quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Contra grande imprensa, Lula exalta mídias sociais



Ricardo Stuckert/Instituto Lula:

"Não devemos ficar apenas reclamando que não temos espaço em outras mídias. Vamos utilizar essa ferramenta fantástica que é a internet para falar do nosso projeto, mostrar o que já fizemos e, claro, ouvir críticas, sugestões e questionamentos", escreveu hoje o ex-presidente, em mensagem divulgada em sua página no Facebook e no site do PT; texto "chama a atenção sobre a importância das mídias sociais" para divulgar "dados que não aparecem em outros lugares"; "Nós temos que estar presentes também nesse espaço", afirma; petista vem fazendo discursos consecutivos contra a mídia tradicional

247 – O ex-presidente Lula voltou a criticar a mídia tradicional na tarde desta quarta-feira 16 em texto que destaca a importância das mídias sociais e chama os militantes a defenderem o "nosso projeto", "o avanço no Brasil e no mundo" e "dados que não aparecem em outros lugares" neste espaço. "Não devemos ficar apenas reclamando que não temos espaço em outras mídias. Vamos utilizar essa ferramenta fantástica que é a internet para falar do nosso projeto, mostrar o que já fizemos e, claro, ouvir críticas, sugestões e questionamentos", disse o petista.
Segundo Lula, a internet deve ser usada para se debater a política. O ex-presidente convida os petistas a participar das páginas do partido nas redes sociais, criar seus próprios canais de comunicação, escrever, gravar vídeos e debater. "Nós temos que estar presentes também nesse espaço, explicando nosso projeto, mostrando os resultados concretos que alcançamos e ouvindo o que as pessoas têm a dizer", ressaltou. A mensagem foi publicada em sua página no Facebook e no site do PT.
Lula vem fazendo discursos consecutivos contra a grande imprensa. Na noite desta terça-feira, durante evento em Buenos Aires, ele discursou que deixou de se informar pela imprensa e mesmo assim não deixou de aprender nada. Ele também disse que muitos veículos da América Latina agem como partidos políticos, só não têm coragem de admitir que são. Em entrevista exclusiva à Rede Brasil Atual, na semana passada, Lula declarou que "o País evoluiu, a imprensa não". Ele exalta ainda, com frequência, os espaços alternativos na mídia, como veículos de movimentos sindicais.


Leia abaixo a íntegra da mensagem:

Companheiro/a,
Quero chamar sua atenção sobre a importância das mídias sociais. Todos sabemos que a internet está sendo cada vez mais utilizada pelas pessoas para conversar sobre política e se informar sobre o que está acontecendo no Brasil e no mundo. Nós temos que estar presentes também nesse espaço, explicando nosso projeto, mostrando os resultados concretos que alcançamos e ouvindo o que as pessoas têm a dizer.
Não existe tema em que não tenhamos grandes avanços para mostrar.
É nosso papel mostrar dados que não aparecem em outros lugares. Quem se informa e debate política pela internet precisa saber das histórias dos mais de um milhão de jovens filhos da classe trabalhadora que chegaram à universidade pelo Prouni; das 14 milhões de famílias pobres que antes eram abandonadas, e hoje podem ter uma vida mais digna graças ao Bolsa Família; ou de alguém que conseguiu um dos mais de 20 milhões de empregos gerados no Brasil nesses últimos 10 anos.
Não devemos ficar apenas reclamando que não temos espaço em outras mídias. Vamos utilizar essa ferramenta fantástica que é a internet para falar do nosso projeto, mostrar o que já fizemos e, claro, ouvir críticas, sugestões e questionamentos. Esse debate é essencial para consolidarmos ainda mais a trajetória de crescimento, democracia e diminuição de desigualdades que nosso país vem percorrendo.
Acompanhe, curta e participe das páginas do PT nas redes sociais e se informe. Crie os seus canais de comunicação, escreva, grave vídeos e debata nas redes sociais. E lembre sempre de checar as informações antes de divulgá-las. Não vamos colaborar com a criação de uma série de informações e acusações falsas que têm surgido na rede.
Junte seus amigos, sua família, seus companheiros de partido e participe discutindo nas redes, nos espaços partidários e nas ruas. Quanto mais gente participar, quanto mais a política for debatida,mais consolidada estará a nossa democracia e mais nosso país avançará em direção a uma sociedade mais justa para todos.
Participe deste debate e vamos continuar transformando o Brasil!

Luiz Inácio Lula da Silva

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/118026/Contra-grande-imprensa-Lula-exalta-m%C3%ADdias-sociais.htm

Bomba ! Globo revela as Marinas do Jô


O Marcio Palma encontra novas “atrizes da Globo”.

O Conversa Afiada reproduz comentário e foto enviados por amigo navegante:

Marcio Palma – SSA

PHA, mais uma contribuição para a ‘democracia’ brasileira pós junho. rs

A “entrevista”
da Marina de ontem, com perguntas pré-agendadas e reveladas ainda na segunda, me deu uma ideia.

Abraço


 

http://www.conversaafiada.com.br/pig/2013/10/16/bomba-globo-revela-as-marinas-do-jo/ 

VALE-TRANSPORTE - DESPESA DE TRANSPORTE SERÃO PAGAS INTEGRALMENTE PELO EMPREGADOR


ALÍVIO NO BOLSO DE QUEM PAGA PASSAGEM NÃO VAI AFETAR GANHOS DAS EMPRESAS.
 
Comissão do Senado aprova projeto que transfere ao empregador custos com transporte do empregado

Brasília – A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou há pouco, em caráter terminativo, texto prevendo que as despesas com transporte de empregados são do empregador, desonerando assim o trabalhador dos custos com vale-transporte.
Pelos cálculos e avaliação do autor do Projeto de Lei (PL) 242/2013, senador Fernando Collor (PTB-AL), o impacto da medida no orçamento das empresas é “desprezível”. O projeto ainda precisa ser analisado pelos deputados.
O relator da matéria, senador Paulo Paim (PT-RS) lembrou que, pela lei, o vale-transporte é uma antecipação feita pelo empregador do valor gasto com transporte pelo empregado, para que se desloque de sua residência ao local de trabalho e retorne para casa. O benefício inclui o sistema de transporte coletivo público, urbano, intermunicipal e interestadual.
Pelas regras atuais, o empregador arca com uma ajuda de custo equivalente ao valor que ultrapassar os 6% do salário do empregado. Por esse critério, um trabalhador que recebe salário mínimo (R$ 678) e gasta R$ 88 com transporte (22 passagens de ida e 22 de volta, a R$ 2), tem desconto de R$ 40,68 do salário e recebe do empregador R$ 47,32.
Convencido pelo autor da proposta, o senador Paim defendeu que a transferência dos custos totais do benefício para o empregador “fará grande diferença no orçamento dos empregados e não causará tanto impacto nos custos das empresas”.
Segundo ele, além do impacto ser pequeno, esse tipo de despesa ainda pode ser abatido da receita da empresa, “para fins de apuração de seu lucro tributável, portanto, prejuízo não haverá para a classe produtiva”, concluiu.
Qualquer trabalhador tem, por lei, direito ao vale-transporte para o deslocamento residência-trabalho-residência, mas o gasto não é contabilizado como salário, nem considerado para cálculos de outros recursos, como o do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O valor também não se configura como rendimento tributável.
Edição: Denise Griesinger
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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Marina diz que governo Dilma é retrocesso e defende econômia do governo tucano FHC



Marina Silva critica o Governo Dilma e defende a volta do tripé-econômico implementado pelo FHC Marina Silva, defendeu o retorno à austeridade fiscal em apresentação a clientes do banco Credit Suisse Durante mais de uma hora Marina citou conquistas econômicas das gestões de Fernando Henrique Cardoso (PSDB, 1995-2002), criticou a política econômica da presidente Dilma e apontou como exemplos positivos medidas adotadas nos governos Fernando Henrique Cardoso
 A apresentação foi feita a cerca de cem empresários, investidores e profissionais do mercado financeiro na sede do Credit Suisse em São Paulo. O evento fez parte de um ciclo de palestras que o banco tem promovido para discutir soluções para o Brasil.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi o palestrante da semana anterior. Marina estava acompanhada do economista Eduardo Giannetti, do vereador Ricardo Young (PPS) e de outros assessores. Foi ela quem fez a apresentação. Giannetti só interveio a pedido dela na sessão de perguntas e respostas
 
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2013/10/marina-diz-que-governo-dilma-e.html

A "ECOCAPITALISTA" MARINA SILVA.

 BLOG DO SARAIVA 

 
Marina agora é socialista, só que não na pratica ! 
Viaja em um jatinho de 50 milhões,
que ninguém sabe quem pagou
e tem como madrinha e maior apoiadora Maria Alice Setubal (a esquerda na foto), herdeira do Itaú.

Marina Silva é uma piada e é das grandes.

 

 http://saraiva13.blogspot.com.br/2013/10/a-ecocapitalista-marina-silva.html

domingo, 13 de outubro de 2013

FHC e a coleção de vexames



Fernando Henrique Cardoso foium dos piores presidente que o Brasil já teve. A roubalheira foi imensa nos seus 8 anos de governo. 

As privatizações escusas das estatais brasileiras foi um escárnio. Foram vendidas por uma ínfima parte de seu valor e até hoje não sabe o que foi feito com o dinheiro arrecadado.

 FHC entregou ao presidente Lula um país falido, com 54 milhões de pessoas vivendo na miséria extrema, desemprego recorde, dívidas imensas com o FMI, que mandava e desmandava na nossa economia, juros estratosféricos e crédito zero para a população. 

 Para compreender melhor a desgraça que foi governo de FHC, do PSDB, é importante ler os livros Privataria Tucana, que mostra de maneira chocante e até decepcionante a dura realidade dos bastidores da política e do empresariado brasileiro, em conluio para roubar dinheiro público, e O Príncipe da Privataria, que relata os dois mandatos de FHC, que vão de 1995 a 2002,e as criminosas privatizações do governo do PSDB. 

 Mas nos dias de hoje FHC está se achando o máximo, assina textos sobre politica, economia e contra os governos de Lula e Dilma. FHC terminou seu mandado com 26% de aprovação. 

Um presidente que governou 8 anos e só teve 26% de aprovação, que afundou seus candidatos, acha que pode dar palpites e criticar o governo Lula, que terminou o mandato com mais de 80% de aprovação e elegeu sua sucessora, a presidenta Dilma, para dar continuidade ao seu ótimo governo. 

FHC não tem vergonha, não tem respeito próprio. Só para ele e o PSDB se benefiaram com o seu governo. Como FHC é o padrinho politico da candidatura de Aécio Neves, este promete continuar aquela atuação desastrosa. FHC deveria se aquietar, deveria sair cena, cair no ostracismo, já que está velho demais para ser preso. 

Além de ter sido um pessimo presidente, ele literalmente afundou o Brasil, fez o povo comer o pão que o diabo amassou. FHC ainda passou pelo vexame de ter uma amante, uma jornalista da Globo, sustentá-la e patrocinar a criação do filho dela no exterior.

 Vinte anos depois, por insistencia das filhas em fazer o exame de DNA, descobriu que o filho não era dele, que a amante o traiu. Ela sempre soube que o filho não era dele, mas se aproveitou da situação, da vaidade de FHC. O traidor foi traído, provou do seu próprio veneno.

 Jussara Seixas 

http://profdiafonso.blogspot.com.br/2013/10/fhc-e-colecao-de-vexames.html

MARCOLA DO PCC ACUSA GERALDO ALCKMIN DE FAZER PROPAGANDA ENGANOSA



Não é de hoje que o Brasil sabe que o Sistema Penitenciário do estado de São Paulo é completamente dominado por uma facção criminosa. O PCC se criou, engordou e continua hoje muito forte e atuante em São Paulo. É de dentro das penitenciárias paulistas, que o governador Geraldo Alckmin chama de "as mais fortes do Brasil" que saem ordens diárias para comprar carregamentos de drogas, realizar arrastões, cometer assassinatos e crimes dos mais diversos tipos.

A revelação feita pelo Ministério Público do tamanho e dos tentáculos da Organização Criminosa, só espanta quem não acompanha de longa data o quanto a situação de INSEGURANÇA nas ruas e total descontrole no INTERIOR DOS PRESÍDIOS, é GRAVE, no Estado governado pelo PSDB nos últimos VINTE ANOS.

Outra vez, com a prestimosa ajuda da Mídia, um escândalo dessa natureza tenta ser capitalizado pelo governador Alckmin. Como no caso do suborno / cartel da Siemens, em que tenta passar a sensação de que não tem nada a ver com o fato, agora, é a versão de que o PCC queria matar Alckmin que recebe destaque. Se o crime Organizado pudesse, mataria todas as autoridades, como prova de sua força.

As escutas telefônicas mostram, para quem tem ouvidos de ouvir, que, em determinado momento, o "acordo" ou "pacto" que existia em São Paulo (formal ou informal, não se sabe bem) entre facção criminosa e autoridades, FOI QUEBRADO. O motivo dessa ruptura também nunca foi bem explicado. O fato é que, na vergonhosa situação do SISTEMA PENAL do Brasil, São Paulo se destaca, com o líder da facção criminosa que domina os presídios por lá, acusando o governador de "propaganda enganosa", como no presente diálogo:
 
..."hoje pra matar alguém é a maior burocracia", referindo-se às normas impostas pela facção. Por elas, quando um bandido tem alguma queixa contra outro deve se dirigir a um tribunal do PCC. Neles, o faltoso pode ser desde repreendido até morto. Mas a sentença de morte tem de ser referendada pelo "comando".

"Então quer dizer, os homicídios caíram não sei quantos por cento e aí eu vejo o governador chegar lá e falar que foi ele."

Marcola


'Foi o PCC quem reduziu a criminalidade', diz Marcola
Líder máximo da facção, condenado pelos ataques de 2006, ainda se orgulha de ter abolido o crack nas cadeias paulistas.

 
http://007bondeblog.blogspot.com.br/2013/10/marcola-do-pcc-acusa-geraldo-alckmin-de.html 

Datafalha: cresce aprovação a Dilma


Folha sofre para reconhecer que Dilma subiu das manifestações para cá.
 

Saiu na Folha (*):

Recuperação da popularidade de Dilma perde força


RICARDO MENDONÇA
DE SÃO PAULO

O índice de aprovação da presidente Dilma Rousseff oscilou dois pontos para cima no intervalo de dois meses e agora atinge 38%, mostra pesquisa Datafolha realizada nesta sexta-feira (11).

Em relação ao levantamento de junho, feito logo após o auge da onda de protestos pelo país, a atual taxa de aprovação da presidente está oito pontos percentuais maior. Naquela ocasião, Dilma obteve 30% de aprovação, seu pior índice desde a posse, em janeiro de 2011.

A aprovação é a soma das avaliações “ótimo” e “bom” na pergunta sobre o desempenho do governo. Os dados mostram que a tendência de recuperação da imagem de Dilma continua, mas perdeu força no período mais recente.

(…)



Clique aqui para ler “Datafalha: Dilma ganha no primeiro turno”.

Aqui para ler “Singer: Dudu é o biombo da Blábláblá”. 

E aqui para ler “Ciro: Bláblá e Dudu são a coalizão do ódio”.


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a  Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2013/10/12/datafalha-cresce-aprovacao-a-dilma/

Estudante grava vídeo para mostrar o descaso de Eduardo Campos com escola




Agora deu para entender por que a propaganda do PSB estrelada em rede nacional na  semana  passada pelo governador e presidenciável Eduardo Campos (PE) usou imagens de uma faculdade privada no Recife como se fosse uma escola pública da rede estadual (Veja o vídeo) e veja a notícia aqui 
 

No vídeo mentiroso do governador de Pernambuco,  alunos com uniformes da rede estadual atuam como se estivessem numa escola pública no bloco.. Enquanto as imagens são exibidas, a atriz que apresenta o programa diz que "o PSB está mostrando que a escola pública pode mais"...Esra tudo mentira!

A verdade
Agora, uma aluna de uma escola estadual  de Pernambuco, mostra a realidade da escola pública administrada por Eduardo Campos..
Falando para o governador Eduardo Campos (PSB), um estudante da escola estadual Professor Manoel Joaquim Leite, no município de Cedro, no sertão, a 490 quilômetros do Recife, diz, em um vídeo difundido no Youtube, ser "inadmissível para quem quer ser candidato a presidente" deixar o prédio naquele estado. Ele mostra a estrutura comprometida, com pedaços de uma parede caídos no chão e afirma querer que "todo mundo fique sabendo do descaso do governador com a educação de Pernambuco".
A  adolescente afirma que a situação é "inaceitável" e avisa que os alunos deixaram de ser acomodados. "Não vamos parar por aqui, vamos levar isso à frente através da imprensa e meios de comunicação para que todo mundo fique sabendo da realidade da educação de Pernambuco na cidade de Cedro".
"Melhoria aqui não teve", diz ele, ao lembrar ao governador que "o que constrói escola é bloco, cimento, concreto e telha, e não falsas promessas e palavras mentirosas". A escola foi inaugurada em 2007 e está interditada parcialmente desde julho de 2010.
No início do mês, Campos, teve se de explicar depois de ter usado a imagem de uma escola particular em um programa nacional do partido no qual falava sobre a educação em Pernambuco. Estadão Siga nossas notícias no Facebook

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2013/10/estudante-grava-video-para-mostrar-o.html

sábado, 12 de outubro de 2013

Marina Silva é uma grande traidora

 
 
 
Em 2010  quando escrevi este texto, “Marina Silva, a traíra”  houve um imenso frisson no PIG, na oposição. 
 
Agora em 2013 este texto continua atualizadíssimo. Vai contar com mais traídos, Eduardo Campos, os marineiros, os que acreditaram que a tal Rede seria um partido de anjos, de puros. Marina Silva tem o apoio explícito do banco Itaú Unibanco, tem apoio de Jorge Bornhausen. Sabem quem é Roberto Konder Bornhausen?  é um banqueiro presidente do conselho da Unibanco Holding empresa que possui paricipaçõa no Itaú-Unibanco, irmão de Jorge Konder Bornhausen ex-PFL, DEM. 
 
Marina Silva vai dar uma rasteira em Eduardo Campos, acabar com o PSB e vai se impor como candidata  de extrema direita, unida com banqueiros, empresários inescrupulosos, e com o que há de pior na política brasileira. Eduardo Campos  que fique experto, ele deveria saber, quem trai uma vez, trai duas, trais três , sem o menor pudor.
Marina Silva é uma grande traidora.
 
 Traiu o povo brasileiro quando se posicionou contra o crescimento do país. Traiu o presidente Lula. Traiu o PT. Traiu também a memória de Chico Mendes quando se uniu àqueles que, disfarçadamente, alegraram-se com a morte do grande líder seringueiro. 
 
Marina Silva jogou no lixo uma biografia de defensora dos povos da floresta, defensora da Amazônia. Traiu por despeito e por vingança. Ela alimentava esperanças de que o presidente Lula a escolhesse para ser sua sucessora, e quando percebeu que não seria a escolhida deu o bote tal qual uma cascavel. 
 
Marina não foi escolhida pelo presidente Lula porque não tem capacidade, conhecimento e caráter para governar um país, porque não seria capaz de manter a política econômica de crescimento e desenvolvimento, não conseguiria gerir os programas sociais do governo. 
 
Não seria capaz de entender a importância das descobertas no Pré-Sal pela Petrobras, nem conseguiria atribuir tais riquezas ao povo. Marina Silva, é óbvio, não vai para o segundo turno, mas vai para o colo do Serra /PSDB/DEM, que ela combateu nos 30 anos em que esteve no PT.
 
 Marina mostra que não tem pudor nem ideologia, é só uma ecochata fazendo o jogo sujo do poder por despeito e vingança. Está se vingando do presidente Lula porque não a escolheu, pouco se lhe dá prejudicar o país e milhões de brasileiros, desde que alcance seu seu objetivo de vingança. Marina é muito religiosa, ligada à Assembléia de Deus, mas não é nenhuma santa. É apenas uma traíra.
Jussara Seixas

http://profdiafonso.blogspot.com.br/2013/10/marina-silva-e-uma-grande-traidora.html

Advogados de filho de Lula denunciam seis pessoas por ataques via internet



Esta é a ação mais enérgica da família Lula desde que
começaram as acusações contra Fábio Luis
Greg Salibian/Folhapres
 
São Paulo – O escritório de advocacia Teixeira, Martins & Advogados, em nome de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, entrou com representação junto ao 78º Distrito Policial (DP) de São Paulo, contra pessoas que, pela internet, acusaram-no de ser dono de fazendas e aeronaves.

A representação foi feita no último dia 2 de outubro. Na sequência foi instaurado inquérito e, nos próximos dias, serão convocadas seis pessoas para prestar depoimentos. Dentre elas, Daniel Graziano, responsável pelo site Observador Político, do Instituto Fernando Henrique Cardoso.

A acusação não é contra o site em si, mas contra um comentário específico postado por um leitor cadastrado. Daniel será intimado a identificar o autor do comentário.

Na representação, os advogados juntaram a chamada materialidade do crime – notas e comentários devidamente registrados em cartório. O passo seguinte será identificar os autores finais. A partir daí, partir para a denúncia.

É a primeira atitude mais enérgica da família Lula contra os ataques sistemáticos que vêm sofrendo pela internet desde 2006. Neste momento, a reportagem principal do site Observador Político tem como título: "O brasileiro não se importa de ser severamente enganado".

Nota do Escritório Teixeira, Martins & Advogados
Polícia abre inquérito para apurar calúnia e difamação contra Fábio Lula

A delegada Victoria Lobo Guimarães, titular do 78º Distrito Policial da Cidade de São Paulo, instaurou inquérito policial para apurar a ocorrência de crimes contra a honra de Fábio Luis Lula da Silva. A delegada Victoria recebeu no dia 2 de outubro de 2013 representação dos advogados de Fábio Lula, pedindo a investigação de seis publicações na internet com conteúdo mentiroso e ofensivo. Fábio não é e jamais foi dono de qualquer fazenda ou de aeronave.

Os seis responsáveis pelas publicações já tiveram suas intimações expedidas pela delegacia e deverão ser ouvidos nos próximos dias.

“Estas publicações absurdas que têm surgido na internet, pretendendo vincular o nome do Fábio à compra de bens de elevado valor, caracterizam conduta criminosa e serão sempre levadas ao conhecimento das autoridades para as providências legais cabíveis”, afirma Cristiano Zanin Martins, um dos advogados que assina a representação.

Teixeira, Martins & Advogados

No RBA

http://contextolivre.blogspot.com.br/2013/10/advogados-de-filho-de-lula-denunciam.html

Eduardo Campos usou R$ 4 mi de dinheiro público com jatinhos para fazer campanha eleitoral



Campos usou R$ 4 mi para rodar o país em jatinhos desde 2012
 
O mais bem avaliados dos governadores

O governo de Pernambuco desembolsou ao menos R$ 4 milhões no aluguel de jatinhos executivos para que o presidenciável Eduardo Campos (PSB) e sua comitiva rodassem o Brasil e fossem a outros países, entre janeiro de 2012 e julho deste ano.

Alguns dos deslocamentos foram feitos tanto para cumprimento de agenda oficial quanto para tratar de assuntos relativos ao partido.

Nesse período, numa espécie de pré-campanha, Campos foi se afastando aos poucos da base da presidente Dilma Rousseff e buscou aliados para seu projeto de se candidatar ao Planalto em 2014.

O valor leva em consideração apenas o gasto com aviões alugados para viagens de Campos para fora de PE, segundo notas fiscais das viagens obtidas pela Folha.

Em agosto de 2012, por exemplo, o Estado desembolsou R$ 103,3 mil para que Campos se deslocasse ao Rio e a São Paulo para receber uma medalha e reunir-se com um grupo de empresários.

No mesmo mês, mais R$ 89 mil foram desembolsados numa viagem à capital paulista para reunião com um empresário do ramo de alumínio.

Já para que Campos marcasse presença no velório de dona Canô, mãe de Caetano Veloso e Maria Bethânia, foram gastos R$ 27 mil para voar até Salvador e, de lá, seguir para o interior da Bahia.

De 13 destinos visitados pelo governador desde o ano passado, apenas três deles não têm voos comerciais diretos partindo do Recife: Comandatuba (BA), São José do Rio Preto (SP) e Vitória (ES).

Ao longo desses 19 meses, em voos de Campos para reuniões de governo e encontros com Dilma, o governo pernambucano gastou R$ 2,4 milhões com esses jatinhos.

Voos fretados para reuniões com empresários consumiram R$ 899 mil e, para palestras, recebimento de medalha e solenidades, o custo para os cofres públicos foi de R$ 843,6 mil.

Os gastos com locação de avião também incluem viagens ao exterior. Foram R$ 289 mil no aluguel de um francês Falcon para participar de uma palestra sobre segurança pública na Colômbia e outros R$ 166 mil para apresentar as "potencialidades" de Pernambuco num encontro em Buenos Aires.

Em julho, pressionado pela oposição a divulgar os gastos com suas viagens, Campos disse: "Todas as viagens que fiz foram a serviço. Se em alguma viagem eu vou a serviço e, por acaso, tem uma agenda partidária ou política, eu faço questão que essa viagem não seja custeada pelo Estado de Pernambuco".

Porém, em março de 2012, Pernambuco gastou R$ 69 mil para que o governador fosse a Brasília, onde, segundo sua agenda oficial, participou da abertura do "Seminário Nacional dos Pré-Candidatos a Prefeito do PSB" no país.

Em 14 de março de 2013, quando cumpria agenda administrativa em São Paulo, reuniu-se com empresários que queriam conhecê-lo.

Foi durante esse jantar que afirmou que "dá para fazer muito mais" do que Dilma.

Desde o início de seu primeiro mandato, em 2007, Brasília é o principal destino das viagens (122 vezes), seguido por São Paulo (46) e Rio (39). - As informações são da Folha.

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2013/10/eduardo-campos-usou-r-4-mi-de-dinheiro.html

Kamel e os aloprados da Globo

 
Ali Kamel - aquele

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

Tinha ouvido falar pouco de Ali Kamel, chefe de telejornalismo da Globo, até conhecê-lo no Conedit. É o conselho editorial das Organizações Globo.

Sob o comando de João Roberto Marinho, o Conedit reúne os editores das diversas mídias da Globo para alinhar ações e debater assuntos. As reuniões são realizadas às terças, por volta das 11 horas, no prédio da Globo no Jardim Botânico, no Rio. Frequentei-as ao longo dos dois anos e meio em que fui diretor editorial das revistas da Globo. Quando cheguei, Kamel já estava lá, e ali permaneceu depois que saí.

A referência mais longa que eu tivera dele veio de um jornalista da Abril que o procurara em busca de emprego. A operação deu certo. O jornalista me contou que lera que Kamel valorizava gente que tivesse passado por revistas, por ser mais apta a mexer com palavras. O próprio Kamel passara pela Veja no Rio antes de se fixar nas Organizações Globo.

Kamel não confirma o folclore do carioca simpático, ao contrário de outros editores com quem convivi naquelas manhãs de terça. Seu chefe, Carlos Schroder, um gaúcho afável e sempre com um sorriso no rosto, parece mais carioca que ele.

De um modo geral, o ambiente no Conedit reflete o humor, a alegria, a capacidade de rir dos cariocas. (E também a falta de pontualidade.) Mesmo Merval Pereira, colunista de várias mídias da Globo e ex-diretor do jornal, ri com frequência – uma surpresa para quem lê seus textos em geral num tom de elevada preocupação, quase sempre ligada a um pseudopecado mortal de Lula.

Kamel, pela importância da TV, é uma presença destacada no Conedit. Sua expressão solene sublinha esse papel. Não sei se Kamel costuma beber no bar com os amigos para falar bobagens como futebol, mas não me pareceu.

O que inicialmente mais me chamou a atenção em Kamel, e em muitos outros ali, foi a obsessão com São Paulo. “Os jornais de São Paulo” são constantemente citados, como se representassem o mal. Não sou exatamente um admirador nem do Estadão e muito menos da Folha, mas achava engraçada a presença dos “jornais de São Paulo” nos debates. Nós, jornalistas de São Paulo, jamais nos referimos aos “jornais do Rio”.

Não é exatamente confortável ser um paulista naquele plenário, logo entendi. Eu me sentava num canto próximo da porta, por razões de conforto. “Este é o canto dos paulistas”, ouvi, em tom de brincadeira, uma vez, de Luiz Erlanger, uma espécie de RP do alto escalão das Organizações.

Havia uma alta rotatividade naquele canto. O ambiente é carioca, para o bem e para o mal. E o ressentimento pelo tamanho que São Paulo tomou no Brasil acaba repercutindo, de uma forma ou de outra, em paulistas que participem do Conedit.

Ali Kamel não facilita a vida de ninguém, logo vi. Não é hospitaleiro. Lembro o dia em que Kamel foi apresentado ao jornalista Adriano Silva, na sede da Globo no Rio de Janeiro. Adriano estava sendo contratado com a missão de chacoalhar o Fantástico.

Adriano fizera isso na Superinteressante. Daí o interesse da Globo. Quem negociou com Adriano foi Carlos Schroder, então diretor de telejornalismo da Globo e hoje seu diretor-geral. Eu estava com ambos no prédio do Jardim Botânico quando Ali se aproximou.

Não deu um sorriso para Adriano. Seco, quase ríspido, colocou a Superinteressante na conversa — afirmou que a enteada a lia — para comentar supostos erros da revista. Ficou claro naquele momento que a vida de Adriano perto de Kamel não seria fácil. Não foi.

Adriano logo foi tocar sua vida longe da Globo, e o Fantástico continuaria a padecer dos problemas que levaram a Globo a procurá-lo — desinspiração editorial, perda de repercussão e um Ibope brutalmente em queda para um programa que se confundira com a noite de domingo dos brasileiros por muitos anos.

O caso do Fantástico me faria lembrar um comentário que certa vez ouvi, segundo o qual a força criativa da Globo repousava em Boni, “um fanático guardião da qualidade”. Achei isso podia fazer sentido ao ler que, numa corrida em que Galvão Bueno gritou triunfal “eu já sabia, eu já sabia!” quando Senna entregou a vitória ao segundo piloto de sua equipe, Boni teve uma reação irada no bastidor. “Se sabia, por que não contou para o espectador?”, perguntou a Galvão.

No Conedit, numa mesa em forma de U, João Roberto se senta no centro, na reunião. À sua esquerda, numa das laterais, fica Merval. Na esquerda, na outra lateral, Kamel. Há uma tensão muda entre os dois, uma espécie de duelo pela preferência e pela simpatia do chefe. São os que mais falam lá.

Não daria o prêmio de simpatia a Kamel. E nem o de originalidade. Logo percebi que ele expressava com ênfase, com a fé cega de um jihadista, amplificando-as, as conhecidas ideias das Organizações Globo.

Não havia desafio a essas ideias, não havia uma tentativa de reolhá-las e reavaliá-las. Bolsa Família? Assistencialismo. Ponto. Cotas em universidades? Absurdo, Ponto.

Um dia comentei isso com Luiz Eduardo Vasconcellos, sobrinho de Roberto Marinho e acionista das Organizações. Luiz teve cargos executivos durante muitos anos, mas depois se recolheu às funções de acionista minoritário.

É simpático, interessado nas coisas do mundo, simples no traje e no trato, como aliás os primos. Você não diz que ele é um dos donos da Globo se se sentar numa reunião do Conedit sem conhecê-lo.

“Sinto falta de pensamentos alternativos na reunião”, comentei com ele num almoço depois da reunião do Conedit. “A sensação que tenho é que as pessoas, principalmente o Kamel e o Merval, falam apenas as coisas que imaginam que o João vai gostar de ouvir.”

Quanto isso devia estar me incomodando estava claro em meu ataque de sinceridade no almoço. Era evidente o risco de que meu comentário fosse espalhado, ainda que Luiz Eduardo sempre tenha me parecido discreto e reservado.

Nas eleições de 2006, meu diagnóstico do Conedit pareceu se confirmar para mim. João Roberto tinha um tom sereno ao debater a campanha. Vi João criticar várias vezes ações de militantes petistas, mas jamais o vi sair do tom no Conedit.

Curiosamente, dada sua posição de dono, o ambiente muitas vezes não refletia a tranquilidade de João Roberto. Kamel e Merval davam um tom épico, em branco e preto, a muitas discussões políticas. Pareciam odiar Lula e qualquer coisa que partisse do governo petista. E pareciam também querer que João Roberto soubesse disso.

Se o julgamento deles fosse acertado, Lula teria errado em todas as decisões que tomou em seus oito anos de administração. Quanto aquela inflamação toda era genuína ou não, é uma dúvida que carrego até hoje. Será que eles pensam mesmo aquilo, ou no bar, com os amigos, dão uma relaxada?

Não sei.

Minha intuição é que, como o poeta segundo Fernando Pessoa, o fingimento é tanto que uma hora você acredita no que fingia antes acreditar. A alternativa é um sentimento automassacrante de que você é uma pena de aluguel.

Há uma lenda urbana segundo a qual Kamel seria o homem por trás da ideologia das Organizações Globo, o “Ratzinger” da empresa. Kamel não é nenhum Hayek, ou Friedman. Não é formulador de pensamentos, não é um filósofo, não é carismático, não é nada daquilo que confere a alguém o poder de persuadir outras pessoas pelo vigor não dos gritos mas das ideias.

Uma designação provavelmente mais próxima da realidade é que Kamel comanda os “aloprados” da Globo. Relembremos. Num determinado momento da campanha de 2006, veio à cena, na mídia, a expressão “aloprados”, para designar petistas mais apaixonados. A certa altura, Lula disse a João Roberto Marinho que seguraria os “seus aloprados”, mas que queria que os “aloprados do outro lado” também fossem controlados.

Foram? Basta ouvir um comentário de Jabor ou um artigo de Merval para saber que não. A cobertura em 2010 do atentado da bolinha de papel contra Serra, ou mais recentemente a forma como foi tratado o julgamento do Mensalão, mostra que os aloprados estão de mãos livres na Globo.

Uma possibilidade que deve ser considerada é que aloprados não sejam exatamente alguns comentaristas ou colunistas, ou mesmo diretores da área jornalística – mas a própria Globo, em sua alma e em sua essência.

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2013/10/kamel-e-os-aloprados-da-globo.html

Nem Aécio e nem Campos. Dilma vence 1º turno





 
A presidente Dilma seria reeleita no primeiro turno se disputasse a eleição presidencial contra o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador pernambucano Eduardo Campos (PSB), segundo pesquisa do instituto Datafolha realizada nesta sexta-feira, 11. Dilma teria 42% das intenções de voto, enquanto Aécio ficaria com 21% e Campos, 15%. Votos em branco, nulo ou nenhum totalizam 16% e outros 7% não sabem em quem votar.
Para vencer no primeiro turno, o candidato precisa somar mais de 50% dos votos válidos, o que exclui os votos branco e nulos.
A pesquisa é a primeira após a união da ex-senadora Marina Silva com Eduardo Campos. Foram feitas 2.517 entrevistas em 154 municípios, e a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.
Foram testados quatro cenários para a eleição presidencial de 2014, alternando os nomes de Campos e Marina, pelo PSB, e os de Aécio e do ex-governador José Serra, pelo PSDB. De acordo com a pesquisa, publicada hoje pelo jornal Folha de S. Paulo, nas outras três combinações, Dilma não teria índice suficiente para garantir a reeleição no primeiro turno.
A disputa que seria mais acirrada é a que inclui Marina e Serra. Nesse cenário, Dilma soma 37% dos votos, Marina, 28%, Serra, 20%, brancos, nulos e nenhum, 10%, e não sabem, 5%. Contra Serra e Campos, Dilma teria 40%, o tucano, 25%, o socialista, 15%, brancos, nulos e nenhum, 15%, e não sabem, 6%. No confronto envolvendo Marina e Aécio, a presidente teria 39%, a ex-senadora, 29%, o senador, 17%, brancos, nulos e nenhum, 10%, e não sabem, 5%.
Dilma ganha em todas as simulações de 2º turno
Ainda de acordo com o Datafolha, Dilma venceria todas as simulações de segundo turno. A vitória mais apertada seria contra Marina: 47% a 41%. No enfrentamento com Aécio Neves, Dilma ganharia por 54% a 31%. Contra Serra, a presidente seria reeleita por 51% a 33%.
O maior índice de rejeição é ao nome de José Serra: 36% não votariam no ex-governador paulista. Dilma tem rejeição de 27%, Campos, 25%, Aécio, 24% e Marina, 17%.
 
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2013/10/nem-aecio-e-nem-campos-dilma-vence-1.html

Serra voltou e Aécio sumiu


http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/


Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:

Até outro dia, Dilma Rousseff tinha liderança folgada nas pesquisas e poderia ganhar já no primeiro turno, Aécio Neves era o candidato do PSDB escalado para perder e Marina Silva estava sem partido para entrar no jogo.

De repente, com a inesperada jogada de Marina de se oferecer ao PSB de Eduardo Campos para acabar com a "polarização PT-PSDB", a mais agitada semana da pré-campanha presidencial chega ao fim com o quadro sucessório absolutamente em aberto. Com as definições no campo da oposição adiadas para 2014, nem se sabe ainda quem serão os candidatos de oposição a Dilma.

Par acabar com a crise que começava a se instalar entre marineiros e socialistas sobre quem seria o candidato a presidente, apressaram-se Eduardo e Marina, dois ex-ministros do governo Lula agora na oposição, em dar uma entrevista coletiva nesta quinta-feira em São Paulo para anunciar que só vão definir o cabeça de chapa no próximo ano, depois de afinar um programa comum entre a Rede e o PSB.

A maior reviravolta provocada pela chapa Eduardo-Marina, ou vice-versa, acabou acontecendo no campo do PSDB, onde tudo parecia definido depois que Fernando Henrique Cardoso, ainda no ano passado, lançara a candidatura de Aécio Neves, que logo conquistou o apoio da maioria do partido.

Animado com a mudança do cenário eleitoral, o eterno candidato José Serra resolveu ressuscitar e voltou com tudo, ao garantir ter recebido de Aécio a promessa de que o nome tucano para disputar a sucessão de Dilma só será definido em março ou abril do próximo ano. Esta teria sido a condição de Serra para ficar no PSDB, depois de ameaçar debandar para o PPS. Vai começar tudo de novo no ninho tucano, como já vimos nas últimas três campanhas, em que a Serra levou até o último minuto o suspense sobre a candidatura do partido, enquanto os adversários já corriam o país atrás de votos e alianças.

O fato é que o ex-governador paulista voltou a viajar pelo país, fazer discursos como candidato, frequentar eventos ao lado do governador Geraldo Alckmin e ocupar espaços na mídia, enquanto Aécio sumia do noticiário. O resultado desta indefinição é o PSDB ser até o momento o único partido grande que não conseguiu fechar aliança alguma, nem com o PPS de Roberto Freire e o DEM, suas tradicionais forças auxiliares.

Do lado do PT, o ex-presidente Lula, que manteve uma reunião de cinco horas com Dilma em Brasília para discutir o novo cenário, finalmente se convenceu de que Eduardo Campos não só será mesmo candidato como fará uma campanha abertamente de oposição aos governos do PT. E recomendou ao comando da campanha de Dilma que como tal deve ser tratado.

No programa político do PSB exibido na noite de ontem, Eduardo prometeu "abandonar as velhas práticas políticas", afirmando que "o governo já deu o que tinha que dar", e Marina prometeu "sepultar a Velha República", mas sem a abrir mão dos poderosos grupos econômicos que a apoiam e ontem foram levados para uma reunião com o governador pernambucano.

Até o mês passado aliado da presidente Dilma, Eduardo só não explicou como vai abandonar estas velhas práticas tendo a seu lado a família Bornhausen e Heráclito Fortes, depois de buscar o apoio de Ronaldo Caiado, o antigo líder da UDR, que acabou sendo rifado pela entrada de Marina no barco socialista.

Como Dilma e Lula fizeram no programa do PT, Eduardo e Marina apresentaram um jogral na segunda parte do programa, com os muitos elogios mútuos trocados no lançamento da "Coligação Democrática" no último sábado, em que procuraram explicar a "aliança programática" entre a Rede e o PSB, mas sem dar maiores detalhes de como se dará a campanha "contra a falsa polarização entre PT e PSDB".

Se depender dos rumos erráticos do PSDB, parece mesmo que esta polarização já acabou, e a disputa se dará entre o PT e seus antigos aliados, que entraram na disputa com a corda toda. De qualquer forma, só saberemos como será o novo desenho do quadro eleitoral após a divulgação das próximas pesquisas, com os muitos cenários possíveis. Por enquanto, só há uma certeza: a única chapa definida é a de Dilma Rousseff para presidente com Michel Temer para vice.
 
http://altamiroborges.blogspot.com.br/2013/10/serra-voltou-e-aecio-sumiu.html

Na onda das fotos de criança



 

 http://contextolivre.blogspot.com.br/2013/10/na-onda-das-fotos-de-crianca.html

Banco BTG Pactual paga lua de mel de Aécio em Nova York



Afinal, Aécio foi dar palestra ou o banco pagou a campanha política junto aos investidores americanos?

Padrinhos:O casal Alexandre Accioly e Renata Padilha

Você votaria em um candidato à presidente da República que visa apenas os interesses dos banqueiros? E se esse banqueiro fosse o  dono do BTG Pactual, André Esteves, que  não esconde seu sonho de arrematar o controle acionário de grande bancos estatais brasileiros – Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil – caso um governo privatista - como o PSDB-  resolva vendê-los?  
O candidato  à presidente Aécio Neves (PSDB), não acha antiético receber favores de banqueiro.
 Aécio Neves (MG) e Letícia Weber, se casaram  na sexta-feira passada e  partiram para Nova York. Até ai, nada demais, se não fosse um detalhe: Aécio e a esposa viajaram para a "lua de mel" com passagens aéreas e despesas pagas  pelo banco BTG Pactual, que também reservou uma suíte para o casal, de segunda a quarta-feira, no exclusivo hotel Waldorf Astoria, um dos mais caro dos EUA
O evento foi promovido por  Pérsio Arida, um dos ícones das polêmicas privatizações no governo FHC . Aécio,  aproveitou a oportunidade  para repetir  um velho costume tucano: falar mal do Brasil no exterior. FHC era useiro e vezeiro nisso.(Leia aqui) A  assessoria de Aécio se limitou a dizer que, ele declinou de cobrar pela palestra. Ou seja, Aécio deu palestra gratuita,  em troca das passagens aéreas, estadia no  hotel e despesas pagas? Ou teria  interesses  interesses escusos?
Aécio e Letícia em Nova York

E se fosse Dilma?

Fernando Henrique Cardoso, lançou Aécio candidato a presidente. A presidente Dilma, também está candidata à reeleição. E se Dilma aceitasse convite de banqueiro para viagem de lazer?
 
Já imaginou como seria as escandalosas manchetes nas capa de todos os jornais brasileiros?:"Dilma aceita favor de banqueiro" ou "Dilma vai governar para banqueiros" Mas, como se trata do partido da elite perfumada, a imprensa se cala e apoia. E o candidato serviçal, viaja Brasil a fora prestando serviço ao explorador.
 
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2013/10/banco-btg-pactual-paga-lua-de-mel-de.html

Vergonhoso editorial do Estadão sobre faixas de ônibus em SP



Pense em uma antiga e mastodôntica empresa familiar que se confunde com os piores erros que se cometeu no país e na cidade em que está sediada e você estará pensando no jornal O Estado de São Paulo. O que essa empresa causa em São Paulo não difere do que outras da mesma natureza causam no resto do país, de forma que este texto tem interesse nacional.
A família Mesquita, que passou a controlar o jornal na alvorada do século XX e que edificou o grupo empresarial a que aquele periódico deu origem, traz em seu “currículo” cumplicidade com o estupro da democracia nos idos de 1964 e apoio a políticas públicas que enriqueceram poucos e empobreceram muitos, fazendo do Brasil um dos países mais desiguais do mundo.
Hoje, porém, o Estadão já tem concorrentes na imprensa em termos de elitismo, arrogância e insensibilidade com as necessidades prementes da maioria do povo brasileiro. Mas lidera o desprezo da imprensa de São Paulo pela maioria do povo, que sobrevive em uma cidade desumana, edificada para os ricos e que confinou as massas empobrecidas em suas franjas.
O gigantismo da cidade São Paulo – que já chega aos 12 milhões de habitantes – criou o maior problema de mobilidade urbana do país e um dos maiores do mundo. O Departamento de Trânsito da cidade já contabiliza sete milhões de veículos registrados e quase 4 milhões deles saem diariamente às ruas, via de regra com uma única pessoa em cada um.
Alguns podem pensar que haver 7 milhões de veículos para 12 milhões de habitantes é sinal de que quase 60% da população têm carro, mas essa percepção está muito distante da realidade. Empresas e particulares detêm pequenas frotas particulares, de modo que uma única família pode ter 4, 5 veículos, enquanto que uma empresa chega a ter dezenas e até centenas.
Estima-se, pois, que nem um quinto da população da capital paulista tenha carro particular, que ainda é um privilégio de poucos não só nesta cidade, mas no país inteiro.
A volta do PT ao comando da capital paulista no ano passado propiciou a retomada de políticas públicas que agora começam a dar a justa preferência ao transporte público nas ruas da cidade, pois os carros de poucos desorganizam e impõem um sofrimento quase insuportável à vida de todos.
Após os protestos de junho por conta da mobilidade urbana, o prefeito Fernando Haddad retomou projeto que Marta Suplicy tentou implantar e que foi interrompido pelas administrações José Serra e Gilberto Kassab, que trataram de não mexer com o interesse da minoria motorizada como Marta estava fazendo e Haddad volta a fazer.
O novo prefeito de São Paulo implantou um projeto que melhorou sobremaneira a vida do povo mais humilde e não motorizado, as faixas para ônibus nas principais artérias da cidade. Essa política confina os carros particulares e libera os coletivos. Dessa forma, a velocidade média dos ônibus aumentou sobremaneira, melhorando a vida da população que vive mais longe do centro expandido, onde estão os empregos.
Não por outra razão, a grande maioria da população paulistana está exultante com a inovação. Há relatos de pessoas que viram reduzir-se pela metade o tempo de viagem de casa para o trabalho e vice-versa. A popularidade da nova medida é tão grande que até um dos principais adversários políticos de Haddad, o governador Geraldo Alckmin, viu-se obrigado a elogiá-la.
Matéria do site Brasil 247 dá conta de que “Na avaliação do tucano [Alckmin], a Prefeitura ‘faz muito bem’ em investir nas faixas exclusivas para ônibus. Segundo ele, os corredores ‘são um espetáculo’”.
Não foi à toa que Alckmin elogiou a medida do adversário político. O apoio da população paulistana a ela é cada vez maior e já preveem que deve ser “exportada” para outros grandes centros urbanos do país a partir da experiência paulistana.
Nesse contexto, editorial do jornal O Estado de São Paulo de 10 de outubro destoa do sentimento da grande maioria dos paulistanos e afaga uma minoria que é pequena até entre os donos de carro. Pesquisa Ibope recente deu conta de que 61% dos paulistanos donos de veículos particulares veem com bons olhos as faixas exclusivas para ônibus.
A explicação para donos de veículos particulares apoiarem uma política que vem fazendo esses veículos trafegarem em velocidade menor enquanto a dos ônibus aumenta, é muito simples: as pessoas prefeririam o transporte público se ele funcionasse melhor, porque é caro, arriscado e penoso tirar o carro da garagem.
A mera leitura do editorial do Estadão é revoltante pelo nível de desonestidade intelectual do texto. Vale reproduzir e dissecar essa argumentação abjeta que pretende defender o interesse dos mais ricos sem se importar com os efeitos que esses interesses causam a toda uma coletividade.
Abaixo, pois, sob cada trecho do editorial (em negrito) um comentário do Blog.
—–
O Estado de São Paulo
10 de outubro de 2013
Ao levantar a bandeira (eleitoral) da mobilidade urbana, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e o secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, assumiram o papel de defensores dos sem-carro e passaram a combater, sem pensar nas consequências, a multidão dos que se atrevem a sair às ruas em seus automóveis, mesmo tendo de enfrentar grandes congestionamentos todos os dias. Os congestionamentos são cada vez maiores, mas a dupla já começa a acumular resultados “positivos” nessa batalha, mais do que ousada, demagógica.
Só um verdadeiro demente pode considerar mobilidade urbana uma “bandeira eleitoral”. Que história é essa? Mobilidade urbana é um problema seriíssimo não só da capital paulista, mas de praticamente todos os grandes centros urbanos do país.
O editorial ainda chama o prefeito e seu secretário de “defensores dos sem-carro”, que estariam atuando contra os paulistanos “com carro”. Há, aí, uma tentativa de colocar em lados opostos dois setores da sociedade paulistana que padecem com o mesmo problema.
O primeiro parágrafo desse editorial nefasto ainda transforma em sofredores os que optam por um transporte de melhor qualidade, muito mais confortável, como se fizessem favor a alguém ao ajudarem a congestionar ainda mais um trânsito caótico como o de São Paulo.
Ela [a tal “bandeira eleitoral” de Haddad] deve melhorar a arrecadação da Prefeitura com o aumento das multas de trânsito e, assim, ajudar a pagar os subsídios às empresas de ônibus, que, com o congelamento da tarifa, devem atingir no próximo ano a impressionante quantia de R$ 1,65 bilhão.
Sim, as multas ajudarão a melhorar a arrecadação da Prefeitura para que possa pagar pelo desatino de parte da população de São Paulo que acha que não está pagando os R$ 0,20 que deixaram de ser cobrados nas tarifas dos ônibus.
Isso é ruim? Por que? Pelo contrário, é muito bom. A falta de senso de cidadania dos que teimam em invadir com seus carros as faixas de ônibus, na melhor tradição do “jeitinho brasileiro”. Eles têm mais é que pagar pela falta de civilidade a que se dão.
Há um jeito muito fácil de não ocorrer o “mal” que o editorial vê em aumentar a arrecadação da Prefeitura de São Paulo graças aos que não respeitarem a lei: que a respeitem. Dessa maneira, não serão multados. Agora, o sujeito viola a lei de trânsito e a culpa é da Prefeitura?
Estima-se que os recursos provenientes das multas crescerão 22% em 2014, atingindo R$ 1,2 bilhão, um novo recorde. Nos primeiros oito meses deste ano, dos 6,4 milhões de multas aplicadas aos motoristas que circulam pela capital, 352,5 mil foram flagrantes de invasões em corredores e faixas exclusivas de ônibus, registrados por um exército de 1,5 mil fiscais de trânsito da CET e mais 690 da São Paulo Transportes (SPTrans).
Os donos dos 7 milhões de veículos da capital parecem não ter importância. Eles seriam apenas pessoas egoístas que rejeitam o transporte público. É como se não tivessem compromissos diários, serviços a prestar e nenhuma relevância para a vida econômica e social da cidade.
Ora, ora… Se os donos dos 7 milhões de veículos – que não são 7 milhões de munícipes, mas muito menos, pouco mais de 2 milhões em meio a 12 milhões de habitantes de São Paulo – têm, sim, importância, a esmagadora maioria da população da cidade tem muito mais, até porque reside mais longe e sofre mais com o transporte público.
Todos, os com carro e os sem-carro, têm importância. Todos têm compromissos diários, serviços a prestar e relevância para a vida econômica e social da cidade. Quer dizer que entre a relevância da maioria sem carro e a da minoria com carro deve-se escolher a da minoria? Típico do Estadão…
Tanto é assim que, nas próximas semanas, aos marronzinhos se somarão 200 novos radares para ajudar na batalha contra esses paulistanos que não resistem à tentação de circular pelos corredores e faixas de ônibus – espaços em grande parte vazios -, para tentar chegar a tempo aos seus compromissos.
Ainda bem que serão instalados esses 200 novos radares para flagrarem a falta de civilidade desses pretensos espertalhões que “não resistem à tentação de circular pelos corredores e faixas de ônibus”. Se não resistem à tentação de violar a lei, que paguem por isso.
Além disso, os “espaços vazios” que as faixas de ônibus deixaram são o que garante a velocidade maior do transporte público. Ou seja: o objetivo é deixar espaços vazios mesmo para que os ônibus trafeguem em velocidade e levem para as bordas da cidade essa população que se espremia durante horas para que donos de carro pudessem trafegar com mais conforto.
Essa má vontade com o transporte individual prejudica a cidade. Não se discute a necessidade de dar prioridade ao transporte público e, no caso dos ônibus, de aumentar sua velocidade. Mas não é preciso fazer isso criando dificuldades para os que usam o carro como instrumento de trabalho. Especialmente para aqueles – como médicos e enfermeiros, para citar dois exemplos – cuja profissão tem exigências que o transporte público não consegue atender.
É muita cara-de-pau. Não há má vontade com o transporte individual, há boa vontade com o transporte coletivo. E como é que “não se discute dar prioridade ao transporte coletivo” se o editorial está fazendo justamente isso, está discutindo a prioridade que a Prefeitura está dando a esse tipo de transporte?
Se “não é preciso fazer isso criando dificuldades para os que usam o carro como instrumento de trabalho”, que o Estadão diga como pode ser feito.
E a profissão dos médicos e enfermeiros – sendo que estes usam o transporte público, vale lembrar – não requer regalias. Todos os que se locomovem pela cidade têm pressa. Aliás, no momento em que se sabe que médicos optam por trabalhar perto de suas casas, abandonando as periferias, o comentário do Estadão é especialmente revoltante.
Portanto, em vez de tratar o transporte individual como egoísta e elitista, é preciso estudar a fundo o papel que ele desempenha na vida de grande parte da população. Quanto aos paulistanos que usam ônibus, seus problemas são a falta de conforto, de itinerários que atendam a suas necessidades e a lentidão.
Por isso, entre ficar espremidos em ônibus superlotados, depois de longa espera nas filas dos pontos, e suportar os congestionamentos, os que podem preferem esta última opção.
Ah, certo, “Os que podem”… E os que não podem? Que se danem, para que “os que podem” possam fugir do desconforto.
Ora, já não basta poder ficar sentadinho no carro ouvindo rádio, frequentemente com ar-condicionado e tantos outros confortos que um veículo particular proporciona? Que pelo menos quem dispõe dessa regalia aceite que os que se espremem nos coletivos possam fazer a viagem com rapidez.
A troca é muito justa: quem quer conforto perde tempo e quem abre mão do conforto ganha tempo. É uma questão de escolha. Ninguém está sendo obrigado a tirar o carro da garagem.
No lugar de implantar, sem planejamento e a toque de caixa, as faixas exclusivas que servirão de cenários para os próximos programas eleitorais do PT na campanha para o governo do Estado, Haddad e Tatto deveriam adotar um plano capaz de harmonizar a utilização de carros com o transporte público, de acordo com as necessidades das várias regiões da cidade.
“Sem planejamento”? Que história essa? Sem planejamento uma pinoia. Se não tivesse havido planejamento as faixas de ônibus não teriam melhorado tanto a velocidade do transporte coletivo em São Paulo. Houve um aumento de 45% na velocidade dos ônibus.
Agora, só faltava uma administração adotar uma medida que melhora a vida da população que a elegeu e não poder, durante as eleições, mostrar o que fez de bom. Tucano até a alma, partidário do elitismo de Serra e Kassab, que poderiam ter feito as faixas de ônibus e optaram por não fazer, o jornal parece aquele juiz de futebol que rouba apitando “perigo de gol”.
Antes de reduzir o espaço destinado aos carros para forçar seus proprietários a eixa-los nas garagens, é preciso criar mais vagas de estacionamento para eles, com a construção – há muito prometida e nunca concretizada – de garagens subterrâneas. E seria bom também retomar o plano de transporte do governo Marta Suplicy que deixava os corredores apenas para os ônibus maiores. Os veículos de média e pequena capacidade seriam os alimentadores dessas linhas-tronco.
Pois é, o Estadão quer que o poder público continue incentivando o uso do transporte individual criando mais vagas de estacionamento. Ou seja, quer agravar o problema.
Além disso, Marta nunca teve o plano que o Estadão lhe atribui. O plano dela era justamente esse que Haddad está implementando. Ela só não teve tempo de concluir o seu trabalho porque esse jornal cara-de-pau sabotou sua administração do começo ao fim.
Hoje, o que se vê são todos esses veículos, às vezes quase vazios, disputando entre si aquele espaço. E muitos invadem as poucas faixas destinadas aos carros para fugir do congestionamento nos corredores e faixas.
O fecho desse editorial sem-vergonha é talvez seu pior trecho. O jornal brada contra haver ônibus “às vezes quase vazios”, como se isso fosse ruim. Primeiro que os ônibus estão trafegando sem superlotação fora dos horários de pico e isso é ótimo, é um incentivo para os “com carro” usarem o transporte público. Se o fizerem, não haverá coletivos “quase vazios”.
É preciso, em suma, mais planejamento e menos demagogia.
O que é preciso mesmo é esse jornal reacionário, elitista e intelectualmente desonesto entender que o cidadão de maior poder aquisitivo não é melhor do que o de menor poder aquisitivo. Um ônibus leva 50 vezes mais pessoas do que um carro particular. Para o Estadão, um dos que defende vale 50 vezes mais do que aqueles que despreza, ou seja, o povo.

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