quarta-feira, 9 de junho de 2010

Dilma: crescimento "a níveis chineses" favorecerá empregos.

A pré-candidata do Presidente Lula à presidência da República, Dilma Rousseff, afirmou nesta terça-feira (8) em São José dos Campos, no interior de São Paulo, que o crescimento da economia brasileira "a níveis chineses" deve reforçar o número de empregos criados desde o início do governo Lula, em 2003. Segundo a previsão de Dilma, cerca de 13 milhões de empregos serão criados até o fim do mandato de Lula.

Em entrevista ao jornalista Antonio Leite, da rádio Planeta Diário, de São José dos Campos, a pré-candidata afirmou que o crescimento da PIB até o fim do ano deve girar entre 6,5 e 7% e que isso é essencial para todos os brasileiros. "Está todo mundo criando emprego e avançando. O Brasil está crescendo 11%, quem nem na China", disse.
Nesta terça-feira, o IBGE divulgou um crescimento de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre do ano, na comparação com o trimestre imediatamente anterior, e 9% ante o mesmo período de 2009. A expansão equivale a um avanço anualizado de cerca de 11% - projeção que considera o mesmo ritmo mantido ao longo do ano.
Na entrevista, Dilma afirmou que outro problema dos brasileiros, que é a falta de moradia, também foi combatida nos últimos anos. "Fizemos o programa 'Minha Casa, Minha Vida' em um momento de crise. A gente queria resolver o problema da falta de moradia no Brasil e as coisas estão andando bem", afirmou.

Acompanhada do pré-candidato a deputado federal Gabriel Chalita (PSB) e do presidente estadual do PT, Edinho Silva, Dilma se julgou a pré-candidata mais preparada para dar prosseguimento ao governo de Lula. "Acredito que eu sou dos pré-candidatos colocados, aquela que tem mais condições de dar prosseguimento ao governo Lula".

Para a região de São José dos Campos, prometeu que o trem bala, que ligará São Paulo ao Rio de Janeiro, terá paradas na cidade e entre Aparecida e Cachoeira Paulista. "Está previsto como parada obrigatória São José dos Campos. Outra parada entre Aparecida e Cachoeira Paulista teria um grande fluxo depessoas, principalmente no fim de semana.

Dilma afirmou ainda que o Brasil é respeitado no exterior, principalmente pelo bom desempenho na economia. "Acumulamos dinheiro na reserva, saímos do FMI. Muito diferente da situação periclitante, enfunhanhada e tremilicante que vivíamos antes".

Durante a visita da petista ao Parque Tecnológico de São José dos Campos, os jornalistas não puderam acompanhar a presidenciável, mas a previsão é de que no período da tarde desta terça-feira (08), em visita a fábrica da Embraer, Dilma converse com a imprensa.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Correio Braziliense: Na Saúde, Serra multiplicou gastos com empresa de ex-agente do SNI.



SERRA É O REI EM CRIAR DOSSIÊS PARA DESTRUIR SEUS ADVERSÁRIOS, FATO DE LONGA DATA
De um leitor-colaborador do ViomundoEncontrei no endereço http://www.mail-archive.com/policia-livre@grupos.com.br/msg02964.html

matéria do Correio Braziliense sobre o festival de arapongagem protagonizado por Itagiba e Onézimo, a serviço de Serra, em 2002.
CORREIO BRAZILIENSE
em 14/03/2002
Luiz Alberto WeberDa equipe do Correio
O Ministério da Saúde, onde até 21 de fevereiro último despachava o candidato tucano à Presidência, José Serra, tem uma forte proximidade com escutas telefônicas — mas do outro lado balcão.
Serra, quando ainda ministro, autorizou a contratação por R$ 1,8 milhão da empresa carioca Fence Consultoria Empresarial, especialista em detectar escutas clandestinas. Só neste ano, a Fence recebeu do ministério R$ 226 mil, o que torna o órgão o maior cliente da empresa carioca dentro do governo.
Os valores recebidos pela Fence e sua própria existência acrescentam mais combustível ao dossiê que investigadores privados do PFL tentam montar para apontar o envolvimento de integrantes do governo em suposta escuta montada no escritório da empresa Lunus, de propriedade da governadora Roseana Sarney.Atribui-se a um grampo clandestino o fato de a Polícia Federal ter sido alertada e descoberto que os cofres da Lunus guardavam R$ 1,34 milhão, que seriam usados na campanha da candidata do PFL à Presidência.
O dono da Fence, Enio Gomes Fontenelle, é um ex-coronel do Exército que por muitos anos trabalhou no extinto Serviço Nacional de Informação (SNI), órgão de investigação oficial durante a ditadura militar, que desapareceu para dar vez à Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
Ex-chefe da área de comunicações do SNI, Fontenelle é um craque em espionagem eletrônica. Antigos agentes do SNI atribuem a Fontenelle a modernização do arsenal tecnológico da agência nos anos 80.
O coronel chegou a comandar um grupo que desenvolveu aparelhos de escutas com tecnologia nacional em substituição aos importados. Depois de aposentado, especializou-se em combater os grampos. Entre os clientes da Fence, estão o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e a hidrelétrica de Itaipu. A empresa é respeitada no mercado pela competência tecnológica e discrição.Nos últimos meses, Fontenelle esteve várias vezes no Ministério da Saúde, onde encontrou-se com Serra. Hoje, cerca de 600 telefones e ambientes (salas de reunião e gabinetes) são monitorados pela Fence no ministério.
A empresa rastreia, principalmente, a existência de grampos ou emissores de rádio clandestinos, com capacidade de transmitir conversas para um interceptador posicionado a até 100 metros de distância.
O coronel tem outro conhecido comum com Serra: o delegado da Polícia Federal Marcelo Itajiba. O delegado foi assessor do candidato tucano em Brasília. Mas, antes de desempenhar essa função burocrática, era chefe do Centro de Inteligência da PF, a mais produtiva instaladora de grampos legais a serviço do governo. No ministério, Itajiba montou uma mini-central de inteligência, que contou com a participação dos delegados da PF Onésimo e Hercídio.
Itajiba é da copa e cozinha do ex-ministro. Serra tentou, sem sucesso, fazê-lo diretor-geral da Polícia Federal, em 1999. Hoje, o delegado está no Rio, assim como Fontenelle. ‘‘Conheço o delegado, mas apenas de contatos superficiais’’, disse Fontenelle ao Correio.
Segundo a assessoria do ministério, o reforço no orçamento anual da Fence (que mal passava de R$ 100 mil) deveu-se ao temor de Serra de ser grampeado por representantes das indústrias de tabaco e de medicamentos, que tiveram interesses contrariados pelo ex-ministro.
Assessores do ex-ministro dizem que durante a campanha pela popularização dos remédios genéricos e contra o cigarro Serra amealhou muitos inimigos. Antes, a varredura (como é chamado o trabalho de localização de escutas) era mensal. Hoje, segundo informações da segurança do ministério, ela é semanal. Registre-se, porém, que as batalhas de Serra contra o fumo e contra os grandes laboratórios datam de dois anos atrás e hoje as relações estão pacificadas.
As investigações realizadas pelos arapongas do PFL sobre os autores do suposto grampo na sede da Lunus haviam apontado, primeiro, para a possibilidade de envolvimento de uma empresa de Brasília, a Interfort Sistemas de Segurança.
As suspeitas contra a Interfort deveram-se ao fato de José Heitor Nunes, gerente da empresa, ter estado várias vezes no Maranhão nas semanas que antecederam a invasão da Lunus.
O que o PFL desconhece é que o coronel Fontenelle (ex-integrante do SNI), o delegado Itajiba e Onésimo (ex-chefe da área de Inteligência da PF) e Nunes (dono de uma empresa que presta consultoria para PF na área de escutas) se conhecem.
Ex-militar do Exército, Nunes tem trânsito livre nos órgãos do governo dedicados a fazer investigação. Como consultor de segurança, Nunes dá aulas para os arapongas da Polícia Federal e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Durante sua militância empresarial e militar, conheceu Itajiba e o coronel Fontenelle. É ainda amigo do delegado Onésimo, que também trabalhou com Serra e hoje presta servivo à empresa ControlRisk, especialista em investigações e medidas de segurança.
OS DOSSIÊS E OS INVESTIGADOS
Ao que tudo indica, os agentes que se espalharam pelo país produziram vários dossiês diferentes. As primeiras informações sobre eles começaram a circular na semana seguinte à apreensão dos documentos e da bola de R$ 1,3 milhão no escritório da Lunus, da governadora do Maranhão, Roseana Sarney, e de seu marido, Jorge Murad.Contra Lula e Roseana
O candidato do PPS à Presidência da República, Ciro Gomes, foi o primeiro a denunciar a existência de uma estrutura de arapongagem. Segundo ele, havia um grupo de 40 pessoas plantado em São Paulo para bisbilhotar a vida dos possíveis adversários do candidato do PSDB à Presidência, José Serra. Os principais alvos seriam, segundo Ciro, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e Roseana Sarney, do PFL.
Sarney também se queixaO senador José Sarney (PMDB-AP), pai de Roseana, obtém informações semelhantes. No mês passado, ele se queixou ao presidente Fernando Henrique Cardoso sobre essas suspeitas.
Dossiê para Garotinho
O governador do Rio e candidato do PSB à Presidência da República, Anthony Garotinho, informa que foi procurado por um político do PSDB, a mando do deputado Márcio Fortes (PSDB-RJ), que pretendia lhe passar um dossiê com denúncias contra Roseana Sarney.
Uma revista
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, também afirma ter tido acesso a um dossiê. Ele teria informações que embasariam reportagem de uma revista de circulação nacional.
Foto comprometedora
O presidente do PTB, deputado José Carlos Martinez (PR), que articula uma aliança com Ciro Gomes, foi fotografado com uma amiga durante uma viagem a Miami. Uma revista de circulação nacional iria publicar a foto. Martinez procurou a direção da empresa e conseguiu evitar a publicação.
Também contra Tasso
O governador do Ceará, Tasso Jereissati, que chegou a disputar com Serra a indicação do PSDB para ser candidato à Presidência, também foi investigado. Os arapongas ainda seguiram seu irmão, o empresário Carlos Jereissati. Ele é sócio do marido de Roseana, Jorge Murad, em um shopping center em Porto Alegre (RS).

Pesquisa mostra poucas opções de discurso para Serra.


Entre os temas pesquisados, apenas 'segurança' e 'impostos' revelam potencial para serem explorados em uma campanha oposicionista
José Roberto de Toledo:EstadãoA pesquisa Ibope/Estado/TV Globo mostra a dificuldade de José Serra (PSDB) fixar um discurso de campanha eficiente. Entre os temas pesquisados, apenas "segurança" e "impostos" revelam potencial para serem explorados em uma campanha oposicionista.
São os únicos temas nos quais mais eleitores acham que as coisas pioraram do que melhoraram nos últimos dois anos. Serra ganha de Dilma Rousseff (PT) entre o eleitorado mais crítico. Ele pode tentar ampliar sua vantagem nesse segmento, mas o teto de crescimento é baixo.
Surpreendentemente, "saúde", que poderia ser um diferencial do tucano por ele ser reconhecido como ministro da área, mostra um equilíbrio entre os eleitores que veem melhoras e pioras, o que dificulta a abordagem.
Os temas econômicos, apesar de serem especialidades de Serra, como "emprego" e "consumo", são francamente favoráveis à pré-candidata governista. Será difícil o tucano encontrar um "gancho" que lhe renda votos nessas áreas.

ERA FHC- SERRA: Itamar diz que havia projeto da equipe econômica de privatizar o Banco do Brasil e a Caixa.



Itamar diz que havia projeto da equipe econômica de privatizar o Banco do Brasil e a Caixa
Em entrevista ao Jornal do Brasil, a Mauro Santayana, o ex-presidente Itamar Franco diz que, em seu governo, cortou pela raiz o projeto da equipe econômica, de privatizar o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal.
O ex-presidente não citou FHC, mas, mesmo no tempo em que ele não foi ministro da fazenda, a equipe econômica era dominada por demo-tucanos.
Ele critica a apropriação do plano real por FHC, dizendo que só aprovou depois verificar e corrigir alguns de seus itens, e que foi ele quem assumiu os riscos políticos. Disse também que Plano Real nada tinha de original, pois foi baseado no Plano Schacht, da Alemanha dos anos 20, e já um pouco adaptado – sem êxito – pelos argentinos, com o Plano Austral.
Sem citar o nome de Serra, Itamar também lembra que os medicamentos genéricos foram adotados pelo seu ministro da Saúde, o médico Jamil Haddad, com sua aprovação, apesar da resistência dos laboratórios. O SUS começou a ser implantado pelo médico Carlos Mosconi, presidente do Inamps em seu governo.
Itamar diz que tais êxitos são atribuídos “despudoradamente” ao governo de seu sucessor (FHC e Serra).
O ex-presidente lembra que, já no cargo de governador de Minas, quando FHC era presidente, teve que resistir à anunciada privatização de Furnas. Quanto a Cemig, teve que retomar na justiça o controle estatal, pois no governo de Eduardo Azeredo (PSDB/MG), com apoio do governo FHC e de José Serra, foi "privatizada" para Daniel Dantas, deixando o consórcio do Opportunity assumir o controle da empresa com apenas 30% do capital votante.
Cristianização de SerraItamar disse que sua prioridade é a sucessão em Minas. Não cita o nome, mais apoiará o candidato de Aécio. Sobre rumores de ser vice de Serra, diz que não postulou o cargo. Foi lançado por Aécio, mas a recusa ao nome robustece a decisão de agir, no pleito, conforme a consciência, sem qualquer constrangimento político.

MSM VOLTARÁ À JUSTIÇA ELEITORAL.


A divulgação da última pesquisa Ibope de intenção de voto para presidente da república encerrou o ciclo de sondagens dos quatro institutos contra os quais o Movimento dos Sem Mídia representou à Procuradoria Geral Eleitoral pedindo que sofressem investigação de todas as pesquisas que fizeram e que farão sobre a sucessão presidencial em 2010.

Antes de prosseguir, explico que este trabalho utiliza o cenário da sucessão presidencial composto por Dilma Rousseff, José Serra e Marina Silva.

No gráfico acima, é possível notar três momentos deste ano em que as linhas traçadas pelos institutos Ibope e Datafolha divergem gravemente dos institutos Sensus e Vox Populi.

Os pontos de inflexão de tendências dos dois primeiros institutos levam Dilma para baixo e Serra para cima, enquanto que os dois últimos institutos levam-nos em direção contrária.

Em fevereiro, é o Ibope que diverge claramente dos outros institutos e inverte tendência que se estabeleceria factualmente a partir do início deste ano, de forte subida de Dilma e de queda moderada – e constante – de Serra. Mais adiante, em sua pesquisa de março, este instituto é obrigado a acompanhar os outros, mas, então, é o Datafolha que passa a divergir.

Em Março, enquanto todos os outros institutos apontavam tendência de queda de Serra e de subida de Dilma, o Datafolha é que abre a “boca do jacaré” mostrando uma diferença de 10 pontos percentuais a favor de Serra. Como se vê no gráfico, quebra-se, novamente, uma tendência apurada pelos outros institutos. O Datafolha é o segundo instituto a quebrá-la.

Em abril, o Sensus volta a fechar a boca do jacaré, fazendo Dilma e Serra se aproximarem do empate, mas o Datafolha, primeiro, e o Ibope depois, provocam nova inflexão de uma tendência captada pelo próprio Sensus e, antes dele, pelo Vox Populi e que acabaria por se confirmar.

Em maio, depois de o Movimento dos Sem Mídia ter representado à Procuradoria Geral Eleitoral pedindo auditoria das pesquisas dos quatro institutos sob pena de algum ou alguns deles estar praticando crime eleitoral, Datafolha e Ibope convergem para o resultado que anteviram Sensus e Vox Populi e que o jornal Folha de São Paulo divulgou que seria produto de fraude dos dois institutos de pesquisa concorrentes do seu.

A mudança brusca de tendência de Datafolha e do Ibope neste ano fica evidente e contrasta com a continuidade da tendência de Sensus e Vox Populi. Para melhor exemplificar, reproduzo, aos pares, os gráficos isolados de cada um dos institutos.

Nos gráficos do Sensus e do Vox Populi, as linhas dos candidatos Serra e Dilma formam uma espécie de funil, mas mostram particularidades de cada instituto, que é o que se espera. Vejam:
Sensus

Vox Populi
Datafolha
Ibope
Diante destes fatos, o Movimento dos Sem Mídia entende que se torna muito mais importante o acompanhamento pela sociedade e pela Justiça do comportamento dos quatro institutos, pois ao menos dois deles mentiram claramente, cometendo crime eleitoral, e já existe até indício de quais são esses institutos, por mais que esta seja uma conclusão exclusiva do MSM.

De qualquer maneira, comunico aos leitores que o fenômeno que os gráficos revelaram com mais clareza depois do fechamento do ciclo de pesquisas já descrito, tal fenômeno será destacado e apresentado pelo MSM à Justiça como indício do crime eleitoral que se entende que está muito mais claro, agora, que foi cometido, sim, e pedindo fiscalização enérgica dessas pesquisas até o fim do processo eleitoral deste ano.

A representação do MSM à Justiça eleitoral pedindo auditoria de TODAS as pesquisas, no entender de nossa organização poderá mudar a história da eleição presidencial de 2010. Isso fica cada vez mais claro, a cada pesquisa divulgada depois que agimos.No Blog Com Texto Livre.
By: Blog da Cidadania

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Folha varreu para debaixo do tapete escândalos de corrupução onde ex-sócio de Serra foi condenado a 4 e 6 anos de prisão.


A Folha de José Serra (jornal Folha de São Paulo), está dançando um "rebolation" sobre ovos, para tentar reduzir danos causados pelos aloprados demo-tucanos (dizem que tudo começou com demo-tucanos mineiros ligados a Aécio Neves) que trouxeram à pauta um "suposto dossiê".
Em texto escondido da capa, e só para assinantes, a Folha cita:"A Folha teve acesso a dois conjuntos de papéis. Um cita dados da CPI do Banestado (2003-2004), e o outro é sobre negócios atribuídos à filha de Serra, Verônica.
Os papéis da CPI relatam operações financeiras registradas entre 1997 e 2001 em nome de empresas que pertenciam ou pertenceram a Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-arrecadador informal da campanha de Serra ao Senado, em 1994, e ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil no governo FHC....Os papéis também relatam movimentações financeiras do empresário Gregorio Marin Preciado, casado com uma prima do presidenciável e sócio de Serra até 1995 em um imóvel....O relatório foi enviado pela CPI [do Banestado] à Justiça de São Paulo num processo movido em 2002 por Ricardo Sérgio contra a "IstoÉ", que havia citado os dados.
"O escândalo de corrupção que a Folha varreu para debaixo do tapete
A reportagem que a Folha é da edição 1704 da Revista IstoÉ, de 2002, confome já noticiamos aqui no blog:
Observem, que a notícia não é apenas sobre Ricardo Sérgio, citado pela Folha, mas, sobretudo Vladimir Rioli, que a Folha omitiu, porque foi sócio de José Serra na empresa Consultoria Econômica e Financeira Ltda.
A Folha vergonhosamente escondeu de seus leitores o sócio de Serra, protegendo a corrupção demo-tucana de escândalos.
A sociedade entre Serra e Rioli começou em 10 de março de 1986, quando o hoje candidato demo-tucano estava deixando a Secretaria de Planejamento do governador Franco Montoro para disputar sua primeira eleição a deputado federal. A consultoria funcionou até ser encerrada em 17 de março de 1995, quando Serra já estava no governo FHC, ocupando o ministério do planejamento.
José Serra, estranhamente, ocultou a empresa de consultoria, ao não declará-la à Justiça Eleitoral, na eleição de 1994, quando concorreu ao Senado. Rioli foi companheiro de militância de Serra e do falecido Sérgio Motta (ex-ministro de FHC) na Ação Popular (AP), movimento de esquerda da década de 60, clandestino durante a ditadura. Nos anos 80 e 90 foi arrecadador de recursos para campanhas do PSDB juntamente com Ricardo Sérgio de Oliveira.
Reportagem foi de Amaury Ribeiro Jr, jornalista supostamente contratado pela campanha de Aécio, para fazer "dossiê" contra Serra
Quem assina a reportagem da IstoÉ, em 2002, foi o jornalista Amaury Ribeiro Junior, supostamente contratado pelos demo-tucanos mineiros ligados a campanha de Aécio Neves, para fazer "dossiê" preventivo contra Serra, que ficou sem função depois da desistência de Aécio.
Amaury Ribeiro Junior disse que esta fazendo um livro, que já conta com 14 capítulos, sobre este e outros assuntos, e é livro de reportagem investigativa, não é dossiê. Mas parece que ninguém na grande imprensa se interessou em ouvi-lo, então Será que Tribunal Regional Federal da 3ª Região faz dossiês? É claro que não.A "bem informada" Folha, cita o caso Banestado... cita Ricardo Sérgio de Oliveira (acreditando que ele deixa apenas indícios e não provas que envolvam José Serra)... e fala em processo na Justiça de São Paulo...Mas a Folha protege corrupção demo-tucana, quando esconde de seus leitores a sentença de outro processo muito semelhante aos fatos acima, só que um dos condenados a 6 anos de prisão foi SÓCIO DE JOSÉ SERRA em empresa de consultoria, o mesmo Vladimir Rioli.
É notícia fresquinha, do final de maio, que publicamos aqui no blog no 22 de maio de 2010:O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) sentenciou na terça-feira, 18 de maio [de 2010], o aumento da pena de 3 para 6 anos, de 16 réus, por crime financeiro contra o Banco do Estado de São Paulo (Banespa) ocorrido em 1992 (Processo: N.º 2006.03.99.008600-8).
Entre os réus está Vladimir Antônio Rioli, à época um dos diretores do banco, e ao mesmo tempo sócio de José Serra (PSDB/SP), na empresa Consultoria Econômica e Financeira Ltda...Notem que não há nada de requentado. A fonte foi ninguém menos do que uma nota pública da Assessoria de Comunicação do Ministério Público Federal, PARA TODA A IMPRENSA, no 21 de maio de 2010.
A nota, discreta como o MPF deve ser, falava no rumoroso caso Banestado e da diretoria antiga do Banespa. Alguém tem dúvida de que a Folha não leu? Alguém tem dúvida de que a Folha não verificou quem eram os 16 condenados? Na remota hipótese "de não ter lido", pode fechar as portas, porque seria um jornal que sequer faz o dever de casa.
Se fossem "petistas" teriam publicado. Mas não. Um deles era ninguém menos do que o antigo sócio de José Serra, em empresa de consultoria, e compadre desde os tempo de militância, inclusive clandestina, na Ação Popular.
Que coisa feia.
A Folha protegendo a corrupção demo-tucana.

Fala, Iara Lee.



Entrevista // Iara LeeRodrigo Craveiro
"Era tanto sangue na minha frente#"
Duas noites sem dormir. As imagens dos colegas mortos e feridos provavelmente jamais sairão de sua mente. A voz transparece muito cansaço, indignação e revolta. A cineasta brasileira Iara Lee ainda custa a acreditar que os soldados israelenses promoveram um massacre no barco Mavi Marmaris, o quinto da flotilha Liberdade, organizada pela ONG turca Fundação para os Direitos Humanos, Liberdades e Ajuda Humanitária (IHH). "O que eles ganham matando ativistas da paz? O que eles ganham com isso?", questionou Iara, em entrevista por telefone ao Correio/Diario, de um hotel em Istambul (Turquia).
Foto: Arquivo Pessoal
Quando a carnificina teve início, ela foi mandada para a parte de baixo da embarcação, com as outras mulheres. Ao procurar o cinegrafista, subiu ao convés e presenciou o terror. "Era tanto sangue na minha frente. Eu estava prestes a vomitar", contou. Durante a entrevista, Iara trabalhava na restauração de imagens do massacre feitas por seu cinegrafista, de nacionalidade sérvia. As cenas captadas pela câmera serão entregues à Organização das Nações Unidas, em Nova York, nos próximos dias. "São imagens dos feridos, dos mortos, das pessoas em pânico, as pessoas usando as máscaras contra gás lacrimogênio", disse a cineasta.
Aos 44 anos, a brasileira de ascendência coreana trabalhou na Mostra Internacional de Cinema, em São Paulo, e morou por 15 anos nos Estados Unidos. O ativismo começou a fervilhar com força em sua vida em 2003, depois que os Estados Unidos bombardearam o Iraque. Nos últimos anos, Iara adotou um estilo nômade. Morou no Líbano, na Tunísia, no Irã, na França e na Coreia. Em cerca de 20 minutos, ela deu detalhes do que ocorreu na madrugada da última segunda-feira e de como foi tratada pelo governo de Israel, na condição de prisioneira. Sócia da empresa Caipirinha Productions - baseada nos Estados Unidos -, Iara retornaria a Nova York na noite de hoje e, nos próximos dias, deve desembarcar no Brasil para consolidar projetos profissionais.
Do que a senhora se recorda daquela madrugada de segunda-feira?
A gente não dormiu aquela madrugada. A gente estava indo lá, em direção a Gaza. Ficamos muito surpresos porque eles atacaram no meio da noite, quando estávamos em águas internacionais. Porque isso é ilegal, né? A gente esperava uma confrontação com eles quando estivéssemos chegando lá, em Gaza, durante a manhã. Os caras vieram, mandaram metade dos navy (homens da Marinha) israelenses, mandaram aqueles zodiac, barcos de borracha. Eram 17 barcos de borracha. Rodearam nosso navio. Aí começaram a vir os helicópteros com os comandos, né, descendo e tal... Foi uma coisa surreal, de filme Apocalipse now mesmo, sabe? Não sei exatamente quando os comandos começaram a matar o pessoal ali na ponte, onde estava o controle do navio. É óbvio que, quando viram que havia quase umas 600 pessoas no nosso navio, devem ter falado: "Vamos ter que matar alguns para pegar o controle disso". Começaram lá já, matando o pessoal. Rapidamente pegaram o controle do navio.Tanto é que as mulheres ouviram pelo megafone uma voz que saiu falando: "Não tentem resistir porque os caras já pegaram o controle do navio, a gente não quer violência, fiquem calmas, bem quietinhas e todos os homens e mulheres não tentem reagir, o jogo acabou".
A senhora chegou a ver pessoas feridas?
Muitos feridos e mortos. Quando eles começaram, houve os tiros. Mandaram as mulheres para baixo e, depois de um tempo, fiquei pensando: "Meu Deus, o que será que aconteceu com meu câmera? Será que o cara morreu?". Na hora que subi, comecei a ver os mortos e feridos. Não achei meu cinegrafista. Estava super agoniada. Só consegui vê-lo quando começaram a algemar todo mundo. Quando você vê algo que não está acostumado, seu corpo reage. Eu estava prestes a vomitar. Era tanto sangue na minha frente, tanta carnificina. Nunca tinha visto isso na minha vida. Eu morava em Beirute, em 2006. Tive a trágica experiência de presenciar os bombardeios israelenses no Líbano. Eles sempre conseguem te surpreender. As bombas de fragmentação no Líbano, as bombas de fósforo branco em Gaza. E, aqui, esses snipers e comandos contra civis do nosso navio. Os israelenses sempre têm a capacidade surpreendente de ir além de tudo o que seja ruim. Mas chegará uma hora que eles terão de confrontar a lei internacional. Não é possível que eles vão continuar se comportando dessa maneira. Os israelenses ignoram a lei internacional. Se o mundo inteiro não fizer pressão, eles continuarão abusando.
O que aconteceu depois que os israelenses mataram os ativistas?
Depois que tomaram o controle do navio, eles começaram a algemar cada pessoa e mandá-las para cima. De lá, das águas internacionais, eles fizeram como os piratas, entendeu? Levaram a gente de uma maneira forçada para o porto de Ashdod, em Israel. Lá, fizeram todo mundo descer, processaram todo mundo, pegaram as digitais e passaportes, confiscaram os aparelhos Blackberry, aparelhos celulares e tudo o mais. Fomos passando, de guichê em guichê, dando os dados pessoais. Botaram a gente no camburãoe nos mandaram para a prisão. E aí, acabou, entendeu? Aí, já não tinha mais comunicação com o mundo exterior, com advogados ou com a embaixada.
Que tratamento a senhora recebeu na prisão, em Beersheva?
O mais difícil de tolerar foi a gente não ter acesso imediato à embaixada, a advogados, à comunicação com a família. Algumas pessoas falaram com a família pela primeira vez ontem, quando entraram no avião em Tel Aviv. Pagaram US$ 10 por minuto para falarem que estão vivas. Os caras lá na cadeia não deixaram a gente fazer nenhuma ligação. Ficavam falando para a gente que seríamos deportados porque estávamos lá ilegalmente. Eu respondi: "Desde quando quisemos vir para cá? Estamos aqui porque vocês nos sequestraram, estávamos indo para Gaza". É um absurdo.
Durante a operação israelense, que imagens mais a chocaram?
O que mais chocou foi essa violência, assim# De guerra, sabe? De guerra mundial# Nós éramos muitos, mas éramos civis. Não tinham snipers (franco-atiradores), como eles vieram, entendeu? Os caras vieram como snipers. É uma coisa muito desproporcional. Isso ficou muito chocante. Eu sei que eles são muito brutais. Pensei: "Bom, eles vão atirar no pé, vão botar um navy para bloquear nossa passagem, vão fazer uma sabotagem debaixo do nosso barco pra gente ficar atolado (sic)". Pensei em todas essas circunstâncias. Mas os caras realmente surpreenderam, porque eles foram lá para fazer uma carnificina. Não achei que eles fossem chegar a esse ponto de tanta violência, sabe? Achei que foi burrice da parte deles também.
O que eles ganham matando uns ativistas da paz?
Ficaram com uma reputação terrível. Como eles cortaram todos nossos satélites, acharam que fariam esse minimassacre aí e ninguém no mundo ia ver. Esse foi o grande erro deles. Tínhamos um satélite de backup e aí as imagens foram para o mundo inteiro. Os caras devem ter ficado injuriados, né? Eles pensaram que iam chegar lá de madrugada, matar o pessoal e ninguém no mundo inteiro teria uma evidência, entendeu?
Alguns ativistas acusam Israel de jogarmortos ao mar e de impedir socorro médico aos gravemente feridos# Isso procede?
A gente não viu, assim... Os corpos jogados. Mas há pessoas que sumiram totalmente. Não estão feridos, não estão mortos, não estão em nenhum lugar. Uma das coisas que a gente começa a cogitar é que, de repente, eles caíram no mar. É preciso uma investigação internacional imparcial. São desaparecidos, são feridos e são mortos. Muitos feridos não tiveram atenção imediata e morreram.
Além das imagens de satélite, há gravações de vídeo?
Sim. Estamos olhando esse material. Eu vou levar amanhã (hoje) à noite para Nova York. As cenas foram gravadas por meu cinegrafista, um jovem sérvio, muito corajoso. São imagens dos feridos, dos mortos, das pessoas em pânico, as pessoas usando as máscaras contra gás lacrimogênio. O pessoal da imprensa escondido, os helicópteros descendo, os barcos de borracha chegando, no meio da madrugada. São coisas assim. Vamos entregá-lo na ONU e tentar mostrar as evidências. Israel usou material que era apenasdo interesse dele. Meu cinegrafista escondeu os cartões de memória e conseguimos sair com o material. Estamos no meio da montagem, para restaurar a gravação. Os chips tiveram problemas técnicos. É uma boa quantidade de material, que dá para dar uma ilustrada do que aconteceu lá. Quando os snipers chegaram perto, meu cinegrafista viu que seria assassinado e parou a gravação.
Especialistas em terrorismo acusam a ONG IHH de manter laços com o Hamas e com a Al-Qaeda. Segundo Israel, havia militantes pró-Hamas infiltrados entre os pacifistas...Dentro de nosso grupo, de centenas de pessoas, pode que ser tenha pessoas que se simpatizem com o Hamas. Como fiquei sabendo que teve espião israelense lá também, entendeu? Tem gente que era voluntário, enfermeiro, ativista, simpatizante de partidos políticos. O pessoal de Gaza votou para o Hamas. Não foi uma coisa forçada, entendeu? Quando essas pessoas têm a democracia e votam para o partido do qual Israel e os EUA não gostam, eles chamam de terrorista. Agora, terrorista é o estado de Israel, se você for pensar, e os EUA, que estão lá matando no Iraque e no Afeganistão. É irônico você pensar que os israelenses podem chamar o Hamas de terrorista. Veja o que eles fazem contra inocentes num barco com carga humanitária...
Como ficou sabendo da presença de espiões de Israel dentro do barco MaviMarmaris?
A gente nunca sabe. Mas eu estava lendo o Jerusalem Post (jornal de Israel) eos caras estavam falando lá até das letras das músicas que estávamos cantandodentro do barco. Eles disseram que tinha gente cantando músicas de letrascontra os israelenses.
Como é que essas informações saem? Tem uns penetraslá, que obviamente são espiões.
O premiê Benjamin Netanyahu acusou o mundo de hipocrisia e descartou o fim doembargo a Gaza. Como vê isso?(Risos) Eu tenho que ver para crer. É que nem quando o Egito fala que abriuas fronteiras, em Rafah. Aí sai uma notícia de que o Egito aceitaria aentrada de ajuda humanitária# Tem toda essa politicalha, essas manipulações.
Os caras sempre tem os trâmites escondidos nos anúncios que eles fazem. Épreciso ler o que está entre as linhas.
A resposta da comunidade internacional tem lhe surpreendido?
Pois é# São tantos países representados# Era um negócio civil, de cargahumanitária. É claro que nosso intuito não era só ficar dando esmola para ospalestinos. Nosso intuito era de fazer a comunidade internacional ver queaquilo (embargo) era uma coisa não humana, uma coisa ilegal. Eles têm quedeixar entrar medicamento e comida. Ter acesso à água limpa. Reconstruir opaís destruído. É óbvio que estamos provocando Israel. A gente acha que essalei é injusta. Como é que você pode bloquear o pessoal de Gaza, não deixarcomida e aceitar? Não pode entrar nada pela terra, pelo oceano e pelo ar. Eos caras ficam lá, naquele campo de concentração a céu aberto? Como isso épossível? É uma punição coletiva. Porque os israelenses não gostam do Hamas,eles vão lá e punem a população inteira de Gaza. É um absurdo, contra a leiinternacional.
Quais são seus planos?
O incidente com a flotilha vai mudar seus projetos?Eu posso lhe garantir 100% que todos que estavam em nosso navio, depois quetiveram essa experiência brutal, ficaram mais dedicados à ideia de trazerjustiça para o mundo. Pessoas que estavam lá como voluntários avisaram quevão virar ativistas. É inaceitável essa brutalidade, entendeu? É uma coisameio bumerangue. Os israelenses fizeram uma coisa meio contra eles mesmo. Umacoisa psicótica, não racional. Na flotilha, tinha a comunidade europeiarepresentada, além do pessoal árabe, da Malásia e dos Estados Unidos.(No Duário de Pernambuco, http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/06/04/mundo1_1.asp)

OPOSIÇÃO HISTÉRICA: Relatório do UBS aponta Dilma com mais chances do que o ex-governador Serra.



O Estado de S.PauloRelatório feito pelo banco suíço UBS afirma ser "significativa" a probabilidade de a pré-candidata pelo PT, Dilma Rousseff, ganhar a eleição no primeiro turno.
De acordo com o texto, a petista está numa posição mais forte para ser eleita presidente. O documento, no entanto, relata ser mais provável que a disputa chegue ao segundo turno.
O relatório diz que a probabilidade de vitória de Dilma é maior em razão do desejo do eleitor de manter as coisas como estão e o fato de ela ser associada como a candidata da continuidade.
O texto também afirma que o principal risco associado à petista é no lado fiscal. Em relação ao tucano José Serra, afirma que o principal risco é o "aparente" desejo de mudanças na política econômica.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Coragem, Veja! Globo! Folha! Estadão! Podem publicar o "dossiê" da filha de Serra, porque é oficial.


Os documentos publicados aqui no Blog, na nota abaixo, comprovando que a filha de José Serra e a irmã de Daniel Dantas foram sócias, são oficiais e públicos do Governo da Flórida, não são nenhum "dossiê".
Não há o que discutir se são verdadeiros ou não. A autenticidade pode ser conferida na Divisão de Corporações do Estado da Flórida, pela própria internet.Coragem, Veja! Folha, Estadão, Globo, Época, IstoÉ ! Noblat, Josias, coragem!
Para não terem a desculpa de não publicar a notícia, eis o caminho das pedras:O endereço oficial na internet é: http://www.sunbiz.org/Em seguida basta clicar em "Search our Records".Depois clicar em "Inquire by Name".
Digite "decidir.com" e clique no botão "Search Now".Clique sobre a primeira linha que aparecer. Estará escrito "DECIDIR.COM, INC."Aparecerá a tela abaixo. No final da tela tem os botões para exibir os documentos digitalizados.


Isto é fato, e devido a sociedade ser entre pessoas polêmicas, é notícia. Não tem nada de "dossiê" nisto.
A empresa Decidir.com, Inc. foi registrada no estado da Flórida, há 10 anos atrás, em 03 de maio de 2000, composta de 6 diretores, entre eles:Veronica V Dantas Rodemburg (irmã de Daniel Dantas)Veronica Allende Serra (filha de José Serra)
Nesta época FHC era presidente, e José Serra era Ministro da Saúde.
Daniel Dantas era um dos barões das privatizações.
Clique nas imagens para ampliar:

Dois anos depois, em 2002, a empresa foi encerrada:

terça-feira, 1 de junho de 2010

Emprego para quem passou dos 50 anos bate recorde.

A contratação de trabalhadores com idade superior a 50 anos cresceu 28,43% na região metropolitana de São Paulo no primeiro trimestre do ano em comparação com o mesmo período de 2009.

Dados do Ministério do Trabalho e Emprego mostram que 32,7 mil pessoas dentro dessa faixa etária foram reempregadas no período. O número é o mais expressivo desde 2001, quando foram contabilizados 16,8 mil registros.

Para o professor do Departamento de Economia da Unesp, Elton Casagrande, o aumento reflete o momento favorável da economia e do mercado de trabalho formal, independente da idade do trabalhador.
O professor também chama a atenção para o fato de que a faixa etária de 50 a 64 anos atingiu, pela primeira vez, a casa dos 5% de representatividade entre todos os reempregados, aqueles que já tinham pelo menos um registro na carteira de trabalho e voltaram ao mercado.

Segundo Casagrande, os profissionais dentro desse perfil têm atributos favoráveis para o mercado, como experiência, estabilidade, responsabilidade e compromisso. Aliado a esse cenário, muitas empresas preferem admitir pessoas mais maduras, com postura diferente dos jovens, que demandam um custo maior de aprendizagem.


GOVERNO LULA:IBGE: indústria atinge nível recorde em março de 2010.


JACQUELINE FARID Agencia Estado
RIO - O economista da coordenação de indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo, disse que com a revisão dos dados da produção industrial de março de 2010, aquele mês mostrou um patamar de produção 0,5% acima de setembro de 2008, registrando um novo patamar recorde de produção do setor.
O recorde anterior havia sido apurado em setembro de 2008, último mês antes dos efeitos nocivos da crise sobre o setor industrial.Em abril, com a queda na produção da indústria ante o mês anterior, o patamar de produção recuou um pouco e esteve 0,2% abaixo de setembro de 2008.
Segundo Macedo, como a queda é muito pequena, a avaliação é de patamar estável em abril deste ano ante aquele período. O IBGE divulgou hoje uma revisão no resultado da produção industrial de março ante fevereiro, de 2,8% apresentados anteriormente para 3,4%, por causa de retificação de informações sobre a categoria de bens de capital (máquinas e equipamentos).
Doze meses
A produção industrial registrou, no indicador em 12 meses em abril (2,3%), o primeiro aumento apurado pelo IBGE desde janeiro de 2009, segundo destacou Macedo. De acordo com ele, essa é mais uma evidência de que a indústria prossegue em processo de recuperação e 18 das 27 atividades pesquisadas já mostram resultados positivos nessa comparação.
"A recuperação, que já vinha sendo observada, vai se espalhando por todas as atividades", disse. Macedo destacou também que o aumento de 18,0% apurado na produção no primeiro quadrimestre de 2010 ante igual período do ano passado representa a maior alta, nessa base de comparação, da série histórica iniciada em 1991.


Serra tenta repetir o golpe do dossiê. A primeira armadilha falha.


Bateu o desespero na campanha de Serra. Todas as pesquisas apontam uma só tendência: Dilma na frente e subindo. Serra vai ficando para trás e em queda contínua.

Quanto mais Dilma é conhecida, mais sobe.

Quanto mais Serra é divulgado, mais cai (conhecido de nome ele já é).

Noticiário negativo sobre Serra está saindo do armário

Contra Dilma, já queimaram os cartuchos com os factóides que tinham, para tentar desconstruir a imagem. Nenhum funcionou, aliás foi um tiro no pé, porque funcionou contra Serra.

Ao recorrer à baixaria, às fichas falsas, a "sites" de ofensivos, Serra ficou associado à baixarias rasteiras contra Lula e contra Dilma.

Ja com Serra, até aqui vigorou a lei de Ricúpero na imprensa demo-tucana (capitaneadas por Globo, Veja, Folha e Estadão): só mostravam o que era bom. O que era ruim sempre esconderam.Mas não dá para esconder e mentir para todos o tempo todo, na era da internet.

Notícias VERDADEIRAS que sempre foram públicas na blogosfera (como aqui) e algumas honrosas revistas de menor circulação, nunca foram publicadas nos jornalões e na TV, ou, quando muito, foram publicadas de forma discreta não ligando o nome à pessoa.

Numa campanha presidencial como esta, a biografia noticiosa não autorizada de José Serra, abafada nos jornalões, revistões e TVs, vem à baila na internet e acaba transbordando para a própria imprensa quando não dá mais para abafar.

Na blogosfera, todo mundo sabe há muito tempo que a filha de José Serra, Verônica Serra, e a irmã de Daniel Dantas, Verônica Dantas, foram sócias, em uma empresa em Miami, de nome Decidir.com.

Nem com a Operação Satiagraha, que prendeu Verônica Dantas, os jornalões, revistões e TV's, se dignaram a publicar, pelo menos como dado biográfico, a sociedade da irmã de Daniel Dantas com a filha de José Serra.

Em uma campanha política, radicalizada pela oposição, alimentando correntes de emails contendo ficha falsa de Dilma na ditadura, enviados de dentro de gabinetes de deputados da oposição como ACM Neto (DEMos/BA), acaba levando militantes adversários de Serra a circular a notícia VERDADEIRA da antiga sociedade da irmã de Daniel Dantas com a filha de José Serra.

Obviamente, que algum jornalista investigativo, que não seja demo-tucano, pode se interessar pelo assunto, e pode resolver pesquisar mais a fundo, também, da mesma forma que já pesquisaram tantas pessoas ligadas a petistas, a peemedebistas, a pedetistas.

O velho golpe da arapuca do dossiê para atrair "aloprados" O quartel general de campanha de José Serra e o PIG (imprensa demo-tucana), antevendo que o assunto vai explodir para fora da blogosfera, tenta inverter a pauta, colocando Serra como vítima e criando a figura de "petistas aloprados" como vilões, que fazem dossiês.

O modus operandi, foi o mesmo de 2006. Inventaram que haveria um dossiê com revelações bombásticas contra José Serra, do escândalo sanguessuga. Naquela época, petistas aloprados caíram como patinhos na arapuca armada pelos pessoal de José Serra.

Dessa vez a campanha de Serra tentou fazer a mesma coisa. Tentaram forjar um dossiê inexistente, a partir de notícias existentes, para atrair "petistas aloprados" para uma armadilha.

Ninguém envolvido com a campanha caiu no mesmo golpe, já manjado. Não funcionou.

Quando a notícia é contra Serra, inventa-se que é dossiê Mas a armação atraiu a atenção de jornalistas mais independentes. Existem jornalistas que, mesmo trabalhando para o PIG por falta de opção, mesmo sabendo que não poderão publicar, não conseguem deixar de ir atrás de alguma notícia que lhes parece nitroglicerina pura.

O fato é que a imprensa está com notícias na mão sobre a história da sociedade da irmã de Daniel Dantas com a filha de José Serra, e está procurando um jeito de inverter a pauta, transformando a notícia em "dossiê", e transformando o PT em "vilão aloprado".

Quando notícias como esta foram contra o filho ou neta de Sarney, foram publicadas com estardalhaço como notícia, como vindo de fontes legítimas. Como a notícia é contra a filha de Serra, deixa de ser considerada notícia, inventa-se que é "dossiê".

O plano seria Serra, em vez de ter que explicar sobre as estranhas razões da sociedade de sua filha com a irmã de Daniel Dantas, posaria de vítima de dossiê, que por ser tratado como dossiê, sequer a notícia seria tratada como verdadeira.

Não funcionou até agora. E o tiro no pé, desta vez, não está sendo de aloprados petistas. Está sendo de aloprados tucanos e da imprensa.


http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010/06/serra-tenta-repetir-o-golpe-do-dossie.html

Iara, a brasileira, fala do ataque em Gaza.



Estou chegando a São Paulo, onde vim participar de um ato de sindicalistas, mas queria trazer a vocês a entrevista feita por telefone pelo jornalista Marcelo Ninio, da Folha Online, com a brasileira Iara lee.
Iara estava no Marmari Mavi, navio de bandeira turca que lidrava a flotilha interceptada pela marinha israelense em águas internacionais.

Ela diz que os comandos chegaram atirando. “Esperávamos que eles dessem tiros na perna, tiros no ar, só para aterrorizar as pessoas, mas foram direto. Eles atiraram na cabeça dos passageiros”, diz ela.

Começaram as explorações.


O Globo – estava demorando – vem amanhã com a história do que ele mesmo chama de “suposto” dossiê que estaria sendo montado contra a filha de José Serra por grupos do PT na disputa por espaço dentro da campanha de Dilma.

Eu devo dizer que tenho arrepios só de ouvir falar em dossiês, porque, para mim, significam promiscuidade entre a atividade de polícia e da política. E falo como alguém que tem tido a atitude de denunciar, de peito aberto e assinando embaixo, as irregularidades e golpes de esperteza que marcam este processo eleitoral.

Ao que tenha sido noticiado até agora, não há dossiê algum e a própria matéria do jornal não diz do que Verônica Serra seria acusada.E, francamente, nem sei quem é e não tem a menor importância quem seja.
Tudo na notícia tem cheiro de armação.

Mas, como toda armação, parte de alguns fatos reais para criar outros, irreais.

Para começar, não há motivo algum para o que o jornal chama de “crise na campanha de Dilma”. Se há alguma crise, é em outra freguesia, no quintal do candidato que cai nas pesquisas e que não consegue, sequer, negociar a indicação de um vice.

Se alguém, às suas próprias expensas, quer trazer um marqueteiro ou “interneteiro” gringo para dar pitacos, é problema de quem pagou e trouxe, querendo se “cacifar” com a candidata favorita.

Os tucanos cansaram de trazer o mítico Antonio Lavareda e ninguém foi ver quem pagava as passagens dele.

Relembro aos nossos amigos do PT que estas “disputas de espaço” em detrimento da causa maior, mais que traiçoeiras, são estúpidas. Se fornecem munição, mesmo que seja “de festim” ao inimigo, passam a ser disputas do espaço que se coloca em risco de perder.

Mas que isso não apavore ninguém, porque Lula e Dilma estão tão a cavaleiro nesta história que estes personagens só se apequenam.

Já disse mais de uma vez: o combate de fustigamento, apontando atos e palavras que revelam o que pretende a direita serrista não compete à campanha de Dilma. É nosso, desta imensa multidão de ativistas – petistas ou não – que podemos agir com uma liberdade que a candidata e o núcleo da campanha não podem ter.

Ali, é preciso que impere a serenidade e jamais o aventureirismo.

O combate raso, de guerrilha, damo-o nós. E sem dossiês, sem udenismos, sem policialismos. Este é o método deles, não o nosso.

O nosso é a bandeira do povo brasileiro. E como reúne gente de valor esta bandeira, desfraldada!

Beltrame para a PF da Dilma. A UPP é a melhor política contra o tráfico.


Beltrame: quanto mais política social, menos segurança


Saiu no Estadão de domingo, página C4 (clique aqui para ler a matéria), entrevista com José Mariano Beltrame, secretário de Segurança do Rio:
- Quem garante que o tráfico não retoma o controle dos territórios ?
- Eu garanto. Se entrarem com 10, 15 bandidos num morro, eu ponho 500 homens e corro com eles de lá.
- Correr aí é um eufemismo ?
- A polícia não quer matar ninguém, mas ela também não vai pôr a cabeça debaixo da mesa… se não impuserem limites, fica cada vez pior … preciso enfrentar.
- Política de enfrentamento é o nome do jogo ?
- … o Estado tem que se colocar.
O Estado é o detentor do monopólio da força. Penso que quanto mais política social tiver (UPPSs– PHA), menos segurança eu preciso. Mas numa área onde estou impedido de entrar, como vou fazer ?
- A chamada ala dos direitos humanos não gosta muito desse discurso.
- Pois o discurso dessas pessoas é que precisa se modernizar.
Há anos é sempre o mesmo. A mesma história de mão de ferro do Estado, como se estivéssemos na década de 70… o discurso é unilateral e excludente.
Não considera que a polícia é a mesma que faz a UPP, que diminui os índices de criminalidade (*), que tira armas da rua… Em alguns lugares os policiais já participam de casamentos, festas, batizados.
Aos sábados, eu mesmo costumo ir com a minha família.
Saiu no Globo deste domingo, na página 19 (clique aqui para ler a matéria): “Imóveis em favelas com UPP sobem até 400%. Comunidade ocupadas (pelas UPPs) incham, ganham puxadinhos, casas mais altas e até mesmo condomínio informal.” (As UPPS estão no Jardim Batam, Cidade de Deus, Borel, Providência, Santa Marta, Babilônia e Chapéu Mangueira, Pavão-Pavaozinho- Cantagalo, Morro dos Cabritos, Ladeira dos Tabajaras.
Em breve, na Mangueira e na Rocinha. São uma associação do Governo do Rio, da Prefeitura e do PAC da Dilma.
(**) Uma miragem, segundo o Farol de Alexandria.) Por que o Serra não instala uma UPP no Guarujá ? Por que ele não criou uma Secretaria de Segurança no Estado de São Paulo ? Por que ele quer declarar guerra à Bolívia e não o tráfico nas baladas de São Paulo ? Por que o Abadia disse que a melhor maneira de acabar com o tráfico em São Paulo era fechar o Denarc do Serra ? A UPP é a melhor política que se pratica no Brasil contra o tráfico.

Paulo Henrique Amorim


(*) Os números da criminalidade em São Paulo aumentaram no Governo do Inacabado. E olhe, amigo navegante, que os números da criminalidade do Serra têm a credibilidade da lista de livros mais vendidos da Veja. (**) As UPPs afogaram no rio da Guarda a tese da “remoção das favelas”.

Carta de brasileira vítima do ataque de Israel alerta ao perigo.



A cineasta brasileira Iara Lee, que estava a bordo de uma das embarcações atacada na madrugada desta segunda (31) por tropas israelenses, alertou em carta ao Senado sobre os perigos da viagem à Faixa de Gaza.
“Nós que enfrentamos esta viagem estamos, é claro, preocupados com nossa segurança também. Anteriormente, alguns barcos que tentaram trazer abastecimento a Gaza foram violentamente assediados pelas forças israelenses”, disse ela.
Sob o título “Por que vou para Gaza”, a carta da brasileira, lida na semana passada pelo senador Eduardo Suplicy (OT-SP) no plenário da Casa, previu que a missão humanitária para entregar mantimentos na Faixa de Gaza encontraria problemas.
Nela, a cineasta relatou sobre o ataque repentino por uma embarcação israelense ao navio Dignity que transportava cirurgiões voluntários e três toneladas de suprimentos médicos para a região.“Passageiros e tripulantes ficaram aterrorizados, enquanto seu navio se enchia de água e tropas israelenses ameaçavam disparar”, lembrou.
Apesar desses antecedentes, a cineasta acreditava que no máximo o comboio seria impedido de continuar viagem. “A recente decisão do governo israelense de barrar a entrada do acadêmico internacionalmente reconhecido Noam Chomsky aos Territórios Ocupados da Palestina sugere que também seremos barrados. Não obstante, partiremos com a intenção de entregar comida, água, suprimentos médicos e material de construção às comunidades de Gaza.”
Determinação
Sobre sua decisão de seguir viagem, Iara Lee diz que se envolvia na missão por acreditar que ações não violentas, que chamam atenção ao bloqueio, “são indispensáveis à educação do público sobre o que está verdadeiramente ocorrendo”. Para ela, não há justificativas para impedir que ajuda humanitária chegue à Faixa de Gaza.
“Normalmente eu consideraria uma missão de bons ofícios como esta completamente inócua. Mas, neste caso, a crise que sofrem os cidadãos palestinos foi criada pela política internacional: é resultado da atitude de Israel de cercar Gaza em pleno afronte à lei internacional e do apoio dos Estados Unidos pelo bloqueio comercial”, argumentou.
Iara considerou que mais ação civil, além do trabalho do presidente Lula em promover a paz no Meio Oriente, são necessárias para sensibilizar as pessoas “sobre o grave abuso de direitos humanos em Gaza.”
“O cerco à Faixa de Gaza pelo governo israelense tem origem em 2005, e vem sendo rigorosamente impingido desde a ofensiva militar israelense de 2008-2009, que deixou mais de 1.400 mortos, e 14.000 lares destruídos. Israel argumenta que suas ações militares intensificadas são em resposta ao disparo de foguetes ordenado pelo governo Hamas cuja legitimidade Israel não reconhece. Porém, segundo organizações internacionais de direitos humanos como Human Rights Watch, a reação militar israelense tem sido extremamente desproporcional”, diz a carta da cineasta.
Segundo ela, o cerco à Gaza pune diretamente homens, mulheres e crianças inocentes e é ilegal sob a lei internacional. “Como resultado do cerco, civis em Gaza, inclusive crianças e outros inocentes que se encontram no meio do conflito, na têm água limpa para beber, já que as autoridades não podem consertar usinas de tratamento de água destruídas pelos ataques israelenses.”
Além disso, escreveu a brasileira, os ataques aéreos danificaram a infraestrutura da região e a redução das importações deixaram a população sem comida e remédio.

De Brasília,Iram Alfaia
Vermelho

A taça do mundo é nossa?



Bom, a gente falou de tanta coisa pesada hoje que acho que tem direito de comentar algo mais leve, não é? E vocês me perdoem se desagrado alguém, mas em matéria de futebol brasileiro dá palpite até em cartaz…
Então, eu queria comentar a notícia que várias publicações online divulgaram hoje, de que a FIFA definiu o logo da Copa do Mundo de 2014, que será realizada aqui no Brasil.
O anúncio oficial só será feito no dia 8 de julho, mas parece que o desenho é esse mesmo.

Em primeiro lugar- opinião pessoal – o logo é muito feio. São três mãos que se entrelaçam no formato do atual troféu, com a data de 2014. Mas o que incomodou mesmo foi ver Brasil escrito com Z. Pela grafia, fica claro que foi feito em algum escritório fora do país.

E é aí que entra a segunda questão: Por que o logo de uma Copa no Brasil tem que ser feito por algum escritório de design europeu? Pode ser que a FIFA tenha a prerrogativa de fazer o logo onde quiser, mas além de estar errada, deveria privilegiar os designers do país-sede. E não falta gente boa, muito boa, para fazer, aqui.

Numa rápida pesquisa pela internet, constatei que os logos da Copa de 2010, na África do Sul, e a de 2006, na Alemanha, foram desenhados por escritórios dos próprios países. Então, por que no Brasil é diferente? A Copa de 2014 precisa ter um toque brasileiro, além do toque de bola, com a nossa identidade, para assim ser lembrada.
Em 1982, na Espanha, o cartaz oficial da Copa do Mundo foi feito pelo pintor catalão Joan Miró.
Bastava bater o olhar para identificar o estilo inconfundível de Miró e a imagem do país espanhol, quente e forte. Ficou na história como um dos mais originais que já se fez.

Com tantos artistas e designers de primeira, o Brasil ainda pode se recuperar desse golpe. O logo é oficial, mas não é a imagem principal da Copa. Cartazes podem ser desenvolvidos aqui, apenas inserindo o logo discretamente em algum canto. E quem sabe sai algo tão bacana que “rouba a cena” deste treco aí que a Fifa escolheu?

Vamos lá artistas brasileiros! Como dizia aquele jingle: a Taça do Mundo é nossa, com brasileiro não há quem possa!

Iara Lee: Por que vou a Gaza.


por Iara Lee, reproduzido no Opera Mundi

Em alguns dias eu serei a única brasileira a embarcar num navio que integra a GAZA FREEDOM FLOTILLA. A recente decisão do governo israelense de impedir a entrada do acadêmico internacionalmente reconhecido Noam Chomsky nos Territórios Ocupados da Palestina sugere que também seremos barrados. Não obstante, partiremos com a intenção de entregar comida, água, suprimentos médicos e materiais de construção às comunidades de Gaza.

Normalmente eu consideraria uma missão de boa vontade como esta completamente inócua. Mas agora estamos diante de uma crise que afeta os cidadãos palestinos criada pela política internacional. É resultado da atitude de Israel de cercar Gaza em pleno desafio à lei internacional. Embora o presidente Lula tenha tomado algumas medidas para promover a paz no Oriente Médio, mais ação civil é necessária para sensibilizar as pessoas sobre o grave abuso de direitos humanos em Gaza.

O cerco à Faixa de Gaza pelo governo israelense tem origem em 2005, e vem sendo rigorosamente mantido desde a ofensiva militar israelense de 2008-09, que deixou mais de 1.400 mortos e 14.000 lares destruídos. Israel argumenta que suas ações militares intensificadas ocorreram em resposta ao disparo de foguetes ordenado pelo governo Hamas, cuja legitimidade não reconhece. Porém, segundo organizações internacionais de direitos humanos como Human Rights Watch, a reação militar israelense tem sido extremamente desproporcional.

O cerco não visa militantes palestinos, mas infringe as normas internacionais ao condenar todos pelas ações de alguns. Uma reportagem publicada por Amnesty International, Oxfam, Save the Children, e CARE relatou, “A crise humanitária [em Gaza] é resultado direto da contínua punição de homens, mulheres e crianças inocentes e é ilegal sob a lei internacional.”

Como resultado do cerco, civis em Gaza, inclusive crianças e outros inocentes que se encontram no meio do conflito, não têm água limpa para beber, já que as autoridades não podem consertar usinas de tratamento destruídas pelos israelenses. Ataques aéreos que danaram infraestruturas civis básicas, junto com a redução da importação, deixaram a população em Gaza sem comida e remédio que precisam para uma sobrevivência saudável.

Nós que enfrentamos esta viagem estamos, é claro, preocupados com nossa segurança também. Anteriormente, alguns barcos que tentaram levar abastecimentos a Gaza foram violentamente assediados pelas forças israelenses. Dia 30 de dezembro de 2008 o navio ‘Dignity’ carregava cirurgiões voluntários e três toneladas de suprimentos médicos quando foi atacado sem aviso prévio por um navio israelense que o atacou três vezes a aproximadamente 90 milhas da costa de Gaza. Passageiros e tripulantes ficaram aterrorizados, enquanto seu navio enchia fazia água e tropas israelenses ameaçavam com novos disparos.

Todavia eu me envolvo porque creio que ações resolutamente não violentas, que chamam atenção ao bloqueio, são indispensáveis esclarecer o público sobre o que está de fato ocorrendo. Simplesmente não há justificativa para impedir que cargas de ajuda humanitária alcancem um povo em crise.

Com a partida dos nossos navios, o senador Eduardo Matarazzo Suplicy mandou uma carta de apoio aos palestinos para o governo de Israel. “Eu me considero um amigo de Israel e simpatizante do povo judeu” escreveu, acrescentando: “mas por este meio, e também no Senado, expresso minha simpatia a este movimento completamente pacífico…Os oito navios do Free Gaza Movement (Movimento Gaza Livre) levarão comida, roupas, materiais de construção e a solidariedade de povos de várias nações, para que os palestinos possam reconstruir suas casas e criar um futuro novo, justo e unido.”

Seguindo este exemplo, funcionários públicos e outros civis devem exigir que sejam abertos canais humanitários a Gaza, que as pessoas recebam comida e suprimentos médicos, e que Israel faça um maior esforço para proteger inocentes. Enquanto eu esteja motivada a ponto de me integrar à viagem humanitária, reconheço que muitos não têm condições de fazer o mesmo. Felizmente, é possível colaborar sem ter que embarcar em um navio. Nós todos simplesmente temos que aumentar nossas vozes em protesto contra esta vergonhosa violação dos direitos humanos.
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/iara-lee-por-que-vou-a-gaza.html

ATAQUE DE ISRAEL AO COMBOIO HUMANITÁRIO É CONDENADO PELO MUNDO.


ATAQUE DE ISRAEL AO COMBOIO HUMANITÁRIO PODE TER ABERTO AS "PORTAS DO INFERNO" - Mais ódio e maior perigo de atos de terror na Copa do Mundo da África do Sul.
O ataque que as Forças Militares de Israel perpetraram contra um Comboio humanitário que se dirigia ao território de Gaza, pelo mar, acabou deixando um saldo trágico de pelo menos 14 mortos, feridos e alguns desaparecidos.
Acabou também por mostrar que o atual governo de Israel não tem limites na sua ousadia de enfrentar a Comunidade Internacional e nem teme qualquer punição pela sua ação que tem características de ato de terror, conforme afirmaram líderes de diversos países.
Até mesmo os Estados Unidos que costumam acobertar as ações belicistas do seu aliado no Oriente Médio, dessa vez, reconheceu que Israel passou dos limites.
Integrantes do Comboio Humanitário disseram que, apesar das bandeiras brancas que carregavam e da natureza unicamente humanitária como objetivo da sua ação, e evidentemente sem nenhuma reação, as forças militares de Israel fizeram vários disparos antes de tomar de assalto as embarcações que levavam suprimentos e voluntários para prestar socorro à população de Gaza.
O Conselho de Segurança da ONU vai se reunir em caráter de emergência para avaliar não só o ato inaceitável por parte dos israelenses, como também, uma possível onda de ataques e atos de terror contrários a Israel.
Atitudes assim, costumam escancarar as ‘portas do inferno’, por onde, de um lado e de outro, passam os insanos que só através de sangue e violência, força bruta e animalidade, conseguem atuar no cenário da humanidade.