sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Marolinha do Lula vai parar na França: ´vaguelette´.


Há alguns dias, o "Escrevinhador" perguntava: onde foi parar Marolinha. O Marola (ex-goleiro) já sabemos que mora em Jaú. Mas Marolinha sumiu - http://www.rodrigovianna.com.br/palavra-minha/marola-nos-achamos-mas-e-marolinha-cade.

Boa parte da imprensa brasileira torcia para que um tsunâmi arrasasse o país, abrindo caminho para Serra. A torcida ainda existe, na verdade. Lula falou que tudo não passaria de marolinha. Foi ironizado. Pois bem: agora nem Marolinha restou. A economia cresce, o emprego cresce, a Bolsa cresce.

Marolinha do Brasil chegou à imprensa francesa: era só uma "vaguelette" , diz "Le Monde"

"Le Monde" (como se sabe, trata-se de um perigoso jornal lulo-petista francês) reconhece: Lula teve visão correta quando, há um ano, disse que a crise no Brasil seria uma "marolinha", uma "vaguelette".

A reportagem completa de "Le Monde" (diário certamente infiltrado por blogueiros esquerdopatas) está aqui - http://www.lemonde.fr/archives/article/2009/09/16/trois-grands-pays-emergents-le-bresil-la-chine-et-l-inde-ont-retrouve-la-croissance_1241180_0.htm "

O artigo foi-me sugerido pelo leitor José Antônio Cardoso.

No texto, o jornal destaca que, enquanto grandes empresas como a Vale suspenderam investimentos por medo da crise (e Lula cobrou a mineradora por isso), a confiança dos consumidores não se abalou. "Le Monde" transcreve uma frase de Lula, entre aspas: "A economia sobreviveu graças aos mais pobres".

Abaixo, o trecho da reportagem que fala sobre o Brasil (desculpem, mas não tive tempo de traduzir; se alguém se habilitar, agradeço...):

"En prédisant avec ironie il y a un an que "le tsunami" de la crise provoquerait dans son pays une simple "vaguelette", le président brésilien, Luiz Inacio Lula da Silva, avait vu assez juste : la récession n'aura duré qu'un semestre. Le produit intérieur brut a augmenté de 1,9 % au deuxième trimestre 2009, après avoir régressé pendant deux trimestres consécutifs : - 3,4 % (octobre-décembre 2008) et - 1 % (janvier-mars 2009).
Selon le ministre de l'économie, Guido Mantega, le géant sud-américain devrait, sur sa lancée, retrouver en 2010 sa vitesse de croisière d'avant la crise, autour de + 4,5 %.

Happé par la récession plus tard que la plupart des pays du monde, le Brésil en sort plus tôt, comme l'attestent deux autres indices : la bourse de Sao Paulo a retrouvé son très haut niveau d'il y a un an et la monnaie, le real, a reconquis toute sa vigueur face au dollar et à l'euro.

La rapide récupération du Brésil témoigne de la justesse de la stratégie adoptée par le gouvernement et axée sur le soutien du marché intérieur. Des réductions d'impôts en faveur de l'automobile et de l'électroménager ont maintenu les ventes dans ces deux secteurs industriels cruciaux.

La banque centrale a aidé les banques en difficulté, puisant dans ses grosses réserves - 200 milliards de dollars - pour irriguer le marché asséché. De grosses entreprises, comme le géant minier Vale, ont pris peur, en gelant leurs investissements, ce que le président Lula leur reproche aujourd'hui. Mais la confiance des consommateurs, elle, n'a guère été ébranlée : "L'économie a survécu grâce aux plus pauvres", souligne Lula.


Do site do Rodrigo Viana:

Alô, alô, Globo, Cristina Kirchner vem aí

Na foto, Dilma, ao enfrentar a Globo

Saiu no Globo online:

Oposição abandona votação
Deputados argentinos aprovam projeto que regulamenta meios de comunicação
Publicada em 17/09/2009 às 02h22m

BUENOS AIRES – A Câmara de Deputados da Argentina aprovou na madrugada desta quinta-feira um projeto oficial para regular os meios de comunicação apesar das críticas da oposição, que teme um maior controle do Estado sobre o setor e abandonou o recinto antes da votação.

Depois de quase 14 horas de debate, o projeto conseguiu 146 votos a favor enquanto três legisladores votaram contra e três se abstiveram. O projeto foi aprovado em geral e os legisladores continuaram a sessão para analisar os artigos em particular.

Depois da aprovação dos deputados, o projeto passará para o Senado, onde encontra mais resistência entre os legisladores.

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, sustenta que as reformas à atual lei dos meios de comunicação, entre elas um maior acesso para pequenos grupos e organizações não governamentais, assim como também a aplicação de restrições ao número de licenças para possuir uma empresa de comunicação, reforçará a democracia.

Mas os que criticam a iniciativa dizem que o objetivo final do projeto é golpear o poderoso conglomerado de mídia Grupo Clarín.


O Brasil foi o último país a acabar com a escravidão.

O Brasil é o único país dos que formavam a Operação Condor que não pune os militares que torturavam.

O Brasil tem uma legislação sobre comunicações que data de 1963, quando o presidente João Goulart governava.

Argentina, Uruguai e Chile criaram leis para conter o poder da Globo.

No Brasil, não se trata disso.

O PiG (*) esconde debaixo do tapete.

Clique aqui para ler entrevista com Dênnis de Moraes

A Lei de Comunicação de Massa está na gaveta do Ministro das Comunicações desde o Sergio Motta.

Antes de morrer, Sérgio Motta disse a Fernando Henrique: não seja pequeno.

Como se sabe, ele é pequeno.

O Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega.

Nem no México …

Paulo Henrique Amorim


Do site do PHA:

http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=18441

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Saldo de empregos no Pará continua positivo.


Desde o final do último semestre, o mercado de trabalho paraense apresenta sinais de recuperação.

É o que mostra o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, cujos dados apontam, entre os oito primeiros meses do ano, saldo positivo de empregos formais.

A análise comparativa entre os registros de admitidos nesses meses aponta o maior número de contratações em agosto, com geração de 26.296 empregos formais e fechamento positivo de 7.204 empregos formais.

Os números de demissões caem desde junho, quando foram registrados 20.269 desligamentos, sendo que em agosto a eliminação de postos de trabalhos recuou para 19.092.

Para o estado do Pará, esse é o terceiro mês consecutivo que o mercado emprega mais do que demite trabalhadores. Desde abril, é possível observar o aumento no número de admissões, o que também mostra a tendência positiva de retomada de crescimento da economia.


Do blog do Jeso Carneiro:

Lula vai criar 1 milhão de empregos com carteira assinada em 2009. Bye-bye Serra 2010.


Lupi: as 242 mil contratações de agosto são recorde desde 1992



Saiu no Estadão Online:

Lupi: País vai gerar 1 milhão de empregos em 2009

FABIO GRANER – Agencia Estado

BRASÍLIA – O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, afirmou hoje que, em 2009, serão gerados mais de um milhão de empregos formais. A projeção do ministro não mudou em relação ao que vem sendo dito nos últimos meses, após a divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Em agosto, segundo o ministério, foram gerados 242.126 empregos formais.

Lupi afirmou ainda que, após a divulgação do resultado de setembro, no mês que vem, a previsão para a geração de vagas em 2009 deve aumentar. Ao ser questionado sobre porque não divulgava hoje a nova estimativa, Lupi respondeu com ironia: “Time que está vencendo não humilha o adversário.” Segundo ele, os adversários são os “pessimistas”.

Leia a íntegra do texto no Estadão Online.
http://www.estadao.com.br/noticias/economia,lupi-pais-vai-gerar-1-milhao-de-empregos-em-2009,435947,0.htm


Do site do PHA:

A volta dos engenheiros.


Em 1988, o Brasil tinha 52 mil engenheiros trabalhando em empresas de consultorias e de projetos. Em 2002, esse número caiu para 8 mil. Agora, voltamos ao patamar de mais de 20 anos atrás, com cerca de 45 mil engenheiros atuando na área. Para o presidente Lula, o Brasil estava com um grave problema e agora retomou o caminho para o desenvolvimento.

Do blog do Planalto:
http://blog.planalto.gov.br/

Mídia esconde caixa-dois de Miss desmatamento.


Senadora Kátia Abreu do Dem deo Tocantins


Na encarniçada pressão dos barões do agronegócio para inviabilizar a atualização dos índices de produtividade rural, a mídia hegemônica já escolheu a sua heroína: a senadora Kátia Abreu, do DEM de Tocantins. Quase todo dia, ela aparece nos jornalões oligárquicos e nas telinhas da TV para esbravejar contra a proposta do presidente Lula, que atendeu uma antiga demanda dos que lutam pela reforma agrária. A edição da revista Veja da semana passada deu destaque à estridente parlamentar ruralista, que propõe uma CPI “para investigar as atividades criminosas do MST” e crítica o governo federal por financiar os movimentos dos trabalhadores rurais sem terra.
Continue lendo aqui http://www.vermelho.org.br/blogs/altamiroborges/2009/09/15/midia-esconde-caixa-dois-de-katia-abreu/


Do blog Amigos do Presidente Lula:
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Maluf vai abrir o bico sobre a reeleição de FHC: Vai voar pena de tucano para todo lado.


Os tucanos vão torcer para o Maluf ter vida eterna


Saiu na coluna de Monica Bergamo, na Folha, pág. E2

MALUF CONTA TUDO
O ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP) diz que está escrevendo um livro-bomba para ser publicado depois de sua morte … O ex-prefeito diz que relatará bastidores da eleição de Tancredo Neves no Colégio Eleitoral, em 1984, e da votação da emenda que permitiu a reeleição de Fernando Henrique Cardoso, em 1997. Nos dois casos, Maluf estava na oposição aos vitoriosos.



Vai voar pena de tucano para todo lado.

Quanto custou a reeleição de FHC ?

Em termos financeiros, já se sabe: ele segurou o Real, não permitiu a desvalorização, quebrou o Brasil pela terceira vez e só se reelegeu porque o Clinton mandou o FMI abrir o cofre.

Depois de reeleito, ele desvalorizou o Real.

O Brasil ficou trancado no cofre do FMI.

E Lula ganhou a eleição, com uma surra em cima do Zé Pedágio.

Agora, o Maluf pode preencher os espaços em branco dessa história.

Paulo Henrique Amorim


Do Site do PHA:

JUÍZA ACEITA AÇÃO DE TUCANO E CONDENA BLOGUEIRO A TRABALHOS FORÇADOS.

Tida como a "Capital Mundial das Uvas Finas" e habitat natural do mono-carvoeiro - "o maior primata das Américas", a cidade paulista de São Miguel Arcanjo, a 180 quilômetros da capital, acaba de conquistar outra ufania: o lugar em que uma juíza rústica condena um jornalista a trabalhos forçados pelo fato de ele ter se referido ao chefe do Executivo local como "prefeito sombra e água fresca". A terrível ofensa foi cometida pelo jornalista Roberto Mendez, em seu flamejante blog "Tempo Quente" .
O prefeito, no caso, chama-se Antônio Celso Mossin. Não por acaso, é tucano. E, curiosamente, atende pelas iniciais ACM. Assim como o original baiano, o ACM são-miguelense também tem um santo forte no Poder Judiciário, no caso, a magistrada Patrícia Inigo Funes e Silva, da comarca local.
A história pode ser compactada assim: durante discurso proferido na cerimônia de abertura da tradicional Festa da Uva do município, ACM dissera que "o sol nasceu para todos, mas a sombra era para poucos", referindo-se, supostamente, ao seu desejo de proporcionar "sombra" a todos os funcionários. Em uma de suas postagens, Mendez resgatou o episódio e referiu-se ao prefeito utilizando o famoso chavão "sombra e água fresca", consagrado sinônimo de "boa vida". ACM ficou "ofendido e magoado", e, segundo os autos, "interpretou que o acusado estava chamando o declarante de vagabundo".
Eis o que prolatou a eminente juíza Patrícia em sua iluminada sentença: "Em princípio, a expressão usada pelo acusado pode provocar dano à honra subjetiva do ofendido, uma vez que fere a auto-estima, ofendendo a reputação e dignidade". Em seguida condenou Roberto Mendez a "01 mês e 10 dias de detenção", substituindo a pena restritiva de liberdade por trabalhos forçados na comunidade.
Tão certo como Ali Kamel estrelou o cult movie "Solar das Taras Proibidas", o jornalista Roberto Mendez jamais empregou o termo "vagabundo" em suas diatribes contra o prefeito tucano. Por isso mesmo, o titular do Tempo Quente já está recorrendo à instância judicial superior.
Para quem não sabe, Mendez foi um dos mais aguerridos membros da Comissão de Mobilização nas históricas greves de 1978, 79 e 80, em São Bernardo do Campo. Ao lado de Lula, ajudou - e continua - a mudar a história deste país, sem medo de cara feia.
De sua parte, o publisher e CEO deste Cloaca News - cujo avô materno é natural de São Miguel Arcanjo - já renomeou um dos filmes de sua videoteca, um clássico que, a partir de hoje, será localizado na estante pelo título "A Dama e o Prefeito Sombra e Água Fresca". Agora, só nos resta aguardar pelo processo da cachorrada.

Do blog Cloaca News:

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

O palco dos palcos da Festá do Sairé.



Começou a Festa do Sairé 2009, em Alter do Chão esse paraiso ai da foto,
vai até dia 14 de setembro (segunda feira).
Todas essas fotos são do Ronaldo Ferreira.
Do blog do Jeso Carneiro: http://www.jesocarneiro.com

Governadora desembarca à tarde

Jeso Carneiro.com

A governadora Ana Júlia Carepa desembarca amanhã em Santarém.
Chega à tarde, por volta das 15h.
Vai, entre outros compromissos, assinar convênio com os prefeitos Roselito Soares (Itaituba) e Maria do Carmo (Santarém) no Belo Hotel, em Alter do Chão.
À noite, assiste a apresentação dos botos Tucuxi e Cor de Rosa no sairódromo.
Retorna a Belém no domingo.
Do blog do Jeso Carneiro:http://www.jesocarneiro.com/

PV lança Marina, a traíra. Ela não sabe explicar por que saiu do governo.


Marina faz propaganda de pasta de dente com mentol

A propaganda de dez minutos do PV no horário nobre foi ocupada por Marina Silva, a traíra II.

O posto de traíra I é de Cristovam Buarque.

O discurso de Marina é infantilmente paradoxal.

Ela se gaba de ter saído do governo Lula.

E se gaba do que fez no governo Lula.

Portanto, ela não consegue explicar a razão de ter saído do governo Lula.

O único motivo aparente é cair no colo dos tucanos e trair o presidente Lula.

Como se sabe, o PV é um laranja dos tucanos e José Serra tentou negociar a posição de vice-presidente da chapa de Marina para Protógenes Queiroz .

Marina não tem a coragem política de explicar a sua divergência com a ministra Dilma Rousseff.

Ela saiu do governo porque divergiu de Dilma Rousseff e porque desempenhava o papel de xiita ambiental.

Tentou impedir a construção de duas usinas hidrelétricas no rio Madeira para garantir a tranqüilidade dos bagres no momento de procriar.

Enquanto a traíra II não desfizer esse nó – por que saiu do governo Lula – ela continuará a ter bandeiras tão nítidas quanto as das milhares de ONGs que tentam proteger os bagres, as borboletas, e os tatu-pebas.

Essa história de “potência ambiental” parece propaganda de pasta de dente com mentol.

E “sustentabilidade” parece uma questão que tem a ver com os torcedores do Fluminense, que tem medo da Segundona.

A questão é muito simples: a Marina acha que o pré-sal é uma dádiva ou uma maldição?

Paulo Henrique Amorim


Do site do PHA:

Assembléia Gaucha Aceita Impeachment conta Yeda.



O presidente da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, Ivar Pavan, acabou de anunciar que o pedido de impeachment da governadora Yeda Crusius, protocolado pelo Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, está aceito pelo Poder Legislativo.

Conforme Pavan, ao analisar a possível responsabilidade da governadora com o esquema criminoso montado no Rio Grande do Sul para desviar recursos públicos foram "encontradas 26 situações que indicam fortes indícios desta ligação".
Para consolidar esta decisão, o deputado e a comissão de técnicos destacada para analisar a documentação liberada pela Justiça avaliaram depoimentos prestados em sindicâncias internas do Executivo, dados relativos à Operação Rodin, informações produzidas pela CPI do Detran, a denúncia do Ministério Público Federal por improbidade administrativa contra a governadora e o depoimento do ex-presidente do Detran Sérgio Buchmann à Polícia Federal.
A decisão será lida no plenário na próxima semana, quando será formada a comissão composta por 36 deputados, que passa a ter a responsabilidade pela condução do processo. A comissão é definida proporcionalmente ao número de parlamentares de cada bancada.

Deu no Zero Corrupção.

do blog Cloaca News:

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Livro-bomba acusa FHC de ter servido a CIA.


Mal chegou às livrarias e Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da cultura já se transformou na gazua que os adversários dos tucanos e neoliberais de todos os matizes mais desejavam. Em mensagens distribuída, neste domingo, pela internet, já é possível perceber o ambiente de enfrentamento que precede as eleições deste ano.

A obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde: quem "pagava a conta" era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de dominação cultural e ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002.

O comentário sobre o livro consta na coluna do jornalista Sebastião Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa. "Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: "Consistente e fascinante" (The Washington Post). "Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA" (Spectator). "Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente" (The Times).

Dinheiro da CIA para FHC

"Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap". Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro "Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível", da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O "inverno do ano de 1969" era fevereiro de 69.

Fundação Ford

Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos. E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.

Agente da CIA

Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro "Dependência e desenvolvimento na América Latina", em que os dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos.

Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma "personalidade internacional" e passou a dar "aulas" e fazer "conferências" em universidades norte-americanas e européias. Era "um homem da Fundação Ford". E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.

Milhões de dólares

1 - "A Fundação Farfield era uma fundação da CIA... As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos... permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas" (pág. 153).

2 - "O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça..." (pág. 152). "A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria" (pág. 443).

3 - "A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares... Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos... com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos" (pág. 147).

FHC facinho

4 - "Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante" (pág. 123).

5 - "Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil" (pág. 119).

6 - "A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana" (pág. 45). Fernando Henrique foi facinho.Enviado por Carceroni

Do blog Amigos da Presidente Dilma:

Crise fortaleceu papel do Brasil no cenário internacional, dizem analistas.


Por Redação, com BBC - de Londres

O Brasil está saindo da atual crise econômica mundial fortalecido em relação aos países desenvolvidos, na avaliação de especialistas.

Neste último ano, o Brasil não foi poupado da crise como esperavam os defensores da teoria do "descolamento", mas se prepara para sair da recessão com indicadores relativamente saudáveis quando comparados aos das principais economias do mundo.

Instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) preveem que o país, ao lado de outros emergentes, se recupere da crise mais rapidamente e também amplie a margem de vantagem em relação ao crescimento dos países ricos.

No entanto, mesmo com o crescimento econômico relativamente acelerado, o Brasil e outros emergentes ainda lutam para ter mais voz política em organismos e grupos internacionais como o FMI e o G8.

O FMI prevê que as economias emergentes crescerão 1,5% neste ano, enquanto os países desenvolvidos terão retração de 3,8%. Em 2010, quando as economias avançadas devem crescer 0,6%, segundo o FMI, os países emergentes estarão crescendo quase oito vezes mais rápido: a 4,7%.

Antes da crise, os países emergentes já vinham crescendo mais rapidamente do que o mundo desenvolvido, mas em uma escala menor. Em 2007, os países emergentes registraram aumento de 8,3% - três vezes mais acelerado do que o crescimento de 2,3% das economias avançadas.

O Brasil se encaixa nessas previsões. Segundo o FMI, a economia do país deve cair 1,3% em 2009 - menos da metade do ritmo das economias avançadas. No próximo ano, a economia nacional cresceria 2,5% - mais de quatro vezes o ritmo dos países ricos.

As projeções do FMI são bem menos otimistas do que as do governo brasileiro que prevê crescimento de cerca de 1% para 2009 e de 4,5% para 2010.

Para o analista de América Latina do Deutsche Bank, Gustavo Cañonero, a região foi fortemente afetada pela crise econômica mundial, mas o Brasil e alguns países latino-americanos apresentam duas características que os tornam menos vulneráveis do que as economias ricas.

- Em primeiro lugar, a região tem menos dívidas no setor público e privado -, afirma Cañonero. Os países ricos aumentaram muito o seu endividamento público com pacotes fiscais e de estímulo à economia, mas na América Latina e em outros países emergentes o endividamento é baixo.

- Hoje o Brasil tem um histórico muito bom em comparação com as economias desenvolvidas -, diz Cañonero.

Segundo um relatório recente da OCDE sobre o Brasil, "a relação dívida pública/PIB deve manter-se próxima de 40% do PIB em 2009 - e depois deve cair gradualmente para 35% no médio prazo".

Enquanto no Brasil a perspectiva é de queda, nos Estados Unidos, que desembolsaram bilhões de dólares para ajudar o setor financeiro a sair da crise, a tendência é de aumento. Os americanos viram sua dívida pública aumentar de 65% do PIB no final de 2006 para 70% em 2008. A previsão da Casa Branca é que a dívida pública atinja 90% este ano e passe de 100% em 2011.

Na Grã-Bretanha, outro país que gastou muito com pacotes para o setor financeiro, a dívida pública aumentou de 43% do PIB, no final de 2008, para 56% em julho passado. Um instituto independente prevê que o índice chegue a 83% até 2012.

O segundo fator, segundo Cañonero, é que os países emergentes são grandes produtores de commodities, vistas como investimentos seguros no longo prazo. No começo da crise, o preço de muitas commodities caiu drasticamente, afetando também grandes exportadores como o Brasil.

No entanto, alguns preços já voltaram a subir. De dezembro até junho, o preço da soja subiu 60%. Segundo a Economist Intelligence Unit (EIU), o preço geral das commodities comercializadas pelo Brasil está crescendo no segundo semestre deste ano, graças à China, que está aumentando suas importações.

- Países emergentes são vistos como produtores de commodities e com baixo nível de endividamento, em um mundo em que os países ricos estão aumentando suas dívidas exponencialmente. Também são associados a contas externas saudáveis, com altos níveis de investimentos diretos estrangeiros -, diz o analista do Deutsche Bank.

Além das commodities e do baixo endividamento, a Economist Intelligence Unit, que, recentemente revisou de 2,7% para 3,3% o crescimento do Brasil em 2010, aponta um terceiro fator: o sólido sistema financeiro brasileiro.

- O sistema financeiro [brasileiro] é muito mais dominado por capital brasileiro do que por capital estrangeiro, e isso se provou uma vantagem já que sistemas dominados por bancos estrangeiros estão diminuindo severamente -, diz Justine Thody, diretora regional de América Latina da consultoria.

Para o professor de Relações Internacionais Andrew Hurrell, especialista em Brasil da universidade britânica de Oxford, a crise econômica criou desafios e oportunidades para que o país aumente sua participação nos centros de decisão do poder.

- Recentes análises do papel do Brasil no mundo são cada vez mais otimistas - e com bom motivo. O Brasil de fato estabeleceu-se como um 'player' importante e influente na política mundial -, escreveu o professor em um recente artigo sobre o papel do país no mundo.

No entanto, ele alerta que uma recuperação muito acelerada da economia mundial diante da crise poderia prejudicar as ambições brasileiras, já que os países ricos poderiam voltar à normalidade, sem promover reformas que ampliem a voz de países emergentes nos centros internacionais de decisão.

- O Brasil seria prejudicado no caso de a economia mundial não conseguir se recuperar. Mas suas opções também seriam restringidas em um cenário no qual as principais economias se recuperassem sem uma reforma séria. Em um cenário assim, as ortodoxias liberais de mercado se manteriam dominantes -, escreve o professor.

- Depois de uma corrente inicial de pedidos por regulamentações mais profundas e firmes, já há sinais de uma atitude de 'volta à normalidade' tanto nos Estados Unidos como na Grã-Bretanha.

Justine Thody, da EIU, também alerta para o fato de que mesmo tendo se fortalecido diante da crise em relação aos demais países, o Brasil ainda não é um "grande tigre".

- O Brasil ainda tem problemas enormes em várias áreas, como terrível infra-estrutura, um enrolado sistema tributário que não é atraente para investidores, baixos níveis de educação dos trabalhadores em geral - apesar de alguns bolsões de excelência - e serviços públicos muito pobres.


Do Site do Jornal Correio do Brasil:
http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=157122

Com medo de ser vaiado, Serra não comparece à cerimônia.




Enquanto em Brasília, Lula foi saudadocom carinho pela multidão, no desfile de 7 de setembro, aqui em S.Paulo, o governador tucano José Serra, ficou com medo de ser vaiado. O governador não compareceu à cerimônia nem deu justificativas para a ausência.

Os jornais não contam, mas corre em off a notícia de que Serra seria vaiado por estar privatizando o hospital e pela volta do PCC.

E tem mais

A ausência do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), no desfile de Sete de Setembro no Sambódromo em S.Paulo, frustrou manifestantes que pretendia aproveitar a cerimônia para fazer um protesto.

o grupo queria protestar contra o veto do governador ao projeto de lei que acrescentava o nome do piloto Ayrton Senna, morto em 1994, à estação do metrô Jardim São Paulo, na zona norte da cidade.

A homenagem a Senna foi uma iniciativa do deputado estadual Campos Machado (PTB), que apresentou o projeto de lei a pedido da população da zona norte, onde o piloto viveu parte de sua infância. A proposta foi aprovada pela Assembleia Legislativa por unanimidade mas foi vetada por Serra.

Antes do desfile, o grupo chegou a ensaiar a manifestação. Vestidos com camiseta preta com uma bandeira do Brasil e uma foto de Senna na frente, os manifestantes gritavam: "O José Serra, presta atenção, povo paulista não aceita traição".

Ah! uma ajuda extra para Serra presidente:

A Globo vai lançar um novo canal de notícias para assinantes. Tal qual a GloboNews, ficará no ar 24 horas por dia. Mas, no alcance e no conteúdo, será regional, dedicado só a acontecimentos e personagens de São Paulo. Digamos que, será uma propaganda para o governador.
Do blog Amigos do Presidente LULA:
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

PSDB quer privatizar o Brasil



Em 2007, o jornal Agora (da Folha de S.Paulo), tinha como manchete: “Governo (Serra) pode retomar privatização de estatais”(clique na imagem para ler).A Caixa foi vendida para o Governo Federal. O estigma de privativista dos tucanos deve perdurar na eleição de 2010. Em São Paulo, por exemplo, José Serra vendeu a Nossa Caixa - banco estadual - e agora está iniciando a privatização dos hospitais do estado. Quem te garante que o PSDB vai privatizar a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica e os Correios.Bom, quanto a Petrobras, está mais que provado que eles querem privatizar. A CPI criada pelo PSDB está ai para tirar qualquer dúvida que alguém ainda tenha

Sobre a privatização do hospital paulista, Altamiro Borges disse: O caos na saúde pública de São Paulo reflete bem a opção neoliberal do presidenciável José Serra, que ainda engana os inocentes com a sua retórica “desenvolvimentista”. Como afirma Benedito de Oliveira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde (Sindsaúde), o setor se encontra degradado “e não é por falta de recursos financeiros. São Paulo é o estado mais rico do país. É uma questão de prioridades. O governo não investe na saúde porque decidiu há mais de dez anos transferir os serviços públicos para o setor privado”. Primeiro, o tucanato entregou os hospitais novos para os abastados empresários. Depois, reformou antigas unidades e as repassou às chamadas Organizações Sociais de Saúde (OSS), uma forma marota de privatização. “Se o maior hospital da América Latina está vulnerável a um incêndio, como estão os subterrâneos e dutos de outros hospitais públicos de São Paulo?”, questiona o dirigente sindical"

Você sabia?

O projeto PLC 62/2008, que foi aprovado pela bancada do governo Serra nesta terça-feira, autoriza a entrega da administração dos hospitais e equipamentos públicos às OSS nas áreas já em funcionamento, ampliando assim o espaço de atuação dessas “organizações”, podendo atingir todo o setor. Anteriormente, a lei permitia apenas para as novas unidades. Além disso, não será mais obrigatório que todos os pacientes sejam atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), pois 25% dos atendimentos serão destinados a pacientes conveniados a planos de saúde.

Sem opinião

Já o presidenciável José Serra está mais escorregadio do que nunca. Em todos os assuntos polêmicos o tucano arruma um jeito de criticar sem criticar e empurrar os temas complicados para a frente. Quer seja na condução da economia (exceto sobre juros) ou em relação ao pré-sal. Só falta ao governador paulista responder a imprensa paulista com um "não me comprometa".


Do Blog Amigos do Presidente Lula:

O Pronunciamento do Presidente LULA.



Em seis anos, oito meses e sete dias de governo jamais o presidente Luis Inácio Lula da Silva fez um pronunciamento em cadeia de rádio e tevê tão politizado e, de certa forma, tão “agressivo” quanto o que fez na noite deste domingo, seis de setembro, por conta do feriado de sete de setembro nesta segunda-feira.

Em resposta às críticas que lhe têm sido feitas na mídia na questão da exploração das mega reservas de petróleo recém-descobertas no litoral Sudeste do país, Lula explicou didaticamente, municiado de vasto aparato gráfico, por que o sistema tucano de concessão seria um erro, e instou a sociedade a debater o assunto.

Além de defender apaixonadamente o novo sistema de partilha da exploração do pré-sal em substituição ao modelo que os meios de comunicação e a oposição querem manter, o modelo implantado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Lula pintou uma imagem de esperança e de sucesso no futuro, sem deixar de discorrer sobre os feitos de seu governo que vêm sendo sucessivamente negados pela mídia, apesar do reconhecimento internacional a eles.

Primeiro resultado prático: a oposição e a mídia irão à loucura. Jornais e telejornais desta segunda-feira virão com tudo para contestar, ponto por ponto, a fala presidencial. A oposição desandará a se queixar de uso político do poder constitucional do presidente da República de falar para a nação.

Também suspeito de que o foco principal da mídia e da oposição será o de relativizar o grande otimismo manifestado pelo presidente em sua fala na tevê. Para essa facção política, pior do que a questão do modelo de exploração do pré-sal é a possibilidade de o presidente ter vendido um otimismo que trabalhará contra a proposta conservadora de, no ano que vem, pregar “mudança”.

Para quem pedia uma reação do governo ao avanço tucano-pefelista-midiático, foi um prato cheio.


Do blog do Edu Guimarães:
http://edu.guim.blog.uol.com.br/

Globo encerra a tarde deste domingo em terceiro lugar.


Globo e você, tudo a ver

. Entre o Faustão e o lamentável jogo do São Paulo a Globo ficou em terceiro lugar boa parte do fim da tarde.

. Eliana em primeiro.

. A Ana Hickmann em segundo.

. E a Globo a caminho da lanterna.

. Que falta o Boni faz !

Paulo Henrique Amorim

7 de setembro, é o “Dia da Palhaçada”. O Brasil entra no time nuclear.

Quem é o palhaço ?


Saiu na Folha, na primeira página, duas semanas depois de a Carta Capital – reportagens de Sergio Lírio:

“Brasil vai fechar com a França maior contrato militar.”

“Acordo de cerca de R$22,5 bilhões será assinado amanhã em Brasília por Lula e Nicolas Sarkozy (presidente da França).”

O acordo prevê a independência tecnológica – breve, vai ser tudo produzido aqui – e a construção de submarinos nucleares.

O acordo coloca em discussão se o Brasil deve ter a bomba atômica.

Clique aqui para ler: “O erro trágico de FHC – renunciar à bomba atômica)
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=17158



início de conversa (afiada), antes que o PiG comece a endeusar o Ministro da Defesa, o tucano Nelson Jobim, aquele da babá eletrônica, aquele do grampo sem áudio.

E o pai da urna eletrônica – clique aqui para ler por que Jobim não quer conferir o resultado da eleição ?
Foi o presidente Lula quem, desde o primeiro momento, decidiu fazer o super-acordo militar com a França.
Foi Lula quem decidiu não fazer com os Estados Unidos – a alternativa possível -, porque os Estados Unidos não entregam o ouro, não abrem a caixa preta da tecnologia.
O Jobim foi lá para não atrapalhar.

Vamos à “palhaçada”.

Numa entrevista à revista Piauí – aquela de banqueiros, por banqueiros, para banqueiros; aquela que trata o Daniel Dantas com especial deferência – em entrevista à revista Piauí, o Farol de Alexandria, também conhecido como Fernando Henrique Cardoso, disse que odiava as celebrações do Sete de Setembro, quando era Presidente.
Aquilo é uma palhaçada, disse ele.

A “palhaçada” de amanhã significa que o Brasil entrou no time nuclear.
Quando os militares brasileiros assistirem à cerimônia de assinatura do acordo com Sarkozy deveriam se lembrar do que Fernando Henrique disse do Sete de Setembro.
Se fosse o 14 Juillet ou Fourth of July ?
Amigo navegante, ele chamaria de “palhaçada“ ?
O Brasil tem a costa de 200 milhas para patrulhar.
Tem o pré-sal, que é do povo e ninguém tira (nem o FHC).
O Brasil tem a Amazônia.
E o Brasil já entrou no Primeiro Time.
Precisa de muitos submarinos nucleares.
Precisa de aviões-caça.
E provavelmente da bomba.
E isso não é uma palhaçada.
Imagine, amigo navegante, quantos dedos o Farol de Alexandria daria para estar no lugar de Lula, amanhã, ao lado do Presidente francês e assinar esse acordo memorável ?

FHC estaria com aquele “sorriso de aeromoça” (como definiu o ACM) a falar francês com o Sarkozy.
Ele deve estar trancado no apartamento da rua Rio de Janeiro, em Higienópolis, a morrer de inveja.
E a inveja é santa, porque ela corrói o invejoso por dentro …
Palhaçada é como um convescote de tucanos de São Paulo cantou recentemente o Hino Nacional.

Veja o que sugeriu o amigo navegante Pedro Bicalho:
“Hino nacional na versão da Paulicéia Desvairada…”
http://www.youtube.com/watch?v=6w9MpztV4gk
Paulo Henrique Amorim

Do site do PHA:

sábado, 5 de setembro de 2009

Notícia para o PPS:Poupança cresce 66% em 12 meses.




Vocês lembram quando o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), mentiu no programa do PPS em cadeia nacional de rádio e televisão que o Presidente Lula iria confiscar a poupança, como fez o ex-presidente Fernando Collor?

Jungmann, sumiu, mas a Poupança continua firme e forte;cresceu 66% em 12 meses, informa Banco Central

Depósitos superaram os saques pelo 4º mês consecutivo em agosto; resultado foi 53,6% menor que o de julho

A caderneta de poupança teve o quarto mês consecutivo de captação positiva em agosto. Dados divulgados nesta sexta-feira, 4, pelo Banco Central (BC) mostram que os depósitos superaram os saques em R$ 3,098 bilhões no mês passado. Esse foi o segundo melhor resultado do ano. Na comparação com agosto de 2008, o resultado do mês passado foi 66,2% superior. Apesar de positivo, o valor foi 53,6% menor que o verificado em julho, mês que apresentou o melhor resultado do ano e teve saldo positivo de R$ 6,672 bilhões.

De acordo com os dados do BC, foram registrados depósitos totais de R$ 83,689 bilhões durante o mês de agosto. O valor foi mais do que suficiente para cobrir todos os saques, que somaram R$ 80,590 bilhões. Houve, ainda, rendimento de R$ 1,515 bilhão das aplicações já existentes. Dessa forma, em 31 de agosto, o saldo de todas as contas somava R$ 294,951 bilhões. No acumulado dos oito primeiros meses de 2009, a poupança acumula captação líquida positiva de R$ 12,218 bilhões. O valor é 42,8% superior ao registrado em igual período do ano passado.

Não esqueçam na hora de votar. Raul Jungmann apoia José Serra (PSDB)


Do blog Amigos do Presidente Lula: