"O dano à imagem do Brasil no cenário internacional é extremamente grande. Ele não vai conseguir recuperar sua credibilidade se não houver uma paralisação imediata do projeto Belo Monte".
Quem disse isso foi um dos arqui-inimigos da construção da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, município de Altamira, Felício Pontes (à direita), procurador da República, no Pará. Disse isso comentando a decisão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, que pediu a suspensão do processo de licenciamento da usina hidrelétrica Belo Monte.
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Contrapondo-se totalmente a Felício Pontes, o sociólogo Tibério Alloggio, de Santarém, escreveu o seguinte ponto de vista, com o qual eu concordo, excetuando algumas expressões próprias do estilo do autor:
"É brincadeira, já passou do primeiro de abril.
Pronto, agora só falta o PIG fazer uma grande campanha para a independência do enclave Eco-Igrejeiro de Belo Monte, para a OEA intervir militarmente em defesa dos “direitos civis” da prelazia do Xingu, massacrados pela ditadura do regime brasileiro.
Que tal uma zona de “exclusão aérea”?
Depois dizem que é teoria da conspiração as acusações de interesses alheios na Amazônia. Por que a OEA não condena as 107 usinas nucleares americanas? E sobre Guantánamo, não dizem nada?
Defender o interesse de minorias é justificável, mas o problema é quando essa minoria é manipulável e quando ela é usada para defender interesses alheios.
No caso, são evidentes as conexões com os interesses dos EUA na região. Os EUA nunca irão digerir o crescimento econômico e político do Brasil. Estão de olho no pré-sal e no petróleo da Venezuela.
Mais uma afronta à SOBERANIA do Brasil!
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