É quase que inacreditável que Barbosa tenha conseguido fazer um homem como Lewandowski perder a paciência.

 
http://saraiva13.blogspot.com.br/2012/11/mensalao-renomado-jurista-afirma-houve.html