sábado, 24 de março de 2012

Urna eletrônica perde a virgindade. Brizola tinha razão




Saiu no Globo, na pág. 10 do Globo:


Especialistas violam urna eletrônica em teste.


Grupo da Universidade de Brasília conseguiu decifrar códigos e identificar a ordem dos votos no equipamento.


Tribunal Superior Eleitoral vai reforçar (sic) segurança.


Os especialistas de Brasília seriam capazes de saber quem votou em quem !


Viva o Brasil !


É o voto de cabresto eletrônico !






Como se sabe, em nenhum país filiado à ONU se usa a urna eletrônica brasileira, porque ela não permite conferir o resutado.


Como se sabe, os pais fundadores dessa urna eletrônica – outra jaboticaba brasileira – são Nelson Johnbim e Eduardo Azeredo, o herói do mensalão de Minas, e autor do AI-5 Digital.

Sem comentários.


Quem tinha razão ?


O engenheiro Brizola, que sempre disse: tem que ter o papelzinho, se não, não se confere o resultado.


Felizmente, o Congresso brasileiro e o Nunca Dantes impuseram o papelzinho, embora os progressistas de sempre – com a adesão incondicional do PiG – lutem contra ele.

Paulo Henrique Amorim

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