terça-feira, 19 de novembro de 2013

As revelações bombásticas de Pizzolato



Do jornal Correio do Brasil:

O pior pesadelo do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, que tem dado repetidas mostras de interesse pela vida política, começa a se transformar em realidade nas próximas horas, em Roma. O ex-diretor do Banco do Brasil Francisco Pizzolato fará chegar às mãos de seus advogados italianos o relatório de perto de mil páginas, que o Correio do Brasil divulga, com exclusividade, no qual apresenta provas de que o dinheiro que deu origem à Ação Penal 470 no STF origina-se em uma empresa privada e não de um ente público, como afirma o relatório de Barbosa.

Para ocultar este fato, que coloca por terra o argumento que levou os réus na AP 470 ao Complexo Penitenciário da Papuda, segundo o dossiê apresentado por Pizzolato, que tem cidadania italiana, o então procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza e o ministro Joaquim Barbosa criaram, em 2006, e mantiveram sob segredo de Justiça dois procedimentos judiciais paralelos à Ação Penal 470. Por esses dois outros procedimentos passaram parte das investigações do chamado caso do ‘mensalão’.

O inquérito sigiloso de número 2474 correu paralelamente ao processo do chamado ‘mensalão’, que levou à condenação, pelo STF, de 38 dos 40 denunciados por envolvimento no caso, no final do ano passado, e continua em aberto. E desde 2006 corre na 12ª Vara de Justiça Federal, em Brasília, um processo contra o ex-gerente executivo do Banco do Brasil, Cláudio de Castro Vasconcelos, pelo exato mesmo crime pelo qual foi condenado no Supremo Tribunal Federal (STF) o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato.

Esses dois inquéritos receberam provas colhidas posteriormente ao oferecimento da denúncia ao STF contra os réus do ‘mensalão’ pelo procurador Antônio Fernando, em 30 de março de 2006. Pelo menos uma delas, “o Laudo de número 2828, do Instituto de Criminalística da Polícia Federal, teria o poder de inocentar Pizzolato”, afirma o dossiê.

Dinheiro da Visanet
Ainda segundo o relatório que Pizzolato apresentará, em sua defesa, na corte italiana, um tribunal de exceção foi montado no Brasil com o único objetivo de desmoralizar o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em uma clara tentativa de apeá-lo do poder antes do tempo. Embora o estratagema tenha funcionado ao contrário, com mais um mandato popular surgido das urnas ao líder petista, que em seguida elegeu a sucessora, Dilma Rousseff, o STF seguiu adiante e conseguiu que o ex-ministro José Dirceu e o deputado José Genoino (PT-SP) fossem conduzidos à prisão.

Pizzolato relata, em detalhes, as operações realizadas na campanha política de 2002 e suas ações na diretoria de Marketing do Banco do Brasil. No dossiê, ele contesta os documentos acatados como verdadeiros na AP 470.

“Observem bem a data em que foi escrita a carta mentirosa do “tucano” (Antonio Luiz Rios, ex-presidente da Visanet que hoje trabalha como consultor para a Rede Globo de Televisão) e dirigida aos peritos da PF, foi em 02 de fevereiro de 2006, período em que os advogados não tinham acesso a nenhum documento. E esta carta mentirosa do “tucano” ditou, influenciou e/ou moldou todos os pareceres, perícias e fundamentalmente a própria “denúncia” da Procuradoria Geral da República e do Ministério Público Federal (PGR/MPF), bem como a argumentação do relator Joaquim Barbosa que por sua vez “convenceu” o plenário do STF. Ninguém, repito, absolutamente ninguém, nem o PGR/MPF e nem o relator, deram-se ao trabalho de observar a regra básica de uma relação de mercado, o respeito ao contrato. Pois existia um contrato que normatizava a relação da Visanet com seus sócios, os diversos bancos, sendo o maior acionista da VISANET, o Bradesco”.

Em nove capítulos, Pizzolato também revela que, em março de 2006, quando ainda presidia o STF o ministro Nelson Jobim, a CPMI dos Correios divulgou um relatório preliminar pedindo o indiciamento de 126 pessoas. Dez dias depois, em 30 de março de 2006, o procurador-geral da República já estava convencido da culpa de 40 deles. A base das duas acusações era desvio de dinheiro público (que era da bandeira Visa Internacional, mas foi considerado público, por uma licença jurídica não muito clara) do Fundo de Incentivo Visanet para o Partido dos Trabalhadores, que teria corrompido a sua base aliada com esse dinheiro. Era vital para essa tese, que transformava o dinheiro da Visa Internacional, aplicado em publicidade do BB e de mais 24 bancos entre 2001 e 2005, em dinheiro público, ter um petista no meio. Pizzolato era do PT e foi diretor de Marketing de 2003 a 2005.

Barbosa decretou segredo de Justiça para o processo da primeira instância, que ficou lá, desconhecido de todos, até 31 de outubro do ano passado. Faltavam poucos dias para a definição da pena dos condenados, entre eles Pizzolato, e seu advogado dependia de Barbosa para que o juiz da 12ª Vara desse acesso aos autos do processo, já que foi o ministro do STF que decretou o sigilo.

O relator da AP 470 interrompera o julgamento para ir à Alemanha, para tratamento de saúde. Na sua ausência, o requerimento do advogado teria que ser analisado pelo revisor da ação, Ricardo Lewandowski. Barbosa não deixou. Por telefone, deu ordens à sua assessoria que analisaria o pedido quando voltasse. Quando voltou, Barbosa não respondeu ao pedido. Continuou o julgamento. No dia 21 de novembro, Pizzolato recebeu a pena, sem que seu advogado conseguisse ter acesso ao processo que, pelo simples fato de existir, provava que o ex-diretor do BB não tomou decisões sozinho – e essa, afinal, foi a base da argumentação de todo o processo de mensalão (um petista dentro de um banco público desvia dinheiro para suprir um esquema de compra de votos no Congresso feito pelo seu partido).

No dia 17 de dezembro, quando o STF fazia as últimas reuniões do julgamento para decidir a pena dos condenados, Barbosa foi obrigado a dar ciência ao plenário de um agravo regimental do advogado de Pizzolato. No meio da sessão, anunciou “pequenos problemas a resolver” e mencionou um “agravo regimental do réu Henrique Pizzolato que já resolvemos”. No final da sessão, voltou ao assunto, informando que decidira sozinho indeferir o pedido, já que “ele (Pizzolato) pediu vistas a um processo que não tramita no Supremo”.

O único ministro que questionou o assunto, por não acreditar ser o assunto tão banal quanto falava Barbosa, foi Marco Aurélio Mello.

Mello: “O incidente (que motivou o agravo) diz respeito a que processo? Ao revelador da Ação Penal nº 470?”

Barbosa: “Não”.

Mello: “É um processo que ainda está em curso, é isso?”

Barbosa: “São desdobramentos desta Ação Penal. Há inúmeros procedimentos em curso.”

Mello: “Pois é, mas teríamos que apregoar esse outro processo que ainda está em curso, porque o julgamento da Ação Penal nº 470 está praticamente encerrado, não é?”

Barbosa: “É, eu acredito que isso deve ser tido como motivação…”

Mello: “Receio que a inserção dessa decisão no julgamento da Ação Penal nº 470 acabe motivando a interposição de embargos declaratórios.”

Barbosa: “Pois é. Mas enfim, eu estou indeferindo.”

Segue-se uma tentativa de Marco Aurélio de obter mais informações sobre o processo, e de prevenir o ministro Barbosa que ele abria brechas para embargos futuros, se o tema fosse relacionado. Barbosa reitera sempre com um “indeferi”, “neguei”. O agravo foi negado monocraticamente por Barbosa, sob o argumento de que quem deveria abrir o sigilo de justiça era o juiz da 12ª Vara. O advogado apenas consegui vistas ao processo no DF no dia 29 de abril, quando já não havia mais prazo recurssório.

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2013/11/as-revelacoes-bombasticas-de-pizzolato.html

Gabeira diz que governo do DF pintou prisão de vermelho para receber petistas




Cada vez mais se confirma que não existe nada pior, mais patético, mais deprimente do que um ex-esquerdista. Aquele que defendeu justiça social – o principal ideário da esquerda – na juventude e que na maturidade ou na velhice pende para a direita é porque se tornou cínico e canalha ao ponto de vender a consciência àqueles que combateu um dia.

O ex-deputado federal Fernando Gabeira é um excelente exemplo desse tipo de degenerado moral. Após usar o PT para ganhar dimensão política nos anos 1980, o ex-guerrilheiro que participou do sequestro do embaixador americano Charles Elbrick (1969) endireitou a mais não poder. Ao ponto de ter apoiado a candidatura de José Serra em 2010.

Em 18 de novembro, segunda-feira, em seu espaço no jornal da CBN, Gabeira tentou espalhar uma mentira grotesca que se equilibra entre o hediondo e o ridículo.

Gabeira afirmou que o governador de Brasília, Agnelo Queiroz, teria “preparado”o presidio da Papuda para receber José Genoino e José Dirceu. Além de luxos para os eminentes encarcerados, afirmou que o GDF teria mandado pintar de vermelho o corredor de número 13 da prisão, onde, supostamente, ficariam os dois petistas.

Ainda que seja ocioso dizer, é óbvio que não houve pintura alguma de corredor algum. Mas em uma época em que é preciso dizer o óbvio, não custa tomar o cuidado de desmentir uma mentira tão ridícula.

O governo do Distrito Federal, por sua vez, informa que nem tinha conhecimento do local onde os acusados ficariam e nem sabia, ao certo, se ficariam presos em Brasília, pois, em princípio, todos deveriam ficar detidos em seus Estados. E quem determina onde vão ficar é o Juiz da Vara de Execuções do Distrito Federal, Ademar Vasconcelos.

No domingo, o deputado distrital Chico Vigilante (PT-DF) entrou em contato com o juiz Vasconcelos e ele disse que os acusados terão sua integridade respeitada, mas não terão privilégio nenhum. Serão tratados exatamente igual a todos os outros cidadãos presos no DF.

Sobre Gabeira, Vigilante afirmou que ele “Serviu-se do PT quando se candidatou no Rio de Janeiro usando a legenda e hoje trata o Partido com tremendo oportunismo, pois usa de mentiras covardes para atacar, não respeitando sequer a história de companheiros de valor para a democracia deste país”.

Só uma mente doentia poderia inventar uma barbaridade como essa. A preparação de “luxos” para os eminentes prisioneiros da Papuda ainda poderia ser verossímil, mas dizer que um corredor de número 13 seria pintado de vermelho é o cúmulo do ridículo. Seria desmoralizante para o PT ter o corredor de um presídio identificado com o partido.

Eis o vale-tudo que se instalou após a prisão intempestiva e – segundo informações recentes – possivelmente ilegal que o presidente do STF, Joaquim Barbosa, determinou. Espera-se, pois, que a revolta de Chico Vigilante com Gabeira e outros como ele contamine a cúpula do PT, que tem se manifestado aquém do necessário contra toda essa vergonha.

http://www.blogdacidadania.com.br/2013/11/gabeira-diz-que-governo-do-df-pintou-prisao-de-vermelho-para-receber-petistas/

Após prisões, procura por filiações ao PT aumenta mais de 2.000%

O TERROR DO NORDESTE



A prisão de José Genoino e José Dirceu, duas lendárias personalidades do Partido dos Trabalhadores, condenadas por envolvimento no escândalo do mensalão, neste final de semana, fez com que o interesse por filiações ao partido aumentasse mais de 2.000%.

Não se trata da filiação, mas sim de um formulário no qual a pessoa expressa seu interesse em se filiar, uma espécie de pré-cadastro, que é concretizado junto aos diretórios locais. De acordo com o partido foram entre sexta-feira e domingo foram feitos 392 preenchimentos, 2.613% mais que os 15 registrados no final de semana anterior.

A procura, no entanto, foi praticamente espontânea, incentivada apenas por algumas pessoas em redes sociais como o Twitter. “A única maneira de enfrentar a direita, a mídia conservadora e a injustiça da Justiça, é filiação em massa ao PT”, dizia um internauta, enquanto outros completavam que o Supremo Tribunal Federal (STF) “fez surgir a maior campanha de filiação ao PT”.

Em seu site, o partido apenas divulgou uma nota assinada pelo presidente da legenda, Rui Falcão, na qual classificou a determinação da prisão dos condenados como “casuísmo jurídico” que “fere o princípio da ampla defesa”.

Já no Facebook durante todo o final de semana foram divulgadas mensagens de mobilização e apoio aos presos no final de semana.

Portal Terra

http://wwwterrordonordeste.blogspot.com.br/2013/11/apos-prisoes-procura-por-filiacoes-ao.html

Homem que comprou a reeleição quer Justiça


O Príncipe da Privataria tem no DNA a Ética tucana 

 
Saiu no Estadão, em estado comatoso:

“A Justiça começa a se fazer’, diz FHC sobre o mensalão


GUSTAVO PORTO E JOSÉ MARIA TOMAZELA – Agência Estado

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso criticou, nesta segunda-feira, 18, os condenados do mensalão, durante ato do PSDB em Poços de Caldas (MG). “Hoje vejo que a Justiça começa a se fazer. Aqueles que foram alcançados por ela tentaram transformar a Justiça num instrumento de sua própria história de uma revolução que não fizeram e, em nome de ideais que não cumpriram, querem descumprir a Constituição”, afirmou, sem citar nomes nem mesmo a prisão de lideranças do partido adversário.

O ex-presidente continuou os ataques dizendo que “aqueles que hoje exercem o papel maior da República não souberam honrar a confiança que o povo depositou, transformaram-se em negocistas e em nome de transformar o Brasil, transformam suas próprias vidas”.

(…)



Leia a seguir alguns posts sobre a carreira de um Tartufo:

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2013/10/18/palmerio-por-que-fhc-nao-esta-preso/
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2013/09/09/%E2%80%9Co-principe-da-privataria%E2%80%9D-traz-escandalo-a-tona/
http://www.conversaafiada.com.br/politica/2013/08/10/fhc-defende-cerra-esta-corrupcao-nao/
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2013/10/07/rosario-fhc-nao-mostrou-o-darf/
http://www.conversaafiada.com.br/politica/2013/06/25/fhc-o-tartufo-quis-uma-constituinte/

Paulo Henrique Amorim

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2013/11/18/homem-que-comprou-a-reeleicao-quer-justica/

Dilma tem 43%, Aécio, 14%, e Campos, 7%, indica pesquisa Ibope

Em quatro cenários pesquisados, presidente se reelegeria no 1º turno.
Nas simulações de segundo turno, ela também superaria todos os rivais.

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (18) aponta que a presidente Dilma Rousseff tem 43% das intenções de voto e venceria no primeiro turno se a eleição de 2014 fosse hoje e os adversários fossem o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), considerado atualmente o cenário mais provável da disputa.
Nessa hipótese, Aécio soma 14% das intenções de voto e Campos, 7%, segundo o Ibope. As opções por voto nulo ou branco acumulam 21%. Outros 15% disseram não saber em quem votar ou não responderam.
Na pesquisa anterior realizada pelo Ibope e divulgada no dia 24 de outubro, Dilma tinha 41%, Aécio, 14%, e Campos, 10%.

Dilma também venceria no primeiro turno nos cenários em que são incluídos pelo PSB  Marina Silva e pelo PSDB, José Serra.

O Ibope ouviu 2.002 eleitores de 7 a 11 de novembro em 142 municípios do país. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Confira os cenários pesquisados:

Cenário 1
7 a 11/11
- Dilma Rousseff: 43%
- Aécio Neves: 14%
- Eduardo Campos: 7%
- Brancos/nulos: 21%
- Não sabe/não respondeu: 15%
17 a 23/10
- Dilma Rousseff: 41%
- Aécio Neves: 14%
- Eduardo Campos: 10%
- Brancos/nulos: 22%
- Não sabe/não respondeu: 13%

Cenário 2
7 a 11/11
- Dilma Rousseff: 42%
- Marina Silva: 16%
- Aécio Neves: 13%
- Brancos/nulos: 17%
- Não sabe/não respondeu: 12%
17 a 23/10
- Dilma Rousseff: 39%
- Marina Silva: 21%
- Aécio Neves: 13%
- Brancos/nulos: 16%
- Não sabe/não respondeu: 11%

Cenário 3
7 a 11/11
- Dilma Rousseff: 41%
- José Serra: 19%
- Eduardo Campos: 7%
- Brancos/nulos: 19%
- Não sabe/não respondeu: 14%
17 a 23/10
- Dilma Rousseff: 40%
- José Serra: 18%
- Eduardo Campos: 10%
- Brancos/nulos: 19%
- Não sabe/não respondeu: 12%

Cenário 4
7 a 11/11
- Dilma Rousseff: 40%
- José Serra: 17%
- Marina Silva: 15%
- Brancos/nulos: 16%
- Não sabe/não respondeu: 11%
17 a 23/10
- Dilma Rousseff: 39%
- Marina Silva: 21%
- José Serra: 16%
- Brancos/nulos: 15%
- Não sabe/não respondeu: 10%

Cenário com cinco candidatos
O Ibope também testou um cenário com cinco candidatos, sendo dois deles do PSB e dois do PSDB. Trata-se de uma hipótese impossível de ocorrer, já que o prazo para se filiar a um partido ou trocar de legenda se encerrou no dia 5 de outubro, e só é possível um candidato por partido. Veja o resultado obtido:
7 a 11/11
- Dilma Rousseff: 37%
- José Serra: 14%
- Marina Silva: 12%
- Aécio Neves: 9%
- Eduardo Campos: 4%
- Branco/nulo: 14%
- Não sabe/não respondeu: 10%
17 a 23/10
- Dilma Rousseff: 35%
- Marina Silva: 16%
- José Serra: 13%
- Aécio Neves: 9%
- Eduardo Campos: 5%
- Branco/nulo: 13%
- Não sabe/não respondeu: 10%

Segundo turno
Nas simulações de segundo turno, Dilma venceria todos os demais adversários. Veja abaixo:

Cenário 1
7 a 11/11
- Dilma Rousseff: 47%
- Aécio Neves: 18%
- Branco/nulo: 22%
- Não sabe/não respondeu: 13%

17 a 23/10
- Dilma Rousseff: 47%
- Aécio Neves: 19%
- Branco/nulo: 22%
- Não sabe/não respondeu: 11%

Cenário 2
7 a 11/11
- Dilma Rousseff: 44%
- Marina Silva: 24%
- Branco/nulo: 19%
- Não sabe/não respondeu: 13%
17 a 23/10
- Dilma Rousseff: 44%
- Marina Silva: 24%
- Branco/nulo: 19%
- Não sabe/não respondeu: 13%

Cenário 3
7 a 11/11
- Dilma Rousseff: 48%
- Eduardo Campos: 12%
- Branco/nulo: 24%
- Não sabe/não respondeu: 16%
17 a 23/10
- Dilma Rousseff: 45%
- Eduardo Campos: 18%
- Branco/nulo: 24%
- Não sabe/não respondeu: 14%

Cenário 4
7 a 11/11
- Dilma Rousseff: 45%
- José Serra: 21%
- Branco/nulo: 21%
- Não sabe/não respondeu: 13%

17 a 23/10
- Dilma Rousseff: 44%
- José Serra: 23%
- Branco/nulo: 20%
- Não sabe/não respondeu: 13%

Espontânea
Confira abaixo o resultado na parte da pesquisa em que o Ibope apurou a intenção de voto espontânea, na qual o pesquisador pergunta em quem o eleitor votaria se a eleição fosse hoje sem apresentar uma lista de candidatos:

7 a 11/11
- Dilma Rousseff: 23%
- Lula: 8%
- Aécio Neves: 5%
- José Serra: 5%
- Marina Silva: 3%
- Eduardo Campos: 1%
- Outros com menos de 1%: 1%
- Branco/nulo: 13%
- Não sabe/não respondeu: 40%

17 a 23/10
- Dilma Rousseff: 21%
- Lula: 7%
- Marina Silva: 6%
- Aécio Neves: 5%
- José Serra: 4%
- Eduardo Campos: 2%
- Outros com menos de 1%: 1%
- Branco/nulo: 13%
- Não sabe/não respondeu: 40%

Rejeição
A taxa de rejeição (percentual de eleitores que disseram que não votariam no candidato de jeito nenhum) está distribuída da seguinte maneira, segundo o Ibope:
7 a 11/11
- José Serra: 49%
- Eduardo Campos: 42%
- Aécio Neves: 39%
- Marina Silva: 37%
- Dilma Rousseff: 34%
17 a 23/10
- José Serra: 47%
- Aécio Neves: 40%
- Eduardo Campos: 39%
- Dilma Rousseff: 38%
- Marina Silva: 31%
 
http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/11/dilma-tem-43-aecio-14-e-campos-7-indica-pesquisa-ibope.html

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

"Falta alguém na Papuda"



Edição247-Divulgação:
Em artigo exclusivo para o 247, o jornalista Breno Altman, diretor do Opera Mundi, defende que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, responda pelas ilegalidades cometidas nas primeiras prisões da Ação Penal 470; "Não há crime maior, na democracia, que a violação da Constituição e de direitos dos cidadãos por autoridades que têm obrigação de zelar e proteger o bem público", diz ele; Altman classifica Barbosa como um "fora-da-lei" por ter submetido condenados ao semiaberto à prisão em regime fechado; "Se a coragem fosse um atributo da vida política brasileira, esse homem deveria estar respondendo por seus malfeitos", diz o jornalista, que acompanhou José Dirceu, quando ele se entregou à Polícia Federal; leia a íntegra

18 de Novembro de 2013 às 06:45

Joaquim Barbosa é um fora-da-lei

Por Breno Altman, especial para o 247

O ministro Joaquim Barbosa tem oferecido fartas provas que seu comportamento, no curso da Ação Penal 470, destoa dos preceitos legais que jurou cumprir e defender. Mas foi às raias do absurdo nos últimos dias, ao ordenar a prisão de determinados réus através de medidas que confrontam abertamente as próprias resoluções do STF.

A decisão sobre os petistas José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares, entre outros apenados, foi cristalina: deveriam começar a cumprir imediatamente sentenças sobre as quais não há embargos infringentes em discussão. Como nenhuma dessas condenações excede oito anos, as punições deveriam ser aplicadas, desde o primeiro minuto, em regime semiaberto. Mas os presos estão sendo vítimas de uma aberrante ilegalidade, submetidos ao sistema mais drástico de execução da pena, em regime fechado.

O mandado de prisão assinado pelo chefe do Poder Judiciário simplesmente não especifica a modalidade carcerária. Como é de supor que o ministro Barbosa seja mais capacitado que um estudante de Direito, somente se pode concluir que o país assiste a uma solerte manobra, cujo objetivo é humilhar os réus e açular a alcateia de lobos famintos que serve de fã-clube ao douto juiz.

Essa não foi, porém, a única arbitrariedade recentemente cometida por Joaquim Barbosa. Ao obrigar o traslado dos presos para Brasília, atropelou norma da Lei de Execuções Penais, que concede a qualquer réu o direito de cumprir pena em local próximo a sua moradia, ao seu trabalho e a sua família.  O ministro não esconde, também nesse ato, sua vontade de criar obstáculos e constrangimentos contra cidadãos pelos quais nutre o ódio dos déspotas.

Não há crime maior, na democracia, que a violação da Constituição e de direitos dos cidadãos por autoridades que têm obrigação de zelar e proteger o bem público. Cabe ao presidente da Corte Suprema o papel de guardião máximo dessas garantias constitucionais. Caracteriza-se crime de Estado quando, no desempenho de suas funções, autoridade desse naipe abusa do poder, rompe a legalidade, comanda perseguições e estabelece conduta de exceção.

Os advogados dos réus já ingressaram com petições contra estes ultrajes, que esperam ver revogados nas próximas horas. O que está em jogo, no entanto, são mais que prerrogativas das vítimas de um tirano togado. A democracia brasileira não pode aceitar atos dessa natureza e deve punir duramente os responsáveis por atentados contra o Estado de Direito.

O ministro Joaquim Barbosa passou dos limites. Associado ao que há de pior na imprensa e na sociedade brasileiras, produziu um processo farsesco, a revelia de provas e testemunhos, forjando uma narrativa que servia aos interesses da casa grande. Havia, contudo, alguma preocupação em manter as aparências e em respeitar ao menos as formalidades legais. Dessa vez mandou às favas qualquer cuidado com a lei, a Constituição e o decoro.

A gravidade da situação vai além das obrigações técnicas de defensores profissionais. Diante da tirania, só cabe a repulsa e a indignação. Se necessário, a rebeldia. Oxalá os pares de Barbosa não subscrevam suas atitudes torpes. Se a coragem fosse um atributo da vida política brasileira, esse homem deveria estar respondendo por seus malfeitos.

Quanto mais passa o tempo, maior a sensação de que falta alguém lá na Papuda. O país não pode conviver com um fora-da-lei na presidência da Corte Suprema.

Breno Altman é jornalista, diretor editorial do site Opera Mundi e da revista Samuel.

http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/121066/Falta-algu%C3%A9m-na-Papuda.htm

Os tucanos estão livres para roubar

O TERROR DO NORDESTE

Ex-diretor da Siemens acusa José Serra de envolvimento no esquema do Trensalão
:



Depoimento do engenheiro Nelson Branco Marchetti, ex-diretor técnico da Divisão de Transportes da Siemens, à Polícia Federal revela que em 2008 o então governador José Serra (PSDB) pressionou pessoalmente a multinacional alemã a desistir de uma licitação na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Objetivo era permitir que a empresa espanhola CAF saísse vitoriosa em certame para a aquisição de 320 vagões. A Siemens teve de retirar recurso administrativo e medidas judiciais que questionavam a escolha da concorrente, que não tinha as qualificações necessárias. A denúncia é do jornal O Estado de S. Paulo.

Marchetti relatou um encontro que teve com Serra e o secretário estadual dos Transportes Metropolitanos na época, José Luiz Portella, "em meio a esse período de pressão", durante evento em Amsterdã da International Union of Railways (UIC). "Aproveitei para dizer que entendia que minha empresa estava certa e que não tinha intenção de desistir de recorrer." Em resposta, assegurou, "foi informado por Serra que, se a CAF fosse desqualificada em razão do mandado de segurança impetrado pela Siemens, o governo iria cancelar a licitação ".

Segundo Marchetti, que assinou acordo de leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para revelar a ação de carteis no setor metroferroviário paulista, no edital havia exigência de um capital social integralizado que a CAF não possuía. “Mesmo assim, o então governador do Estado (Serra) e seus secretários fizeram de tudo para defender a CAF", afirma o ex-executivo da Siemens. O depoimento de 5 de novembro.

Para demover a Siemens do plano de contestar a qualificação da CAF, segundo o relato de Marchetti, Portella sugeriu que a multi deveria fazer um contrato de subfornecimento.

Marchetti reforçou que houve sim uma "tentativa de formação de cartel com a Alstom". Revelou combinações de preços, ajustes prévios, reuniões reservadas, além de grande empenho de autoridades do governo paulista, na ocasião, em fechar contrato com a CAF. Alega ter explicado a Portella que a Siemens tinha condições de prosseguir sozinha no projeto, não tinha motivos para desistir da licitação. "A CAF foi qualificada e a Siemens apresentou recurso administrativo, que foi negado."

Em um depoimento de seis páginas, Marchetti diz que ocupou o cargo na Siemens entre fevereiro de 2007 e dezembro de 2008. Que era encarregado de manter contato com agentes públicos. Tinha encontros frequentes com Portella e seu vice, João Paulo de Jesus Lopes. Na CPTM, tinha acesso direto ao então presidente, Sérgio Avelleda, que depois se tornou presidente do Metrô, bem como com diretores da CPTM.

Brasil-247

http://wwwterrordonordeste.blogspot.com.br/2013/11/os-tucanos-sao-livres-para-roubar.html

Cresce o "abraço-assinado" a Genoino



Por Altamiro Borges

A prisão ultrajante de José Genoíno resultou no aumento do número de adesões ao "abraço-assinado" em solidariedade ao ex-presidente do PT. No início da tarde deste domingo (17), o texto tinha 11.523 assinaturas. Entre os primeiros signatários estão o cantor e compositor Chico Buarque, o ator José de Abreu, a filósofa Marilena Chauí, o escritor Fernando Morais e o crítico literário Antônio Candido. A iniciativa é importante nesta hora de martírio, em que o deputado enfermo está detido no presídio da Papuda, em Brasília - juntamente com outros 11 condenados no midiático julgamento do "mensalão".

Leia a íntegra do manifesto e ajude a divulga-lo:

*****

Nós estamos aqui!

Somos um grupo grande de brasileiros iguais a você, que deseja um país melhor.

Estamos aqui para dizer em alto e bom som que José Genoíno é um homem honesto, digno, no qual confiamos.

Estamos aqui porque José Genoino traduz a história de toda uma geração que ousa sonhar com liberdade, justiça e pão.

Estamos aqui, mostrando nossa cara, porque nos orgulhamos de pessoas como ele, que dedicam sua vida para construir a democracia.

Genoino personifica um sonho. O sonho de que um dia teremos uma sociedade em que haja fraternidade e todos sejam, de fato, iguais perante a lei.

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