domingo, 23 de agosto de 2009

"O Globo" quer Marina para atacar Lula e Dilma.


Muita gente tem afirmado, na internet, que Marina - se for mesmo candidata pelo PV -será usada como linha auxiliar pelos tucanos. Eu mesmo já escrevi sobre isso - http://www.rodrigovianna.com.br/plenos-poderes/gabeira-avisa-marina-sera-linha-auxiliar-dos-tucanos

Mas melhor do que falar é mostrar, didaticamente.

Aqui, um exemplo elementar.

Vejam a manchete de "O Globo": Marina é usada para atacar Lula e Dilma...



Agora, vejam o que Marina diz sobre essa manchete, em aparte a discurso do senador Pedro Simon (PMDB-RS):

- A mesma posição eu vou manter aqui em relação ao Presidente Lula, porque não é uma questão de circunstâncias. Hoje, meu querido Senador Simon, tem uma matéria no jornal O Globo que não foi feita por nenhum desses jornalistas que nos acompanham aqui. Foi um correspondente lá do Estado do Pará que colocou na primeira página algo que é inteiramente incoerente com tudo o que eu disse e coloquei na carta que assinei embaixo. A manchete é a de que eu disse que o Governo é insensível para as questões sociais. E pega uma série de frases de uma palestra que dei, em um contexto de uma análise que eu faço da Amazônia, da questão das hidroelétricas, e as coloca ali. Digamos que, quanto às frases pinçadas, mal direcionadas, ainda vá lá. Mas dizer que eu, Marina Silva, disse que o Governo do Presidente Lula é insensível às questões sociais! Eu que já disse, inúmeras vezes, desta tribuna e em todas as manifestações que fiz, que foi a melhor política social que tivemos; que saímos de R$8 bilhões para R$30 bilhões investidos em política social.

Marina terá que passar a campanha desmentindo PIG. Ou, talvez, uma hora ela canse e aceite o papel que já lhe foi destinado...

Não há escolha: pelo PV, será linha-auxiliar de Serra ou então será ignorada como candidata romântica e sonhadora.

A mancjete de "O Globo" é didática. Um aviso para Marina e para quem se ilude com essa candidatura.


Do Site do Rodrigo Viana:http://www.rodrigovianna.com.br/plenos-poderes/o-globo-quer-marina-para-atacar-lula-e-dilma

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Reviravolta: marido de Lina Vieira respondeu processo ao lado de Roseana Sarney.

Em primeira mão no blog Os Amigos do Presidente Lula em 20/08/09 às 23:25



Alexandre Firmino, marido da ex-secretária da Receita Federal, além de ex-Ministro da Integração Nacional no governo FHC, respondeu processo por improbidade administrativa (PET/3138 no STF) ao lado de Roseana Sarney.





Isso significa uma reviravolta no caso.

Mostra uma proximidade da família de Lina Vieira com a família Sarney maior do que nossa vã filosofia imaginava.

Tudo indica que alguém tentou colocar culpa na ministra Dilma Rousseff, por atos que não são da ministra. São de outra pessoa.

Aguardemos os próximos capítulos.

Em tempo:

Este blog previu em primeira mão, que alguém na Receita deveria estar encrencado com a Polícia Federal, porque a Justiça havia ameaçado de prisão a direção da Receita Federal se não tratasse com celeridade a fiscalização sobre o filho de Sarney.

Veja o que escrevemos no dia 10 de agosto, na nota "O enigma da ex-secretária da Receita Federal Lina Maria Vieira":

"... NÃO HOUVE AUTUAÇÕES ainda, no entanto há detalhes na notícia, como ampliação do número de investigados, que só auditores da Receita poderiam saber. Logo, a fonte da Folha vem de auditores da receita, interessados em defender a gestão Lina, ou salvarem a própria pele...

... Aparentemente há algo de muito errado no trabalho da Receita. A narrativa da Folha transparece que o trabalho da Polícia Federal andou e da Receita não, pois NÃO HOUVE AUTUAÇÕES ainda. Há uma tentativa no texto em jogar responsabilidade por omissão na gestão de Rachid...

... Resumindo: aparentemente, alguém está em maus lençóis dentro da Receita perante a Justiça, e está mandando recados pela imprensa, querendo impunidade, em troca de não produzir escândalos que levem a desgaste político. É apenas uma tese, por enquanto. Vamos aguardar os desdobramentos..."

A coisa parece um pouco maior do que a previsão acima, mas não muito diferente.

Aguardemos.

Do Blog Amigos do Presidente Lula:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Confirmado: Marido de Lina Vieira foi Ministro de FHC.


Alexandre Firmino, acompanhou Lina Vieira no depoimento ao Senado



O maridão de Lina Vieira (ex-secretaria da Receita Federal), aquela que inventou uma reunião, sem data, nem hora, com a Ministra Dilma Rousseff, chama-se Alexandre Firmino de Melo Filho.
Foi Ministro da Integração Nacional do governo FHC, interino por quase um ano, no período de 20.08.1999 a 17.07.2000.


Antes de assumir como ministro, foi secretário executivo do ministério.

Alexandre Firmino é publicitário e economista. Sua agência "Dois A Publicidade" já atendeu o governo do Rio Grande do Norte (governo do PSB da base governista) e a Prefeitura de Natal (governo demo-tucano do PV, apoiado por Agripino). Também é sócio em gráfica.

Falta confirmação se trabalhou em campanhas políticas. Há boatos de que já trabalhou na campanha de um famoso senador do DEMos do Rio Grande do Norte. A confirmar.

Bons policiais sabem que para desvendar um crime que parece inexplicável, uma boa pista é a motivação.

Pois apareceu a clara motivação política para toda essa encenação.

Tudo indica que a bancada de senadores demo-tucanos conspiraram de novo, com a mãozinha de FHC e Serra por trás desse teatro todo.

Ahhhh ... Você viu essa informação biográfica do marido de Lina em algum jornal ou blog do PIG (imprensa corporativa)? Viu no Jornal Nacional ou em outro canal da TV? Não leu, nem viu.

A mídia sabia e sonegou essa informação do distinto público, participando da encenação.

E qualquer jornalista mais experiente em Brasília sabia disso. Noblat, para dar apenas um exemplo, já trabalhou como marqueteiro na campanha de José Agripino Maia, para governador do Rio Grande do Norte, nas eleições de 1990, e conhece bem os bastidores do poder no Rio Grande do Norte.

Do blog Amigos do Presidente Lula:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Estranho demais.



Warley Batista, apontado pela ex-secretária da Receita Lina Vieira como o funcionário que a levou para o encontro com Dilma Rousseff, conseguiu outro emprego depois da Lina prestar depoimento à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).Warley Batista pediu demissão anteontem.


A Receita informou que não sabia do pedido de demissão. Segundo o jornal Folha, o motorista estaria preocupado após o depoimento de Lina, Warley chegou a perguntar se a empresa disponibilizaria um advogado para ele.

Em entrevista para o jornal O Globo, o motorista disse que levou Lina diversas vezes a reuniões na Casa Civil da Presidência da República. Mas afirma não saber precisar datas ou episódios que confirmem ou não o suposto entre Lina e a ministra Dilma Rousseff.

Warley, se disse assustado com a repercussão do caso. Ao ser perguntado sobre datas, Warley foi evasivo. Disse não saber sequer se Lina esteve no local em dezembro passado, mês em que trabalhou até o dia 20.Segundo senadores da oposição, Lina teria afirmado reservadamente que o encontro aconteceu no dia 19.

- Não sei quantas vezes fui lá não. A data também eu não sei se foi a que ela citou

- disse Warley.

Do blog amigos do Presidente Lula:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Satiagraha finalmente chegou à corrupção tucana na privataria das teles.



Milhares de e-mails armazenados em 14 CDs apreendidos na residência de Roberto Amaral (ex-diretor da Andrade Gutierez, e ex-consultor de Daniel Dantas), aponta para falcatruas de ex-ministros de FHC, empresários, lobistas e políticos que intermediaram a privatização das teles.

A intensa troca de mensagens se deu entre os anos de 1999 e 2002.

A PF analisou os arquivos de Amaral e identificou indícios de tráfico de influência em diferentes níveis de governo.

Há citação a um deputado que teria exigido dinheiro do banqueiro. A maior parte das mensagens do executivo é trocada com políticos tucanos, indica a investigação da PF.

A apreensão foi feita pela Polícia Federal, em 16 de dezembro passado, no desdobramento da Operação Satiagraha, por ordem do juiz Fausto De Sanctis.

FORO PRIVILEGIADO

O procurador De Grandis recomendou à Justiça Federal que encaminhe os CDs de Amaral para a Procuradoria-Geral da República, pois trata-se de autoridades que desfrutam de fôro privilegiado e estão fora de sua autoridade investigá-los.

Tais autoridades só podem ser investigadas mediante autorização expressa do Superior Tribunal de Justiça (autoridades que ocupam cargos estaduais e municipais, como governadores e prefeitos) e do Supremo Tribunal Federal (autoridades federais, inclusive parlamentares).

Estadão protege a Corrupção demo-tucana

A informação é publicada discretamente, num cantinho do Estadão.

Nenhum nomezinho de um tucano é vazado, nenhum trecho de conteúdo de mensagem é publicado.

Imaginem se fosse contra alguém da base governista.


Gilmar Mendes precisa se declarar impedido de votar sobre esta questão

O atual presidente do STF precisa se declarar impedido de apreciar esta questão, pois ele era parte integrante do governo FHC nesta época, como advogado chefe da União. Gilmar atuou intensamente como advogado do governo FHC, para viabilizar as privatizações e na defesa jurídica das autoridades envolvidas em escândalos da época.

Do blog amigos do Presidente Lula:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O alvo agora é Dilma.


O senador Flávio Arns (PT-PR) anunciou hoje que pedirá à Justiça Eleitoral para sair do Partido dos Trabalhadores. O senador disse que vai esperar que a Justiça decida se o mandato pertence a ele ou ao partido. O senador alega ter ficado envergonhado com a decisão da bancada petista em votar pelo arquivamento das ações que foram movidas contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

Arns que já foi filiado ao PSDB, disse ainda que o PT decidiu apoiar José Sarney na presidência do Senado unicamente porque está interessado no apoio do PMDB à candidatura da ministra Dilma Rousseff, nas eleições para sucessão do Presidente Lula. "Aspectos eleitorais estão se sobrepondo a assuntos como democracia, ética e respeito à sociedade. A ordem dos valores está invertida", disse.

Devagar ai Flávio Arns

É bom não misturar as coisas. Uma é a crise no Senado e já há acordo. Afinal todos têm telhado de vidro e ninguém se arrisca a levar José Sarney ao cadafalso, porque a forca pode também quebrar o pescoço de Arthur Virgílioe atingir de raspão outras personalidades políticas. É por isso que a tropa de choque de Sarney se acalmou e os oposicionistas mais exaltados baixaram a crista.

Prova disso foi o presidente do PSDB, Sérgio Guerra subir à tribuna do Senado nesta terça-feira para dizer que o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), não deve ser cassado pelos colegas independentemente das denúncias que surgem contra ele nos últimos meses

A outra coisa é abertamente uma disputa eleitoral. Esta não tem acordo. O objetivo da oposição é atingir a chefe da Casa Civil Dilma Rousseff, candidata preferida do presidente Lula à sua sucessão.

Com o auxílio da ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira, que disse ter ouvido pedido de Dilma a favor da família Sarney, querem pegar a ministra para que ela não decole e ameace o governador tucano José Serra.

Vai daí que a crise no Senado acabará em pouco tempo, até porque agora a oposição mira diretamente na ministra-chefe da Casa Civil. E convenhamos, ninguém agüenta mais essa lenga-lenga, de Arthur Virgílo, de um lado e Renan Calheiros de outro, coadjuvados por meia dúzia de aliados de um e de outro. Dilma Rousseff é a bola da vez. Resta saber se tem cacife para suportar o tranco. A ver..É o radar eletronico de olho na politica


Do blog amigos do Presidente Lula:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Circulação de jornais do PIG caem no 1º semestre.


A circulação média dos jornais filiados ao Instituto Verificador de Circulação (IVC) teve declínio de 4,8% no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2008, segundo informa o Portal Vermelho.

A circulação média de todos os títulos filiados à entidade nos primeiros seis meses de 2009 foi de 4.231.165 exemplares por dia. No ano anterior, esse número alcançava 4.394.047.

De acordo com o levantamento, a circulação somada dos 20 maiores jornais diários brasileiros caiu 6% no primeiros semestre.

As maiores quedas foram de:
- O Dia (-24%);
- Extra, Jornal da Tarde e O Estado de S. Paulo (todos com -17%);
- Diário de S. Paulo (-11%);
- Diário Gaúcho (-9%);
- Meia Hora (-9%);
- O Globo (-8%);
- Folha de S.Paulo (-7%);
- Super Notícia (-4%);

Na ponta oposta, comemoram crescimento:
- Daqui (37%),
- Expresso da Informação (14%),
- Lance (8%),
- Agora (4%),
- Zero Hora (3%),
- A Tribuna (2%).

Mantiveram-se estáveis — o que no cenário atual é uma vitória — Correio Braziliense, Estado de Minas, Correio do Povo e Valor.

Não houve alterações significativas no ranking geral:
- Folha de S. Paulo (média diária de 296 mil exemplares),
- Super Notícia (288 mil),
- Extra (262 mil),
- O Globo (260 mil),
- O Estado de S.Paulo (215 mil),
- Meia Hora (203 mil),
- Zero Hora (184 mil),
- Correio do Povo (154 mil),
- Diário Gaúcho (152 mil),
- Lance (133 mil),
- Agora São Paulo (88 mil),
- O Dia (82 mil),
- Estado de Minas (76 mil),
- Expresso da Informação (67 mil),
- Daqui (63 mil),
- A Tribuna (62 mil),
- Diário de S.Paulo (61 mil).
- Dez Minutos, de Manaus (54 mil),
- Valor Econômico (54 mil),
- Correio Braziliense (53 mil),
- Jornal da Tarde (49 mil).

A queda poderia ser maior se não fosse as assinaturas em massa feitas por governos demo-tucanos, como as mais de 10.000 assinaturas feitas por José Serra (metade do Estadão e metade da Folha), e as 7.562 assinaturas do jornal Correio Brasiliense feita pelo governador do DEMos José Roberto Arruda.

Publicidade em baixa

Os meios impressos, em geral, também obtiveram queda de investimento publicitário nos cinco primeiros meses de 2009 em comparação com 2008.

De acordo com estudo do Projeto Inter-Meios, juntos, jornais e revistas caíram 16%: 9,48% e 7,37%, respectivamente.

O faturamento do meio jornal caiu para R$ 1,2 bilhão, sendo que a participação no bolo passou para 15,76%. Com queda, as revistas chegaram ao montante de R$ 555 milhões e participação de 7,09%.


Do blog Amigos do presidente Lula:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Explicação da Datafraude.




Análise política

Confesso que, apesar de ter antecipado aqui, três semanas antes da pesquisa Datafolha publicada no último domingo, que ela mostraria o que efetivamente mostrou (prejuízo de imagem a Dilma e Lula devido ao apoio deles a Sarney), fiquei surpreso com a pesquisa Band/Vox Populi sobre a sucessão presidencial divulgada ontem no principal telejornal da emissora paulista.

Quando minha fonte na Folha de São Paulo me revelou do acordo entre políticos de oposição, institutos de pesquisa de opinião e órgãos de imprensa para fraudar sondagens do eleitorado, não achei que isso se devia a uma forte queda de Serra e a disparada de Dilma na preferência popular. Achava apenas que queriam “matar” Dilma enquanto ainda estava “fraca” e Serra, “forte”.

Mas, de fato, se notarmos o nível de partidarização em que mergulharam TODOS os grandes órgãos de imprensa, que compraram e endossaram sem pestanejar uma versão nebulosa de uma acusação à ministra-chefe da Casa Civil na qual quem acusa não se lembra do dia nem da hora do suposto encontro que teria tido com ela, mas se lembra até da roupa que a ministra teria usado nessa reunião fantasiosa, bem como de outros detalhes mínimos, a explicação para essa fúria midiático-oposicionista fica evidente.

Sim, é desespero de causa. Para influir na vontade da maioria, pisam no acelerador de uma tática que vem fracassando contra o patrono da candidatura Dilma uma vez após outra desde 2004. Só gente desesperada agiria assim.

Também me surpreendeu o nível de ousadia da pesquisa Datafraude. Achei que “trabalhariam” dentro da “margem de erro”. Contudo, a comparação dos números do instituto de pesquisa da Folha e do Vox Populi revela uma fraude que, em termos estatísticos, pode ser considerada gigantesca.

Vejam, abaixo, comparação dos números das duas pesquisas feita pelo caro Rodrigo Vianna em seu blog:



DATAFOLHA

1) Serra 37% 2) Dilma 16% 3) Ciro 15% 4) Heloisa Helena 12%

VOX POPULI

1) Serra 30% 2) Dilma 21% 3) Ciro 17% 4) Heloisa Helena 12%



Notem, por exemplo, como Heloísa Helena tem o mesmo percentual e Ciro Gomes quase o mesmo em duas pesquisas totalmente antagônicas.

Mais importante ainda, mais esclarecedor ainda é a censura dos grandes meios de comunicação – e até dos grandes portais de internet – à pesquisa Vox Populi. Esse instituto é respeitadíssimo desde sempre. Não me lembro de ter sido censurado antes. Logo que descobrirem que não conseguirão esconder os números – até porque foram veiculados na televisão –, passarão a desqualificar o instituto.

O estafe serrista na mídia tentará ocultar a pesquisa o máximo possível. Em vez de a própria Folha de São Paulo, em nome da credibilidade de seu instituto, vir a público tecer considerações e questionamentos ao Vox Populi, omite de sua edição desta quarta-feira a pesquisa contraditória, apesar de suas edições serem fechadas à meia noite, o que lhe daria tempo de sobra para noticiar o que a tevê Bandeirantes noticiou às 20 horas de ontem.

A esta altura, não há dúvida de que a mídia decidiu censurar a pesquisa Vox Populi. Pode-se dizer isso devido à censura dos grandes portais de internet. Em termos da rede mundial de computadores, já se passaram meses desde a divulgação da pesquisa desafiadora.

Aliás, a Band censurou um dado que um leitor do blog de Luis Nassif bem ressaltou e que poucos se deram conta: a rejeição de José Serra é a maior entre todos os candidatos. E se a rejeição de Dilma é maior entre as mulheres, a de Serra é maior entre os homens.

Agora você dirá: “Eduardo, você se precipitou ao dizer que Lula erra ao não reagir ao assédio difamatório da imprensa a Dilma. Ele sabe o que faz, pois sabe que a população já notou que estão fazendo com sua candidata o que sempre fizeram com ele”.

Pode ser, mas isso não muda o fato de que estar sendo violado o mais basilar princípio jurídico, o de o ônus da prova caber a quem acusa, é uma ameaça a todos os cidadãos, inclusive àqueles que aplaudem essa barbaridade que estão praticando contra a ministra.

A oposição está abrindo as portas do inferno. Uma sociedade que pratica tais barbaridades, também se torna bárbara, e em uma sociedade bárbara ninguém está seguro. É por isso que continuo cobrando reação do chefe da Nação, em defesa do Estado Democrático de Direito, que está sendo virtualmente estuprado para beneficiar uma mera candidatura política.


Recorde de visitação do Cidadania

Fazia um bom tempo que eu não analisava os controles de visitação do blog. Fiz isso hoje e tomei um susto. Praticamente dobrou a visitação. Nos últimos 30 dias (que inclui o período de férias), contabilizei mais de 270 mil page loads.

Não faço idéia de onde vieram tantos leitores novos, mas saúdo a todos.


Não use drogas

Dos leitores:

O PIG noticiou...

Estou rindo até agora:

"Pesquisa Datafolha publicada pela Folha de S.Paulo no último domingo mostra cenário semelhante ao da pesquisa Vox Populi."

http://noticias.uol.com.br/politica/2009/08/19/ult5773u2126.jhtm

Semelhante??????????????

Marcio São Paulo Advogado


Nassif e o último suspiro de Serra


Clique aqui para ler


O coração da fraude

Para mim, está na ausência de sondagem na Bahia, no Rio Grande do Sul e em Pernambuco na pesquisa Datafolha.

Motivação de Lina

Dos leitores:

Copiei esta do blogentrelinhas.blogspot.com:

Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

Dica de leitor

O marido de Lina Vieira chama-se Alexandre Firmino. É sócio da agência de publicidade Dois.A, de Natal. Tudo isto é fato.

Também é fato que a Dois.A realizou campanhas para o senador José Agripino Maia (DEM-RN).

Dois e dois são quatro, mas em alguns casos podem também ser cinco.

do blog do Edu Guimarãres:http://edu.guim.blog.uol.com.br/

terça-feira, 18 de agosto de 2009

O erro fatal de Lula.



Muita gente não vai gostar do que vou dizer, mas estou cada vez mais desconsolado com o cenário político. E, sendo sincero com vocês, pela primeira vez, desde 2002, vejo a direita com todas as condições de derrotar a esquerda e reassumir o poder. E o que é pior: por muitos anos, talvez até por dois mandatos presidenciais, até que destrua tudo que Lula construiu e o povo se dê conta da burrada que fez.

Nunca estive tão preocupado. Em 2006, por exemplo, não tive dúvida, nem por um segundo, de que Lula venceria. Os leitores mais antigos deste blog se lembrarão de quantos deles vieram aqui desanimados com a artilharia midiática e eu, em nenhum momento, fraquejei em minha certeza de que a estratégia dos reacionários não daria certo.

Lula construiu uma imunidade inquebrantável diante da mídia. Ela bateu nele durante tanto tempo que criticá-lo virou perda de tempo.

Claro que a economia ajudou. O bem estar social disseminou-se de tal maneira que ninguém quis saber de críticas, de acusações, de moralismo, há três anos. O povo votou com o bolso, com o estômago. Isso sem falar na fragilidade do adversário do presidente naquela ocasião (Alckmin), um dos políticos mais fracos da atualidade e que só consegue se manter à tona aqui no curral eleitoral tucano (São Paulo).

Mas só Lula é Lula; Dilma não é Lula. E, como se não fosse suficiente, é mulher (num país em que mulher quase não tem chance na política) e novata, eleitoralmente falando.

O país não conhece Dilma e as primeiras impressões que está tendo dela são as piores possíveis. Mentirosa, ardilosa, falsária, terrorista, arrogante... A mídia está colando nela tudo que há de pior. E Lula, o único com musculatura para reagir, ou não reage ou reage de forma pífia, e só quando provocado pela mídia.

Vejam o êxito que a oposição e sua mídia tiveram em literalmente acabar com Sarney a despeito de Lula defendê-lo. Nesse aspecto, acredito piamente na pesquisa Datafolha divulgada no domingo. Os números de sua reprovação são extremamente altos. Não há possibilidade de serem falsos como o percentual de intenções de voto de Dilma (que ainda está subindo) e o de Serra (cadente).

Enquanto isso, o candidato com maiores chances estatísticas de vencer a eleição presidencial foi literalmente blindado. Ninguém consegue fazer uma só crítica a ele na mídia. E vejam só que interessante: o Brasil deve ser a única grande democracia em que o principal postulante ao cargo de presidente não recebe uma só crítica ou acusação pública nem de seus adversários.

Sim, é isso mesmo que vocês leram: não é só a mídia que não critica Serra. Seus adversários (leia-se Lula, seu governo, seu partido e sua candidata) também não criticam. E isso com as toneladas de acusações e pedidos de investigações que há contra ele e contra seu governo.

Lula, seu governo, seu partido e sua candidata a sucedê-lo viram a mídia acusá-la de ter falsificado seu currículo acadêmico e ninguém teve coragem de dizer que Serra fajutou um prêmio “da ONU”.

A oposição a Serra na Assembléia Legislativa paulista se defende dizendo que não adianta fazer denúncias e críticas a Serra porque a mídia ignora tudo que for levantado contra ele. E essa que deveria ser a principal arma contra o tucano facistóide, é ignorada.

Pensem comigo: se a oposição a Serra em São Paulo está amordaçada pela mídia e se esta, a mando do tucano, ataca Dilma com virulência, só há uma pessoa neste país com musculatura para fazer as críticas que ninguém faz: Lula. Ele poderia dizer publicamente que a mídia protege Serra, que ataca Dilma sem parar, falsificando até documentos contra ela, porque trabalha para o tucano.

Se o presidente da República mais popular da história do país recomendasse à população que prestasse atenção em como o candidato mais forte à sua sucessão deveria estar na berlinda midiática tanto quanto Dilma, mas não aparece a não ser sendo elogiado, e que os escândalos de seu governo (dezenas de pedidos de CPI) são encobertos pela mídia, as pessoas perceberiam.

No dia a dia, seria fácil constatar que Lula teria razão. A cada rodada de acusações a Dilma no Jornal Nacional, no telejornal da Gazeta, no da Band, no do SBT, nos jornalões e revistões, as pessoas se perguntariam como é possível que os adversários de Serra também não o atacam, e aí Lula diria que atacam, sim, e acusam, mas a mídia censura. Teria que dizer publicamente. Em alto e bom som.

Além disso, uma estratégia fortíssima seria dizer claramente à sociedade que a mídia e a oposição tentam paralisar o Congresso e o governo num momento de crise econômica para sabotar o país, de forma que ele vá mal e Serra se eleja montado na insatisfação popular que sobreviria. Esse argumento colocaria a sociedade contra a mídia e a oposição.

Lula certamente não critica Serra e a mídia com decisão porque não quer criar uma crise política, mas a crise política já existe. E paralisou o Congresso, pois o Senado é a casa ratificadora das decisões da Câmara e, com ele paralisado, o que está paralisado é o Poder Legislativo.

O enfrentamento é inevitável. A situação não é mais a de 2002 ou a de 2006. Em 2002, a memória do desastre FHC estava fresca, latente. Em 2006, colocaram aquele sujeitinho ridículo, patético para enfrentar o político mais carismático da história recente deste país.

Agora, tudo mudou. Uma pessoa que jamais enfrentou uma eleição está começando pela mais difícil de todas, sob fogo cerrado de TODOS os grandes meios de comunicação e, como se fosse pouco, sem ninguém do seu lado para reagir. Incluindo ela própria.

Abandonar a questão da ficha policial falsa publicada contra si na primeira página da Folha foi o maior erro de Dilma – e de Lula. Se tivesse feito barulho, não teria acontecido o factóide da secretária da Receita Lina Vieira. Ao não reagir ao absurdo que foi a falsificação de um documento público e o endosso da Folha àquela falsificação, Lula, Dilma e o PT deram a senha para novos ataques do mesmo tipo, como é esse da tal secretária.

Mais grave ainda é nem o presidente, nem a vítima da nova campanha difamatória da mídia, nem alguém da cúpula do PT – e só alguém da cúpula do partido poderia exigir voz na mídia – fazer uma única pergunta à sociedade: se falsificaram até uma ficha policial contra Dilma, por que não teriam cooptado a secretária demitida – e, portanto, ressentida – da Receita para fazer uma acusação falsa à ministra?

Mas, pensando bem, há um lado bom na retomada do controle do Estado pela direita, se isso ocorrer no ano que vem. A esquerda ficará uns vinte anos fora do poder. Quem sabe, desta vez, crie juízo e finalmente entenda que, sendo tão burra, tão dividida, tão covarde, só conseguirá se manter no poder se surgir outro fenômeno político como Lula, o que talvez nem volte a acontecer neste século.

Por outro lado, nós, nossos filhos e netos pagaremos por esse erro fatal que atribuo exclusivamente ao presidente Lula, um homem que tenho toda a moral do mundo para criticar porque o defendi durante vinte anos com unhas e dentes, pois sabia que, no dia em que chegasse ao poder, mudaria o Brasil como mudou. Contudo, ele está destruindo tudo com base numa estratégia covarde e comodista.


Do Blog do Eduardo Guimarães: http://edu.guim.blog.uol.com.br/

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Mensalão tucano é que era "do bom".


O PTB oficial apoiará o candidato do PSDB à Presidência em 2010, seja ele o governador de São Paulo, José Serra, ou o de Minas Gerais, Aécio Neves. A decisão está tomada pelo presidente do partido Roberto Jefferson (segundo a revista Veja).

Jefferson ficou indignado com o governo Lula ter acabado com o "mensalão" que imperava nos governos anteriores.

O governo Lula cortou os suprimentos da corrupção, que sustentava a sobrevivência política de gente como Roberto Jefferson.

Ficou mais indignado porque o governo Lula "não controla" a Polícia Federal, e não está engaveta inquéritos.

Para políticos como Jefferson, do que adianta fazer parte da base governista, nomear para cargos, se não pode mais meter a mão no dinheiro público?

Como diz o presidente Lula: quem não quiser ser pego pela Polícia Federal, que ande na linha.

Agora Jefferson quer de volta os "bons tempos" (para ele) dos governos demo-tucanos. Sob FHC (e ainda hoje, nos governos estaduais de Serra, Aécio e Yeda) criminoso do colarinho branco "amigo" e políticos corruptos "amigos", podiam meter a mão no dinheiro público e eram "aliviados" pela Polícia Federal. Além disso a imprensa abafava.

A decisão de Jefferson faz sentido para ele. É questão de sobrevivência para uma classe de políticos como ele, os esquemas de corrupção política terem imunidade perante uma Polícia Federal atucanada como era a de FHC, e como são as polícias civis estaduais de Serra, Aécio e Yeda.


Do blog Amigos do Presidente Lula:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Dois terços dão nota positiva a Lula, apesar do PiG (*). Bye-bye Serra 2010.


Na foto, o reflexo da insatisfação popular com as inúmeras crises noticiadas pelo PiG



Saiu na Folha (**) de hoje, em meio à cobertura da pesquisa Datafolha que aponta José Serra como favorito à disputa presidencial:

Lula passa por crise sem perder alta aprovação Governo petista é avaliado como ótimo/bom por 67%

DA REPORTAGEM LOCAL

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva consegue, até o momento, atravessar a mais nova crise política nacional e manter sua popularidade entre os brasileiros no mesmo patamar.
Para 67%, seu governo é ótimo ou bom, variação dentro da margem de erro na comparação com a última pesquisa, feita em maio, quando Lula atingiu 69% de aprovação.
Segundo o instituto, 25% dos brasileiros acham o governo regular, ante 24% na última pesquisa. Para 8%, a administração do petista é ruim ou péssima; eram 6% no levantamento anterior. “O Lula conseguiu passar incólume pela crise, o Congresso, não”, diz Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha.
Com os 67% de ótimo ou bom que registra agora, Lula está a apenas três pontos de seu recorde pessoal (70%), atingido em novembro de 2008 e que foi o melhor resultado obtido por um presidente desde que o Datafolha começou a fazer esse tipo de pesquisa, em 1990.
O presidente foi o principal fiador da permanência de José Sarney (PMDB-AP) na Presidência do Senado. Em 17 de junho, chegou a declarar que o senador não poderia ser tratado como “uma pessoa comum”. Depois, amenizou o apoio público, mas manteve a sustentação ao aliado nos bastidores.
A pesquisa mostra a dissociação entre a popularidade de Lula e a crise no Senado. Mesmo entre os que consideram o governo ótimo ou bom, a maioria (73%) defende a saída ou afastamento temporário de Sarney.
Também entre os que aprovam o governo, 65% acreditam que Sarney está envolvido nas denúncias feitas contra ele.

Leia o texto no site da Folha (*), se você for assinante.

Em tempo: A reportagem principal da Folha - vá direto ao texto, se você for assinante - afirma, no segundo parágrafo, que a posição de Serra (37% das intenções de voto) oscilou um ponto percentual para cima em relação à ultima pesquisa, em maio. Dilma também se manteve estável, com os mesmos 16% que tinha em maio. Já o quinto parágrafo do texto informa que a diferença entre Dilma e Serra já esteve em 35 pontos percentuais, em março de 2008, “quando a ministra largava com 3%, caiu de 22% para 21%”.

Leia também:
Datafolha: Dilma e Ciro empatados no segundo lugar
Bahia: Dilma 32% x 22% Serra.Bye-bye Serra 2010

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(**) Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele acha da investigação, da “ditabranda”, do câncer do Fidel, da ficha falsa da Dilma, de Aécio vice de Serra, e que nos anos militares emprestava os carros de reportagem aos torturadores.


Do Site do PHA: http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=16195

Datafraude.


Declaro publicamente que tenho fortes motivos para acreditar que a pesquisa Datafolha divulgada neste domingo é uma completa fraude.

Antes de falar da pesquisa, porém, quero lembrar que seu resultado não deveria surpreender ninguém. Afinal, no dia 24 de julho (portanto, há mais de três semanas, quando nem os boatos sobre ela haviam começado) antecipei aqui neste blog o que o jornal paulista viria a fazer.

Eu disse, naquela oportunidade, que fonte que tenho no jornal Folha de São Paulo me informara de que Globo, Folha, Estadão, Veja, Serra e FHC estavam mantendo entendimentos (inclusive com outros institutos de pesquisa além do Datafolha) para fabricar pesquisas que sugerissem que o apoio de Lula e de Dilma a Sarney lhes provocara perda de popularidade.

A pesquisa Datafolha publicada neste domingo, além de falsear números, omite e distorce informações que ela mesma contém.

Em primeiro lugar, o Datafolha fabricou, dentro da “margem de erro”, uma queda de popularidade de Lula. Notem como a “análise” do diretor do Datafolha sobre a popularidade presidencial procura tirar o foco dessa “queda”. Ele diz que não houve queda, mas houve – estatisticamente.

Lula caiu de 69% para 67% numa pesquisa com margem de erro de 2%. A idéia é mostrar que a “queda” ocorreu para reforçar a teoria anti-Sarney que embasa a sondagem manipulada. Porém, resguardando-se contra possíveis diferenças em outras pesquisas, a análise do diretor do Datafolha sobre o fato busca minimizá-lo.

Ora, se o bombardeio sobre o mensalão, que durou quase dois anos, não fez Lula perder popularidade, Sarney faria?

Antes de prosseguir, quero lembrar que a falsificação de pesquisas não é novidade no Brasil. Houve outro momento em que a mídia e a oposição não queriam se conformar com a popularidade de Lula e partiram para a fraude estatística.

Foi no final de 2005. Pesquisas Datafolha e Ibope mostraram, no fim de novembro e começo de dezembro, queda pronunciada da aprovação de Lula. Em janeiro, cerca de um mês depois, sai uma pesquisa CNT-Sensus mostrando disparada da aprovação de Lula num período de festas em que nada aconteceu que justificasse tal disparada.

Agora o caso de Dilma. Além da manipulação de enfoque sobre os números, na forma de o jornal dizer na primeira página que “a pré-candidata petista, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), deixou de subir” sem dizer que Serra continua caindo, ainda que dentro da margem de erro, há uma omissão flagrante.

Por que a Folha não fez simulações sobre o segundo turno? A causa dessa omissão fica clara quando, no principal cenário da pesquisa, somam-se os votos de Ciro, Dilma e Heloisa Helena, que chegam a 43% contra 37% de Serra.

Claro que o tucano se beneficiaria de parte dos votos de Ciro e de Heloísa Helena num segundo turno entre ele e Dilma, mas, como ocorreu em 2006, sabe-se que o eleitorado da psolista e do ex-ministro, inimigo figadal de Serra, cairiam muito mais no colo de Dilma, o que explica a falta desse cenário na pesquisa.

Ah, sim, há também o fato de que a íntegra da pesquisa Datafolha ainda não foi publicada no site do instituto. Outro fato estranho e que não costuma ocorrer.

Outro fato crucial a notar: conforme anunciei há quase um mês, segundo meu informante na Folha de São Paulo estava sendo feito um acordo com o Ibope e com o instituto Sensus. Daí, para a pesquisa Datafolha sair como saiu, conclui-se que esse acordo deve ter sido fechado.

Resta o Vox Populi. Sondagens recentes do instituto demonstram dados surpreendentes sobre a candidatura Dilma, como ela ter ultrapassado Serra em vários Estados importantes, como Rio Grande do Sul e Bahia.

Independentemente das pesquisas, porém, o governo Lula e o PT parecem não ter se dado conta ainda do jogo que está em andamento. A grande operação infla Serra que vem ocorrendo parece não estar sendo notada.

A campanha publicitária avassaladora da lei de Serra sobre o cigarro, as manifestações claramente orquestradas pela derrubada de Sarney que levaram “estudantes” a se manifestarem contra ele em várias partes do país, mais um factóide surgido do nada contra Dilma...

Lula e o PT estão dormindo. E, desse jeito, logo os golpistas não terão mais que fajutar pesquisas.

Fico estupefato ao constatar a lentidão de Lula nessa questão das pesquisas. Uma sondagem nacional de algum outro instituto deveria ter sido publicada antes da pesquisa Datafolha, de forma a inibir a fraude, pois esta terá efeitos publicitários.

Mas pior mesmo é a inexplicável recusa de Lula e do PT de denunciarem publicamente a aliança entre Serra, Frias, Civita, Marinho e Mesquita.

Se o presidente e seu partido tivessem juízo, já teriam vindo a público dizer à sociedade para reparar como a mídia não cobre o governo Serra, como não denuncia nenhum dos escândalos que aguardam investigação contra ele na Assembléia Legislativa paulista e que o Serra candidato não aparece numa imprensa que não pára de bater em Dilma.

Se Lula, seu governo e seu partido, bem como seus aliados, carimbarem nos veículos específicos que eles atuam a mando de Serra, a cada golpe que praticarem esse golpe será recebido com desconfiança pelo público.

Sob acusações de favorecimento a Serra, as pessoas começariam a notar a invisibilidade dele na mídia, perceberiam que ele só aparece vinculado a notícias positivas como a da campanha sobre o cigarro. Mas Lula, seu governo, seu partido e aliados estão petrificados de medo.

Claro que ainda é prematuro, a 14 meses da eleição, dizer que a campanha serrista está indo tão bem assim. Ele está caindo sem parar. Sua queda certamente não foi apenas de um ponto percentual. Certamente foi manipulada dentro da margem de erro.

Todavia, se levarmos em conta que nem estamos ainda em ano eleitoral, dá para se ter uma idéia do que vem por aí e de quanto a covardia de Lula, de seu governo, de seu partido e de seus aliados poderá custar ao país.


Próximo passo da fraude

Antecipo aqui que o próximo passo da fraude nas pesquisas será dado pelo indefectível Carlos Augusto Montenegro (leia-se Ibope), que já declarou publicamente que Serra já está eleito presidente. A sondagem do Ibope sairá em poucos dias e mostrará um "aprofundamento" da "queda" de Lula e Dilma, tentando vender ao eleitorado que há uma tendência em curso.


O que a Folha ousaria...

Tem gente boa e séria dizendo que não acredita que o Datafolha - e, portanto, a Folha de São Paulo - ousaria falsificar a pesquisa. Será que essas pessoas estão se referindo ao mesmo jornal que ousou publicar, em sua primeira página, uma ficha policial falsa contra Dilma Rousseff?


Surto de bondade


O UOL substituiu manchete que alardeava invencibilidade de Serra por outra que é uma gracinha de bondade com Lula, dizendo que "a crise" (apertando a tecla SAP do Azenha, lê-se artilharia midiática) não derrubou a popularidade de Lula. Logo abaixo, uma enquete sobre como Lula consegue se manter popular em meio à crise. Parece que denúncias sobre fraude na pesquisa deixaram o Frias preocupado.


Do Blog do Edu Guimarães:http://edu.guim.blog.uol.com.br/

domingo, 16 de agosto de 2009

Pico da gripe suína está no fim.




Por Redação, com Agência Brasil - de Brasília


Para o epidemiologista do Hospital Univeristário de Brasília (HUB), Evoide de Moura, o fim do inverno no Brasil representa “toda a esperança” em meio à pandemia de influenza A (H1N1) – gripe suína.

– Estamos finalmente passando do pico, do pior período –, disse.

Com o frio, segundo ele, as pessoas tendem a se aglomerar sobretudo em abientes fechados, o que favorece na transmissão do vírus. A baixa umidade, de acordo com o médico, também leva ao agravamento das condições respiratórias e às infecções.

O meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) confirmou que a tendência, para os próximos meses, é de temperaturas mais elevadas, além do início das chuvas. Mas o mês de setembro, segundo ele, ainda será uma “uma incógnita” – pode ter dias de pancada de chuva como dias bastantes secos, com a umidades do ar oscilando.

– São extremos –, disse. Chuva certa, de acordo com o meteorologista, apenas em dezembro e janeiro. Ele lembrou que a baixa umidade do ar causa desconforto à saúde, pois o ar rarefeito dificulta a respiração. Por isso, a recomendação da própria Defesa Civil é que as pessoas bebam muito líquido e evitem o sol durante as horas mais quentes do dia.


Do site do Jornal Correio do Brasil:http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=156154

Lula responde ao internauta; mande a sua pergunta.


O presidente Lula responde às melhores perguntas selecionadas


A coluna "O Presidente Responde" é publicada em vários jornais brasileiros, cadastrados pela presidência da República. O DIÁRIO DO PARÁ é único do Estado cadastrado e que participa da coluna enviando toda semana três perguntas elaboradas pelos nossos leitores. Esta é a quinta coluna da série que foi lançada no dia 7 de julho.

Você, leitor e internauta, pode participar deste novo canal de comunicação com o presidente Lula. Para participar, se identifique com o nome e o sobrenome, e escreva sua pergunta no espaço de comentários abaixo deste texto. Em seguida, escreva sua idade, profissão e cidade onde mora.

A partir daí, o DIÁRIO selecionará as melhores perguntas que serão enviadas à Presidência da República. Serão escolhidas três perguntas a cada semana. Segundo o Planalto, as perguntas devem tratar de temas relacionados às políticas públicas e de relevância e interesse jornalísticos. A coluna "O Presidente Responde" será publicada no DIÁRIO todas as terças-feiras, no caderno Brasil.

O que você gostaria de perguntar para o Lula? Aproveite a oportunidade e fale com o presidente.


Do site do Jornal diario do Pará:http://www.diariodopara.com.br/noticiafullv2.php?idnot=54988

PRF divulga edital para concurso de 750 vagas.




A Polícia Rodoviária Federal divulgou o edital de mais um concurso público, desta vez para o preenchimento de 750 vagas, para ambos os sexos, com vencimentos de R$ 5.620.

O concurso veio com algumas novidades, dentre elas, a exigência de curso superior completo em qualquer área e também o acréscimo das disciplinas de noções de física, primeiros socorros e direção defensiva. Será exigida dos candidatos também carteira de habilitação categoria “B”. As inscrições serão realizadas exclusivamente através do site www.funrio.org.br, até as 23h59 do dia 11 de setembro, horário de Brasília.

O valor da taxa é de R$ 100. As vagas do certame serão distribuídas pelos Estados de Alagoas (6), Amazonas (30), Amapá (14), Bahia (44), Ceará (6), Distrito Federal (4), Espírito Santo (4), Goiás (8), Maranhão (40), Minas Gerais (40), Mato Grosso do Sul (70), Paraíba (4), Pernambuco (6), Piauí (6), Paraná (190), Rio de Janeiro (30), Rio Grande do Norte (4) e Rondônia (42).

A primeira fase do certame será composta de prova objetiva e de redação, com data prevista para a segunda quinzena de outubro. Outra novidade do certame é a exclusão na avaliação física do teste de redação. As provas objetivas serão realizadas em todas as capitais do Brasil. Os aprovados também receberão um auxílio alimentação entre R$ 126 e R$ 161,99.

Do site do Jornal diario do Pará:http://www.diariodopara.com.br/noticiafullv2.php?idnot=56513

Marina está atraída pela promessa de mudança do PV.



Para a senadora, luta ambiental não atrapalha ninguém nesse país.


A senadora Marina Silva (PT) afirmou neste sábado que não vai prolongar por muito tempo o anúncio de sua decisão sobre a possibilidade de mudar de partido. Marina foi convidada a se filiar ao Partido Verde (PV). Ela disse que praticamente terminou o ciclo de conversas com lideranças do PT, pessoas do Acre e amigos, e agora está se “recolhendo” neste fim de semana e início da próxima para tomar a decisão.

– Não coloquei prazo, nem dia. Mas não quero prolongar esse anúncio porque não quero transformar isso em uma novela. Em respeito ao meu partido, que é o PT, ao PV e a mim mesma. Foi um processo difícil. Eu me expus a muitos argumentos, afetos de relações de 30 anos [com o PT] –, afirmou, após participar de debate sobre clima e meio ambiente para integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), acampados em Brasília.

Apesar de aliados afirmarem que Marina já tomou a decisão de trocar de partido, a senadora argumentou que não falou “com nenhuma pessoa” a respeito de qual é a sua decisão.

– Então não posso dá crédito ao que foi dito [de que já estaria tomada a decisão].

Marina também disse que a ação dos trabalhadores no evento, de pedir autógrafos e tirar fotos com ela, não indica um clima de campanha política para a Presidência da República.

– Em todos os lugares que ao longo dos dez anos que ando pelo Brasil, as pessoas sempre me tratam com muito carinho. Não tem nada a ver com campanha. É o respeito que as pessoas têm pela luta, pela causa. É até uma forma de dizer que está junto da luta –, afirmou.

A senadora voltou a manifestar que desvincula a possibilidade de condicionar sua filiação ao PV a uma candidatura à Presidência da República em 2010.

– Não estamos falando de Presidência da República. A decisão que estou tomando é sair ou não do PT. O PV me fez um convite honroso e eu disse que não iria subordinar a minha decisão às duas coisas –, disse.

Para Marina, – ninguém sai de um partido para ser candidato – , mas avalia a possibilidade de mudança por um compromisso programático. Ela enfatizou que o PV está se propondo a fazer uma discussão programática de colocar o desenvolvimento sustentável como estratégico.

– Foi por essa construção que eu militei durante 30 anos no PT e hoje vejo os frutos que ela tem dado na área social, em vários aspectos na própria luta pela reforma agrária.

A senadora acrescentou que nenhum partido vai “hegemonizar” a questão do desenvolvimento sustentável. “Mas aqueles que se dispõem a iniciar já é um bom começo”.

A senadora disse ainda que não existe voto a ser dividido entre ela, se for candidata, e a ministra chefe da Cada Civil, Dilma Rousseff, que deve disputar as eleições presidenciais em 2010.

– A luta ambiental não atrapalha ninguém nesse país. Não exite voto a ser dividido. O voto é do cidadão. A nossa visão patrimonialista é que acha que o voto já é alguém. O voto está livre para se dado para quem o cidadão entende que deseja dar –, afirmou.

Mudança. O mesmo mote que acompanhou a trajetória do PT está na base de reflexão da senadora Marina Silva (PT-AC) ao analisar o convite para se filiar ao Partido Verde e disputar a sucessão presidencial pela nova legenda em outubro de 2010.

– O PV está se propondo uma mudança e eu estou me interessando é por essa mudança... Um partido pronto e acabado não me atrairia –, afirmou Marina.

Integrantes do PT e do PV dão como certa a troca partidária de Marina, que diz viver um momento de tensão em meio aos fortes apelos, principalmente de petistas, após 30 anos de militância petista.

A senadora acreana de 51 anos e ex-ministra do Meio Ambiente (2003-2008), que deve anunciar em breve sua opção, quer colocar no cenário nacional o tema da mudança climática e do desenvolvimento sustentável, itens que acusa estar ausentes em todos os partidos. E vê esta disponibilidade em um novo PV, reformulado e refundado.

Para ela, o Brasil está em um estágio de liderança para abrigar um movimento a favor da sustentabilidade ambiental, que se opõe ao que ela considera o desenvolvimento predatório. O país dispõe de potencial ambiental para isso, acredita.

– O desenvolvimento sustentável é algo que precisa ser colocado agora e o Brasil tem as melhores condições para a inflexão do modelo de desenvolvimento. Este debate nunca foi posto pelos partidos, mas está em curso uma mudança de mentalidade do PV –, afirmou.

O PV acenou para Marina com a refundação programática, de acordo com declaração do deputado Fernando Gabeira (RJ), uma das principais lideranças da sigla.

A legenda é criticada por atuar de forma restrita em favor do meio ambiente e tem uma posição política contraditória, ao dar apoio ao governo Lula, onde ocupa o Ministério da Cultura, e à administração José Serra (PSDB) em São Paulo, em que está na secretaria do Meio Ambiente.

– Não tenho mais ilusões de partidos perfeitos e ideais... O PT tem e cometeu falhas, no PV eles foram muito transparentes, colocando os problemas –, declarou.

Uma coisa Marina deixou claro na entrevista. Ela já não vê interesse em concorrer a um terceiro mandato no Senado, onde, se vencesse, completaria 24 anos de atividade.

– Quando decidi que não seria candidata ao governo do Acre e fiquei no ministério, me perguntei: 'Mais oito anos de mandato? 24 anos no Senado?' Quero estar ligada aos núcleos vivos da sociedade, onde as sementes estão germinando –, contou.

Lá se vão mais de duas semanas da iniciativa do PV e dez dias da sua divulgação. Neste período, a eventual candidatura vem sendo vista por especialistas políticos e até por analistas de bancos como um sopro de novidade no quadro eleitoral.

O foco das análises recai no potencial impacto da opção Marina na candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), e a ameaça que ela colocaria à intenção de Lula de polarizar a eleição com o PSDB, levando a uma escolha plebiscitária pelo eleitor.

Em pesquisa encomendada pelo PV, Marina tem entre 10 e 28% das intenções de voto. Depois de forte exposição na mídia nos últimos dias, Marina contou que agora vai se recolher, após fechar um círculo de conversas. A decisão sai em breve, muito provavelmente até o final deste mês.

– Não vou prolongar, como se fosse uma novela. Vou ficar este fim de semana e início de semana recolhida, em respeito ao PT, ao PV e a mim mesma –, explicou Marina.

A senadora adiantou ainda que o possível anúncio de um novo partido virá antes da deliberação sobre a candidatura à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pode sair meses depois.

Marina evita tratar do impacto na campanha de Dilma. – Não me coloco como candidata (à Presidência). Estou tratando sobre desfiliação ou não.–

Quanto a sua saída do ministério em maio de 2008, diz que não tinha mais condições políticas para conduzir as reformas estruturantes e não poupa ataques ao ex-ministro Roberto Magabeira Unger (Assuntos Estratégicos), que disputou com ela, e venceu, a prerrogativa de tocar o projeto de desenvolvimento da Amazônia.

– Ele tem uma visão equivocada da Amazônia. Acha que não importa como as pessoas ocuparam a Amazônia, é como se tivessem feito um favor –, disse, referindo-se ao projeto de regularização fundiária, defendido por Mangabeira.

Marina ainda ironiza notícias de que o Planalto já estaria se armando para rebater suas críticas.

– Como sou pacifista, não vou usar armas. Argumentos são as melhores armas na sociedade.

Do site do Jornal Correio do Brasil:http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=156150

Kamel descobre Lula: "Mais ou menos crente".


Opinião
por Luiz Carlos Azenha


Ali Kamel acaba de lançar o Dicionário Lula.

Pelo que li em seis páginas dedicadas ao livro na revista Veja -- precedidas por duas páginas de propaganda da Globo, que ninguem é de ferro --, Kamel descobriu uma ferramenta bacana para analisar textos e, aparentemente sem ter o que fazer, decidiu aplicá-la. Em quem? Em Lula, ou melhor, em declarações de Lula. São 672 páginas de declarações do presidente da República.

Como é provável que ninguem lerá -- comprar é uma coisa, ler é outra --, Kamel facilita nossa vida e resume Lula: "Um brasileiro médio, mais ou menos crente em Deus e que se vê como o proponente de uma sociedade capitalista onde haja mais harmonia entre os pobres e ricos".

Notem como ele faz questão de hierarquizar: coloca os pobres adiante dos ricos, como se no Brasil do Kamel os ricos não estivessem por cima -- bem protegidos, alimentados e educados -- e os pobres não estivessem por baixo, se possível além-túnel. Pobre do Kamel, afinal, é pobre de novela da Globo: pobre limpinho, que aspira estudar e é bem comportado.

Como Kamel não faz nada sem tramar muito bem, o livro pode ser visto de muitas formas: um agrado no ego de Lula, que sabe que Kamel esteve por trás das tentativas globais de derrotá-lo em 2006 de forma, vamos dizer assim, maquiavélica; o livro pode ser também uma tentativa de reinterpretar Lula.

Fico mais com a segunda, já que Kamel é dado a grandes pretensões jornalísticas e intelectuais. Ele não se contenta em ser um reles diretor da Globo. Kamel tem uma missão na terra: a de reescrever a História.

Assim sendo, depois de provar que Não Somos Racistas, Kamel agora se dedica a provar que Lula não é Lula. O que ele quer dizer com sua definição é que Lula não é um "esquerdista radical tresloucado", visão que ele, Kamel, provavelmente tinha de Lula.

Quem conhece o presidente do Brasil na intimidade sabe que Lula nunca foi marxista, não se diz de esquerda e sempre foi conciliador.

Por que Kamel precisa de 672 páginas para provar o que já sabemos?

Porque, na verdade, quem está descobrindo isso agora é o diretor da Globo. O curioso é que ninguem colaborou mais para criar a imagem de Lula "bicho papão" que a própria Globo, na campanha eleitoral de 1989.

Fernando Collor de Melo, que a Globo ajudou a criar e a derrubar, fez campanha como antítese de Lula: em vez de vermelho, verde-amarelo; em vez de rude, elegante; em vez de ignorante, poliglota; radical, sim, mas no "bom sentido", o de caçador de marajás.

É como se Kamel estivesse tentando repetir, agora, o exercício de quem realmente mandava, Roberto Marinho.

Só que o exercício do diretor da Globo é distinto do executado pelo patrão: Kamel, que não conseguiu "desfazer" Lula em 2006, tenta "refazê-lo", agora em novo sabor: um Lula cordial e conciliador, com o qual a elite brasileira aceitará conviver -- especialmente depois que ele deixar o Planalto.

Mas, sendo Kamel quem é, não poderia deixar de nos oferecer diversão. "Mais ou menos crente em Deus", que é como ele define Lula, é o mesmo que dizer que uma mulher é meio virgem.

PS1: Se Lula se comportar bem, depois que a candidata dele for derrotada em 2010 o "ex-presidente" será convidado para ser consultor da Globo. O círculo estará fechado.

PS2: Para descobrir o que Kamel descobriu sobre Lula, não seria mais fácil perguntar ao presidente? Mas o "jornalismo" de Kamel prefere caminhos, vamos dizer assim, mais tortuosos.


Do site do Azenha:http://www.viomundo.com.br/opiniao/kamel-descobre-lula-mais-ou-menos-crente/

Azenha: Nome de Perillo surge no caos da segurança pública do Zé Pedágio.


A anotação no pé da página: Marcondes Perillo, gov.? Uma referência a Marconi Perillo, ex-governador de Goiás, que os tucanos queriam emplacar na presidência do Senado para substituir José Sarney.



Saiu no blog Viomundo, do Luiz Carlos Azenha:

O caos na segurança pública paulista. É só ligar os pontinhos

por Luiz Carlos Azenha

Quantas crises, caos e apagões tivemos no Brasil em anos recentes? Tivemos o caos aéreo, o apagão elétrico, a crise da febre amarela, o fim dos tempos econômicos e o apagão moral no Senado. Curiosamente, todas essas foram crises federais. Como se sabe, não existem crises, caos ou apagões em São Paulo. Temos o caos no trânsito quando o MST decide se manifestar nas ruas da capital, mas do contrário temos “excesso de veículos”.

Por que? Porque o roteiro de um certo projeto político, apoiado na Globo, Veja, Folha e Estadão, parte do princípio de que, em 2010, teremos o “resgate gerencial” do Brasil. Nas palavras de Paulo Henrique Amorim, um choque de gestão. Só um néscio apostaria as fichas de uma grande empresa de comunicação na simples omissão de notícias, em tempos de internet.

Não, elas são dadas de forma descontextualizada. Como se fossem a exceção, quando são a regra. Podemos dizer, sem medo de errar, que há um caos na segurança pública de São Paulo. Podemos dizer, sem medo de errar, que se o governador de São Paulo fosse qualquer outro o assunto mereceria copiosa — e justa — cobertura de todos os veículos.

Tivemos o caso do traficante colombiano Juan Carlos Abadía, que descreveu a extorsão que sofreu nas mãos da polícia paulista. Tivemos o escândalo que derrubou o secretário de Segurança, cujos assessores foram acusados de oferecer “facilidades” a policiais corruptos. Eu mesmo, na condição de repórter, cobri a prisão de um dos mentores do assalto ao Banco Central de Fortaleza, que disse ter pago mais de um milhão de reais a policiais paulistas para ficar solto. Tivemos o gravíssimo confronto entre as polícias diante do Palácio dos Bandeirantes. E, nas últimas horas, tivemos o grave caso de uma investigação — da qual participou a Casa Civil do governo Serra — que omitiu empresas ligadas ao ex-governador de Goiás, Marconi Perillo.

Assim a Folha noticiou:

Acusados de fraude na saúde “somem” de investigação

Empresas tidas como “peças-chave” do esquema de corrupção não estão em inquéritos

Esquema que desviou cerca de R$ 100 milhões foi denunciado sem citar Halex Istar e Embramed Indústria de Produtos Hospitalares

ANDRÉ CARAMANTE
ROGÉRIO PAGNAN
DA REPORTAGEM LOCAL

Quase um ano após terem sido apontadas pela Polícia Civil de São Paulo e pelo Ministério Público como suspeitas de encabeçar um esquema de fraude em licitações na saúde, não há nenhuma investigação policial ou processo em andamento atualmente contra duas empresas do setor hospitalar.


Durante meses, as investigações trataram as empresas Halex Istar Farmacêutica e Embramed Indústria de Produtos Hospitalares -além de seus donos- como “peças-chave” no esquema, mas quando a denúncia foi feita à Justiça elas não foram citadas no processo.


Nos documentos da chamada Operação Parasitas, o promotor José Reinaldo Guimarães Carneiro informou à Justiça, em dezembro de 2008, que as duas empresas seriam investigadas à parte pelo delegado Luís Augusto Castilho Storni, em dois inquéritos policiais.


Certidões obtidas pela Folha na Justiça, no entanto, demonstram que isso não ocorreu -dois inquéritos foram abertos, mas em nenhum há os nomes das empresas.


Na denúncia feita à Justiça em dezembro de 2008, 13 pessoas e seis pequenas empresas viraram rés em processo. Nenhuma era a Halex ou a Embramed.

Elas foram citadas em duas notas de rodapé -com a informação de que seriam investigadas à parte.

Investigação
A Operação Parasitas, que durou de setembro de 2007 a novembro de 2008, investigou um esquema de corrupção que desviou cerca de R$ 100 milhões entre 2004 e 2008, segundo o governo estadual. A investigação foi feita pela Polícia Civil, pelo Ministério Público Estadual e pela Casa Civil do governo paulista. Segundo a apuração, Halex Istar Farmacêutica e a Embramed Indústria de Produtos Hospitalares repassavam seus produtos para firmas menores, que participavam das licitações fraudadas. Em alguns casos, as duas cometiam, segundo as autoridades, as fraudes diretamente.

Concorrência
Com base na investigação da polícia, o juiz Vinicius de Toledo Piza Peluso, do Tribunal de Justiça de SP, escreveu, no fim de outubro de 2008, que a Halex manipulou uma concorrência no Hospital Pérola Byington. A empresa é acusada de vender soro com valor 308% mais alto do que a menor oferta -R$ 1,22 a unidade contra R$ 4,99, em agosto de 2007.


Escuta telefônica demonstra que um dos sócios da Halex, Zanone Alves de Carvalho, tinha informações privilegiadas sobre as concorrências. “Destas [empresas], a Embramed apresenta evidência de atuação preponderante [chave no esquema], sendo sua atuação em conjunto com a Halex Istar, Venkuri e Smiths Medical”, escreveu o delegado Storni em um de seus relatórios, com data de 7 de outubro do ano passado.


Em vez de citar a Halex e a Embramed nos dois novos inquéritos abertos para investigá-las -como o promotor Carneiro informou à Justiça que aconteceria-, o delegado apenas repetiu os nomes das pessoas e empresas que já constavam no inquérito policial que deu origem à operação.


A Halex pertence a Heno Jacomo Perillo, primo de Marconi Perillo (PSDB-GO), vice-presidente do Senado e governador de Goiás duas vezes. O nome do político aparece anotado à mão, ao lado do de Heno, na ficha de formação societária da empresa que integra a documentação da operação.


A Embramed Indústria e Comércio de Produtos Hospitalares tem entre seus sócios o médico infectologista Rudolf Uri Hutzler, do conselho deliberativo do Hospital Albert Einstein, e seus familiares.

Volta o Viomundo:

Como vocês podem ver no documento que aparece no topo desse texto, a anotação citada pela Folha está ao lado do nome do responsável pela Halex, Heno Jacomo Perillo: Marcondes Perillo Gov?

Trata-se, na verdade, de Marconi Perillo, que os tucanos queriam emplacar no Senado em substituição a José Sarney. Heno é primo do senador.

A Casa Civil do governo Serra diz que fez tudo o que deveria ter feito. Empurrou o caso para o delegado de polícia. A boataria é de que muito dinheiro — 2 milhões de reais — trocou de mãos.

É obvio que não se pode acusar o governo Serra, nem Perillo, nem o delegado sem provas. Mas ficam no ar as perguntas: Quem fez a anotação? Alguem pagou? Alguem recebeu? Como é que os nomes de duas empresas simplesmente desapareceram da investigação? Quem sabia?

Temos um caso concreto e explícito de, no mínimo, tráfico de influência. Temos mais um caso que deveria levar nossos jornalistas, se fossem sérios, a pelo menos levantar o debate: o que há de errado com a polícia paulista? Trata-se de apenas mais um episódio ou temos uma crise estrutural? Como enfrentá-la? Que mudanças são necessárias?

Mas, como eu escrevi no início, não existem crises em São Paulo. Vão todos eles correr atrás do vídeo para saber se a Dilma teve um encontro que provaria que ela teria dito isso ou aquilo a uma certa fulana. É o próximo factóide.

Do site do PHA:http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=16151

Instalada CPI contra Yeda. Será que o PiG (*) vai cobrir?



SÃO PAULO - O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aceitou o pedido para instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) contra a governadora do Estado, Yeda Crusius (PSDB). O presidente da Casa, deputado Ivar Pavan (PT), concedeu o requerimento assinado por 39 parlamentares pedindo a instalação da comissão para investigar supostos atos de corrupção no governo gaúcho. A CPI funcionará por 120 dias.

Deferido o requerimento, que será publicado no Diário da Assembleia Legislativa na segunda-feira, haverá prazo de cinco dias consecutivos para que as bancadas passem a indicar os nomes que vão compor a CPI. A comissão será composta por dois parlamentares do PT, do PMDB, do PP e do PSDB e terá um representante do PDT, do PTB, do DEM e do PPS. Após a indicação dos nomes dos deputados, haverá prazo de três dias para que a CPI seja instalada.

Leia a íntegra do texto no Estadão Online.

Leia também:

Por que o PUM (*) do PiG (**) ignora Yeda?

Rio Grande do Sul: Serra 26 X 25 Dilma. Bye-bye Serra 2010

Como os tucanos compram casa (segundo Yeda)

PiG (*) e demo-tucanos deviam desistir do Sarney. Toda a força do golpe contra a Petrobrás

MP denuncia Yeda por corrupção e pede o afastamento dela do governo

Yeda: a verdadeira face dos tucanos para 2010

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.


Do Site do PHA:http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=16135

Serra cai e Dilma continua firme.


Folha faz festa para Serra, diz que o governador tucano lidera. Bobagem. Não há nada de novo na pesquisa divulgada hoje. Serra, que tinha 38% das intenções de voto no levantamento anterior, realizado entre 26 e 28 de maio, caiu um ponto e está com 37%. A ministra Dilma Rousseff (PT), manteve os 16% registrados na pesquisa anterior.O ex-minsitro e deputado federal Ciro Gomes (PSB) também manteve o percentual do levantamento anterior, 15% das intenções de voto. Cobiçada pelo PV e pela imprensa para encabeçar uma chapa ao Planalto, ela só atinge 3% das intenções.

O Presidente é mais lembrado pelos eleitores, segundo o Datafolha, quando não são apresentados os pré-candidatos. O apoio de Lula a um candidato poderia levar 42% dos brasileiros a votar nesse político, segundo a pesquuisa.

Lula é avaliado como ótimo/bom por 67%

O Presidente Lula mantém sua popularidade entre os brasileiros no mesmo patamar.

Para 67%, seu governo é ótimo ou bom.

Segundo o instituto, 25% dos brasileiros acham o governo regular, ante 24% na última pesquisa. Para 8%, a administração do Presidente é ruim ou péssima; eram 6% no levantamento anterior. "O Lula conseguiu passar incólume pela crise, o Congresso, não", diz Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha.

Com os 67% de ótimo ou bom que registra agora, Lula está a apenas três pontos de seu recorde pessoal (70%), atingido em novembro de 2008 e que foi o melhor resultado obtido por um presidente desde que o Datafolha começou a fazer esse tipo de pesquisa, em 1990.

Avaliação do Congresso

Entre os entrevistados, 44% avaliou a atuação de deputados e senadores como "péssima". 36% classificam como "regular" e 14% como "ótimo ou bom".

A desaprovação do Congresso aumentou em relação à pesquisa realizada pelo Datafolha no fim de maio. Naquele período, 34% consideravam a atuação como péssima.

Do blog Amigos do presidente Lula:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/