terça-feira, 26 de julho de 2011

Ninguém precisa de informação construída seja pelo doido da Noruega seja pelo grupo GAFE (Globo, Abril, Folha, Estadão), doidos do Brasil.

De 2083 – A European Declaration of Independence, de Andrew Berwick


O documento escrito pelo doido norueguês pode ser baixado, em PDF: 2083 – A European Declaration of Independence, de Andrew Berwick (na íntegra em http://download.repubblica.it/pdf/2011/memoriale_oslo1.pdf?ref=HREA-1).


Mas não é preciso baixar nem ler nada. Zilhões de páginas de fascistas brasileiros dizem praticamente a mesma coisa, com diferenças superficiais (e Jair Bolsonaro e William Waack dizem de viva voz).


Num dos excertos que aí vão traduzidos, por exemplo, o Brasil aparece como exemplo de “bastardização” – o que é imagem especular dos discursos ‘críticos’ do Elio Gaspari na Folha de S.Paulo, em que o presidente Lula é dito, com escárnio diário, “nosso guia” (por exemplo, em http://titaferreira.multiply.com/calendar/item/10382). Mais um fascista, afinal desmascarado por outro, que expõe, sem firulas metidas a ‘jornalísticas’, o ódio racista e de classe da canalha brasileira, contra o metalúrgico que os derrotou (3 vezes, só até agora).


Noutro, o doido norueguês defende as florestas exatamente como Marina Silva e outros ONGo-fundamentalistas metidos a ‘éticos’ e a espertinhos (que são fascistas, a gente já intuía; agora, tá provado: são fascistas sinceros).


Um blog norte-americano (http://up-ship.com/blog/?p=10945) fez a seleção de excertos que aí vai. Não é absolutamente necessário ler a coisa, mas talvez interesse conhecer o tom. Traduzimos a seleção do blog acima, à guisa de informação.


“Informação”, como se sabe, cada um deve construir a sua e evidentemente ninguém precisa de informação construída seja pelo doido da Noruega seja pelo grupo GAFE (Globo, Abril, Folha, Estadão), doidos do Brasil.


Então, aí fica isso, como mais um alerta contra os ecologistas fundamentalistas, os ‘éticos’ em geral, os antimarxistas, o Elio Gaspari e a Folha de S.Paulo.


A parte, do discurso do doido da Noruega que tem a ver com o antimarxismo obcecado... não se comenta: também tá cheio, por aqui, de doidos parecidos. Alguns são professores-titulares de Ética na Unicamp.


Página 1.284:3.84

Cavaleiros Templários e etnocentrismo


Os Cavaleiros Templários têm três funções básicas:


– Agir como Movimento Cruzado paneuropeu, para banir o Islã da Europa;

– Agir como um Movimento dos Direitos Indígenas, para servir aos interesses de grupos étnicos europeus e para destruir o marxismo cultural/multiculturalismo:

– Agir como um Tribunal de Crimes de Guerra [por que será que, aí, pensei IMEDIATAMENTE no Perval Meneira?].


Página 1.287:

Os regimes marxistas na Europa asseguram privilégios, ou liberalizaram completamente as leis da biotecnologia. Têm de encorajar e mesmo patrocinar diretamente programas repro-genéticos em nível privado e/ou estatal, que oferecem clínicas de reprodução que se focam estritamente em genótipos indígenas de fontes puras (genótipos nórdicos puros, não diluídos, com 95-00% de pureza) encontrados no norte da Suécia e em outras áreas onde são encontráveis. Os regimes marxistas europeus jamais permitirão ou contribuirão para isso, o que só deixa duas opções:


Tradicionalistas/conservadores/nacionalistas, em cada país europeu devem receber reservas onde possam ser autônomos (controle político) como os nativos da América do Norte depois de derrotados pelo exército dos EUA. Isso ainda não é aceitável para grande maioria de conservadores, mas esperamos derrotar os regimes marxistas culturais da Europa dentro de 70 anos. A terceira opção pode ser delineada nos seguintes termos:


Os conservadores devem assumir o poder político e militar mediante uma combinação de luta armada e luta democrática dentro de 70 anos e implementar a política acima. A alternativa é continuar o modelo de bastardização, semelhante ao modelo brasileiro, onde se estabeleceu (devido à revolução marxista brasileira) um cadinho em que se misturaram europeus, asiáticos e africanos.


Página 1.289:

Sou extremamento orgulhoso de meu grupo étnico. Noruegueses, que são tribo norte-germânica.

[Seguem-se várias páginas contra “mistura racial”.]


Página 1.338:

– Todos os países do 2º e do 3º mundo (com taxas de natalidade superiores a 2,1) devem implementar políticas de filho único até que se estabilizem em face das perspectivas financeiras e do superconsumo, salvando suas florestas etc.; – Reduzir o consumo global, mediante políticas protecionistas;– Todas as companhias globais serão nacionalizadas.


Página 1.341:

A população de nosso planeta não deve exceder 3 bilhões de indivíduos; portanto, devem-se implementar políticas radicais (hoje, somos mais de 6,8 bilhões).


Página 1.448:

Deportar todos os muçulmanos


Página 1.454:

Marxistas (todas as categorias de traidores A e B) não terão misericórdia. Devem ser executados pelos crimes de guerra listados no item 1-8.


Página 1.475 (e várias seguintes): a justificativa cristã para uma renovada Cruzada para cristianizar a Euroopa e expulsar os muçulmanos.


Páginas 1.574-1.639: [Registro, dia a dia dos esforços para obter armas e preparar explosivos. A última entrada é do dia 21 de julho. Estou pesquisando essa parte. Até agora não encontrei nenhuma pista do que o homem planejava fazer, mas deve haver alguma coisa.]


Estádio de Ananindeua Boa Bolada

ANANINDEUADEBATES
Opinião,Pensamentos e Política

Imagem Ilustrativa do Estádio


A Prefeitura de Ananindeua assinou com a empresa Visatec do Paraná, contrato para a construção da primeira etapa do famoso Estádio Municipal de Ananindeua, a previsão é que essa primeira etapa seja realizada em 15 meses, a ordem de serviço saiu no Diário Oficial do Município de Ananindeua, no dia 20 de Julho. A empresa Visatec que ganhou a licitação no valor de R$ 11.489.164,29 é especialista em fazer estradas.



O Contrato para execução da obra, foi assinado pelo Sr. Paulo Sérgio, o homem forte do Governo Helder Barbalho.


EXTRATO DE CONTRATO


EXTRATO DO CONTRATO N° 022/2011 – SESAN/PMA, QUE ENTRE SI CELEBRAM A SECRETARIA MUNICIPAL DE SANEAMENTO E INFRAESTRUTURA E A EMPRESA VISATEC – CONSTRUÇÕES E EMPREENDIMENTOS LTDA.
CONTRATO N° 022/2011 – SESAN/PMA
CONTRATO DE REPASSE N.º 198.653-69/2006; 231.068-83/2007;
265.769-81/2008 – Caixa Econômica Federal
LICITAÇÃO: CONCORRÊNCIA PÚBLICA
PARTES: SECRETARIA MUNICIPAL DE SANEAMENTO E INFRAESTRUTURA E A EMPRESA VISATEC – CONSTRUÇÕES E EMPREENDIMENTOS LTDA.
OBJETO: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA EXECUÇÃO DAS OBRAS ESERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO DA PRIMEIRA FASE DO ESTÁDIO MUNICIPAL DE ANANINDEUA, INCLUINDO URBANIZAÇÃO DA ÁREA, NESTE MUNICÍPIO, NOS TERMOS DA CONCORRÊNCIA PÚBLICA Nº.2010.004. SESAN/PA, DEVIDAMENTE HOMOLOGADA E ADJUDICADA À CONTRATADA. PRAZO DE VIGÊNCIA/ EXECUÇÃO: EXECUÇÃO DE 14 (QUATORZE) MESES E VIGÊNCIA DE 15 (QUINZE) MESES, CONTADOS DA DATA DE EMISSÃO DA ORDEM DE SERVIÇO.
VALOR DO CONTRATO: R$- 11.489.164,29 (ONZE MILHÕES, QUATROCENTOS E OITENTAE NOVE MIL, CENTO E SESSENTA E QUATRO REAIS E VINTE E NOVE CENTAVOS).
DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA:
Funcional Programática: 09.01.001.15.451.0007.1012
Natureza da Despesa: 44.90.51.00
Sub-elemento: 44.90.51.02
Valor Total: R$ - 11.489.164,29
Valor 2011:R$ - 5.605.302,00
Valor 2012: R$ - 5.883.862,29
FORO: COMARCA DE ANANINDEUA.
DATA DA ASSINATURA: 07 DE ABRIL DE 2011.
ORDENADOR RESPONSÁVEL: PAULO SÉRGIO DE MELO GOMES SECRETARIO MUNICIPAL DE SANEAMENTO E INFRAESTRUTURA
http://ananindeuadebates.blogspot.com/2011/07/estadio-de-ananindeua-boa-bolada.html

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Mais de 1 milhão na Classe C



De 2003 a 2009, número de brasilienses a alcançarem o estrato foi de 189,6 mil. Com renda mensal de R$ 1,2 mil a R$ 5.174, essa parcela ganhou poder de compra que se assemelha ao das camadas A e B

O advento da nova classe média, nome dado ao grupo de brasileiros que despontou com grande potencial de consumo na esteira da prosperidade econômica do Brasil nos anos 2000, também deixou sua marca no Distrito Federal. De acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), que analisou o fenômeno a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) e do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em um período de seis anos, 189,6 mil moradores do DF passaram a integrar a classe C, patamar de renda que engloba famílias cujos ganhos mensais ficam entre R$ 1,2 mil e R$ 5.174. Isso significa que 1,16 milhão dos habitantes de Brasília e regiões administrativas se enquadram nessa categoria.


O crescimento do poder de compra dessa parcela da população tem nuances no Distrito Federal que merecem destaque. O funcionalismo público é responsável por grande parte dos empregos locais e isso inclui trabalhadores da classe C. Por gozarem de estabilidade, esses consumidores têm acesso mais fácil ao crédito e, principalmente, a financiamentos de longo prazo. “O integrante da classe C brasiliense facilmente está se comprometendo com a compra de bens que são caros, como carros e apartamentos”, destaca o consultor de varejo Alexandre Ayres, da empresa Neocom.


São pessoas como o policial Leonidas de Almeida, 39 anos, que está distante apenas 12 prestações de quitar a casa própria em Taguatinga. A boa maré financeira e as condições facilitadas de pagamento permitiram à família de Leonidas adquirir não apenas o imóvel. “Nos últimos anos, compramos eletroeletrônicos e eletrodomésticos, mas agora chega. Não queremos fazer mais dívidas até terminar de pagar a casa”, diz. A prudência, no entanto, não impede o policial de fazer planos para o futuro: quando ficar livre dos compromissos atuais, ele quer trocar de carro.


Ascensão aguda


Na visão de Alexandre Ayres, casos como o de Leonidas ilustram o fato de que, no DF, a melhora na qualidade de vida proporcionada por transformações como aumento de emprego e renda no país deram margem ao desenvolvimento de uma classe C que possui afinidades com a classe média dos patamares A e B. “Brasília tem uma ascensão social muito aguda”, diz. O economista Marcelo Neri, da FGV, reforça que o Distrito Federal tem características peculiares. “Brasília não é uma cidade classe C, mas A ou B. Acompanhou o movimento nacional de ascensão da nova classe média, mas com menos força”, avalia.


Neri ressalta que, enquanto no DF o segmento C passou de 37,99% para 45,37% da população entre 2003 a 2009, no Brasil o salto foi de 37,56% para 50,44% no mesmo período. Estudos mais recentes dão conta de que, no país, a classe C já representa mais da metade da população.

Ainda que em menor escala, os impactos do aumento da representatividade da classe C são visíveis no Distrito Federal, principalmente nas áreas periféricas. O economista Júlio Miragaya, diretor de Gestão de Informações da Companhia de Desenvolvimento do Distrito Federal (Codeplan), diz que levantamentos relativos à Pdad feitos este ano revelaram profundas diferenças face aos dados de 2004, que até o fim de 2010 eram os mais recentes disponíveis.


“Até o momento, a Pdad só foi aplicada em 13 regiões administrativas. Mas indicadores indiretos nos permitem afirmar que esse estrato foi muito beneficiado pelas mudanças no panorama econômico do país”, afirma Miragaya. O economista cita como exemplos a forte presença do comércio nas RAs pesquisadas — em média, ele tem respondido por 30% dos empregos — e o fato de estar aumentando a quantidade de pessoas que trabalham no próprio local de residência, sem necessidade de procurar postos no Plano Piloto. “É sinal de que houve aquecimento da economia nessas regiões”, destaca.

Serviços


O consultor de varejo Alexandre Ayres chama a atenção para outro setor beneficiado pelo advento da nova classe média além do comércio: o de serviços. “Com a melhoria de renda, uma das primeiras coisas que as pessoas têm feito é colocar a saúde em dia. Portanto, têm recorrido mais a médicos particulares e planos de saúde. Os salões de beleza são outro filão que cresceu muito”, comenta.


Gravida há três meses, a representante comercial Elaine Cristina Palmeira, 30 anos, tornou-se usuária de um plano de saúde há pouco mais de 30 dias. “Antigamente eu pagava por fora quando tinha de ir a um médico, pois só tinha necessidade de vez em quando. Agora, por causa dos exames e do acompanhamento, ter esse recurso vale muito mais a pena. Eu e meu marido teremos que apertar um pouco o orçamento, mas damos conta”, diz.


Musa Cruvinel, 41 anos, é gerente de um estabelecimento em Taguatinga que aluga roupas de festa, atividade considerada prestação de serviços. Ela confirma que o movimento de clientes tem crescido nos últimos anos. “Alguns meses são mais fortes que outros no nosso ramo, mas de maneira geral as pessoas estão gastando mais”, afirma. Para Musa, o cuidado ao escolher detalhes e acessórios aponta que a qualidade passou a ser mais valorizada pelos clientes. “Apesar de querer levar um produto de preço acessível, as pessoas procuram o que é bom”, explica.


Nos últimos anos, a comerciante Alvina de Souza, 47 anos, fez conquistas importantes. A casa recebeu novos móveis, as roupas e os sapatos passaram a ser adquiridos com maior frequência. Além das compras, Alvina vai mais ao salão de beleza. “Minha qualidade de vida melhorou 80%”, diz, orgulhosa. Após tantas transformações, a rotina da família também mudou. “Estamos comendo mais fora de casa e compramos um carro zero. Apesar de ser financiado, já pagamos nove meses. É o terceiro na garagem.”, conta.


Correio Braziliense

Por


Kassab dá R$ 420 mi ao Fielzão e corta R$ 460 da merenda de menores carentes




Prefeitura de SP corta R$ 461 da merenda dos abrigos.


Desde 1º de julho, as entidades que abrigam menores carentes da capital estão obrigadas a economizar a verba da merenda. Redução não é explicada.


No começo do mês, a Secretaria Municipal da Assistência Social cortou o repasse extra da alimentação, de R$ 461,14. O dinheiro era usado, principalmente, para pagar o lanche da noite, composto por leite com chocolate e bolachas ou bolo.


Segundo a prefeitura, a redução não acarreta prejuízo aos abrigados. A gestão Gilberto Kassab (PSD), no entanto, não levou em conta os índices de inflação dos últimos 12 meses, que revelam outra realidade. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a alta de preços registrada de junho de 2010 a junho de 2011 foi de 8,89% --acima da média geral, de 6,71%.


Com o corte, a prefeitura vai "economizar" R$ 59.469 por mês --R$ 713.628 por ano. O valor anual representa 0,17% da isenção fiscal concedida pelo município ao Corinthians, para a construção do Fielzão, estádio que deve abrigar a abertura da Copa do Mundo de 2014.


Com o Agora



Jorge Kajuru faz duras críticas ao CQC após participar do programa




O “CQC” (Band) vem sendo uma decepção para os amantes do “humor inteligente”, o programa só exibe o que é favorável a eles, os truques da edição.


Além de alguns repórteres e apresentadores abusarem das piadas as tornando preconceituosas, como foi o caso do humorista Rafinha Bastos que disparou: “Toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia pra “baralho”. Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus”. E foi além, dizendo que o homem “que cometeu o ato merecia um abraço, e não cadeia”. Um completo absurdo. Rafinha está sendo investigado pelo Ministério Público e pode ir para a cadeia. Humoristas assim jogam aquele papinho de liberdade de expressão, mas é o tipo de coisa que não se deve brincar, mesmo que seja cômico.


O “CQC” tem um quadro chamado “Controle de Qualidade”, onde a repórter Mônica Iozzi vai até Brasília testar os nossos representantes com perguntas da atualidade, mas muitos deputados reclamam via Twitter ou assessoria de imprensa que o programa só exibe os erros deles, quando acertam a imagem não vai ao ar, exibindo só os pontos negativos da moçada sem serviço, aumentando ainda mais a imagem de que político não presta, e que não existem mais políticos bons, o que não é verdade, existe ainda poucos que são sérios e comprometidos.


Mas agora quem resolveu criticar o “CQC” foi o “autentico” – como ele se refere a polêmico - Jorge Kajuru. Foi exibida na última segunda o quadro “Resta Um” em que um convidado critica ou elogia personalidades da mídia. Jorge Kajuru, como de costume, desceu a lenha em Ricardo Teixeira, o presidente da CBF, mas o programa acabou cortando 100% da crítica de Kajuru porque a Band é parceira da Globo nas transmissões das partidas do Campeonato Brasileiro, e a Globo é amiguinha e protetora de Ricardo Teixeira.


Isso causou revolta em Kajuru, que disparou: “Acho engraçado ver um programa como o ‘CQC’, que reclama tanto em Brasília da falta de liberdade de expressão fazer exatamente isso comigo”. Além de cortarem as críticas à Teixeira, cortaram também citações à apresentadora Luciana Gimenez e ao governador de Goiás. “Cortaram 100% do que eu disse sobre o Teixeira, sobre a Luciana e sobre o Perillo”, disse Kajuru.



Governo pode dobrar repasses para unidades Básicas de Saúde, diz Padilha




Marli MoreiraRepórter da Agência Brasil


São Paulo - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse hoje (23) que o governo federal tem condições de dobrar os repasses para unidades Básica de Saúde (UBS) que estejam comprometidas com a melhoria do atendimento médico público.


Segundo Padilha, 80% dos casos podem ser resolvidos nas UBS, sem a necessidade de atendimento em hospitais. Ele disse que já foram definidas verbas para a construção de 810 novas unidades no país.


A declaração do ministro foi dada durante o anúnciou do repasse de R$ 32,4 milhões para investimento em 84 novas unidades Básica de Saúde (UBS) em 19 cidades da região metropolitana de São Paulo. Esses recursos fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2) e ações do Programa Brasil Sem Miséria.


O anúncio ocorreu durante a 22ª edição da Feira do Caminhoneiro, em Guarulhos, onde foi lançada a campanha de testes rápidos para o diagnóstico precoce de doenças como HIV e hepatites C e B.


Os municípios que receberão os recursos são: Carapicuíba, Cotia, Diadema, Embu das Artes, Embu-Guaçú, Francisco Morato, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Juquitiba, Mauá, Mogi das Cruzes, Osasco, Ribeirão Grande, Santana de Parnaíba, Santo André, São Bernardo do Campo, São Lourenço da Serra e Suzano.



Miss Brasil diz que foto nua na internet não vai ameaçar título




A modelo Priscila Machado, eleita Miss Brasil 2011 neste sábado (23), diz estar “tudo resolvido” ao falar sobre a foto que circula na internet em que aparece nua, o que é contra o regulamento do concurso. A miss gaúcha afirma que a foto foi tirada há mais de um ano, durante um ensaio fotográfico sem caráter sensual, pois tampava o seio. Segundo ela, a imagem que circula na internet com o corpo à mostra foi tirada enquanto ela arrumava o cabelo. A foto chegou a virar tema de discussão no microblog Twitter.


Ao G1, Priscila afirmou não ter permitido a publicação da imagem e, por isso, acredita que o episódio não colocará em risco sua coroa de miss. Ela destaca ainda que a organização do evento tem conhecimento do episódio, mas que eles entenderam o que aconteceu. “Já foi tudo resolvido. Eu estou tranquila. Trabalho como modelo há 11 anos e entendo de publicação e autorização. Cuido muito da minha imagem, um foto só pode ser considerada publicada se eu autorizar. Neste caso, eu não autorizei”, explica a nova miss Brasil.


Priscila diz que não sabe quem divulgou a foto, mas também não se mostrou interessada em descobrir. “Foi um ato de má fé, mas a pessoa não vai conseguir denegrir a minha imagem. Não sei quem divulgou e, talvez, por medo ela não se identificou”, diz. “Estou muito feliz, focada no Miss Universo e em ser a anfitriã do concurso. Quero mostrar a beleza e a rica cultura do Brasil.” O evento, que vai reunir misses do mundo inteiro, ocorre em 12 de setembro em São Paulo.


Boanerges Gaeta Junior, diretor executivo do concurso, disse que a organização do Miss Brasil vai confiar no que diz a vencedora. “Acredito que ela não corra o risco de perder a coroa.”

Segundo Gaeta Junior, o regulamento não permite ensaios nus, e a foto que vazou não caracteriza um ensaio, pois não foi autorizada pela modelo. “A informação que temos é de que o fotógrafo usou de má fé e ela não autorizou a imagem. Todo concurso de beleza é assim. As meninas são alvo de fofocas e críticas. Nunca dei ouvido a bastidores, prefiro apurar. E a princípio, vamos acreditar no que ela diz.”


11ª gaúcha a ganhar o concursoA vitória de Priscila Machado reforçou a tradição do Rio Grande do Sul no concurso. Ela é a 11ª miss gaúcha a vencer o Miss Brasil. O Rio Grande Sul lidera o ranking dos estados vencedores com 11 vitórias, seguido por São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, cada um com oito misses Brasil.


Além da coroa entregue pela miss 2010 Débora Lyra, Priscila Machado ganhou como prêmios uma viagem para Lisboa e R$ 200 mil em contratos de trabalho. A atual Miss Brasil trabalha como modelo há 11 anos, mora em Farroupilha (RS), e cursa jornalismo. Após vencer o concurso, ela disse que não se considera a mulher mais bela do país, mas sim, a mais preparada para representar o Brasil no Miss Universo. “A beleza é relativa, e é muito fácil ser bonita”, afirma.



O hotel do terror




Eduardo Rózsa-Flores nasceu em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia, em 1960. Seu pai foi um pintor húngaro descendente de judeus que deixou a Hungria em 1948, radicando-se primeiro em Paris e depois, em 1952, na Bolívia.


A família de Rózsa-Flores emigrou para o Chile em 1972 para escapar do ditador Hugo Banzer e, em 1973, emigrou para a Suécia fugindo da ditadura de Augusto Pinochet. Em 1974, a família se mudou para a Hungria.


Eduardo Rózsa-Flores freqüentou a escola secundária em Budapest. Após o serviço militar integrou a inteligência (KGB) na União Soviética. Mais tarde, juntou-se ao serviço de inteligência húngaro.


No início da Guerra de Independência da Croácia, Rózsa-Flores, conhecido então como Jorge Eduardo Rózsa, trabalhou como correspondente para o jornal de Barcelona La Vanguardia e para a unidade espanhola da BBC World Service .


Chegou na Iugoslávia em junho de 1991. Enquanto informante durante a guerra civil, seu carro foi baleado. Depois disso, juntou-se à Guarda Nacional croata, em Osijek, como seu primeiro voluntário estrangeiro.


Durante os anos seguintes, participou de várias batalhas na Eslovênia, onde montou unidade do exército croata. Mais tarde, serviu como comandante das forças especiais. O presidente croata Franjo Tuđman lhe concedeu a cidadania croata por serviços prestados. Obteve a patente de coronel em 1993.


Relatos da imprensa o acusam pela morte a soldo de dois jornalistas estrangeiros também na Croácia, o suíço Christian Würtenberg e o britânico Paul Jenks.


Em 16 de abril de 2009, a polícia boliviana matou Rózsa-Flores durante operação no hotel em que estava hospedado em Santa Cruz de la Sierra com o húngaro Árpád Magyarosi e o irlandês Michael Dwyer. A finalidade era prender o grupo por supostamente ter sido contratado pela oposição boliviana para assassinar o presidente Evo Morales, mas houve reação.

Em minha recente viagem à Bolívia, durante a noite, no quarto de hotel, comecei a sentir angústia e dores no peito. No dia seguinte um cliente me levou ao médico, que me disse bem, mas recomendou que fizesse exames no coração.


Quando voltei ao hotel, no fim da tarde, comentei com um funcionário que passara mal. Mais tarde, encontrei esse funcionário na rua. Inicialmente, não o reconhecera. Ele se aproximou e me disse que precisava me contar uma coisa.


Não sou uma pessoa mística. Não me assusto com os mortos; tenho mais medo dos vivos. Todavia, o que ouvi do funcionário do hotel me enregelou os ossos. Estava hospedado no hotel e alojado no quarto em que o mercenário foi morto…


O que faz Dilma sorrir?

Galinha Pintadinha, paródias na internet e novelas. Mas também música clássica, muita leitura e um bom vinho. Saiba como a presidente se diverte no dia a dia.



Uma galinha azul de pintinhas brancas com saia laranja desfila ao lado do galo de paletó na televisão da sala. As sátiras de broncas homéricas levadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, são repetidas na internet. Charges do cartunista Chico Caruso viram fontes de galhofa constante. O telefone do trabalho é até usado para fazer pirraça com um amigo. Todas essas cenas são constantes em um ambiente bastante improvável: o da presidente Dilma Rousseff, que gosta de passar a imagem da gerentona sisuda que não pensa em nada além de resultados.


Mas por trás de toda a rigidez e do sorriso difícil, está uma avó antenada nas tendências do neto Gabriel, que nasceu em plena campanha eleitoral, louco pela febre dos vídeos da Galinha Pintadinha — invenção de dois publicitários paulistas que, desde 2009, faz a cabeça de bebês e crianças do país inteiro. Obrigada a assistir aos vídeos sempre que está ao lado de Gabriel e da filha, Paula, Dilma conhece todas as músicas em detalhes e, sempre que encontra uma brecha, conversa com seus auxiliares sobre o musical que está na segunda versão em DVD.

A sacada dos criadores, Juliano Prado e Marcos Luporino, foi usar desenhos bem simples, mas bastante coloridos sobre a galinha que usa saia e o galo de paletó, com músicas bastante conhecidas do cancioneiro popular. Mas hoje, praticamente, todas as famílias com criança de até 2 anos conhecem a turma da Galinha Pintadinha.


Quem trabalha com Dilma relata que sua capacidade de raciocínio e de absorção de novos conteúdos é impressionante. E quem vê a presidente de longe não imagina também que Dilma possa ter senso de humor, mesmo sendo alvo de sátiras. Enganam-se. Assessores relatam que ela deu muitas risadas com o vídeo que ironizou um "pito" que ela deu em Mantega por ele ter "deixado" a inflação chegar a 6%. O ponto alto do vídeo é quando o humorista que imita Dilma diz pelo telefone ao ministro: "Guido, você não tem que chorar, tem que resolver". O líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), não se espanta com o humor da presidente. "Esse vídeo é muito a cara dela", disse, enfatizando o "muito".


A diferença entre o humorista que a imita na internet e a vida real são os palavrões. Dilma não se escora em termos de baixo calão para dar broncas. É ríspida e dura. Afinal, além da cultura pop — incluindo algumas novelas, novas e reprisadas —, há espaço para erudição. Leitora ávida, gosta de escutar música erudita, acompanhada por um bom vinho.


Do Correio Braziliense



Invadia computador para ver conteúdo erótico




Homem que usou o Facebook para perseguir mulheres em 17 estados é condenado.


George Bronk, 24 anos, foi condenado a quatro anos de cadeia por usar o Facebook para invadir a conta de muitas mulheres. O morador da Califórnia procurava, nos perfis da rede social, por pistas que o levassem a descobrir as senhas dos emails de suas vítimas.


Assim que encontrava dados, o hacker invadia os computadores e procurava por conteúdo erótico. Bronk chegou a enviar imagens das mulheres a seus maridos, namorados e colegas de trabalho. O jovem hacker fez mulheres em mais de 17 estados dos Estados Unidos de vítimas.


“O caso é um bom exemplo das consequências do ciberespaço.Tudo reverbera no mundo real”, disse o juiz da Corte Superior de Sacramento, Lawrence Brown. “Invadir o perfil de uma pessoa não difere em nada de invadir a casa de alguém”.


Bronk foi acusado por invasão, falsidade ideológica e posse de material pornográfico ilegal e sentenciado a quatro anos e seis meses de cadeia. A advogada do acusado disse que seu cliente sentia remorso por tudo que havia feito.


Com O Globo


Com 114 medalhas, Brasil fica em primeiro lugar nos Jogos Militares


Foto: Severino Silva/Photocamera/Divulgação



Paulo VirgilioRepórter da Agência Brasil



Rio de Janeiro - Com o término das provas de triatlo, na tarde de hoje (24), estão encerradas as competições dos Jogos Mundiais Militares, no Rio de Janeiro. O Brasil conseguiu mais duas medalhas de prata no triatlo e chegou ao final do evento com 114 (45 de ouro, 33 de prata e 36 de bronze). A China, segunda colocada, fechou sua participação com 99 medalhas (37 de ouro, 28 de prata e 34 de bronze).


Em terceiro ficou a Itália, com 51 medalhas (14 de ouro, 13 de prata e 24 de bronze) e em quarto, a Polônia, com 43 medalhas (13 de ouro, 19 de prata e 11 de bronze). Com as vitórias obtidas no triatlo, a França ultrapassou a Coreia do Sul no número de medalhas de ouro – 11 – e chegou ao final dos Jogos Mundiais Militares na quinta colocação.


A cerimonia de encerramento da quinta edição dos Jogos Mundiais Militares começa às 18h, no Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, na zona norte do Rio.

domingo, 24 de julho de 2011

Copa à moda



Mino Carta


Confesso com a paz instalada entre o coração e a alma que o momento mais empolgante da minha vida de estudante do curso clássico do Dante Alighieri deu-se quando o professor Carletti, de Educação Física, me convocou para o time do colégio. Não fujo à regra, gosto da redonda e a ela mantenho-me fiel, embora já não ouse adentrar ao gramado. Um bom jogo consegue bloquear-me diante do vídeo, com a insopitável tendência a torcer pelo mais fraco.


Na adolescência fui do Palmeiras, de sorte a precipitar em meu irmão Luis um súbito pendor corintiano, cultivado pelo prazer da polêmica. Há muito tempo deixei quase sempre de torcer a favor, em compensação aprimorei o vezo de torcer contra. Contra o mais forte porque mais endinheirado, mais exibido, mais prepotente, amiúde o mais disposto à corrupção. Neste momento, a caminho do Mundial de 2014 a ser disputado no Brasil enquanto a seleção canarinho cobre-se de vergonha, percebo uma mudança notável nos comportamentos da torcida brasileira.


O futebol nos toca nas entranhas, não há outro país onde a bola influa de forma tão imperiosa nos humores cotidianos da nação, a funcionar como fator de união e de apelo à identidade. Capaz até de propiciar um raríssimo instante de igualdade, na terra tão desigual, na hora em que o herdeiro da casa-grande levanta hosanas ao herdeiro da senzala e o eleva ao altar dos heróis da pátria de chuteiras.


E então, vejamos. Permito-me alimentar a certeza de que uma pesquisa capilar provaria que a torcida brasileira não está somente decepcionada com os desempenhos da seleção, e tem boas razões para tanto, mas também, e sobretudo, ofendida pelas trajetórias assumidas pelos negócios da bola. Façam a sua própria investigação, perguntem ao acaso: terão de verificar que a maioria identifica o time nacional com as mazelas da CBF, vislumbra a bandalheira no rumo da Copa e se inclina, espanto dos espantos, a torcer contra.


Pergunto aos meus bolipédicos botões se haverá precipitação no entendimento de que a mediocridade dos canarinhos de hoje é da responsabilidade de Ricardo Teixeira. Repicam, não sem aspereza, haver uma ligação escancarada entre o business e o futebol, e Teixeira é o perfeito intérprete desta associação celerada, nutrida pela lavagem de dinheiro e a supervalorização de moços despreparados para fortunas e badalações exorbitantes. Os próprios e enfadonhos torneios realizados no Brasil provam a decadência. Antes moral do que técnica.


Creio viver uma quadra importante, de um certo ângulo, ao observar o amadurecimento da torcida. Ela se habilita a dimensionar a paixão futebolística dentro da realidade contingente, emoldura-a ao sabor da circunstância acabrunhadora. Trata-se de um grande avanço, e se o torcedor entende a primazia da questão moral, e política, e nesta perspectiva consegue enxergar os males do futebol atual, em primeiro lugar evolui como cidadão.


Recordo o Mundial de 1970, e do meu desapontamento ao constatar que até nas masmorras do terror de Estado presos e torturados gritavam gol. Ao cabo, o ditador Emilio Garrastazu Medici, senhor de uma fase duríssima, talvez a mais feroz em 21 anos de ditadura, celebrou a vitória final do Brasil de Pelé e cia. com uma festa popular na Praça dos Três Poderes e, no auge do arrebatamento, entregou-se a umas embaixadas com uma bola de borracha.


No começo da semana liguei para Juca Kfouri, o jornalista mais processado por Ricardo Teixeira, queria cumprimentá-lo pela substanciosa entrevista que CartaCapital publicou na edição passada. Falou-me de um sonho dele, a trair alguma esperança: ah, se a presidenta se desse conta do risco que todos corremos… Não se trata de espremer as meninges para concluir que com Teixeira estamos nas piores mãos, como se não bastasse Joseph Blatter. E a respeito desta personagem mafiosa é bom lembrar que na Alemanha em 2006 as coisas não correram como teria desejado.


A Fifa, sabe-se, pretende impor as suas regras, a atropelar soberanias nacionais, e aqui vale a referência, em vez de esbanjar ignorância e estultice para dar guarida a um criminoso como Cesare Battisti. A Alemanha recusou-se a atender a várias demandas do herdeiro de João Havelange e fez uma Copa à feição alemã. A mais vergonhosa derrota que o Brasil e Dilma Rousseff podem sofrer em 2014, independentemente do resultado dos gramados, é um Mundial à moda de Ricardo Teixeira.

http://www.cartacapital.com.br/politica/copa-a-moda

Amorim: só nossa elite não vê a força do Brasil




Artigo imperdível do ex-chanceler Celso Amorim na Carta Capital:


A obsessão e o complexo de vira-lata


Até os jornais brasileiros tiveram de noticiar. Uma força-tarefa criada pelo Conselho de Relações Exteriores, organização estreitamente ligada ao establishment político/intelectual/empresarial dos Estados Unidos, acaba de publicar um relatório exclusivamente dedicado ao Brasil, -pontuado de elogios e manifestações de respeito e consideração. Fizeram parte da força-tarefa um ex-ministro da Energia, um ex-subsecretário de Estado e personalidades destacadas do mundo acadêmico e empresarial, além de integrantes de think tanks, homens e mulheres de alto conceito, muitos dos quais estiveram em governos norte-americanos, tanto democratas quanto republicanos. O texto do relatório abarca cerca de 80 páginas, se descontarmos as notas biográficas dos integrantes da comissão, o índice, agradecimentos etc. Nelas são analisados vários aspectos da economia, da evolução sociopolítica e do relacionamento externo do Brasil, com natural ênfase nas relações com os EUA. Vou ater-me aqui apenas àqueles aspectos que dizem respeito fundamentalmente ao nosso relacionamento internacional.
Logo na introdução, ao justificar a escolha do Brasil como foco do considerável esforço de pesquisa e reflexão colocado no empreendimento, os autores assinalam: “O Brasil é e será uma força integral na evolução de um mundo multipolar”. E segue, no resumo das conclusões, que vêm detalhadas nos capítulos subsequentes: “A Força Tarefa (em maiúscula no original) recomenda que os responsáveis pelas políticas (policy makers) dos Estados Unidos reconheçam a posição do Brasil como um ator global”. Em virtude da ascensão do Brasil, os autores consideram que é preciso que os EUA alterem sua visão da região como um todo e busquem uma relação conosco que seja “mais ampla e mais madura”. Em recomendação dirigida aos dois países, pregam que a cooperação e “as inevitáveis discordâncias sejam tratadas com respeito e tolerância”. Chegam mesmo a dizer, para provável espanto dos nossos “especialistas” – aqueles que são geralmente convocados pela grande mídia para “explicar” os fracassos da política externa brasileira dos últimos anos – que os EUA deverão ajustar-se (sic) a um Brasil mais afirmativo e independente.
Todos esses raciocínios e constatações desembocam em duas recomendações práticas. Por um lado, o relatório sugere que tanto no Departamento de Estado quanto no poderoso Conselho de Segurança Nacional se proceda a reformas institucionais que deem mais foco ao Brasil, distinguindo-o do contexto regional. Por outro (que surpresa para os céticos de plantão!), a força-tarefa “recomenda que a administração Obama endosse plenamente o Brasil como um membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas. É curioso notar que mesmo aqueles que expressaram uma opinião discordante e defenderam o apoio morno que Obama estendeu ao Brasil durante sua recente visita sentiram necessidade de justificar essa posição de uma forma peculiar. Talvez de modo não totalmente sincero, mas de qualquer forma significativo (a hipocrisia, segundo a lição de La Rochefoucault, é a homenagem que o vício paga à virtude), alegam que seria necessária uma preparação prévia ao anúncio de apoio tanto junto a países da região quanto junto ao Congresso. Esse argumento foi, aliás, demolido por David Rothkopf na versão eletrônica da revista Foreign Policy um dia depois da divulgação do relatório. E o empenho em não parecerem meros espíritos de porco leva essas vozes discordantes a afirmar que “a ausência de uma preparação prévia adequada pode prejudicar o êxito do apoio norte-americano ao pleito do Brasil de um posto permanente (no Conselho de Segurança)”.
Seguem-se, ao longo do texto, comentários detalhados sobre a atuação do Brasil em foros multilaterais, da OMC à Conferência do Clima, passando pela criação da Unasul, com referências bem embasadas sobre o Ibas, o BRICS, iniciativas em relação à África e aos países árabes. Mesmo em relação ao Oriente Médio, questão em que a força dos lobbies se faz sentir mesmo no mais independente dos think tanks, as reservas quanto à atuação do Brasil são apresentadas do ponto de vista de um suposto interesse em evitar diluir nossas credenciais para negociar outros itens da agenda internacional. Também nesse caso houve uma “opinião discordante”, que defendeu maior proatividade do Brasil na conturbada região.
Em resumo, mesmo assinalando algumas diferenças que o relatório recomenda sejam tratadas com respeito e tolerância, que abismo entre a visão dos insuspeitos membros da comissão do conselho norte-americanos- e aquela defendida por parte da nossa elite, que insiste em ver o Brasil como um país pequeno (ou, no máximo, para usar o conceito empregado por alguns especialistas, “médio”), que não deve se atrever a contrariar a superpotência remanescente ou se meter em assuntos que não são de sua alçada ou estão além da sua capacidade. Como se a Paz mundial não fosse do nosso interesse ou nada pudéssemos fazer para ajudar a mantê-la ou obtê-la.


Dilma pede que base no Senado aprove fim do sigilo eterno



A presidente Dilma Rousseff orientou a base aliada do governo no Senado a votar pelo fim do sigilo eterno nos documentos ultrassecretos, seguindo a decisão da Câmara dos Deputados. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a presidente afirmou que a aprovação da Lei de Acesso à Informação, que tramita no Senado, “é um processo da evolução”. Dilma, que quando ministra da Casa Civil do governo Lula apoiava o fim do sigilo, mudou de posição como presidente, depois de um pressão dos senadores José Sarney (PMDB-AP) e Fernando Collor (PTB-AL).


O ministro da Defesa, Nelson Jobim, também defendeu a posição institucional de que os militares tinham os segredos protegidos, mesmo com a resistência das Forças Armadas à proposta, segundo o jornal. Depois de algumas reuniões, o Itamaraty também apoiou o projeto, que segue não tendo apoio somente do senador Fernando Collor.


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Partido do Kassab incluem mortos e preso




Pelo menos seis eleitores paulistanos que já morreram e um sétimo que está preso foram apresentados como apoiadores nas listas pela criação do PSD, partido em processo de articulação comandado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. As supostas fraudes foram constatadas em três cartórios eleitorais da capital paulista e estão sendo encaminhadas ao Ministério Público Eleitoral (MPF) e à Polícia Federal (PF), que já investigam outras denúncias de irregularidades na coleta de assinaturas da nova legenda.


No cartório da Vila Prudente, zona leste da cidade, foram flagrados em uma lista entregue na semana passada, com 975 assinaturas, os nomes de três eleitores que constam como falecidos no cadastro eleitoral. "Fizemos uma conferência com base na assinatura do caderno de votação e descobrimos três casos que, no cadastro, os eleitores aparecem como mortos", relatou a chefe substituta do cartório, Lívia Maria Carvalho....

O caso foi levado ao promotor da Zona Eleitoral de Vila Prudente, Antonio Carlos Gasparini, que disse aguardar o retorno do juiz Pedro Yukio Kodama das férias, na segunda-feira, para saber o encaminhamento da investigação. Segundo a assessoria do promotor, os casos devem ser incorporados aos inquéritos já instalados pela PF e pela promotoria eleitoral.


Na Capela da Socorro, zona sul da cidade, um funcionário do cartório relatou à reportagem ter constatado a assinatura de um eleitor morto e de outro que está preso.


Outros dois casos de "apoiadores" do PSD que já morreram foram identificados no cartório da Vila Matilde, na zona leste. Ambos também foram encaminhados à PF e aos juízes das respectivas zonas eleitorais.


No cartório da Lapa, na zona oeste de São Paulo, um funcionário contou à reportagem haver casos em que, de uma lista de 100 nomes, 80 são descartados por erros de informação. Os problemas mais frequentes são diferenças entre a assinatura do título de eleitor e a da lista do PSD, domicílio ou zona eleitoral não correspondente ou ainda ausência do nome da mãe ou do pai, exigências da legislação.


Procedimento. A intenção dos líderes do PSD é conseguir o registro do novo partido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a tempo de disputar a eleição municipal de 2012. Para isso, a legenda deve ser reconhecida pela Justiça Eleitoral até outubro - os candidatos devem ter um ano de filiação à sigla pela qual pretendem concorrer. A criação de um partido, pela lei, exige apoio de 482 mil eleitores em pelo menos nove Estados.


Desde o mês passado, porém, o PSD se vê envolvido em uma série de denúncias sobre falsificações das assinaturas e inclusão de eleitores mortos nos abaixo-assinados. Já há investigações em andamento em São Paulo, Santa Catarina, no Amazonas e no Paraná.


Na quinta-feira, a Folha de S. Paulo mostrou que uma perícia, feita a pedido do jornal, havia constatado falsificações em listas feitas no Rio e em São Paulo. Em resposta à nova denúncia, Kassab afirmou que cabe à Justiça conferir a autenticidade das assinaturas reunidas para a criação do PSD. Simpatizantes da sigla disseram suspeitar de sabotagem na coleta de assinaturas.


Procurador pede rigor no processo de criação de partidos


A Procuradoria Regional Eleitoral em São Paulo recomendou ontem aos promotores que atuam em todas as zonas eleitorais do Estado que "zelem pela efetiva análise cartorial da idoneidade das listas de apoiadores de novos partidos, sem prejuízo de propositura de impugnação ou de outras medidas cabíveis, inclusive de natureza penal".


O documento é subscrito pelo procurador André de Carvalho Ramos, motivado por supostas irregularidades nas listas de eleitores que apoiam o processo de formação do PSD. Ele observou que na hipótese de assinaturas falsas pode se caracterizar o delito de falsidade (artigo 350 do Código Eleitoral). O Tribunal Regional Eleitoral acolheu mandado de segurança do PSD e suspendeu os efeitos da ordem da 326ª Zona Eleitoral que havia interrompido o processo de reconhecimento de apoiadores da legenda. "Ainda que a irregularidade tenha sido verificada em relação às assinaturas de dez eleitores, tal fato não pode impedir a expedição da certidão relativa aos dois apoiadores em situação regular", ponderou o juiz Paulo Galizia.


"Não há tentativa de fraude, de burlar a Justiça Eleitoral", reage o advogado Arnaldo Malheiros, autor do mandado de segurança ao TRE. "O partido não pode responder por essas assinaturas, não sabe quem assinou ou quem as colheu. A lei dispõe que o cartório eleitoral deve fazer a verificação." Estado

Sairão todos independente de partidos, diz Dilma sobre Dnit




A presidente Dilma Rousseff afirmou na sexta-feira, em conversa com cinco jornalistas no Palácio do Planalto, que vai afastar toda a diretoria do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e da Valec, empresa responsável pelas ferrovias. “Estamos fazendo uma renovação. Todos sairão, independentemente de endereços partidários”, disse a presidente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Dilma não quis revelar quem será o substituto do diretor-geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot, nem de Hideraldo Caron, que comandava o departamento de infraestrutura rodoviária. A presidente afirmou, no entanto, que enviará ao Congresso uma lista com os nomes dos novos diretores logo na primeira semana de agosto, quando deputados e senadores voltarem do recesso. Ela ainda afirmou não acreditar em retaliações dos parlamentares após as demissões nos Transportes. “Eu não acredito que deputados e senadores queiram que o governo não funcione”, afirmou a presidente.


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Como enganar o “freguês”





O Estadão publica agora à noite uma matéria que é um primor na arte de enganar o freguês.


Já começa do título: Brasil é nº 1 em encargos trabalhistas.
E o texto começa com aquele estilo de abertura de Jornal Nacional: “Confirmado: o Brasil é mesmo o campeão mundial dos encargos trabalhistas.”.


E, daí por diante, reproduz os dados de uma pesquisa da Fiesp, que mostrariam que, proporcionalmente, os encargos pagos pelas empresas sobre os salários dos trabalhadores no Brasil seriam a fonte da falta de competitividade da indústria brasileira frente aos concorrentes estrangeiros.


Ninguém duvida que essa legislação tem que ser revista e os encargos, em boa parte, devem ser transferidos da folha de pagamentos para o faturamento das empresas, como forma de tornar justa a contribuição social, sem castigar quem emprega muito para faturar relativamente pouco e tributando quem ganha muito sem gerar emprego em quantidade significativa, como o setor financeiro.


Mas a matéria passa longe disso. E é um tal de dizer que se paga mais aqui do que em Taiwan, na Argentina, na Coreia do Sul e no México. Seriam 32,4% de encargos, contra uma média de 21,4% nos 34 países estudados.


E, então, um parágrafo que é uma pérola da coleção de “verdades absolutas e indiscutíveis”.
“Apesar de o título brasileiro de campeão mundial já estar consolidado há um bom tempo no debate econômico, faltavam informações sobre a representatividade dos encargos trabalhistas no custo da mão de obra em um conjunto de países.”


E aí, o mais chocante: por conta da valorização do real, os nossos encargos subiram, em dólar, de 2004 a 2009, 119,5%. Infinitamente mais que na Coreia, onde subiram 1,2%, medidos na moeda americana.


Que coisa, não é? A culpa da falta de competitividade é deste malandro, o trabalhador, que tem direitos demais e deste Estado, parternalista, que foi inventar estas coisas como previdência, FGTS, seguro contra acidentes de trabalho…


Mas aí, no penúltimo parágrafo, quando o freguês já “comprou” a história e “já foi embora” da reportagem, dizendo que “este país não tem jeito”, vem o dado que revela toda a “armação”.


É que os encargos trabalhistas no Brasil, mesmo sendo proporcionalmente altos, incidem sobre os salários muito baixos que são pagos aos nossos trabalhadores. E que no “campeão” dos encargos trabalhistas, eles custam menos da metade (US$ 2,70 a hora) do que a média dos 34 países pesquisados, que é de US$ 5,80 a hora.


- Ué, mas se pagamos menos da metade, em dólar, como é que podem ser os encargos a razão de nossos produtos custarem mais, no mesmo dólar? – pergunta o cordeiro ao lobo.
Irrelevante, diz o lobo. Vocês, trabalhadores, são os culpados de tudo.


TCU veta parlamentares empresários




O Tribunal de Contas da União (TCU) quer acabar com os negócios de empresas pertencentes a deputados e senadores com o poder público federal. O tribunal recomendou ao Senado e à Câmara que cumpram a determinação constitucional que proíbe os parlamentares de manterem por meio de suas empresas esses contratos enquanto estiverem no exercício do mandato.


Constam da lista, segundo informações fornecidas ao Estado por um parlamentar, os nomes do deputado Paulo Maluf (PP-SP) e do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE). Mas a lista é bem mais extensa e foi entregue ao Conselho de Ética da Câmara. A decisão de determinar aos parlamentares que parem de fazer negócios com a União foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) do último dia 11.

No acórdão, o TCU recomenda ao Senado e à Câmara dos Deputados que aperfeiçoem sua sistemática de verificação do cumprimento do artigo 54 da Constituição Federal, durante o exercício dos mandatos dos parlamentares, desde a posse.


Diz a Constituição que os parlamentares não podem firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público, salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes; e ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada.


Ao mesmo tempo, o TCU decidiu encaminhar ao Ministério Público Eleitoral a relação de deputados federais sócios cotistas de empresas que firmaram, mantiveram ou executaram contratos junto à administração pública federal e exerciam mandatos parlamentares em agosto de 2010. Já o presidente do Conselho de Ética, José Carlos Araújo (PDT-BA), mandou a lista à Mesa Diretora da Câmara.


Conselho de Ética. Araújo disse que o conselho não tem poderes para tomar alguma providência de ofício. Segundo ele, o colegiado precisa ser provocado pela Mesa ou por partidos.
"Quando voltar do recesso, eu vou encaminhar à Mesa Diretora. Não tenho o que fazer. A Mesa é que tome as providências cabíveis ao fato", disse Araújo.


O deputado afirmou que o entendimento anterior era de que o parlamentar não podia gerenciar a empresa, mas que o TCU está agora estendendo essa proibição para sócios e acionistas.


"O deputado não poder ser sócio da empresa é maluquice", afirmou o presidente do Conselho de Ética. Ele lembrou que há muitos parlamentares sócios de empresas.


Explicações. O senador Eunício Oliveira, que, conforme revelou o Estado, é dono de uma empresa que tem contrato com a Petrobrás, afirmou por intermédio de sua assessoria que está afastado da direção da companhia desde 1998, quando assumiu pela primeira vez o mandato de deputado federal. Por parte de Maluf, a assessoria do deputado lembrou que ele tem muitos imóveis.


A Manchester Serviços Ltda., empresa de Eunício, assinou sem licitação contratos que somam R$ 57 milhões com a Petrobrás para atuar na Bacia de Campos, região de exploração do pré-sal no Rio de Janeiro.


Documentos da estatal mostram que foram feitos, entre fevereiro de 2010 e junho de 2011, oito contratos consecutivos com a Manchester.


A Manchester também assinou com a Petrobrás, há duas semanas, outro contrato no valor de R$ 300 milhões para fornecer serviços de mão de obra terceirizada nas áreas de consultoria e gestão empresarial.

CQC: Censuramos Quando Convém

Blog do Celso Jardim
Muito Além do Jardim



CQC, Band, Marcelo Tas e a liberdade de imprensa


O jornalista Mauricio Stycer revela no UOL que o programa “CQC”, comandado pelo Marcelo Tas, censurou a entrevista do jornalista Jorge Kajuru nas críticas que este fez a Ricardo Teixeira, ao governador Marconi Perillo e a apresentadora Luciana Gimenez.
Esse programa chamado CQC é comando pelo jornalista Marcelo Tas, que vive atacando a falta de defesa da liberdade de imprensa na casa dos outros, como no Congresso.
E que saiu de pau em cima dos blogueiros que foram entrevistar Lula porque, na sua opinião, o time era chapa branca.
Ficaria muito feliz em saber de tão impoluta figura o que ele considera o que o seu programa fez com Kajuru? Se não é censura qual o nome que o lustroso jornalista dá a isso?
A defesa seletiva da liberdade de imprensa é um dos critérios que transforma algumas pessoas apenas em humoristas, não em jornalitas.


PS: Por meio de sua assessoria de imprensa, a Band informou que “o CQC grava muitas horas por semana e nem tudo que é gravado vai para o ar.” (Esclareço que isso não é uma piada da Band nem do CQC. O comunicado é sério.)


Band vetou críticas a Ricardo Teixeira em quadro do "CQC"


Por Mauricio Stycer, no UOL

Convidado do “CQC” a dar entrevista para o quadro “Resta Um”, o jornalista Jorge Kajuru fez críticas duras, como de hábito, ao presidente da CBF, Ricardo Teixeira, mas a Band vetou a exibição de suas palavras.
Segundo o UOL Esporte apurou, a emissora inicialmente vetou a íntegra do quadro, realizado pelo repórter Oscar Filho. Depois de alguma negociação interna, foram cortadas as menções a Teixeira, à apresentadora Luciana Gimenez e ao governador de Goiás, Marconi Perillo.
No lugar de fazer comentários sobre dez personalidades, como usualmente ocorre no “Resta Um”, Kajuru falou apenas sobre sete pessoas no quadro exibido na noite de segunda-feira (18). “Cortaram 100% do que eu disse sobre o Teixeira, sobre a Luciana e sobre o Perillo”, protesta o jornalista.
“Acho engraçado ver um programa como o ‘CQC’, que reclama tanto em Brasília da falta de liberdade de expressão fazer exatamente isso comigo”, diz Kajuru.
A Band é, já há alguns anos, parceira da Rede Globo na exibição de partidas do Campeonato Brasileiro. A emissora carioca é dona dos direitos e os sublicencia para a emissora paulistana.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Band informou apenas: “O CQC grava muitas horas por semana e nem tudo que é gravado vai para o ar.”


Por Renato Rovai, em seu blog



Comprou Notebook pelo site Submarino e recebeu tijolos

ANANINDEUADEBATES

Opinião,Pensamentos e Política


Por Raiane Nogueira site O Globo


A expectativa da estudante de Direito Bruna Xavier, de 23 anos, era grande em torno da chegada do notebook encomendado pela internet. Após uma semana de espera, a mercadoria foi entregue. Mas, ao abrir o pacote, veio a decepção: havia um tijolo embalado no lugar do aparelho. Depois de uma reclamação por telefone, ela recebeu outra remessa do site. E, para sua surpresa, lá estava outro "produto", bem embaladinho: um segundo tijolo. Leia mais...